De fato a questão do trabalho é mais séria do
que tudo o que se discute no Brasil de hoje.
A
Legislação do trabalho no Brasil é arcaica. Arcaica, no seu pior sentido,
exploração do sistema do controle indireto dos ganhos da imagem do trabalhador. Pois que, até adjetivo trabalhador para o
sistema de controle indireto dos ganhos, não condiz com o adjetivo que diz uma
coisa e que, no entanto, o sistema o usa para benefício próprio em suas
agências, ministérios, sindicatos: nas aposentadorias, nas demissões, nas
contratações, ou seja, o Estado dirige o resultado do trabalho.
Todo
sindicalista carrega essa “carga imoral sobre o trabalho”, indiretamente a
favor do Estado. Pois que, são os sindicatos do Estado, as corporações, quem controla
os sindicatos do setor privado, tanto o sindicato patronal, quanto o sindicato
não patronal. Não obstante, o sindicato
do Estado é estável e rico, enquanto o sindicato privado depende de contribuições.
Mas convenhamos que, o sindicato privado tem a tutela do sindicato do Estado,
um não vive sem o outro, sob a condição de deixar de existir e isso afetaria
uma média de 20 mil ou mais sindicatos, provavelmente do Estado e do Privado.
O
Empresário privado sofre uma mutação. A mutação é boa para os premiados pelo
Estado a título de “licitação”, que todo mundo sabe que é programada a
ajustada. Mas não é boa para aqueles empresários que não estão ligados ao
Estado. As empresas privadas de médio e grande porte precisam do apoio do
Estado para existir. É o Estado quem vai
lhe oferecer serviços. Serviços diversos, desde o lixo, a água, a luz, o cemitério,
o hospital, a escola, viadutos, estradas de asfalto e de ferro, construções
diversas do Estado, para o Estado etc.
Dito
isso e só isso, porque deve ter muito mais, fica claro o ATRELAMENTO do salário
aos interesses do Estado e agora, de algumas empresas de alimentação, saúde,
transporte, seguros e outras. A opção do trabalho é aceitar ou aceitar. Houve
um tempo em o “Fundo de Garantia” era uma OPÇÃO. Hoje é a única opção, devido
aos jogos econômicos. E vimos, e estamos vendo como é o jogo do INSS e os
Bancos e o Estado.
Convenhamos
que todo este cenário apresentado, absolutamente negativo e ultrapassado, só
pode acontecer e acontece por outro sistema de “jogos vorazes”, que é a
CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL, onde se torna impossível a discussão trabalhista e
quando ela existe é da forma tradicional, “perfeitamente sindical”, de negociatas
do salário alheio. Convém lembrar... Que: “enquanto o parque industrial da grande
São Paulo se desmanchava” – segundo acordo com Juscelino – que construiu
Brasília – o sindicalismo usava o fato para criar o partido mais adequado ao
momento de crise que viria é quando FHC cria a Bolsa Família com a orientação
do Fundo Monetário Internacional e a indenização da demissão dos empregados das
multinacionais – que receberam uma bolada de dinheiro – estariam à mercê do
Mercado da China e Ocidente, no Paraguai para o Brasil. Obviamente o Regime
Militar também entraria em descenso, para voltar, a política ao sistema
democrático.
Convém
explicar o básico da DEMOCRACIA. Democracia é algo que as organizações
políticas, usam o “espírito do povo, de massa” de forma que ele se adeque aos
seus interesses econômicos e políticos. Por muitos anos a democracia existia na
forma de promessas de campanha, depois brindes e cargos às lideranças. A Bolsa
Família de FHC e FMI foi o que criou o fundamento básico da democracia e isso,
em troca de empregos, dos mesmos empregos que foram desativados no Brasil e
criados outros modelos de emprego, por conta e risco do indivíduo, que funciona
enquanto o indivíduo tem algum capital, que poderia ser parte da indenização
recebida com a quebra do parque industrial brasileiro.
A
herança do povo pela industrialização por 20 anos foram os carros e sua
manutenção e que formam usados de forma técnica útil, mas também como
propaganda de liberdade, de uma liberdade que estava e continua em “cheque”.
Tudo
isso, para mostrar para você que tenta acreditar em algo bom, que o sistema de
trabalho tem que ser alterado, alterando a forma de distribuir dinheiro – e convenhamos
em outra coisa que é o fim do papel moeda através do recurso virtual que vem
lastreado desde Kennedy com os ETs que vão voltar com carga total e o seu órgão
comunicante que é a Inteligência Artificial. Vamos acertar que virtualmente é
mais fácil de distribuir dinheiro. Ainda mais um dinheiro, cujo LASTRO, PASSA A
SER, o próprio conglomerado industrial aliado ao governo.
Mas
distribuir como? Fazendo pagamento semanal. E o salário hora bruto! Sem
descontos de espécie alguma e retornar a opção ao trabalhador segundo a definição
de trabalhador e não algo que é usado para enriquecer aparelhos políticos.
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