Eleições
de 2026 – Presidente do País e Governadores dos Estados. Claro, de lado... As
Oligarquias!
Você
cidadão DE FORA do Estado, que não tem ligações com o Estado, seja municipal,
estadual e federal e que sua relação com o Estado é de PAGAR impostos...
... quando você vai comprar um Remédio de uso
contínuo e o farmacêutico diz que o preço é de 210 reais para dois meses, sendo
uma capsula por dia e você acha caro. Então, o sujeito diz que o remédio custou
para ele 140 reais e você imagina que 30% sobre 140 – que a porcentagem usual
ou, era – custaria 182 reais e não 210... e não há desconto.
... Aí é possível imaginar que, o que vem
acontecendo na economia está além de inflação ou crise inflacionária.
... Como por exemplo, uma cidade criar dezenas de
loteamentos, com ENTRADAS e um PARCELAMENTO de muitos anos que, são PROIBITIVOS
para quem não tem as vantagens de ser empregado do Estado, não só pelo salário
acima de sete mil, como benefícios, AUXÍLIOS e garantia de emprego. E essa
situação também está além do sentido absurdo da inflação.
Pois
bem, sendo assim e muito pior – quando entramos na seara da corrupção e crimes
– qual deveria ser o critério para a escolha de governadores e presidente?
... O que eles vêm mostrando em suas campanhas?
Através das figuras menores como deputados estaduais ou federais? Evidente é que, nenhum deputado quer se
comprometer antecipadamente, com Governo ou Presidente. Isso já é um alerta,
inclusive quando buscam não identificar os partidos! Logo, eles, os candidatos,
mantêm o semblante de quem não precisa de nada, mas, está ali para AJUDAR na
reconstrução do país. E NUNCA dizem como fariam isso e acreditam que o PARTIDO
saiba. E o partido sabe no papel, porque o papel aceita tudo e pode ser
modificado! E o eleitor se obriga como única opção, acreditar na “boa intenção
e carisma do candidato”, afinal ele ou ela, não precisam ser uma Cicciolina da
política italiana, mas ajuda.
Os
“meios de comunicação” de uma forma geral apoiam candidatos pelo quê, eles não
se comprometem porque estariam errados si, se comprometessem com algo que já é
determinado pelos ENCONTROS internacionais na ONU, na OMS, no Fórum E. Mundial
e, os Bancos.
... A dívida brasileira é imensa, para os 27
Estados. Só de juros anuais o valor é assombroso: Um Trilhão de Reais.
Pergunto-me e creio que algum candidato a governo ou presidente, deveria falar
a respeito, por exemplo, de onde foi METIDO, o VALOR PRINCIPAL, cerca de 10
trilhões.
... Nestes dias passados foi dito que a dívida de
inadimplentes do Estado do Paraná chega a novecentos e tantos milhões. Não
chega a um Bilhão. E mesmo se a inadimplência chegasse a um bilhão para cada
Estado, daria 27 bilhões, MUITO LONGE de UM TRILHÃO.
... Creio eu, que seja impossível de o Estado,
incluindo saúde, educação, previdência – a empresa: Estado, incluindo os
Exércitos, polícias, presídios, bolsas e auxílios - consiga consumir com 10
trilhões de reais, sem que isso seja visível “a olho nu”, como são visível os
juros pagos anualmente e que não abate a dívida.
Mas
esse ainda não é o problema, o problema é que o resultado do endividamento é nulo!
Ao contrário de industrialização vivemos “na batida” da desindustrialização e
pior, a miúde, empresas saem do país. Isso quer dizer que, nenhuma parte do
TRILHÃO serviu ao propósito de industrialização.
... Ao contrário do AGRONEGÓCIO, do GRANDE Agronegócio
que mantém o seu ritmo de exportação e que deve ter recebido parte do TRILHÃO
na forma de empréstimos com juros baixos.
... Curiosamente, o Grande Agro, ele não investe em
terras, porque já as tem em grande quantidade, mas investem em máquinas, transporte
e sementes e – proporcionalmente - pouco em Mão de Obra e salário. O que me faz
crer que o Grande Agro trabalha para si e com recursos do País.
... Sua relação com o País é o pagamento de
impostos. Enquanto uns extraem minérios do país, outros usam as terras do país
para plantar e indenizar o País. Mais ou menos como um arrendamento de terras.
E isso não tem relação alguma como o povo. Tanto que, o povo do campo foi
DESLOCADO para as cidades, para dar espaços ao Agro (?)... que ocupa apenas 8%
do território nacional? Ora há “gato na linha”.
Não
seria o momento oportuno – a eleição – para “dar atenção” e COBRAR ao
candidato, especialmente aos governadores e presidente, que sugerissem que cada
um dos cinco mil ou seis mil municípios, dentre eles, aqueles com população
abaixo de 20 mil pessoas, QUE desenvolvessem formas produtivas de acordo com a
sua geografia e ambiente natural? Ora, não é o momento dos exércitos sem guerra
travarem uma luta com uma boa realidade na emancipação produtiva das cidades?
... Desta forma, buscando pessoas de Estados com
superpopulação e lhes oferecendo emprego, casa, segurança e estabilidade? Cada
cidade pequena de cada Estado poderia fazer isso pelo Estado. E DISSIPAR de
vez, o danoso efeito das concentrações, emigrações e imigrações e mesmo
INTEGRAÇÃO de países com objetivos políticos e estranhos aos modos de produção
e trabalho. Talvez? mesmo, porque não haja produção e trabalho, mas sim, a
busca de ilusões e utopias tolas de “um mundo sem fronteiras” quando o mundo
vem sendo decidido por poderosos blocos econômicos, criados no século XX como
consequência da Grande Guerra, contra o racionalismo civilizacional do século
anterior.
... Quais as impossibilidades, de 100 cidades
pequenas e produtivas, na mesma rota, em se ligar através de FERROVIAS e
ESTAÇÕES, para intercâmbio de mercadorias? E passeios do povo?