domingo, 28 de dezembro de 2025

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

 

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

Os grupos políticos, partidários e sindicalistas se empenham em mudar o horário de trabalho e os dias de trabalho.  Mais uma vez, quem é de fora do trabalho e que, considera o que faz como trabalho, vem dar OPINIÕES que nunca condizem com a realidade da pequena indústria, da média e da grande, assim como do pequeno, médio e grande comércio, bem como, das redes hoteleiras e alimentação e mercados. E isso no contexto de cidades e não campo.

E se não condiz com a realidade do trabalho, menos ainda, com a realidade do sujeito que trabalho em troca de subsistência.

As opiniões que são PLANTADAS na sociedade destorcem e escondem a realidade, por exemplo, com relação ao próprio trabalho no mundo privado, que não é mais buscado e sim, buscam alternativas outras de “trabalho” autônomo. E logo acontece o que é previsível, a procura por emprego com “carteira assinada” despenca. E para não dizer NADA sobre a realidade do trabalho – não em todos, mas em muitas categorias, especialmente, a de serviços – culpam a “vagabundagem” do indivíduo. E aliam a isso a Bolsa Família, que foi a franca demonstração de que o país ou, algumas regiões do país dos 27 reinos, não tem capacidade administrativa de criar PLANTAS DE PRODUÇÃO, com exceção de MG que teve boas iniciativas.

E não tem capacidade administrativa, tanto o Estado como o setor privado, justamente pela ausência de cumplicidade entre um e outro para o bem do povo do país. Mas existe cumplicidade para seus próprios interesses, desde o conceito danoso da propriedade privada transformada em monopólios etc. Como por exemplo, impedir através de opções de vida digna, que haja qualquer tipo de emigração entre os 27 reinos. Ao contrário, usam a emigração interna para tomada de poder dos 27 reinos e os dividem em blocos como se fez na grande guerra.

Pois bem, se querem mudar o sistema de trabalho, o exemplo mais procurado é o próprio modelo de emprego do Estado. Associe a empresa privada ao Estado e transforme seus funcionários em funcionários públicos. Acabaria a corrida ao Estado. Simples assim!

E sabe por que associar a empresa privada ao Estado, para que ela não tenha iniciativas estranhas como recentemente colocaram etanol na bebida. Este apenas um caso isolado. Existem casos tão graves quanto e há muitas décadas atrás. Vocês, os senhores das cadeiras giratórias, não fazem ideia do que é ou do que são certos modelos de emprego comandados por cafajestes e que ninguém consegue controla-los ou intervir na sua particularidade.

Tem uma história de uma condessa – nobreza – que adotava crianças largadas nas ruas. Ela usava as crianças para manter o castelo limpo e terra cuidada, tudo em troca de uma cama e comida. Entretanto, a condessa, eventualmente, gostava de tomar banho com sangue, depois do prazer mórbido de esquartejamento, que era feito encima de uma banheira francesa, feita de cobre e chumbo.

 

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

 

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

O pessoal da escrita PAGA tem um problema, ele não pode seguir qualquer curso. Ele não pode ousar – de alguma forma educada – comentar questões que não estejam no objeto de um EDITORIAL da empresa seja jornalismo – todos eles – seja partido – todos eles – seja religião – todas elas.  Logo... fica evidente algo que pode ser considerado um vício, como uma “viseira de cavalo para que ele nunca olhe dos lados”. Bem é pago para isso. Entretanto, a “propriedade privada”, também é paga e nem por isso é legal com relação ao país.

Recentemente comentei sobre o “mundo da economia dos alugueis”. Um comentário amplo e que carrega um estigma quase impossível de ser resolvido em um ambiente em termos de honestidade e humanidade deteriorado, quando a situação do sujeito – inquilino – que paga o imposto do proprietário é irredutível e insanável.

Fiquei surpreso - nem tanto – que hoje – 26.12.2025, um representante do sistema comentou sobre o caso, inclusive de se pagar imposto de outro. Mas, ao que tudo indica, ficará isso por isso mesmo. Disse ele que 75% da população do Estado do Paraná têm casa própria e 25% vive de aluguel. São dados, estatísticas e coisa assim. E também fez referência às pessoas que são proprietárias de dois ou três imóveis e que os aluga. Bem uma pessoa pode ser proprietária de uma quadra inteira e ter duas ou três quadras. Isso é muito relativo.

De qualquer forma houve uma pressão para que ele tomasse algum tipo de providência, ao menos, ter noção da realidade. Afinal o Paraná tem 12 milhões de habitantes, digamos quatro milhões de famílias, 75% significam três milhões de famílias, 25% um milhão. Para 399 municípios uma média subjetiva de 2500 imóveis de aluguel por município. Claro, isso não é um cálculo real. No total, 01 milhão de imóveis de aluguel em todo o Estado representa uma média de Hum bilhão e quinhentos milhões POR Mês e pode chegar a 02 bilhões de aluguel por mês no Estado.

Considerando os JUROS da dívida externa brasileira que, segundo o Boulos, chega a 900 bilhões de reais/ano e considerando que desde quase três décadas, vem reduzindo drasticamente o “Dinheiro de Circulação nas cidades”, inclusive substituindo salários por benefícios e auxílios, a pergunta que fica é: para onde vai ou, o que acontece com esse volume de dinheiro anual, aproximadamente 24 bilhões de reais. Pare um pouco e imagine a mesma coisa no Estado de S. Paulo!

Bem, creio que um Estado, com receita estadual e federal, devesse ter dados precisos sobre isso, sem que isso significasse vasculhar a vida da pessoa para encontrar formas de prejudica-la  e sem nenhuma solução plausível à Nação e ao proprietário. Mas se a receita não tem essa informação, o Banco tem essas informações. Desde a afamada “Carteira de Habitação e o Contrato de Gaveta, que explica muito sobre a habitação”.  

Mesmo porque o dinheiro gasto com alugueis – por parte do inquilino – seria mais bem aplicado – ao mercado – se ele tivesse o terreno – digamos que, ao invés de “minha casa minha vida”, fosse “meu terreno minha vida” e ele pudesse construir, considerando que houvesse segurança e ainda considerando que a insegurança talvez não fosse uma consequência de algo feito para não dar certo.  

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

 

Como confiar em um governo que se empenha em criar conflitos...

CONTO

Um Consul foi informado que uma horda de criminosos tomaria sua aldeia. De imediato fechou o seu castelo e deixou os aldeões a mercê dos criminosos. Acontece, porém, que os criminosos não apareceram, mas ele já havia tomado uma medida covarde com relação aos aldeões. Assim sendo, usou a guarda do castelo para matar os aldeões, e os guardas que resistiram a matar o próprio povo foram enforcados como desertores.

 

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

NÃO diria “países”, especialmente em se tratando de um continente com 27 Reinos. Mas diria “governos conectados de países”. Um “pedaço” de país de fronteira (com outro país) percebeu que o seu povo não se interessava mais em trabalhar sob as condições oferecidas pelo grupo empresarial de uma cidade. Afinal, recebiam pouco trabalhavam muito e ainda tinham...
“seus recursos de trabalho, incluindo o salário” foram retidos e redirecionados, por interesses governamentais, autárquicos e empresariais.

Perceberam – empresas e governos – uma vantagem que poderia ser utilizada a seu favor e ela vinha do país vizinho onde o salário era razoável, entretanto, o custo de vida era quase um décimo de 100 partes do seu país, o que valorizava o dinheiro daquele povo. Logo e considerando o valor da moeda que era quase o dobro da moeda do país vizinho incentivaram o emprego de pessoas do país vizinho que ganhariam “quase o dobro” do que poderiam ganhar em seu país e com um custo de vida favorável ao povo naquele país.

CASTIGO

Aqueles que não haviam aceitado o emprego pelas condições que se aparentavam na contra partida do custo de vida buscaram outros trabalhos alternativos, ganhando dinheiro por dia, talvez por semana, ou seja, ficaram por sua conta e risco.

Talvez, isso tenha sido um plano pensado previamente quando o mesmo modelo de governo da mesma região incentivou a compra de veículos próprios de duas rodas, como forma de trabalho. E curiosamente usou dos recursos de “passes de transporte” que as pessoas recebiam nos seus empregos e a custa de aventuras e sacrifícios ele eram usados como moeda. Claro que isso teria um fim.  Pois o começo já havia surtido o efeito desejado.

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

Ênio é um bom sujeito, mesmo antes de ser diretor geral da Usina. Agora, a política INDEPENDE da boa vontade da pessoa. Por exemplo, comandar uma Usina hidrelétrica requer uma equipe para desempenhar tarefas desde administração a controle dos maquinários, represamento da água, calor que pode ser gerado nas turbinas com relação à água e também, questões de clima. Questões como divisão do patrimônio entre dois países estão no limite do próprio patrimônio e cabe a cada país decidir o que é melhor para si desde que um não afete ao outro descuidando com a administração e incorrendo em situações desastrosas para as cidades. Creio que isso tudo, já seja o suficiente para ocupar todos os funcionários da Usina de ambos os lados. Questões de recursos, como este que está sendo oferecido pela Usina do lado brasileiro ele será compensado do lado paraguaio, segundo os estatutos de divisão dos recursos. Não tenho isso muito claro, afinal a clientela da Usina do lado brasileiro é basicamente o Estado de São Paulo, do lado paraguaio há um excedente de energia – a divisão de “energia” é igual – e o excedente vai para a Argentina e Brasil, além do Paraguai. Naturalmente o dinheiro propriamente vai para as distribuidoras, creio que elas façam a coleta de dinheiro em ambos os países. Não faço ideia de quem coleta mais que o outro, ou se coletam o mesmo valor, o fato é que a divisão dos recursos que entram é igual para ambos os países.

Posso entender que 35 milhões para o lado brasileiro seja compensado com outros 35 milhões (ou guaranis – se convertendo) do lado paraguaio. Possivelmente para combater o crime.

Entretanto, apesar da boa vontade da empresa binacional em combater o crime foi o Mundo Político quem “abriu as porteiras” ou fronteiras, para concentrar pessoas em um movimento de “vai e vem” como sangue que passa pelo coração se cessar. A história disso tem origem com a quebra do parque industrial brasileiro, primeiro ou segundo parque da América do Sul. E na época não foram exatamente os chineses quem ocuparam os espaços de comércio do Paraguai, pois que, grande parte das empresas era Ocidental. Parecia algo provisório, no entanto tornou-se – oportunamente – permanente devido a uma grande circulação de recursos vindos de todas as partes do Brasil inclusive Brasília e todas as Capitais brasileiras. Desta forma, o mercado se constituiu como um mercado chinês no Paraguai para o Brasil.

No “meio do caminho”, coisas estranhas aconteceram, por exemplo, a criação de uma penitenciária próxima de duas fronteiras. Supondo que, penitenciárias deveriam ficar distantes da sociedade, ainda mais, uma sociedade inflada por negócios não exatamente distributivos em termos de impostos, o que abre um precedente gigantesco de crimes variados. A busca pelo “vil metal” o dinheiro é uma doença.

Outra questão de importância é que o trabalho na cidade de Foz, além de ser mal remunerado – característica do setor de serviços – exige uma semana de trabalho, com alguma folga por mês. E é mal remunerado porque o custo da energia elétrica, a água, a telefonia e toda a estrutura de atendimento às necessidades da vida, são caros. Isso sem entrar no mérito do tratamento de doenças e operações.  Com o tempo isso fez ver ao cidadão paraguaio que é muito vantajoso trabalhar no Brasil e viver no Paraguai e isso também alegraram aos empresários e governo, brasileiros, que poderiam continuar na mesma toada, nas condições de trabalho. Ora, se deu certo para o paraguaio e não deu certo para o brasileiro é que este último é muito exigente (?). Deixe-o com as motos, deixe-os viver por sua conta e risco.

Recentemente o prefeito Luna que também foi gestor da Usina disse que Foz iria parecer uma Dubai. Barakat décadas antes, havia dito que Foz seria uma Xangai. De fato, quem sobrevive nas favelas de Xangai está pronto para qualquer coisa. Seria este o pensamento do governo? Um teste para a sociedade antes de um possível desenlace da realidade que prega a Inteligência Artificial, a ONU e o Fórum Mundial tendo Klaus Schwab como seu porta-voz: “que você não terá nada mais será feliz”.

 

 

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Seria um RITO DE INICIAÇÃO a ação daqueles que oportunamente pensam atuar na Política?

 

Seria um RITO DE INICIAÇÃO a ação daqueles que oportunamente pensam atuar na Política?

A quase maioria 80% do que é dito na internet é um jogo. Quando você vê um “post” de um cantor sertanejo que também apoia um hospital do câncer ou algo assim, entrando em atrito com uma emissora de televisão que convida políticos mal vistos por parte da população – de fato, uma parte da população a outra parte os apoiam – isso me parece um “lançamento” de candidatura. Uma emissora de televisão não poderia fazer o que fez o cantor, mas poderia criar uma condição propicia e que propiciasse um evento que estaria direcionado à política e a eleição de outubro de 2026!

O caso das sandálias havaianas é o mesmo caso para mostrar poder de quem tem poder. Foi jogado – se não foi mais uma obra de IA – um lote de sandálias havaianas no lixo, da mesma forma como fazendeiros em desacordo com o preço do leite, jogam leite nas ruas ou “água de fossa nos parlamentos” como em alguns países. A vantagem no caso das sandálias é que elas não estragam e serão usadas. Alguns até, poderão fazer um bom dinheiro com este “lixo”.  Agora, o fato de a Alpargatas ser comandada por gente poderosa, digo, grupos poderosos...  o que não é comandado por eles? Falam de BANCOS e sandálias havaianas. O Brasil paga anualmente 900 bilhões de reais de JUROS aos Bancos!

O Zé Dirceu, por exemplo, ele sente que o momento revolucionário se aproxima. Mas ele não comenta como isso foi construído há pelo menos desde Juscelino, passando pelo regime militar: dois presidentes que morrem; um de sobrenome Médici, outro de sobrenome Geisel e o quinto de sobrenome Figueiredo, que promove a anistia...

Continuando, como disse, passando pelo Regime Militar, o Bipartidarismo, a EMIGRAÇÃO (para as capitais), a industrialização, o levante do sindicalismo e também a TOMADA dos sindicatos (jornalismo, professores etc.) nas áreas industriais, o jogo político das organizações clandestinas com os trabalhadores, artistas, o apoio de setores da Igreja Católica e a criação de um partido de origem da região Norte do Brasil. Na democratização, morrem dois representantes fortes, os dois do Sul. Assumem a presidência – em dois momentos – dois representantes do Norte que não conseguem ou que pensavam que pudessem resolver os graves problemas da economia e a famosa DIVIDA e quando entra em ação uma Organização Poderosa, conhecida com Fabianos Socialistas, representados por Fernando H. Cardoso e sua esposa que viria a falecer.

Na tentativa de pagamento da DIVIDA, o Brasil em maio de 1964 criou o movimento “Ouro para o Bem do Brasil” que era uma parte do custo da industrialização e que seria consumado com a Construção da Usina Hidrelétrica entre Brasil e Paraguai. A industrialização veio para vender seus produtos.

O acordo do FMI (Fundo Monetário Internacional) impôs suas regras, uma que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”, outra seria a criação da Bolsa Família e um factoide revolucionário do MST para ser uma espécie de Fiscal do Campo. Quando nem ele produziria atrapalharia desafetos do sistema e impediria qualquer iniciativa por longos anos. Hoje o MST faz cursinhos de guerrilha em Venezuela.

Em meio a isso, tem todo um processo cultural desde 1960 com o chamado “movimento hippie”. Nos EUA o “movimento” teve início em função da Guerra do Vietnam, onde a CIA – fundada no pós-guerra, usou da estratégia de trazer o povo do Norte do Vietnam para o Sul do Vietnam, o que causou sérios desequilíbrios econômicos e outros tantos conflitos, portanto, EUA perdeu e ganhou a guerra. Curiosamente no Brasil aconteceria algo semelhante. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns!

 

Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns!

“Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns”.  São suas palavras. Palavras de um ex-governador do Paraná, o senhor Roberto Requião.

Creio que o senhor tenha em mente a PROFUNDA DIFERENÇA entre o trabalho privado e misto e o trabalho no Estado e, as consequências disso, ou seja, a “CORRIDA AOS EMPREGOS DO ESTADO”. O que de imediato abre um precedente de INDICAÇÃO. Logo, algo como LICITAÇÃO que é preparada bem antes com informações etc.

Vou “pegar” o trabalho da DIARISTA. O padrão de pagamento de um dia de trabalho ou, seis a oito horas por dia é de 150 a 200 reais. Se ela ganhar isso nos 26 dias – tirando os domingos – da um salário entre 3.900 a 5.200,

Entre 150 com 6h e 200 com 8h, o salário hora é de 25 reais, entre 5 e 6 dólares.

Uma pessoa poderia sobreviver com isso se fosse devidamente instruída pelo governo, mídia a separar uma parte desse dinheiro, digamos 10% em um banco HONESTO – onde o dinheiro teria um rendimento à altura do rendimento médio das bolsas de valores em transações normais e sérias.

Entretanto, o Brasil paga de JUROS, segundo o Boulos, 900 bilhões de reais ao ano. Isso inviabiliza e até ridiculariza a HONESTIDADE bancária. E impossibilita de forma terminal a ilusão poética de “melhorar a vida de todas as pessoas” e muito menos, do país dessas pessoas, mas na contrapartida da melhora do país, enriquecem grupos de poder que negociam o país ou as terras do país, matérias primas, alimentos, através de agenciadores e lobistas não para enriquecer o país, mas para garantir que ele nunca pague sua dívida. O que é um sabido e notório objeto bancário, o desinteresse que se pague a dívida. 

O senhor poderia convocar o mundo sindical para discutir a possibilidade de um salário hora e pagamento por semana. Afinal, para que servem os sindicatos do mundo privado? Apenas para respaldar as corporações sindicais do Estado?

Décadas atrás conversei com um sindicalista de trabalhadores de hotéis em Foz do Iguaçu, o Senhor Wilson O. Martins e ele naquele momento tinha um dilema sobre o auxílio alimentação, quando pensava que seria melhor constar o valor no salário ao invés do Auxílio na forma de produtos. Mas, o que o preocupava era que, se o dinheiro contasse no salário seria prejudicado pelo IMPOSTO. Agora, o senhor, considerando os altos privilégios do serviço público – que nunca se refere a impostos – o senhor não acha que a cobrança de qualquer imposto seja da forma que for sobre o salário do setor privado – prejudicado - por princípio...

... Seja um crime contra a pessoa? Que inclusive a desestimula ao trabalho especialmente na área de serviços que é aposta da América do Sul no turismo?

domingo, 21 de dezembro de 2025

A Saúde e NÃO a habitação tem sido o Princípio Elementar da discórdia Nacional: de quem tem direito e quem não tem!

 

A Saúde e NÃO a habitação tem sido o Princípio Elementar da discórdia Nacional: de quem tem direito e quem não tem!

As Estradas de Ferro atendem aos “empresários e governo”, elas não levam passageiros. Nem existe o “sentido civilizador” das Estações e as que existem – ainda – se parecem a “formigueiros” devido à concentração populacional e as migrações.

As pontes entre países elas são úteis aos governos – no sentido de arrecadação - e aos empresários que passam grandes volumes em caminhões e containers, todo resto é sujeito à averiguação. Curiosamente, mesmo assim, acontecem apreensões – quase diárias – de drogas e muito menos de armas e munições. E apesar das apreensões em grande volume, nunca se descobre a origem da droga ou, se descobrem é mantido em sigilo por décadas até que se pulverize no tempo.

As entidades “sociais” que deveriam filtrar e melhorar as coisas a que se dedica, por exemplo, sindicatos dos metalúrgicos, nada expõem ao povo da categoria em todo o país – no entanto, o “mundo da metalurgia” sofreu um ataque desde a quebra do parque industrial brasileiro, o primeiro ou segundo da América do Sul, aliás, desde Getúlio. Assim sendo, as entidades existem apenas para si mesmas. Associações poderosas nas cidades continuam mantendo suas arrecadações em nome de NADA substancial, objetivamente, mas, enriquecem a olhos vistos enquanto àqueles a quem deveriam servir segundo seus estatutos, são esquecidos nos “meandros das leis, obrigações e deveres”. Obrigações e deveres, “Imexíveis” como teria dito o Magri (PDT) do Ministério do Trabalho em tempos idos.  

Com relação aos modos de trabalho e pagamento pelo trabalho, foi e continua sendo muito cômodo às “Instituições Sindicais do Mundo privado e misto – Estado e empresa aliados – as Leis do Trabalho vigente”, Ela – a lei – também aprendeu a acomodar as coisas, NÃO! Através do pagamento real calculado por hora de serviço – impessoal - e pago semanalmente... mas, através de AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS. Dois termos comprometidos com o disfarce da solidariedade cristã que de fato, é mais uma e a mesma forma de se “vender” um produto, ao invés de fazer o certo, dando à pessoa a independência de aplicação de seu dinheiro, desviado através de ficções e ilusões de férias, 13º, 14, prêmios, finais de semana remunerados etc.

O que realmente ACONTECE no Setor Público.

Aliás, para isso serviu a artimanha das “Instituições”, quando se utiliza ou se faz algo EM NOME do povo e ou TRABALHADORES PRIVADOS, para criar leis para eles mesmos do setor privado e desta forma ALAVANCANDO a si próprios do Estado, apenas um exemplo, No Mundo Privado existe o VALE TRANSPORTE, no mundo do Estado é o VALE GASOLINA, com diferenças substanciais, mas, na questão do MERCADO (Cesta Básica, alimentação) a coisa toma formas incríveis mesmo porque as corporações do funcionalismo querem tudo, os melhores salários e os melhores benefícios.

Nas, é no setor financeiro, bancário – com muitos nomes – que a coisa é primorosa, bem estabelecida creio mesmo, que o fenômeno de Concentração Populacional, Migrações e Integrações como o modelo de Xangai e o contraste de riqueza (Islã – os proprietários) e miséria (Índia – os trabalhadores) de Dubai e agora, o que se pretende fazer e vêm fazendo há décadas com uma cidade brasileira de fronteira com dois países é o mesmo acordo do mundo dos “proprietários e governo”, aonde os bancos existem apenas no virtual e as transações financeiras são expostas como nunca foram – VÍRGULA –, sempre foi exposto à Receita Estadual e Federal – o que me leva a crer – que a estratégia financeira é concentrar toda a movimentação financeira sem estar exposta ao público.

Até os “Caixas Eletrônicos” se tornaram incômodos – houve o ENSAIO – de ATAQUES a caixas eletrônicos como sinal de sua falibilidade, abrindo um precedente, o que não aconteceu ainda, porque a dificuldade ELETRÔNICA de transação de dinheiro, ela está restrita a uma classe de pessoas ativas e na idade certa, quando se quer aprender algo, o que não acontece com as pessoas de mais idade que preferiam o contato pessoal. Mas, o próprio contato pessoal foi desgastado com o propósito único do processo virtual.

É uma longa história. A conclusão é simples, pessoas foram demitidas às pencas no setor bancário, porque o sistema anterior ao virtual seria cabível e útil em cidades com no máximo 30 mil pessoas.

Não vou entrar em detalhes, mas se o leitor observar o “mundo mental de Lula & Cia”, vai perceber que ele fala em termos de mundo, ora, o Banco Central, o primeiro banco central do tempo do TITANIC, tinha o mesmo objetivo: umas redes de bancos que controlassem o dinheiro de países para isso criaram a Bolsa de Valores e eles, os “Sindicalistas do Mundo” a controlam desde a fundação. Poderia comentar sobre o Crack de 1929, quando os investidores americanos “fogem” para a Alemanha – que tem o crescimento vertiginoso também com o apoio de Roma – e que só poderia ser interrompido com a guerra. E foi interrompido.

terça-feira, 16 de dezembro de 2025

Luna está errado? Luna não está certo! Mas, não é uma continuidade?

 

Luna está errado? Luna não está certo! Mas, não é uma continuidade?

Não vou antes de 2004 em Foz do Iguaçu, quando, a seara política era comandada pelo MDB ou PMDB após a “democratização” e o fim do bipartidarismo, assim como o fim do Regime Militar e o fim do primeiro ou segundo parque industrial da América do Sul, o que coincidentemente... levou à criação de um Mercado Chinês/Ocidental no Paraguai para o Brasil, para suprir a mudança de muitas empresas multinacionais no Brasil para a China.

É a partir de 2004, com a eleição de Lula para presidente em 2002, que algo – combinado, entre Usina Hidrelétrica de Foz, presidência da república, Curitiba, PT e MDB e Prefeitura de Foz – tem início. Em 05 mandatos de prefeito (até 2024) com duração de 04 anos, a única alteração ao ciclo criado desde 2004, foi ou funcionário do Estado, o fiscal Reni Pereira do Partido Socialista que governou Foz entre janeiro de 2013 a 2016.

Outro caso excepcional nestes 05 mandatos de prefeito é que os dois últimos mandatos entre 2016 e 2020 e 24, Paulo apesar de ter tido votos que o elegeriam para retornar à Prefeitura, foi impedido, por duas vezes e quem assume nas duas vezes, em duas eleições, com dois impedimentos e o senhor Francisco Brasileiro, que no PRIMEIRO mandato de Paulo, substituiu o senhor Vitorassi como Vice-Prefeito. Obviamente havia um plano.

O fenômeno parece acontecer de dois em dois mandatos. Luna assume neste vácuo de mandatos. E quando assume faz uma estranha referência, referência que já havia sido feita pelo senhor Barakat quando disse que Foz seria uma cidade igual a Xangai – obviamente um exagero que Luna remediou comparando-a – a Foz – a uma Dubai, que presta um serviço à Índia, empregando seu povo.

Creio que Luna, realmente tenha assumido uma MISSÃO, não exatamente de dar continuidade a um plano que tem gerado muita insatisfação ao povo, desde saúde, transporte, crimes diversos, tráfico de drogas e ao mesmo tempo grandes negociatas na cidade entre os grupos possuidores, bem como construções que não dizem respeito às necessidades da maioria da população. Teria exemplos e todos eles com origem determinada desde 2004 a começar pelo fechamento da Santa Casa de Misericórdia e a NÃO indenização dos funcionários da Santa Casa. 

domingo, 7 de dezembro de 2025

Assuntos que interessam ao povo e à Nação!

 

Assuntos que interessam ao povo e à Nação! E de fato, sorrir, de verdade! Referente a reunião de Governadores (seis deles).

O curioso é que, o que aparece ao povo, sobre todos os governadores do Brasil é que os senhores não tem nenhuma autonomia para comentarem sobre a diferença brutal do trabalho privado e do trabalho no Estado. E ainda buscam auxiliarem as grandes empresas privadas, tornando-as uma espécie de “sócios honorários do Estado”, quando executam trabalhos do Estado de alimentos, remédios, construções de casas (1), viadutos etc. como se isso, fosse a “pecha” para dizer que, estão atentos ao povo trabalhador do setor privado, quando na realidade estão se lastreando politicamente com os empresários que não mudam uma vírgula no decadente sistema de trabalho. Decadente, tanto nos modos de trabalho, como na relação “patrão empregado” e obviamente, no gerenciamento dos salários!

Dito de outra forma, a empresa e os sindicatos respectivo tanto patronal quanto de trabalhadores se permitiu no setor privado e o mesmo – com outros acréscimos e melhores, além da estabilidade e folgas – no Estado...  os diversos auxílios (transporte, alimentação, médico, 13º, férias, 40% na demissão), para dissimular o montante de dinheiro que isso representa e que caso fosse acrescido ao salário, chegaria – mais próximo –  aos famosos 05 mil reais do imposto de renda do Lula, com o qual Zé Dirceu se fia para dizer algo sobre “processo revolucionário”. O que de imediato demonstra – o limite de 05 mil (reais) demonstra – que isso é para o Estado, para aliciar funcionários públicos e mostrar como “são bonzinhos”.  Na duvidosa “iniciativa privada”, para chegar a 03 mil por mês é uma baita aventura.

Logo, os governadores, deveriam discutir sobre a questão salarial do setor privado. Some tudo, os auxílios, as férias, o 13º, possíveis prêmios anuais, dos bons períodos econômicos e se crie o salário por hora como é nos EUA. Além do pagamento semanal. Isso eliminaria a burocracia, a carteira de trabalho que é uma sinuosidade mal intencionada em uma conjuntura adversa de um país dividido: os grupos de governadores do Sudeste, do Nordeste, do Norte, mostram claramente a divisão, assim como as arrecadações dos Estados a Federação é gritante, chegando ao ponto mais obscuro de que, quem mais contribui com a federação, tem menos poder político de quem contribui com muito menos.

(1)          – No lugar de “casas” deveriam criar plantas de produção e geração de riquezas, para no máximo 3 mil famílias. A começar pela construção da moradia. O que deve ser “entregue” é o terreno, o avalista é o trabalho. O certificado de  propriedade, sem remuneração – do trabalho – é um jogo financeiro com tempo determinado.

 

Na verdade “pobre” também é um “porquinho” que engordam para frita-lo depois. É um pensamento e ação esotéricos desde cada religião criada.

Não são honestos os terrenos de uma cidade ser “negociados” entre algumas famílias para produzirem alugueis. Terrenos para eles são "vendidos" a 6,75 reais o metro quadrado, para ser revendido entre 340 reais e 1200 reais o metro quadrado. Também não é honesto, retirar de 40% a 50% do salário em benefícios e folgas - o que seria o famoso "fim de semana remunerado" - como se fossem bonzinhos! Ora, por favor! Tire toda esta porcariada de benefícios e transfiram isso em valores por hora. Como é nos EUA. A relação trabalhista muda radicalmente, igualmente às relações de trabalho no setor privado e também no Estado, que se aproveita do sistema. O sindicato do Estado controla os sindicatos do setor privado quando induz a benefícios para "ocultar" os valores no setor privado, enquanto o Estado transforma o mesmo benefício que sugeriu ao Setor Privado, transforma para si em outra coisa muito mais aprimorada, o que seria o vale transporte e o vale gasolina. É uma diferença substancial. O vale almoço e o vale mercado e almoço para o Estado, enfim um jogo desonesto, para ocultar valores que deveriam compor o salário no setor privado. Logo, o que Haddad vem fazendo, não é Haddad coisa alguma ele é um “garoto de recado do sistema” é a Nova Ordem Mundial, e o controle dos Bancos e a substituição do dinheiro papel pelo sistema virtual com o qual o povo concorda desde o cartão de crédito, o PIX etc. Obviamente que será controlado, mas cá entre nós - eu e v. leitor - quem está pobre, exceto pelas muambas, não tem extravagâncias econômicas, mas quem compra, vende, coisas extravagante, vai cair na malha. Mas, desde quando? não existe o controle da RF? Ela controla o que ela quer e quando quer. Basta saber se o sistema virtual terá a autonomia de Poder e de poder questionar os grandes negócios.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

De fato a questão do trabalho é mais séria do que tudo o que se discute no Brasil de hoje.

 

De fato a questão do trabalho é mais séria do que tudo o que se discute no Brasil de hoje.

A Legislação do trabalho no Brasil é arcaica. Arcaica, no seu pior sentido, exploração do sistema do controle indireto dos ganhos da imagem do trabalhador.  Pois que, até adjetivo trabalhador para o sistema de controle indireto dos ganhos, não condiz com o adjetivo que diz uma coisa e que, no entanto, o sistema o usa para benefício próprio em suas agências, ministérios, sindicatos: nas aposentadorias, nas demissões, nas contratações, ou seja, o Estado dirige o resultado do trabalho.

Todo sindicalista carrega essa “carga imoral sobre o trabalho”, indiretamente a favor do Estado. Pois que, são os sindicatos do Estado, as corporações, quem controla os sindicatos do setor privado, tanto o sindicato patronal, quanto o sindicato não patronal.  Não obstante, o sindicato do Estado é estável e rico, enquanto o sindicato privado depende de contribuições. Mas convenhamos que, o sindicato privado tem a tutela do sindicato do Estado, um não vive sem o outro, sob a condição de deixar de existir e isso afetaria uma média de 20 mil ou mais sindicatos, provavelmente do Estado e do Privado.

O Empresário privado sofre uma mutação. A mutação é boa para os premiados pelo Estado a título de “licitação”, que todo mundo sabe que é programada a ajustada. Mas não é boa para aqueles empresários que não estão ligados ao Estado. As empresas privadas de médio e grande porte precisam do apoio do Estado para existir.  É o Estado quem vai lhe oferecer serviços. Serviços diversos, desde o lixo, a água, a luz, o cemitério, o hospital, a escola, viadutos, estradas de asfalto e de ferro, construções diversas do Estado, para o Estado etc.

Dito isso e só isso, porque deve ter muito mais, fica claro o ATRELAMENTO do salário aos interesses do Estado e agora, de algumas empresas de alimentação, saúde, transporte, seguros e outras. A opção do trabalho é aceitar ou aceitar. Houve um tempo em o “Fundo de Garantia” era uma OPÇÃO. Hoje é a única opção, devido aos jogos econômicos. E vimos, e estamos vendo como é o jogo do INSS e os Bancos e o Estado.

Convenhamos que todo este cenário apresentado, absolutamente negativo e ultrapassado, só pode acontecer e acontece por outro sistema de “jogos vorazes”, que é a CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL, onde se torna impossível a discussão trabalhista e quando ela existe é da forma tradicional, “perfeitamente sindical”, de negociatas do salário alheio. Convém lembrar... Que: “enquanto o parque industrial da grande São Paulo se desmanchava” – segundo acordo com Juscelino – que construiu Brasília – o sindicalismo usava o fato para criar o partido mais adequado ao momento de crise que viria é quando FHC cria a Bolsa Família com a orientação do Fundo Monetário Internacional e a indenização da demissão dos empregados das multinacionais – que receberam uma bolada de dinheiro – estariam à mercê do Mercado da China e Ocidente, no Paraguai para o Brasil. Obviamente o Regime Militar também entraria em descenso, para voltar, a política ao sistema democrático.

Convém explicar o básico da DEMOCRACIA. Democracia é algo que as organizações políticas, usam o “espírito do povo, de massa” de forma que ele se adeque aos seus interesses econômicos e políticos. Por muitos anos a democracia existia na forma de promessas de campanha, depois brindes e cargos às lideranças. A Bolsa Família de FHC e FMI foi o que criou o fundamento básico da democracia e isso, em troca de empregos, dos mesmos empregos que foram desativados no Brasil e criados outros modelos de emprego, por conta e risco do indivíduo, que funciona enquanto o indivíduo tem algum capital, que poderia ser parte da indenização recebida com a quebra do parque industrial brasileiro.

A herança do povo pela industrialização por 20 anos foram os carros e sua manutenção e que formam usados de forma técnica útil, mas também como propaganda de liberdade, de uma liberdade que estava e continua em “cheque”.

Tudo isso, para mostrar para você que tenta acreditar em algo bom, que o sistema de trabalho tem que ser alterado, alterando a forma de distribuir dinheiro – e convenhamos em outra coisa que é o fim do papel moeda através do recurso virtual que vem lastreado desde Kennedy com os ETs que vão voltar com carga total e o seu órgão comunicante que é a Inteligência Artificial. Vamos acertar que virtualmente é mais fácil de distribuir dinheiro. Ainda mais um dinheiro, cujo LASTRO, PASSA A SER, o próprio conglomerado industrial aliado ao governo.

Mas distribuir como? Fazendo pagamento semanal. E o salário hora bruto! Sem descontos de espécie alguma e retornar a opção ao trabalhador segundo a definição de trabalhador e não algo que é usado para enriquecer aparelhos políticos.

domingo, 30 de novembro de 2025

O Brasil dividido sofre danos quase irreversíveis

 

O Brasil dividido sofre danos quase irreversíveis

Tomaria cuidado (no puro sentido de humanidade – em mutação). Muitos estudiosos da matéria já admitem que a primeira e a segunda grande guerra mundial, na verdade sempre foi a PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL, a SEGUNDA estão por vir e, de forma diferente e permanente, basta observar a situação atual do Estado de Israel e suas pretensões históricas, políticas e econômicas, já do ponto de vista do Oriente Médio, em cada país Europeu tem entre 1 milhão e 2 milhões de muçulmanos. Nada disso vai parar. Ucrânia é apenas um adereço, uma lembrança de que "a guerra e seus efeitos e consequências não tem fronteiras". Neste novo modelo tecnocrático que entra o mundo... os donos da Copel, por exemplo, são os mesmos acionistas da Petrobras e assim por diante, não necessariamente, são grupos poderosos que dominam o sistema. Você empresário que está neste grupo de poder - que acredito que não esteja - caso em que, não estaria dizendo coisas inúteis de tão óbvias, vai ter que se aliar ao governo, desde o governo municipal, para arrancar serviços e tudo que se refere a governo obrigatoriamente, desde a Bolsa Família e outros assistencialismos para 90 milhões de brasileiros, segundo Ciro Gomes, que "não é flor que se cheire", mas que parece honesto em sua fala, ou seja, tudo que se referem a governo, sindicatos, corporações, tem a fala da esquerda, que foi criado pelo sistema para ser o COMUNICANTE AO POVO. E o povo aprendeu isso, para chegar neste ponto em que estamos de falas tão desesperadas, quando o problema principal não é o infeliz que usa metais no corpo, tatuagem ou está filiado a um partido ou mesmo, que não cuida da aparência, o que é um "recordatório" do hipismo, também PLANTADO na América do Sul. O vosso problema, além de ser impedido de trabalhar com o aço, siderurgia, química, são os impostos, na PRODUÇÃO. A minha tese é que imposto deve ser cobrado na venda ao consumidor, a produção tem que ter o menor custo possível e lógico. Mas, não é assim que funciona. Existe um corredor - esta deveria ser a sua preocupação - de agentes do Estado ou agentes ligados ao Estado, com poderes além do que poderia ser considerado normal e lógico - e todos eles têm o foco anticapitalista e mais Estatal, o que se espera resolver com a Tecnocracia, que foi o que elegeu Donald Trump, a Blackstone que tem mais de 300 mil imóveis de aluguel em NY. Sentiu o peso do sentido da nova tecnocracia? E v. é um simples empresário, como eu fui que está em uma "arena de zumbis chupadores de cérebro" e ainda mantém uma arrogância de quem parece não saber, que o mundo esta em ritmo alucinante e que - voltando ao início - as guerras definem os modelos de países. Quando da guerra, empresas foram tomadas ao Estado para produzirem artefatos de guerra, desde panelas, dobradiças até canhões. E neste plano não havia direita, esquerda, havia o poder das armas nas mãos dos donos do mundo que definem o que deve ser o trabalho privado, o trabalho no Estado - radicalmente diferente do privado e bem mais caro e, no entanto, mesmo este trabalho no Estado vai ser modificado com a tecnocracia. A pergunta é você está dentro ou fora do sistema? Ora, em termos de administração, o crime organizado dá um show! E nunca reclamam dos "seus funcionários", e os seus funcionários respeitam os seus patrões. A virtude do crime é usar dos próprios recursos, onde o estado usa os recursos tomados à carteira das pessoas. Isso vai muito longe. Só um alerta, os sindicatos só existem em função de um de um fato que criam, afinal, como surgiu o PT. Você lembra? Não foi em função da quebra do parque industrial brasileiro? Quando o PT falava sobre TRABALHADORES? E deixou de falar sobre trabalhadores devido à quebra do parque industrial e as demissões em massa. E os trabalhadores perceberam que a política do PT em termos de trabalho e radicalizações não levaria a nada! Logo, o PT partiu para as “minorias”.  E com a Bolsa Família de FHC e FMI!!! Lula amplia o seu poder, segundo Ciro Gomes, chegando a 90 milhões de protegidos. Recentemente Lula afirmou que mais de 51% da população estava com ele. E que o Brasil tem mais de 100 milhões de pessoas empregadas “formalmente?”. 

Trabalhei em multinacional. Agora, uma empresa que sabe o que faz e sabe por que faz, ela tem modos de produção e gerenciamento. Ela exige, mas paga para isso – ensina e dá assistência.

... Um amigo trabalhava na Mannesmann – vendedor interno – sua mãe precisou de um remédio que não tinha no Brasil, a Mannesmann providenciou o remédio na Alemanha.  No Brasil, tem filas enormes para operação, sentiu a diferença? Pois é!

... Outro caso curioso, Trabalhava no Carimã. Um dia chegou um sujeito parecendo um hippie, cabelo diferente etc. Claro, ele não foi empregado. Agora, de onde ele tirou a ideia de que arrumaria um emprego vestido daquela forma? Ele não tinha noção de nada, ou era mais um jogo de rebeldia? Neste caso, nunca vamos saber; como uma pessoa pobre, imagina um ambiente, por exemplo, de Alexandre? O Alexandre, por exemplo, ele veste a rigor, segundo o seu meio, e ele se considera algo inimaginável à maioria dos humanos! Quando na verdade é um agente que vem sendo usado pelo sistema e nada mais. Não obstante, não as pessoas que o imaginam sendo o que nunca será? E Alexandre apenas cumpre o papel que lhe foi dado, assim como um interprete de teatro, televisão?

No Brasil, criou-se a figura do AUXÍLIO e foi criado em comum acordo entre empresário e governo (governo entenda como sindicatos – que são: do setor privado e, do Estado) e tudo isso – os auxílios, saúde, aposentadoria, finais de semana indenizados, décimo terceiro, férias - para não fazer o certo: somar todos os valores e se criar o salário por hora. Nos EUA, o salário por hora gira em torno de 8 a 10 dólares.  

sexta-feira, 28 de novembro de 2025

Sutil diferença: formar engenheiros ou médicos?

 

Sutil diferença: formar engenheiros ou médicos?

A televisão mostrou uma idosa que vive de “catar lixo reciclável” e o junta em sua casa, logo, a casa parece uma grande lixeira e ela a própria imagem da pobreza que a televisão usa como exemplo, de como a sociedade pode ajudar os mais pobres com auxílios.

Ao que parece, a pessoa vive só. O seu “trabalho gratuito à sociedade” é a coleta de reciclados com um “carrinho” puxado por ela e só quando revende o material ganha algum dinheiro, que segundo ela, mal da para pagar alimentação. Imagine comprar remédios. O material reciclado é acumulado para que ela não precise ir todos os dias - em que lota o carrinho - ao centro de coleta, logo, a carga vai sendo “juntada” em sua casa.

Bem, você pode perguntar o que isso tem a ver com “Trem Bala”. Com o Trem nada a ver, mas tem a ver com o modelo de economia onde os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres. E ficam mais pobres porque seu trabalho NÃO FORMAL tem que ser ignorado pela sociedade – a mesma sociedade que anuncia os auxílios – é patrocinada por aqueles que se aproveitam dessa informalidade ou não reconhecimento do trabalho gratuito de coleta, independente, da Estação do ano, para que eles, os CEO das empresas, negociem grandes quantidades de matérias primas aos preços de mercado da bolsa de valores. A última vez que vi algo a respeito, o alumínio estava na faixa de sete dólares o quilo.   

A “mentalidade brasileira” bem intencionada e na cidade de Foz do Iguaçu, precisamente nos “laboratórios sociais a que deram o nome de Parque Tecnológico”; “um produto” de alcance nacional, para se nivelar por baixo à QUEBRA do Parque Industrial Brasileiro que ESTE SIM, teria o alcance de um Trem Bala... pois bem, este símile de adaptação à tecnologias pré-existentes como seria o motor a álcool, que existe desde antes da segunda grande guerra...

... Criaram um carrinho elétrico movido à bateria para os catadores. Se o carrinho não foi útil serviu para mostrar à sociedade que o trabalho de coleta é uma necessidade e que os frutos desse trabalho – gratuito de coleta – podem ter outro destino. Um exemplo, enquanto mostravam o carrinho elétrico movido à bateria recarregável, ao preço médio de quatro mil reais, uma empresa de caminhões AGRALE, anunciava o seu caminhão ao custo de 12 mil reais. Tudo isso na mesma cidade.

A reação do governo foi criar a “coleta seletiva”, que junta lixo reciclado em galpões, que eventualmente pegam fogo, por simples causalidade do descompromisso e desinteresse de governo e ao mesmo tempo impedimento de o governo tomar iniciativas em transformar, ele mesmo, o governo, aliado à massa de catadores, uma “moeda de troca do município”, deixando isso a cargo de empresas ou empresa, que a sociedade paga milhões de reais anualmente e faz isso, por uma discreta condição política do Estado e IMPEDIMENTO de se desenvolver Indústrias de Reciclagem de lixo na Região.  (Lobistas brasileiros).

A primeira coisa que o Japão fez com auxílio Norte Americano foi formar engenheiros para as indústrias. No Brasil se forma médicos para hospitais. Sutil diferença.  

quinta-feira, 27 de novembro de 2025

No Brasil falar a verdade, se tornou supérfluo, pois o povo já aceitou o jogo sem conhecer as regras!

 

No Brasil falar a verdade, se tornou supérfluo, pois o povo já aceitou o jogo sem conhecer as regras!

O discurso do Prof. Claudio Branchieri sobre as vantagens econômicas do Paraguai com o Brasil de Lula e Haddad, quando em Assunção o Parlamento já pensa em “agraciar” Haddad está correto e DIGO que tem muito mais. Seria uma espécie de Ministro de Economia do Brasil para o Paraguai – uma troca de acordos, afinal a China usou o Paraguai para vender ao Brasil.

Considerando as tarifas e impostos do Paraguai que são, pelo menos, 1/5 do que é no Brasil é compensador ao povo paraguaio aceitar o salário controlado por sindicatos e os ministérios: do trabalho de Receita etc., pois que, o pior salário pago no Brasil vale MAIS QUE O DOBRO no PARAGUAI, considerando os impostos à menor se comparado ao Brasil. No Paraguai não existe IPTU e se existisse – segundo a cultura do Paraguai – quem pagaria o imposto seria o proprietário. O que nunca acontecerá no Brasil que carrega várias contradições a começar pelo modelo de emprego Estatal e a altíssima defasagem do emprego privado.  

E a coisa toda não se restringe à Haddad e impostos brasileiros que favorecem o Paraguai. Há muito mais, o próprio Ratinho Pai – o GRUPO ECONÔMICO - vem comprando terras no Paraguai. E ISSO, faz parte um plano maior para a AMÉRICA DO SUL, desde Cuba, Venezuela, Colômbia, Uruguai, Argentina, Brasil e Paraguai. Em outras palavras, Trump ficou “bonzinho” com Lula porque seu telhado é feito não das mesas telhas que é feito no Brasil, mas o telhado do Brasil é feito dos mesmos moldes econômicos da Blackstone, ou sistema Britânico.

Enquanto a Usina hidrelétrica estava sob o controle de FHC, com os olhos do FMI, que já havia criado “a bolsa família” selando o destino iniciado desde as emigrações e concentrações nas capitais, ainda não se falava em Integração Latino Americana que vai acontecer com Lula, segundo acordo com FHC e o MDB – MDB ligeiramente colocado de lado desde 2002 com Lula na presidência.

É a partir da Integração Latino Americana, especialmente na cidade de Foz do Iguaçu no Paraná com uma tríplice fronteira - que só vai funcionar efetivamente e à custa dos impostos e taxas tiradas da carteira das pessoas no Brasil, que começa a acontecer uma série infindável de eventos culturais que vão desmoralizar “como tapa de luva de pelica” seus desafetos de classe social, mas sem leva-los às “vias de fatos”. De outra forma “batem e assopram”, o tempo todo. E isso acaba por enriquecer mais ainda quem já era rico, entretanto, a condição era que se “filiassem” ao Estado em um novo modelo de ligações econômicas, conhecidas com de LAÇOS e Stakeholders, compartilhamento.

segunda-feira, 17 de novembro de 2025

Discurso de Requião é Forte! Mas, é o suficiente?

 

Discurso de Requião é Forte! Mas, é o suficiente?

O discurso do ex Governador – por três vezes, no Paraná e Senador da República – é forte, entretanto, não é o suficiente para a atual conjuntura nacional e internacional. As privatizações que o governo Ratinho vem fazendo elas são um mistério do Estado dentro do Estado e obviamente com interferência do “mundo privado”. Vejamos assim, de onde saiu [...] a indústria de painéis solares do Piauí, como ela foi composta com seus associados e porque a maior Usina da América do Sul simulou e provavelmente fez uma parte disso, de colocar painéis solares no lago da Usina. De outra forma o Lago é de propriedade da Usina? Ou seja ...

... o setor privado e o setor do Estado não estão juntos direta ou indiretamente? Veja, por exemplo, os grandes investimentos, no estrangeiro, dos Ministros do superior tribunal federal, que só apareceram devido ao caos político instaurado por eles mesmos na repressão contra um suposto oponente político. E o que impede que gente com esse poder de investimento e sendo do Estado e recebendo do Estado valores absolutamente altos se tornem discretos acionistas de empresas privadas em nome de outros?

Outro caso vergonhoso a um Estado é o fato de um grupo de investidores terem 400 casas de aluguel e obrigar o inquilino a pagar seus impostos! E não há solução para isso. Outro fato escandaloso é o destino dos bens de idosos, falecidos e mesmo os patrimônios tirados aos “criminosos”, como isso acontece de verdade? 

Evidentemente, Ratinho não é uma exceção à regra do mundo político e sua empresa PRIVADA de comunicação está focada em eleições, enquanto privatiza para alavancar as corporações fortalecendo as Oligarquias Mas, não foi o que aconteceu no período Lamec e a Usina, quando reuniu vereadores e prefeitos do Paraná alcançando mais de 50 municípios? O foco não era político? E estes políticos dos 50 municípios de alguma forma, não tinham empreendimentos privados? A própria Usina não é um empreendimento privado? quando se afirma BI-NACIONAL, tirando a interferência dos Estados Nação tanto do Brasil como do Paraguai sem considerar as DIFERENÇAS  de ambos os países? E isto não é o próprio “espírito privado” de administração?

Veja a questão das terras no Paraná, em muitos municípios, graças ao programa federal da “minha casa minha vida” incorporou as Oligarquias regionais em tipo de incentivo a negócios que as enriqueceriam a elas e não ao povo que adquiriu as propriedades ofertadas pelas Oligarquias e esse povo em grande parte não eram do Estado?

O que digo é que Ratinho está seguindo a rota da TECNOCRACIA, nem Estado e nem Privado, mas um TECNATO, que junta tanto o Estado como o mundo privado, que são uma mesma coisa em termos econômicos e de poder, mas que cria um TECNATO um reinado do poder, que ora pode subsidiar um salário universal, ora pode criar restrições, ora pode criar crises.

Quanto a próprio Requião é inegável que ele fez um bom governo e governou pelo povo do Paraná, mas não era esse o objetivo de Ulisses, governar pelo povo do Brasil? Não era este o objetivo de Tancredo de governar pelo povo do Brasil? E eles não saíram de cena? Essa é a questão conjuntural nacional e internacional.

sexta-feira, 7 de novembro de 2025

Os lados da mesma moeda.

 

Os lados da mesma moeda.

A comunicação de massa também tem o seu custo. Os homens fazem o seu destino. Isso foi dito em uma produção cinematográfica chinesa fazendo referência a um cataclismo da natureza, que no Ocidente é considerado como sendo “obra de Deus” e que eles entendem – a resolução do problema – como o que possa ser considerado um bom destino e feito pelos homens. Por exemplo, a solução imediata de um Tsunami no Japão e as enchentes no Rio Grande do Sul. No Japão não só resolvem o problema rapidamente como se previnem para o futuro, no Br. Convenhamos que a solução seja mais política do que prática, o que significa dizer que o destino de algumas classes sociais é apartado do destino do país: para os grupos organizados na política o que importa é a repercussão política, para outros, o que importa a resolução prática do problema e a prevenção.

Na educação, não é diferente. Os velhos atritos entre Mackenzie e USP, foram apenas a “ponta do Iceberg”. A escola politécnica de engenharia em São Paulo cidade, pelo menos o cursinho técnico para concorrer à faculdade era dirigido pela organização comunista. Alguns poucos anos depois o sindicato dos professores em São Paulo e também dos jornalistas seriam tomados por organizações políticas, à ideia era influenciar na formação dos jovens. O cursinho Objetivo – na av. Paulista – era um pré-aviso do que seria o que é hoje a tecnologia, orientada para controle populacional, desde o controle sobre a vida da pessoa, especialmente na economia. O que é um modelo de autoritarismo consentido pela população e que não difere em nada do modelo de educação e suas variações. Afinal, pedir que um professor até o ensino médio ensine algo sobre Marx é um despropósito que beira a “raia da ignorância” tendo como consequência as demonstrações ridículas pelas quais fazem os alunos passarem desde o fundamental até a universidade com seus “teatros” jocosos, colocando-os “à quase” todos eles, os alunos, em um estado de sonambulismo político na defesa do que indefensável, para – em tese – se operem culturalmente à arrogância e indiferença social das classes com mais poder econômico, que se utilizam da banalidade – criada e consentida ao longo de décadas – como forma de progredirem e aumentarem as diferenças sociais a título de igualitarismo para uns e nunca para eles.

terça-feira, 4 de novembro de 2025

Meu filho, minha vida!

 

Meu filho, minha vida!

Se o leitor fosse candidato a governador e tivesse cacife político e econômico para ganhar a eleição, faria o mesmo que ele. Atacaria o atual governador que tem uma aprovação abundante. Mas, no entanto, a aprovação ela parte das Oligarquias do Estado e estas convencem os meios de comunicação que por sua vez convencem o povo. Veja a ação da Rede Massa em Foz que para o filho de Requião é a cidade alvo de sua campanha já declarado. O que quer dizer, que ele não tem interesse pelos votos de Foz. Por outro lado, por ele não querer os votos de Foz é porque há um motivo e que neste “motivo”, tem o apoio de grande parte dos políticos de oposição de vários municípios. Poderia chutar 51 municípios, que são complacentes com o que acontece em Foz no modelo de economia e se usam da fronteira para passar mercadorias e compra-las. Agora, são 399 municípios, 51 representa um quarto de 399.

O voto de Sérgio Moro está vinculado ao judiciário e, exceto pelos “conservadores” – o que não é exatamente uma definição política – o restante do meio político e midiático está decepcionado com a justiça. Não que ela não funcione, a justiça funciona, entretanto, as desavenças entre poderes não é a mesma régua que mede a aplicação das leis a casos comuns – e casos com pessoas poderosas – são resolvidos com multas pesadas e geralmente em sigilo, em grande parte dos casos, o que – aos olhos dos populares – desgasta o judiciário, desgastando o que quer que seja, que esteja vinculado a ele.

No caso Ratinho se abre uma brecha para o jovem Requião. Ratinho vai para o Senado em busca da Presidência do país.  E francamente, gostaria de deixar no Paraná um governo que o apoiasse, o que até o momento e isso pode mudar, não é o caso do apoio do grupo de Requião  que muito provavelmente tenha Lula como objetivo. E a história de Requião e Lula para Foz do Iguaçu e Integração Latino Americana REGIONAL como vem sendo admitido pela MÍDIA, o que quer dizer muita coisa, a história de Requião e Lula é a mesma história desde 2002.

 

segunda-feira, 3 de novembro de 2025

O que parece Revoltante talvez seja um Alerta.

 

O que parece Revoltante talvez seja um Alerta.

Um tsunami destruiu uma região do Japão. NO Br. Uma enchente destruiu muitos municípios do RG. do Sul. O tsunami do Japão foi resolvido em algumas semanas, depois criaram uma barreira de pedras e árvores prevenindo o próximo tsunami. No Rio Grande do Sul até hoje ainda se pede auxílio e não houve nenhuma ação de prevenção contra a enchente. Ou seja, o Japão tem um destino, o RG do Sul tem um destino. O destino é criado pelos homens. Agora, coloque na mesa, o ocorrido ao longo de décadas nas capitais de São Paulo e Rio de Janeiro com relação ao crime consequência da concentração de pessoas (em Foz a Integração L. A.), exatamente, como campos de concentração abertos. Ou, como a pressão de SONA no Panamá, onde os presos fazem o próprio destino, como CONSEQUÊNCIA do destino criado para eles. E você chegará à conclusão, não de que eles sejam vítimas, mas que o destino deles foi criado, a propósito do miserável destino daqueles que se pretendem governos e eles próprios são “paus mandados” de um sistema econômico viciado e doente e Oligarca.  O que ela, a vereadora do Psol diz - sobre fuzis e pedras - em síntese é mais ou menos isso. E o partido de esquerda criado no Regime Militar ou no fim do regime militar e também no momento da maior MIGRAÇÃO interna, tudo foi feito por homens e mulheres do poder seria imperdoável em termos de história, não imaginar que estivessem criando o próprio tsunami humano nas capitais para gerar o que gerou.

domingo, 2 de novembro de 2025

A “Grande Muralha” das Oligarquias: o Socialismo.

 

A “Grande Muralha” das Oligarquias: o Socialismo.

A Marinha do Brasil acaba de adquirir um porta-aviões britânico. Se a dívida do Brasil era alta, aumentou mais um pouco. A Marinha do Brasil basicamente uma empresa mercante, creio eu que tenha sua sede especial ou uma sede especial no Rio de Janeiro, justamente onde se formou a maior concentração, eu disse ONDE SE FORMOU a maior concentração de vulnerabilidade nacional ao longo de décadas, sim! Ao longo de décadas, porém com um modelo de governo que é INDUZIDO a uma cópia do modelo britânico (nos exércitos), no que interessa aos anglo-americano. E que interessa especificamente na questão de poder aparente e endividamento constante. Entretanto, a justificativa para a aquisição do porta-aviões não se justifica pela situação INTERNA das maiores capitais do país na relação com a crítica situação do povo e obviamente das CONCENTRAÇÕES, mas sim, se justifica por questões internacionais em uma análise de conjuntura internacional absolutamente banal, quando conflitam interesses econômicos entre EUA e China. Ou seja, uma conta e um conto para fazer “boi dormir”.  

 

Desculpa ai, mas o socialismo, ele existe na atual conjuntura mundial, só não é marxista, mas corporativista. Sem essas figuras do post e outras que não estão aí, as Oligarquias não teriam conseguido o que conseguiram. OU seja, essas figuras criaram todo o cenário e o ambiente social enquanto as Oligarquias "nadavam de braçada" na economia. Essas figuras, assim como Lula e Bolsonaro, existem para distraírem a consciência do povo para assuntos que não lhes interessam que são atritos banais da política, enquanto o país se endivida e enriquece as Oligarquias e obviamente enriquece seus agentes. Abs. Veja o caso dos 625 milhões de multa em um contrato de 10 anos, quando o contrato seria de 28 milhões por ano em dez anos 280 milhões. A multa acontece pelas ATUALIZAÇÕES! Mas o valor é muito alto, são seis mil, duzentos e cinquenta carros de 100 mil reais para uma multa. Se isso não é apenas MAIS UM JOGO das Oligarquias, não sei o que possa ser. Se é que me entende.  Lembro que Hugo Chaves morreu porque queria dar petróleo de graça ao povo pobre norte americano para o aquecimento de suas casas e tentou isso porque sabia o que os “donos do mundo” fariam com o petróleo de Venezuela e fizeram.

segunda-feira, 27 de outubro de 2025

Outra perspectiva da criação do PT

 

Outra perspectiva da criação do PT

Outra perspectiva é considerar o PT um partido, COMUNICANTE ao povo desde o ANTIGO movimento sindical, quando concorria com o MDB (como o Partido Comunista do Brasil (Estalinista) – NACIONALISTA). O PT atuava junto aos TRABALHADORES – nas Indústrias nas Capitais industrializadas - até o momento em que começaram as demissões nas multinacionais e o povo que ainda estava empregado não queria participar de nenhuma manifestação. O PT - a linhagem trotsquista, leninista, que era a maioria aproveitou-se do desgaste do regime militar e da quebra do parque industrial brasileiro para criar o PT em nome do trabalhador que nas capitais industrializadas estava perdendo emprego. Logo, o PT teve que apelar para outros grupos não necessariamente trabalhadores como eram aqueles das indústrias, mas minorias, que somadas formariam um grande número de pessoas. E tudo isso para manter-se nas raias do poder ou, na época, na corrida do poder. O PT “vai nadar no seco”, no período Sarney e Collor, só no período de FHC, o Fabiano socialista, do Clube de Roma é que o PT vai entrar no jogo real da política. Lula se encontra com FHC em Princeton em 1993 onde criam um acordo de governabilidade e Lula passaria a existir a partir de 2002 na presidência do país. Os perdedores ate a constituição de 1988, quando se cria o Estado de Direito de origem britânica e que o PT acrescenta o termo DEMOCRÁTICO de Direito (para tomar o direito para si democraticamente), fica demarcada a execração do NACIONALISMO. Ulisses, Tancredo, eram nacionalistas e estavam fora do novo quadro político brasileiro.  Mas isso é outra história.

 

Nenhum prefeito se salva das ações voluntariosas dos grandes proprietários na questão econômica.

As ruas por onde passam os ônibus – transporte de massas, transporte público – elas estão bem cuidadas. Agora, rua de bairros é outra história. As ruas da Vila A elas estão ótimas as ruas da vila C, até onde sei estão boas.  A vila B dos lordes evidentemente elas estão boas. Acredito que a Usina seja uma prefeitura à parte. Até se pensou em se criar uma cidade inteligente, na área da Usina. Agora, você já se perguntou quantas ruas existem nos bairros? Quantos quilômetros de ruas existem nos bairros. O Chico andou fazendo asfalto no seu segundo mandato, digamos um asfalto rápido sujeito às intempéries, mas valorizou mais de quinhentos por cento, o valor dos imóveis (e terrenos) e também o imposto. Ninguém pode reclamar de nada todos os proprietários se aproveitaram disso. O aluguel continua em alta e o imposto do proprietário continua sendo pago pelo inquilino. O inquilino pode reclamar, mas se ele já paga um aluguel no valor do salário mínimo, tem dinheiro para pagar o imposto do proprietário. “Imagine um proprietário de 400 casas, se ele for pagar o IPTU vai ser um colosso de dinheiro por isso, ele divide o prejuízo”. Não é esta a lógica? Convenhamos, no mínimo, que a justiça é caolha. A questão poderia ser resolvida facilmente pelo congresso: quantos anos você paga IPTU? Resposta: cinco anos. O valor do IPTU é o mesmo – próximo - ao valor do aluguel mensal? Resposta sim. Então recorra ao tribunal e veja se você não tem alguma perspectiva de legalidade, que lhe garanta 05 mais 02 meses (atualização monetária) sem pagar o aluguel. É uma questão lógica.

domingo, 26 de outubro de 2025

O assunto deve ser levado ao Governador!

 

O assunto deve ser levado ao Governador!

A Câmara Municipal não tem como ignorar o volume de moradores de rua. Essa é uma discussão sem saída, porque é uma discussão de Governador de Estado entre governadores de Estado e a triste figura da presidência do país. Se as soluções possíveis e necessárias, ficarem a cargo de políticos municipais haverá três situações: uma, a solidariedade socialista, que é uma “corrida de Sísifu que empurra uma pedra até a colina para vê-la rolar de volta”, outra, o autoritarismo e um “misto” das duas.

Cidades do Estado de Santa Catarina estão enfrentando isso “no modo autoritário”, enviando os moradores de rua para os locais onde nasceram. Na cidade de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, através de “políticos municipais em acordo com políticos municipais de Santa Catarina, com o aval do Governador do Estado, trouxeram famílias para um assentamento em Foz do Iguaçu [...]”.

Ora, porque não se criou um “assentamento” em Santa Catarina? Certamente porque houve um “jogo político”, quando se quer “inflamar” uma cidade que já é inflamada por natureza, ou seja, é uma região de fronteira com dois países e carrega um peso extra de uma invenção populista que é a Integração Latino Americana e que, “só tem servido e mal servido à Foz do Iguaçu e a cidade vizinha de outro país, com cerca de 700 mil pessoas”. Mais uma vez, um jogo político, desta feita, para “pagar aluguel e Impostos” aos rentistas (que vivem de rendas) e sustentam o meio político.

O princípio básico da Integração LA para Foz e Cidade do Este no Paraguai é “movimentar o comércio”, entretanto, o comércio é o mercado Chinês no Paraguai para o Brasil. Autorizado pelo governo brasileiro, devido à quebra do Parque Industrial Brasileiro e o grande número de Emigrantes de outros Estados do Brasil que perderam “ocupações” e o último recurso passou a ser, comprar objetos no Paraguai para revendê-los nos Estados brasileiros.

Recentemente a Usina hidrelétrica de Foz do Iguaçu, a maior usina da América do Sul e Binacional, “comprou um terreno” para os Avás Guaranis. Os Estados brasileiros que se acham no direito de “jogar com o povo”, acaso não estão ferindo “os direitos humanos?”.  Quando, em caso de pobreza, ao invés de construir casas – mortas – para enriquecer empreiteiras, que as enriquecesse, mas com um propósito nobre, criando plantas de produção com moradia para dar perspectivas às pessoas e não joga-las ao vento!  Como fazem!  

quarta-feira, 22 de outubro de 2025

Uma resposta ao Post de Gleisi e a concepção de governo

 

Sobre Empresas Privadas e a Segurança

De Fato, essas empresas “privadas” de segurança é um “braço discreto de gente ligada ao Estado”. Para construir uma carreta de duas rodas é preciso autorização do ministério de transportes. Imagine criar uma “empresa de segurança”. Diria que é mais difícil do que “montar uma guarda” municipal. Agora, o fato de o uniforme e o transporte estar implícito ao setor privado – por uma questão contratual do serviço – é uma vantagem ao Estado municipal. E gera mais empregos sem compromissos indenizatórios, aposentadorias e benefícios do Estado. E creio eu que eles farão o serviço de guarda de forma satisfatória, de acordo com o contrato de trabalho. Se a GM pudesse estar na frente das escolas, ela já estaria, são 95 escolas e outros tantos – um número muito superior, de instituições. Diria que é uma questão para ser discutida. O que Sidney fez foi uma indicação.

Agora, talvez fosse necessário discutir o porquê das transgressões em Foz do Iguaçu, mas para isso teria que entrar em temas insalubres, indigestos como a Integração latina Americana e o movimento internacional de migração de pessoas. Aí “o buraco é mais embaixo”. Abs.

Uma resposta ao Post de Gleisi e a concepção de governo

É uma questão curiosa. Pessoas com noção das histórias do mundo desde o século XVII, XVIII e a divisão do mundo, jamais acreditariam que os governos das Américas: Central e Sul e até mesmo EUA considerando os laços dos EUA com a Inglaterra e da declaração de “amor” de Trump ao Rei Charles, jamais acreditariam que governos Latinos não sejam uma espécie de Zeladores, porque no caso Brasil, os governadores certamente os são. Neste caso que voz conto, Getúlio – acontece – em um caso excepcional dos regimes fortes nos países. E Getúlio se engana com seu poder, ele não tinha o poder que pensou que pudesse ter. O próximo contendor o senhor Juscelino, curiosamente um cigano, vem para se contrapor ao desenvolvimento de alguns setores como Siderurgia e Ind. Química e Estradas de Ferro. E tem o apoio Norte Americano, com a industrialização com a Construção de Brasília. Curiosamente a Industrialização exigiu o Bipartidarismo e o Regime Militar, porque não investiria Bilhões de dólares em governos instáveis, duvidosos. Bem, esse tem sido o caráter dos governos do Brasil e que agora, desde FHC, se fixou em Lula que está fazendo algo similar ao que Juscelino fez desta feita na educação, o que gera emprego às classes falantes e cria uma nova perspectiva de governo, mas o custo disso tem sido alto. Lembro que o Estado de direito é Inglês se bem me lembro do início do século XX. Quando o governo alia Estado de Direito à Democracia ele subjuga o Estado de Direito. E isso cria um vício cujas consequências são inimagináveis. O que foi admitido por um membro do supremo, eu não lembro qual, quando diz: “vocês criaram a lei que nos permite fazer o que fazemos”. Mas, não para por aí, o evento de 08 de Janeiro, se houve intenção de golpe, foi um golpe sobre o golpe e pessoas desarmadas foram presas como não são presos assassinos ladrões e narcotraficantes. Digo que, assuntos estes, não dignificam, ao contrário, obscurecem o que é de mais sério ao povo brasileiro, como por exemplo, o “fim do papel moeda” e a total ausência de alternativa de produção ao povo, em se considerando o avanço internacional da industrialização e um possível novo Feudalismo de um Tecnato, que já está em vários governos do Brasil, pelo menos no conceito de governo.  

domingo, 19 de outubro de 2025

A legalidade se atropela!

 

A legalidade se atropela!

O Foztrans é uma empresa estatal para cuidar do trânsito é um braço do Departamento de Trânsito (DETRAN). O DETRAN me parece que é Federal, o Foztrans é restrito à Cidade de Foz, conforme diz o nome. A Celepar foi fundada oito meses depois de Castelo Branco ter assumido a presidência da República (15 de abril 1964 a março de 1967). A Celepar é a celebração da junção de < LAÇOS > do Capital Privado e do Estado. O Estado e o Capitalista, o Capitalista e o Estado estão imbricados um no outro é natural que se vinculasse o Estado a um socialismo na “suposta defesa do povo”. Considerando que o Capitalista também é povo... Quem tem carro deve ter Capital e têm direitos e deveres. O papel da Celepar – em termos de informação – a coloca em um patamar de agência de informação, porque ela vai ter informações sobre a ação de órgãos públicos, com relação à tudo que o órgão público venha a fazer, especialmente no que se refere a RECURSOS que entram à título de multas e penalizações, onde inclusive a empresa – no caso a Celepar – ganha uma comissão por multa, além do valor acertado do contrato.  Afinal, o brasileiro “adora” carros. Os carros (motos) tem sido o mercado que mais movimenta dinheiro. Qualquer empresa que assuma o que a Celepar vai assumir ela não pode e não deveria ser exatamente PRIVADA de um mercado concorrente, o que invalida a licitação. Seria o mesmo que entregar 10 mil presos a uma empresa privada ou entregar “os peixes aos cuidados do jacaré”.  Mas, quem liga para isso se não, o sujeito que é multado? Ou, os familiares do preso?

 

 

A penalização é uma face da Destruição.

Pensando o melhor do conceito de Receita Federal. Aquilo que se conhece como tese, teoria, razão do porque da existência da Receita Federal e por extensão a PF nas fronteiras entre um e dois países, acredito eu, que as ações dessas entidades federais pesem mais para o lado repressivo de um mercado internacional que se desenvolve – em um misto de legalidade e ilegalidade.

Quando Paulo Guedes fala sobre o mercado da China “ser um elefante na piscina das crianças” isso é um eufemismo, mas tem sentido. A questão é o que acontece na economia popular das fronteiras quando o cenário internacional está em conflito de mercado? De outra forma, qual não é o peso na economia, NA POLÍTICA, na bolsa de valores, do mercado ILÍCITO e lícito? Não seria isso um tipo de guerra onde se negociam milhões de dólares? com perfeito domínio bancário?

Como isso se reflete nos órgãos Federais? (quero dizer nos agentes). E como isso se reflete nas cidades de Fronteira com grande população? Um exemplo, uma empresa legalizada que trás matéria prima de outro Estado – no transito da mercadoria entre um Estado e outro Estado físico, sofre penalizações de gravidade, como consequência de “guerras fiscais”, tendo como origem o devaneio econômico mundial.  

Que a RF e PF façam o seu trabalho é algo que não se refuta, entretanto, deve haver um empenho municipal às empresas legais, como existe o empenho com relação às empresas que tem LAÇOS com o Estado. Por exemplo, houve acusações de “comida ruim” nas escolas e isso chegou à Câmara Municipal, que vai investigar. O que pode até destruir a empresa que fornece alimentos. O porquê de o alimento ser ruim é falto de controle de qualidade, do alimento, da produção e da aptidão de cada pessoa para o que faz o que já envolve a psicologia.  É como alguns filmes que se paga para assistir na televisão, o controle de som é nenhum! Quando o personagem “cochicha ao outro, realmente cochicha, ninguém ouve nada”. Quero dizer com isso que não há controlador de som. Boa parte dos filmes você tem que assistir com o controle de volume nas mãos para não ter um sobressalto descontrolado.  E todo o resto parece ser a mesma coisa, inclusive na produção. Bem, chegamos ao ponto de usar Etanol nas bebidas alcoólicas. Mas não nos damos conta do “mundo dos remédios”. Desta forma, talvez e provavelmente, a RF e a PF, sofram da mesma endemia no âmbito do caos na transição do próprio capitalismo.