sexta-feira, 20 de julho de 2018

As Árvores e o Prefeito de Foz


As Árvores na Geração Caricatural do Meio Ambiente



    Por Luiz C.S. Lucasy – FozVox







Para ‘uma mente’ displicente da realidade no contexto mesmo da história, as ‘matérias atuais’, que: “saíram hoje nos jornais”, só têm sentido na atualidade mesma em que aparecem e assim funciona, como impregnação emocional, tática política de uma estratégia (...); experiência de comportamento social e etc. Não importa a este ‘modelo de mente’ pós-moderna, frouxa, saber por exemplo, que a notícia, a que considera ‘atual’, “aquela do noticiário”, tenha seu fundamento em processos muito anteriores de décadas e séculos. Ou que, pelo menos, antes de ter sido publicada, tenha sido discutida muito anteriormente para ser aprovada em uma câmara e só quando chega à câmara, cai nos ‘braços da mídia’. Bem, eles (...), das classes falantes, não conhecem outras formas de informação. É o que eles têm é o que são: produtos da mesma sociedade e que pensam ser cumplices, pelo mesmo motivo pelo que consideram as atualidades das informações, como “se fossem amigas”, lhes dando um sinal, lhes informando algo, que na verdade, invariavelmente os agride em algum grau, quando agridem o contexto social, que seja pela informação falseada.   


O projeto de poda e corte de árvore do Exmo. Prefeito de Foz do Iguaçu, C. Brasileiro não foi sancionado. Tinha que ter maioria absoluta (80/90%) e empatou, com 7 a 7 e mais o voto do presidente da câmara do Ilmo. Senhor R. Quadros, que votou com o prefeito.
Antes ... do prodígio publicitário mundial do meio ambiente, com prós e contras e mais, bem mais, com efeitos políticos de marketing do que propriamente ambientais ..., por exemplo, como é possível uma cidade política falar de meio ambiente etc. e, conviver com um aterro de toneladas de lixo diário?
.... Portanto, antes do fenômeno ambiental, os residentes dos bairros tinham a liberdade de cuidarem das árvores em frente de suas casas. De tempos em tempos, podavam as árvores, alugavam caçambas e encorajavam o outro vizinho a fazer o mesmo e isso era feito de forma natural, sem pressão, sem receio de que a árvore pudesse cair em cima de sua casa. Naturalmente, como não havia coerção de forma alguma, os moradores disponibilizam o melhor momento de fazer, ou pagar para fazer o serviço, geralmente quando estavam de férias. Com o efeito, agora, adstringente, do ‘meio ambiente’, isso mudou a atitude positiva dos moradores pela atitude de “culpas e pecados”, por cortar uma árvore.
O caso de sua Excia, o Prefeito C. Brasileiro, ex-líder do PCdoB em F. do I., a perspectiva não é mesma da idéia ambiental. A primeira, é a perspectiva do ponto de vista do “acidente” (árvores velhas e podres x pessoas e carros), quem os indenizará por um acidente? No ‘mundo ambiental’, neste ‘mundo melhor’, existe alguém eleito pelo povo e bem pago, para cuidar disso? E indenizar os acidentados, porque no final é isso: a pessoa que “tomar um galho na cabeça”, vai para o SUS, da mesma forma como os motoqueiros! Como diz o sindicalista Paulo da saúde. Mas esses, pagam um seguro. Acaso o prefeito não tem responsabilidade alguma sobre nada disso? Se fosse assim, também não haveria as imposições do ‘meio ambiente’, afinal, quem se responsabilizaria por isso ..., em outras palavras, “quem é o pai da criança”.
A segunda perspectiva creio eu, seja de arrecadação de um novo imposto: IPTU, imposto do lixo e agora, imposto da árvore! Evidente que pagaria (...), quem tem árvores e quem não tem. Entrar ‘nos meandros’ dos detalhes, eles são a própria imposição! O fato é que a prefeitura não quer arcar com isso porque acha que não é sua função! Bem, neste caso fugimos bastante do ‘meio ambiente’. A terceira perspectiva é simplesmente fugir ao problema, pelo viés da distribuição do problema entre a população, então voltamos à velha “fossa na frente da casa” e a queima do lixo no quintal.  

A “coisa”, a possibilidade muito real de se cobrar mais um imposto, se transformou em algo muito estranho, para um país em estado de calamidade pública precisamente pela imoralidade e um número excessivo de impostos e a sonegação absoluta, por parte do executivo, da publicidade do controle do dinheiro dos municípios com relação aos impostos pagos ao Estado e Federação e o que se recebe deles ....
 .... como por exemplo, não me recordo bem, mas, o vereador J. Carlos do sindicato do comércio, certa feita cobrou a prefeito da época, creio o senhor Paulo, sobre “um milhão de reais”, que havia recebido de órgãos ambientais. Bem, se a resposta foi dada ao vereador, não sei dizer. Mas, posso dizer que o dinheiro do turismo de F. do I., creio que 5% da arrecadação do turismo em média 400 milhões ao ano, 5% vão para a Prefeitura e particularmente nunca ouvi nada a respeito, sim, na mídia. Ouvi isso de um membro de uma das dinastias regionais.
Aqui, é preciso dizer que os impostos no Brasil são criminosos por princípio: do lado do governo (ind. das multas, novas configurações de cobrança etc.), do lado empresarial (meia nota etc.) e, do lado do povo em solidariedade ao empresário e, por prestação de serviços não considerados.
Ora, é o que há! Se todos se permitem corromper e serem corrompidos, o crime é instituído na própria constituição. E todos calam porque ninguém quer ..., e por não querer por muito tempo, e “empurrarem com a barriga”, cria-se a figura do improviso que se torna permanente e a Receita Federal e as Estatais, ficam à disposição dos políticos de plantão que habitam o palácio do planalto e que tem estranhas vocações de domínio nacional na política e isso tem um custo, por exemplo, a recente reunião do Foro de São Paulo em Cuba, com Gleisi, Cut e caravanas, quem pagou isso? Obviamente que não há ninguém no Brasil, salvo exceções contadas nos dedos, que tenham um caráter de estadista como a presidente da Croácia.        

Vamos esquecer isso que foi dito e vamos nos ater aos impostos, ao dinheiro com que o exmo. Senhor Prefeito começou o ano. Se não me falha a memória pois não tenho disposição para a pesquisa nesse momento, o orçamento municipal de 2017 foi de 800 milhões, o orçamento de 2018, 1 Bilhão. População 265 mil. Fazendo uma comparação, o Exmo. Prefeito Daijó (população 260 mil), declarou em seu tempo, trabalhar com um orçamento, em média de 170 milhões ao ano, teoricamente 700 milhões em quatro anos. Comparando obras de C. Brasileiro neste um ano e meio de governo, com dois orçamentos, no total de 1.800 milhões, comparando isso, com quatro de Daijó ..., sua Excia. C. Brasileiro, reformou umas quatro praças e vem colocando pastilhas em alguns canteiros a título de ocupação e renda, o que é louvável. Também vem promovendo concursos e empregos para estagiários (estudantes), tudo isso, gera renda e isso é bom. Há casos em que os concursos são usados como “carteirinhas de UNE”, com o objetivo de arrecadar dinheiro. Mas não acredito seja esse, o caso.
O senhor Daijó em quatro anos e com um orçamento de aproximadamente 700 milhões de reais, reformou a Santa Casa de Misericórdia, deu início à construção da Cidade Nova e asfaltou vias necessárias. Tentou algo, na questão do lixo, quando pela primeira vez se falou sobre reciclagem industrial do lixo etc. E gastou trezentas e tantas passagens em função de haver recebido o município com uma dívida de 70 milhões do Ilmo. Senhor Dobrandino e isso o obrigou a recorrer às capitais como Curitiba, São Paulo, Brasília e Porto Alegre, para pedir ajuda. E foi ‘oportunamente’ processado e depois, absolvido. Mas, não conseguiu se reeleger em 2000.
Evidente que, em se comparando, os orçamentos de um e outro, Daijó ganha com grande margem de distância, em termos de melhor aproveitamento dos recursos, mas ...,
.... Mesmo os recursos sendo aparentemente bem utilizados eles têm um caráter bem definido: um, para a cidade e os dominantes locais e outro, para o povo e o trabalho (permanente e, criado pelo povo com uma infraestrutura favorável).
Assim, acredito que os recursos (...), são usados de forma, não a criar uma infraestrutura de trabalho (...), mas, são usados, primeiro para satisfazer uma mídia política; 2°, são usados também para garantir ao estado municipal maior poder; 3º, são usados segundo uma agenda política, desde fora do município em especial, quando foge, como o ‘diabo foge da Cruz’, da infraestrutura de trabalho e deixa seu lugar prédios abandonados e crime emergente. E 4º, abre precedentes perigosos de aventureiros da causa alheia, por exemplo, a escolha de projetos mirabolantes e sem resultado efetivo (ao povo, ao trabalho) em termos de infraestrutura real de trabalho.
Ora, há um prédio que foi construído, na frente, da entrada lateral do Mitre. Perguntei se havia salas para alugar. A resposta foi que o prédio já estava ocupado. Certamente houve um encontro de empresários para construção do prédio. Muito que bem! Se o prédio é só dinheiro privado, seja como for, não interessa e cada um faz aquilo que quer com o seu dinheiro ganho honestamente. Se o dinheiro tem o envolvimento de dinheiro público é um ilícito moral, por princípio.
Trocando em miúdos, quando falam em construção de Ponte, (gigantesca), Avenida Beira Foz e etc. São Projetos caríssimos. Comparáveis à construção de ferrovias, locomotivas, vagões e estações de trens; também são comparáveis à construção de portos e pesqueiros profissionais, o que significa construção de barcos, motores e coisas náuticas. Agora, comparando entre um conceito de ‘modernidade subjetiva’ que são as construções aparentes, com um conceito de infraestrutura do trabalho, com qual das modalidades, o leitor acredita, que seria mais funcional à população trabalhadora? E ainda há outra situação, como a barragem de Itaipu que poderia servir como “cidade”, como foi a Ponte de Londres.

 Com o governo interino de Inês, lembro de um projeto que pedia dinheiro sem dar muita explicação, e que toda ela estava contida em um termo vago: “Reestruturação do Executivo”. Depois houve outro projeto do mesmo valor enquanto Inês ocupava o cargo interino e não havia prefeito! O primeiro projeto que dizia sobre “reestruturação ...”, foi ligado a uma situação, um tanto insólita, que sugeria a criação de um gabinete de articulação (...).
Mas, quando somados esses valores dos dois projetos de Inês, como interina, sem prefeito eleito, dariam para contratar pessoas em número suficiente para poda de árvore tampar buracos com asfalto, reformas de pontos de ônibus, e ainda servir um cafezinho na câmara:

Em São Paulo capital, havia um problema crônico: o esgoto. Limpeza do esgoto. A saída da prefeitura foi chamar “limpadores de esgoto com ferramentas próprias para trabalharem por dia”; assim como os trabalhadores de portos e os seus sindicatos, então, era comum os ver em frente ao departamento de distribuição de serviços, com suas “réguas de taquara emendada por arame” enroladas com um diâmetro médio de um metro.

Agora, nada disso é possível se o prefeito, seja ele quem for, estiver incomodado com os destinos de América do Sul ..., ou objetivos desconhecidos da Usina de Itaipu, ou mesmo, preocupado com os movimentos sociais pela libertação de Lula e a homofobia etc.
Ora uma reunião do FsP em Cuba, que terminou dia ‘17 de julho’, deve ter tido um custo fabuloso, para que um bando de comunistas sentasse seus trazeiros em uma cadeira, para esculhambar as instituições brasileiras e ‘El imperialismo americano’!

quarta-feira, 18 de julho de 2018

A Corporação


A Corporação



Por Luiz C.S. Lucasy - FozVox 


No princípio, era uma pessoa colocada na Iniciativa Privada, ou aventura privada de um grupo de pessoas, agora, não mais.
A iniciativa privada são pessoas que confiam no serviço de outros, mesmo porque, eles prestam serviços ..., e por conta de auto agrado, por fazer aquilo que individualmente cada um deles teriam que fazer, por exemplo, em um prédio de apartes, mesmo que fosse para atender um carteiro desconfiado...
Desconfiado de um maldito protocolo, mais para confirmar uma entrega de uma multa lançada pelo município, um aviso judicial, do que, de uma entrega de internet.
A multa, lhes diz que não sabem se portar no trânsito, segundo a lei que eles próprios, as classes falantes, criaram e não querem supor, que talvez seja pelo excesso de veículos particulares, com um transporte ‘público’, com o caráter ansioso, de coleta de recursos, na forma de passagem, assim como a gasolina para os indivíduos com carro.
O transporte de massas se tornou estéril em muitos sentidos; em volume tal de ineficiência, ainda moral, que caberia uma análise especial sobre o tema, a partir da definição mesmo de transporte, geografia, necessidade, utilidade etc.

Em ‘sua graciosa peripécia privada’, também “contratam”, em função de uma visível segurança, contra visitas indesejáveis, em vários predicamentos, em especial daquelas que se destinam a pedir coisas, ou que procuram ocasião, no que é distraído (...).
Pessoas torcidas moralmente, na linha da sub-humanidade ..., e são muitas e sempre aparecem mais e estão espalhadas nas ruas, como cachorros abandonados, sujeitos à castração.
O leitor poderia perguntar: “ora e o que faz o governo? Algum tipo de ‘malandro social esquerdista’, diria que graças aos “deserdados da vida”, existe a polícia, a política e funções correlatas – claro, ironizando algo, que ele sabe não ser verdade –, é uma “franja”, para fugir do tema. Porque faria isso, senão, porque corrobora com isso mesmo.
Os três exércitos e a polícia auxiliar, sempre existiu para representar o poder nacional contra a invasão estrangeira. Um Estado forte aos olhos dos outros países.
A defesa interna, ela chama a atenção, no tempo, após atentados terroristas de organizações comunistas e, o crime organizado, por isso a tentativa inabalável de menosprezo a polícia, de variadas formas, quando são fundadas polícias alternativas, de municípios para fins duvidosos (...), ou de outra forma, tentando juntá-las em um só bloco, desta feita, não para segurança nacional, mas para segurança do crime instituído.

Não obstante quem julga assim, às pessoas em condições prejudicadas, quando comparadas às suas próprias condições que considera favoráveis, considera-se herdado e seu temor: a perda da herança é tão grande, que ao invés de ajudar, atrapalha.
Atrapalha quando acredita que possa resolver isso por decretos: socializante e igualitário e pior, não por seu próprio arrazoado, quando se responsabilizaria pelo que faz, mas, por ‘ouvir dizer’ do coletivo partidário, onde se socorrem.
Quando na verdade o “coletivo partidário”, o são, as organizações comunistas de assalto!
De forma ingênua, ‘o militante social’: jornalista, psicólogo, historiador, sociólogo, artista, assistente social, ou ‘tudo junto’, pois que não há como discernir uma coisa da outra quando se é estudante recém-formado e só está disposto para provas de admissão ...
Para isso serviu o curso, esses homens e mulheres quase maduros, quando muito, querem criar um igualitarismo entre seus iguais (corporação do Estado).
O igualitarismo, no sentido de sociedade igualitária é mais uma “invenção comunista” como as “minorias”; o igualitarismo no sentido político do comunismo, é inibidor da vida por um lado e por outro, realça, como é um arco-íris, a um grupo de pessoas “em especial”, com o direito de matar: “milhares – não um, James Bond – com direito de matar”.

Bem, o que foi dito acima, boa parte é perfeitamente confirmável e também não precisa ser confirmado, tudo isso vem acontecendo com a conivência do silêncio em torno, lógico me refiro à mídia, toda ela.
Voltando à cidade de F. do I. e, à realidade do “desgoverno populista” no geral, no tempo ... e, “focando”, o governo de F. do I. e a câmara municipal: que faz leis e, é a única que pode discutir coisas importantes de alcance público e midiático: em duas frentes para a cidade e o país.
Digo que, a impressão que tive, a partir de duas reuniões do Estado municipal com o Estado municipal e tantas outras que assisti, é que câmara se transformou em uma Corporação de corporações do Estado.

Nas duas reuniões que aconteceram em “meses próximos”, uma, da outra, os funcionários públicos pediam a mesma coisa, redução da jornada de trabalho (30 h. semanais) e, compensações (férias de 6 meses ou indenização – após 5 anos de trabalho etc.).
Isso era matéria vencida, tudo já havia sido aprovado desde a federação, bastando regulamentar no município, as exceções. Bem, a lógica indica isso.
Agora, o que pareciam querer eram garantias. Garantias de receberem, as férias de 6 meses, ou indenização em “qualquer circunstância”.
Mesmo que aparentemente, cada funcionário público ‘per si’, “desregulassem”, quebrassem o acordo condicional, as condições mesmas, de ter o benefício e o fizessem isso, por conta própria e segundo seus próprios interesses que seja, acumulando funções, na iniciativa privada, ou sindical, para aumentar os ganhos ... se usando do favorecimento condicional da lei para um caso e não, outro, de oportunismo individual.
Como se quisessem “fazer um caixa dois”, no Estado, por direitos adquiridos para sempre! Essa é a prática do Estado com relação à iniciativa privada! Para lhe arrancar dinheiro.
Foi aí que notei, que essas pessoas, corporativas, mais a partir do sindicalismo no Estado, vivem para firmar uma espécie de posição conquistada. Vivem por conquista-las cada vez mais e desprezam todo o resto, que não sejam eles próprios: “o narcisismo estatal”.
Desconsideram de forma desdenhosa, a existência das outras categorias de pessoas que não trabalham no Estado, a quem ousam tratar, em certa medida de utilização para si mesmos e suas profissões, como objetos de estudo, pesquisa e probabilidades.

Por exemplo: “os agentes sociais” e os “psicólogos”. Uns trabalham no sentido de dar apoio às famílias carentes (...). Outros, no sentido de parecem uma boa-praça, aberto a ‘confissões possíveis’, ou polícia de comportamento. Os segundos, poderiam fazer o trabalho dos primeiros, os primeiros não saberiam fazer o trabalho dos segundos, porque eles próprios não fazem; é uma impossibilidade para um indivíduo. Desconsidere a psicologia de ‘departamento do pessoal’.  
Os primeiros, as únicas ferramentas que conhecem são projetos falidos do governo central, como o projeto, digamos, das “Bolsas” (até juízes tem esse privilégio e isso não há psicólogo ou agente social que queira explicar), na contramão da liberdade de trabalho, este é o problema central.
Nenhum dos acadêmicos têm competência e ou, autorização da função, para discuti-lo. Não que seus “chefes”, não tenham, mas estes sabem que não devem discutir.
Desta forma, com relação a estas funções ‘superiores’, criam situações “tampões”, onde enganam e são enganados e a cidade paga por algo, que não tem consequências, exceto, empregar os filhos da cidade. O que não justifica, que outros filhos, sejam sacrificados, pela ineficiência cultural local, criada ao sabor, de ordens vindas do inferno ... (FsP e ONU, por exemplo).
  
Mas, se não alcançam o entendimento, a compreensão de suas funções com relação a questão social, ou psicologia ..., por desinteresse do Estado, o que fazem de verdade?
São induzidos a uma engenharia de comportamento através de agentes internacionais, que seja, da escola de Frankfurt? Seria como o “engenheiro ambiental”, que está impedido de pensar sobre a reciclagem industrial do lixo, ou uso do lixo como forma de energia?
Afinal, o que significa ser “agente social”, ou “psicólogo”, em um estado nacional, que tem por demérito destruir as instituições, subjuga-las, desmoralizá-las, como fizeram com o STJ e o TSE, depois de terem comprado parlamentares (pobres imbecis), abastardado a iniciativa privada etc., é preciso mais?
Então, como convivem nesse estado letárgico e mudo, sem ambiente cultural algum, sem mídia ou revistas especializadas, que não seja uma “Doidivanas”, que se serve como panfleto de apresentação de uma corrida profissional de Sísifu, quando se pensa em ‘contribuição social’, no sentido de reformulação do convívio humano dadas as circunstâncias reais, em frente à organização guerrilheira do MST/FARC, a quem de certa forma, segundo o Estado, devem respeitar? Ou silenciar! E, em o fazendo, negam a mesma ciência que dizem professar? E recuam no obscurantismo individualista!


Logo, não há “agente social ou psicólogo”, há aprendizes e pessoas que querem defender o título a título de ganho fácil e isso lhes toma a vida, por isso, os sindicatos do estado, são tão atuantes, interesseiros, e cada um dos funcionários, que tem o privilégio das 30 h., e só trabalham as 30 h, de resto, fazem política para manter esse estado de coisas, ao invés de assistência social ou psicologia, que além de não lhes ser permitido, segundo os princípios dessas ciências, respondem a um governo socializante: onde um sociólogo, um vereador, um advogado, são peças menores de um tabuleiro de organizações comunistas internacionais, que os desprezam! Assim como desprezam o que chamam de “classe burguesa”, mas, se aliam aos grandes blocos ocidentais, as grandes dinastias! Ora, me poupe!

Isso parece bastante óbvio, o silêncio, a falta de ferramentas no meio social, para o princípio da psicologia e sociologia; a incapacidade administrativa absoluta da inciativa privada, em franca deterioração e ou associação ao Estado; que chegou a se usar psicólogos, administradores e depois os relegou ao abandono se não pelo preço de tê-los em sociedade obrigatória com seus organismos de controle mas, segundo um sistema de liberdade mutante, tendo como companheiro de viagem um estado rumo ao totalitarismo.

Se vivos (espírito), e livres fossem, essas funções, seriam motivo de repercussões na câmara municipal, na mídia, sobre o que eles fazem e as consequências disso para toda a sociedade e não sobre o que eles querem como indivíduos.
E quando se unem à câmara, que tece elogios sem fim, porque não sabe o que ‘fazer com isso’, até como obrigação corporativa, institucional ..., a ação destes funcionários públicos, eles, juntos, são a própria corporação municipal.

Queria continuar, mas todas essas ferramentas de lógica aplicada à realidade, serão ‘jogadas no lixo e odiadas’ e me pergunto, porque continuar, quando o que é feito, o é, para quem não sabe o que fazer, com o que recebe de graça?
Noto apenas, que por vezes seguidas, entro na câmara municipal, eles estão falando do Estado, saio da câmara municipal, eles continuam falando do Estado!
Segundo o termo: política, polí[tica], significa a polis, a cidade, a cidade pressupõe um espaço geográfico com seres humanos, cada um deles, ou grupos.
Também pressupõe o formato social e econômico da polis (...), onde não deveria haver discriminações entre os formatos do Estado e particulares no sentido de economia e geração de emprego e renda e, cultura.
Em havendo discriminação não é política, ao menos, da forma grega e ocidental, mas pode ser da forma Oriental, à moda fundamentalista: o formato caricatural e fingido para si mesmo de uma ilusão ascética caricatural.
Por exemplo, eles acham perfeitamente cabível, também acho, melhorar o horário de trabalho das pessoas. Pessoas que comparativamente ganham um bom salário e não ‘carregam caixas’. No entanto, não há ambiente cultural no país nessas últimas décadas, para que essas pessoas tenham seus horários reduzidos e saibam o que fazer com isso.
É como o sujeito que ganha um “Iate” e tem medo do mar! Vai ter que negociar o Iate por fora, e isso transforma o princípio original do presente. Talvez um presente de Grego! Então, a primeira grande idéia é arrumar outro emprego! O que vai de encontro à redução de horário. Eles próprios são contra a redução do horário.
Assim, posso comentar sobre o extremo dessa situação insólita – do Estado – fazendo uma comparação com o horário criminoso da Área de Serviços e, não culpo, em absoluto, os empresários. Mais uma vez, eles reagem ao meio e sem ambiente cultura algum que deveria existir no suposto meio culto! Como bem disse um funcionário da Câmara.
Agora, porque uma câmara municipal, não tem o direito de discutir questões importantes para a maioria de população?
E estes, que trabalham na iniciativa privada de 2ª. a 2ª., se tiverem um horário normal, o horário inglês, por exemplo, eles vão sim, se ocupar de outros serviços, por necessidade de ganho e solidariedade a um sistema econômico que precisa de iniciativa de muitas pessoas.
E estes outros serviços (...), se constituem em uma espécie de infraestrutura patrimonial do município, por exemplo, quantas maquinas pequenas de produção de bens de consumo existem no município e quais os tipos delas e para que? Nem isso a sociedade sabe. A sociedade considerada culta não sabe o que é Área de Serviços, que não é Área Industrial e nem agrícola!
Creio que seja função do meio político e empresarial, ao invés de ‘politicagem vulgar ou embalada com papel de presente’, deviam melhorar seu cociente de inteligência, enquanto podem fazer isso, porquanto, o comunismo se distrai com o Foro de s. Paulo e suas revoluções em América Latina, enquanto Trump tem mais o que fazer nos EUA, devido à mesma ação deletéria das últimas décadas com os “demoniocratas”.

terça-feira, 10 de julho de 2018

Bruxaria no Poder!


Notas 100718 0849


Qual o poder ‘mandingueiro’, de um sujeito, que ameaça uma Nação!

 



Por Luiz C.S. Lucasy - FozVox







Quando um submisso da justiça diz que: “vai contar tudo o que sabe” ... isso implica em proteção da polícia (FBI); mudança de nome, e se for o caso sair do país, este é o caso.
Pois não se trata de qualquer adstrito, mas, um, que foi presidente do País, eleito duas vezes; e ainda é tratado, publicitariamente, como presidente por seus acobertados e cúmplices.
Mesmo na atual ocasião, de delação, considerando que, os ‘delatados’, sejam pessoas íntimas do poder e que acreditam poder ‘controlar’ o delator, na condição única, para o momento, em lhe oferecer a possibilidade remota, de um cargo importante, e que, com o passar dos meses, isso parece cada vez mais distante, pressentem uma recaída, e isso coloca em risco a vida, do provável delator.
 Não importa aos possíveis delatados e, se for possível a candidatura do delator, que a eleição para presidente seja uma repetição do ocorrido em 2014, em uma apuração secreta, quando estariam salvos da delação e ainda, poderiam tomar o poder e, acelerar seus planos e vinganças. Esse é o cenário.  
Pois que, se alguém como ele, preso, pode ameaçar o País e os três poderes e ficar impune, pode muito mais, que isso: como bem disse certa vez: "Eles não sabem do que somos capazes". Líder máximo do Foro de s. Paulo; uma organização criminosa, ligada às FARC, o MIR, aos governos comunistas de Cuba, Venezuela, Bolívia, Uruguai; quando um sujeito desse ‘nype’ de ligação ao poder ..., diz que vai contar tudo o que sabe, é assumpção do crime. “É um princípio ou proposição, admitidos em vista das consequências que deles podemos tirar, abstraindo-se a sua verdade ou falsidade intrínsecas” (Aurélio).
E isso tem que ser revelado, tudo deve parar, em termos de eleição e contratação públicas de escalão, até que isso seja resolvido de maneira concisa.
Para não parar o processo eleitoral que ocorrerá daqui alguns meses, é preciso que ele, como delator assumido, porém, ainda não realizado, pois que joga com o País e os três poderes ....
.... Isso por si, já é uma realização do ilícito de chantagem, que supostamente coloca, aos três poderes, em situação de coparticipação nos graves delitos de lesa pátria, especialmente quando tentam libertá-lo a qualquer custo moral, à Nação. 
.... Participação (...), nos delitos ocorridos no período de seus dois governos (8 anos) e, repassado, a mesma ‘agenda’, ao governo de D., sua protegida, também ex-presidente da república e também líder da Democracia Socialista uma facção do PT, junto com a tendência, Articulação de L.
Em que suspire, o poder da chantagem, contra os três poderes, desde o final de seu governo e, indicando a presidente D., quando no 2º mandato aconteceu a primeira apuração secreta da história das democracias ocidentais, com T. empossado em primeiro no STJ, e depois no STE, invulgarmente, acompanhado por L. e toda a mídia subornada por ele e, na apuração contou com mais 23 petistas,  que dispensam apresentações, por cumprir ordens, e cuja pena mínima é tira-los do serviço público para sempre ....
.... O mínimo que se pode pedir a este senhor, para o bem da Nação e, continuidade razoável da vida nacional, é que ele indique um nome a mais, ao menos, para a opção eleitoral, além de Bolsonaro, que já é preconizado e não faz parte das tramas que ele diz poder delatar, então, que ele indique um nome, a título de opção eleitoral, entre os presidenciáveis ou não; considerando que todos, os ‘presidenciáveis’, excetuando Bolsonaro, possam fazer parte do mesmo ‘plano’ de tomada de poder.
Com sua indicação, na forma de delação por exclusão, mesmo que seja artificial, inviabiliza a eleição dos outros, assim como a dele está inviabilizada, o que não o impede de ter o seu nome cogitado para a eleição, assim como não impedirá os outros. Então, que ele indique um nome, que não esteja envolvido no histórico de suas delações ou que não sofra os ‘respingos’, dela, e que possa ser considerado íntegro e por consequência não comunista ....
.... Considerando, que no poder da direção de um País, os agentes do comunismo, colocados no poder pelo viés do Foro de s. Paulo, tenham falado em duas línguas, e isso foi visto com D. e L. em suas interpretações, quando falavam uma ‘língua institucional e outra ao partido ou organização, do Foro de S. Paulo. 
Publicamente, ao povo, nunca fizeram menção do Foro de s. Paulo, e suas reais intenções. Porém, não fizeram menção na mídia, mas o fizeram na prática, com o desvio de dinheiro para construções no estrangeiro (lei de 2007), mesmo, o congresso, sabendo que não receberia o dinheiro gasto nas construções.
Em Foz do Iguaçu, se esbaldaram com obras diretamente ligadas ao Foro de s. Paulo, sob o título de “universidades, Mercosul e, meio ambiente, além do ‘aglomerado de dezenas municípios, sob o pressuposto de ‘meio ambiente’, para facilitar a ‘luta política’.  
Desta forma, o simples fato de o País incorrer no risco de eleger pessoas desse Jaez, já se configura em traição sob traição que corre à revelia da própria justiça. É certo que ele, não reconheça a Nação como Nação, considerando que queira transforma-la em uma “Pátria Grande”. Desta forma, e mesmo a contragosto dele, e certamente o será, a contra-gosto, porque é uma delação sem identificação e aqui está o mérito da justiça Ocidental, possível, até o momento eleitoral.
No entanto, em se persistindo o atual ‘modelo de justiça’, temerosa de impor uma lei mais severa, que seja uma prisão comum, em qualquer presídio, e que o faça ver ao apenado, que ele não é diferente de ninguém, quando imploraria pela libertação e faria o que tem que ser feito e aceitaria de bom grado a perda para sempre dos direitos políticos e seria protegido pelo FBI, se isso não acontecer e ao contrário, ele se sentir à vontade, como está, para fazer política, como Escobar fazia tráfico de drogas e também queria ser presidente da república, mas foi morto ..., o que restará à Nação será arcar, o que já acontece ao nível do desemprego e doenças, com um prejuízo moral, político, econômico na sua história e, do tamanho de um continente.
Portanto o que nos restaria, agora, nisto em que se consubstanciou a justiça capenga, até certo ponto, seriam duas opções: uma gentilmente entendida como “globalista”, à qual, é composta por candidatos favoráveis à “Pátria Grande e genéricos”, e outra, com Bolsonaro e Heleno. Em ganhando alguém na somatória dos 16 presidenciáveis, 16 se transformarão em 1, com os 16. Isso aconteceu na cidade de Foz do Iguaçu, quando 16 agremiações partidárias do mesmo estofo, se uniram contra um partido, mas, o problema veio depois, na divisão dos espólios municipais. E até hoje, a cidade continua inexistindo para o povo.