quinta-feira, 4 de dezembro de 2025

De fato a questão do trabalho é mais séria do que tudo o que se discute no Brasil de hoje.

 

De fato a questão do trabalho é mais séria do que tudo o que se discute no Brasil de hoje.

A Legislação do trabalho no Brasil é arcaica. Arcaica, no seu pior sentido, exploração do sistema do controle indireto dos ganhos da imagem do trabalhador.  Pois que, até adjetivo trabalhador para o sistema de controle indireto dos ganhos, não condiz com o adjetivo que diz uma coisa e que, no entanto, o sistema o usa para benefício próprio em suas agências, ministérios, sindicatos: nas aposentadorias, nas demissões, nas contratações, ou seja, o Estado dirige o resultado do trabalho.

Todo sindicalista carrega essa “carga imoral sobre o trabalho”, indiretamente a favor do Estado. Pois que, são os sindicatos do Estado, as corporações, quem controla os sindicatos do setor privado, tanto o sindicato patronal, quanto o sindicato não patronal.  Não obstante, o sindicato do Estado é estável e rico, enquanto o sindicato privado depende de contribuições. Mas convenhamos que, o sindicato privado tem a tutela do sindicato do Estado, um não vive sem o outro, sob a condição de deixar de existir e isso afetaria uma média de 20 mil ou mais sindicatos, provavelmente do Estado e do Privado.

O Empresário privado sofre uma mutação. A mutação é boa para os premiados pelo Estado a título de “licitação”, que todo mundo sabe que é programada a ajustada. Mas não é boa para aqueles empresários que não estão ligados ao Estado. As empresas privadas de médio e grande porte precisam do apoio do Estado para existir.  É o Estado quem vai lhe oferecer serviços. Serviços diversos, desde o lixo, a água, a luz, o cemitério, o hospital, a escola, viadutos, estradas de asfalto e de ferro, construções diversas do Estado, para o Estado etc.

Dito isso e só isso, porque deve ter muito mais, fica claro o ATRELAMENTO do salário aos interesses do Estado e agora, de algumas empresas de alimentação, saúde, transporte, seguros e outras. A opção do trabalho é aceitar ou aceitar. Houve um tempo em o “Fundo de Garantia” era uma OPÇÃO. Hoje é a única opção, devido aos jogos econômicos. E vimos, e estamos vendo como é o jogo do INSS e os Bancos e o Estado.

Convenhamos que todo este cenário apresentado, absolutamente negativo e ultrapassado, só pode acontecer e acontece por outro sistema de “jogos vorazes”, que é a CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL, onde se torna impossível a discussão trabalhista e quando ela existe é da forma tradicional, “perfeitamente sindical”, de negociatas do salário alheio. Convém lembrar... Que: “enquanto o parque industrial da grande São Paulo se desmanchava” – segundo acordo com Juscelino – que construiu Brasília – o sindicalismo usava o fato para criar o partido mais adequado ao momento de crise que viria é quando FHC cria a Bolsa Família com a orientação do Fundo Monetário Internacional e a indenização da demissão dos empregados das multinacionais – que receberam uma bolada de dinheiro – estariam à mercê do Mercado da China e Ocidente, no Paraguai para o Brasil. Obviamente o Regime Militar também entraria em descenso, para voltar, a política ao sistema democrático.

Convém explicar o básico da DEMOCRACIA. Democracia é algo que as organizações políticas, usam o “espírito do povo, de massa” de forma que ele se adeque aos seus interesses econômicos e políticos. Por muitos anos a democracia existia na forma de promessas de campanha, depois brindes e cargos às lideranças. A Bolsa Família de FHC e FMI foi o que criou o fundamento básico da democracia e isso, em troca de empregos, dos mesmos empregos que foram desativados no Brasil e criados outros modelos de emprego, por conta e risco do indivíduo, que funciona enquanto o indivíduo tem algum capital, que poderia ser parte da indenização recebida com a quebra do parque industrial brasileiro.

A herança do povo pela industrialização por 20 anos foram os carros e sua manutenção e que formam usados de forma técnica útil, mas também como propaganda de liberdade, de uma liberdade que estava e continua em “cheque”.

Tudo isso, para mostrar para você que tenta acreditar em algo bom, que o sistema de trabalho tem que ser alterado, alterando a forma de distribuir dinheiro – e convenhamos em outra coisa que é o fim do papel moeda através do recurso virtual que vem lastreado desde Kennedy com os ETs que vão voltar com carga total e o seu órgão comunicante que é a Inteligência Artificial. Vamos acertar que virtualmente é mais fácil de distribuir dinheiro. Ainda mais um dinheiro, cujo LASTRO, PASSA A SER, o próprio conglomerado industrial aliado ao governo.

Mas distribuir como? Fazendo pagamento semanal. E o salário hora bruto! Sem descontos de espécie alguma e retornar a opção ao trabalhador segundo a definição de trabalhador e não algo que é usado para enriquecer aparelhos políticos.

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