quarta-feira, 15 de julho de 2026

Ao Povo, isso Não Faz nem Cocegas...

 

Ao Povo, isso Não Faz nem Cocegas...

       Não sabia da existência desse partido...

... Partido Missão surgiu a partir do Movimento Brasil Livre (MBL), fundado em 2014 por Kim Kataguiri, Renan Santos, Rubinho Nunes e outros ativistas, inicialmente voltado para mobilizações em defesa da Operação Lava Jato e contra o governo Dilma Rousseff. Foi oficialmente registrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em quatro de novembro de 2025, tornando-se a 30ª legenda apta a disputar eleições no Brasil.

Edh Queiroz é Diretor de Jornalismo da Empresa Grupo Mundial de Comunicação. O Grupo Mundial de Comunicação é uma organização que opera na área de comunicação e mídia no Brasil. Ele inclui várias estações de rádio, como a Rádio Mundial e a Rádio Viola, e oferece serviços de comunicação e publicidade. Seu post, de Edh no Face Book diz:

A Verdade sem filtro

Enquanto o PARTIDO MISSÃO fala do Ex-assessor do Presidente, Eu falo da Ex-presidiária Anice e da farsa que é o Vereador Sidnei (não) Prestes.

Aguardem as novidades – Nesta Quarta-feira (15)

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Comentário Por LCS937 (Luiz C. Silva)

       Com relação à Anice ela esteve envolvida na Operação Pecúlio na gestão do ex-prefeito Reni Pereira (atualmente, Auditor Fiscal na Receita Estadual do Paraná). A operação resultou em condenações para cerca [...] de 40 pessoas. O principal – Reni – está bem empregado, o que significa que toda a operação, foi apenas uma operação, operação como o médico opera e infelizmente o paciente morre, pela própria condição de saúde.

       Com Relação a Sidnei, Edh, referindo-se a projetos apresentados ele diz: “Quantidade nunca foi sinônimo de resultado. E quando até a quantidade despenca, o discurso começa a perder força”.

... Isso – de quantidade - me fez lembrar a Câmara Itinerante (invenção do PT) quando os vereadores – da época – reuniram 1.700 pedidos, do tipo “Capela para velar mortos, pinguela etc.”... e, fizeram uma espécie de solenidade para entrar com os pedidos à P.M.D. (atualmente candidato a deputado Estadual), A resposta de P. foi tão singela quanto à solenidade improvisada e P. olhando para todos os vereadores disse: “Não tem dinheiro!”. Acabou a solenidade.  

       Em Abril deste ano 26 houve uma reunião igualmente singela em que a sociedade civil, empresários, vereadores e Conselho de Desenvolvimento se reuniram para formularem uma união de 18 municípios do Extremo Oeste do Paraná, com o objetivo de elegerem deputados desta REGIÃO. Considerando, exclusivamente, o que o candidato ELEITO, possa TRAZER de recursos para esses Municípios. Então, se trata de GRANA, PICHULÉ, mas, para onde vai isso, de verdade? Acaso não teria o mesmo destino que teve os recursos pagos por Itaipu?

... E na mesma página de jornal GDia de Foz, trazia um artigo dizendo sobre acidentes de trabalho  (número muito alto de acidentes) em um frigorífico, daqueles em que “o porco” é pendurado em uma espécie de Teleférico e que é muito barulhento etc. Obviamente, se fez Termos de Ajuste de Conduta.

... Outra matéria dizia sobre um tipo de ESCOLA que estava sendo inaugurada para ENSINAR camareiros, cozinheiros e atendentes... Digamos, tipo Senac (do comércio).

       O que busco dizer é que, NADA DISSO, a meu ver tem PROSPERIDADE AO POVO. O leitor pode dizer como já disse em outras épocas e a propósito, que é o mesmo... Que, “Povo somos todos nós”... é verdade! Porém, como Cientista de temas humanos, não sou povo nem sou Cientista e, me abomina a ideia de manipulação  mental e cerebral, coisa que o celular e os meios de comunicação fazem muito bem.

... Aliás, em termos de psicologia de vendas, especialmente de cursos [...] na internet, a impressão que os senhores passam é a mesma, que uma pessoa obesa mórbida passa com a “fome canina”. Isso é amadorismo psicológico. Não sei como, mas é preciso – também – “Dar para receber”. Ou não? Alguns já entenderam isso, quando a “sua comunicação” não surte os efeitos desejados. E o termo: “é de graça, a inscrição”, igualmente está defasado.

... E, o que significa isso de fato? Trocando em miúdos, quando você (Sistema de Governo) investe em “obras estruturantes”, viadutos, estradas etc.  Raramente, o povo a que me refiro, vai usar isso. Talvez até se beneficie com isso em um eventual passeio quando sai de casa para o trabalho assalariado. O “assalariado é uma das marcas do povo”.

... Aqui cabe uma observação muito difundida do que é o povo de verdade e o povo que não quer ser povo sob o título de “Classe Média” e os tantos título inventados pelas redes de educação. Mais ou menos, como a situação do sujeito que não é ninguém para a sociedade e de repente, não mais que de repente é eleito e se torna político e entra no “mundo das articulações” cuja origem das “articulações econômicas e políticas” alcançam PATAMARES INTERNACIONAIS. Com por exemplo, as afirmações do Fórum Econômico Mundial de que “você não terá nada, mas será feliz” ou a afirmação categórica do “Presidente Chinês” de que: “casa é para se morar e não para se especular com aluguéis”.

... Agora, lhe pergunto, como? um sujeito que parte de “tão pouco” em termos de conhecimento e se torna agente político de uma cidade – cidade, de forma particular – com população descontrolada, itinerante, migrante, cigana, vai reagir a isso... A esses projetos futuros, que seja “o fim do carro a combustão”, o “fim do papel moeda”, além da determinação, igualmente internacional, do que significa a América do Sul para o restante do mundo?

... Claro que o sujeito não estaria candidato a nada se não houvesse uma ORGANIZAÇÃO, e não são as organizações, os TENTÁCULOS de todos os grandes movimentos econômicos e políticos e que também, decidiram e decidem sobre os Auxílios, Bolsas e eventualmente o Salário Universal?  

... Neste ponto, de alterações dramáticas, inclusive no modo de ver a infeliz “Propriedade”, nunca compreendida e sempre usada na forma de ESPÓLIOS, por blocos oligarcas e Guerras [...], neste ponto inclusive, convém lembrar, todo o Movimento Cultural (Climático) de desmanche de uma FORMALIDADE na economia e na política e criado pela própria Ciência Política e Comunicação de Massa, que não veio para DAR A FORMA QUE DEVERIA DAR que seja de prosperidade e segurança ao povo na FORMA do povo: uma “charrete” não serve em uma avenida, mas serve a pequenas comunidades, como existem aos montes no Brasil” e que, as escondem em nome de um futuro tecnológico, armamentista de uma “classe de pessoas que acreditam que o mundo e as pessoas devam lhes servir aos moldes Darwin (só os melhores sobrevivem), fundados nas teorias de Malthus (a população cresce mais que a produção de alimentos etc.)”. Que a classe média viva em paz, mas, deixe viver o povo que é a maioria e só assim a sociedade terá sentido.

... Sentido que não precisaria ser distorcido, como são distorcidas as propostas de classe social, dos políticos tomados por Organizações, que são uma espécie de “pulseira eletrônica no cérebro”, onde a pessoa só pode pensar em conjunto com outras pessoas e adequar o seu pensamento que não é pensado, ao pensamento não pensado de todos.

... Quando vemos informações do tipo a IA vai acabar com empregos e gerar outros... ou, o sujeito que vende uma máquina que dispensa mão de obra... ou mesmo, um ônibus que dispensa cobrador... ou, bancos com caixas eletrônicos...

... São indicativos de que o povo está sendo excluído (sem ser excluído, mas usado) desse modelo de sociedade e de certa forma, toda a “Mudança Cultural, Climática Mundialista” amplamente divulgado tem exatamente esse foco de separação e isso só pode ocorrer mediante um autoritarismo, mas não um autoritarismo visível, mas igualmente execrável quando se impede que povo possa desenvolver-se e ai sim, mediante projetos de governo (plantas de produção, assim como a invenção de Brasília) se governo houvesse à favor – a favor não por favor, mas por lógica, da maioria da população, não por pena ou amor, mas por lógica de sobrevivência não do povo, mas da humanidade.

... Humanidade não no sentido religioso que é pegajoso e falho e que apenas reverbera o que poderia ser bom, mas se fia em um louco apocalipse, quando joga tudo o que diz em uma lata de lixo.

domingo, 12 de julho de 2026

Leis para INIBIR e NÃO Produzir...

 Sobre Máquinas Úteis de Reciclagem de Materiais.

Uma cidade do Paraguai tem uma máquina de triturar ferro. A máquina esta encostada. Digamos que chegue um caminhão de ferro para triturar é um trabalho e tanto e gasto de energia e desgaste da máquina. V. tritura o material e o preço do quilo do ferro continua sendo o mesmo, se não for agregado valor, com fundição e até moldes, a coisa trava. E para acontecer isso e preciso poder político com vistas ao enriquecimento da cidade, do Estado. O caso Noruega que se usou do petróleo para criar um capital fabuloso para dar estabilidade a cinco milhões de pessoas é o que faria sentido na questão da reciclagem industrial. Entretanto, em Foz do Iguaçu, um Prefeito o senhor Daijó (descendência japonesa) negociou uma indústria de reciclagem industrial com a Suécia. A empresa trabalharia 10 anos para si mesmos e depois a indústria seria entregue à cidade. Daijó foi atacado com denúncias e outros absurdos. Outro caso, em Foz, é sobre eletrônicos. Os galpões de eletrônicos tiveram o apoio discreto de uma Estatal, logo, algo entre amigos e mesmo assim, o que acontece é o ENTULHO de eletrônicos que serão entregues a alguma empresa, que não se imagina qual seja, que irá agregar valores a isso. Em outro caso, lotaram um caminhão com COBRE, avaliado em 500 mil reais, o caminhão foi misteriosamente ROUBADO. Tiraram a carga e deixaram o caminhão e ninguém viu nada!

Estou dizendo isso para os senhores entenderem o grau de dificuldade em se trabalhar com lógica e rendimento do ponto de vista da cidade. Sei exatamente o que se pode fazer com qualquer “lixo”, entretanto, a primeira BARREIRA é o MEIO AMBIENTE, que impede qualquer iniciativa, inclusive dos cuidados com os Rios nas cidades e, os Aterros! Obviamente há um jogo político, tal qual o jogo das “Terras Raras”. A solução para isso está na iniciativa popular mais governo e a iniciativa privada, no sentido de emancipação econômica de determinado grupo de população e no sentido universalizante, que outros de outras cidades e ou regiões passam fazê-lo. Abs.  

 


... De quando, a PUNIÇÃO é um PRÊMIO!

 

O Estado de Direito de origem britânica, teria induzido ao aparecimento de um “Supremo no lugar de justiça?”.

       As concubinas do imperador no império chinês lutavam entre si, na disputa do primeiro filho do imperador e pelo título imperatriz. A crueldade não tinha limites. Entretanto, quando era descoberta a trama a pena era o isolamento em um dos palácios até o fim de sua vida. No caso dos ministros e dependendo da gravidade do crime, no caso de lesa pátria aplicavam a pena de morte que afetava de duas a três gerações da família. Curiosamente as concubinas eram “filhas” de ministros, como também, eram filhas de governadores de províncias.  Nos dias atuais, os que eram considerados plebeus continuam sendo plebeus e vivem nos campos produzindo alimentos o que não é diferente do velho império. O império, desta feita, se apresenta como um TECNATO na ciência, na estrutura bélica, nas construções de arranha-céus, ferrovias e um discreto domínio econômico mundial na economia, não se importando com os governos e sua ideologia ou tirania.  

       No Brasil, nunca houve uma política sóbria para o CAMPO. De outra forma, grandes monopólios e latifúndios (sem pátria) expulsaram as pessoas de suas terras simplesmente sabotando suas produções e iniciativas e EMPURRANDO-AS, as populações do campo, para as “Cidades”. E isso acontece como uma ESTRATÉGIA, em uma primeira fase, com a LEGALIZAÇÃO do trabalho, no período dos Estados Fortes, por conta da grande Guerra do início século XX.  A Legislação Trabalhista era um “órgão” estranho ao velho coronelismo das terras que escondia ouro no subsolo de suas mansões. Eles, os coronéis de fazenda, os latifundiários, seus filhos que eram enviados ao estrangeiro para estudar, acreditavam ou entendam que “o boteco da cachaça e de reuniões políticas e as escolas para ensinar a ler e escrever e também o privilégio do trabalho eram mais que o suficiente para o povo”.

... A legislação trabalhista, de fato e neste caso do “coronelismo” e, NO CAMPO, servia mais aos interesses de controle e arrecadação do governo e não da realidade do povo e um modelo específico de escravidão e dependência ao “emprego”.

... Em uma segunda fase, após a Grande Guerra, quando acontece a industrialização em Capitais do Sudeste e Sul, acontece a maior EMIGRAÇÃO destas mesmas pessoas e famílias oriundas do Campo. O maior êxodo vai ser da região Nordeste aonde acontecerá campanhas incentivando pessoas a irem para São Paulo...  Livrando o Nordeste de um suposto “peso morto populacional”, enquanto se criava uma “nova geografia do latifúndio”. Acredita-se que as regiões da seca do Nordeste tenham pedras preciosas. Ora, todos conhecem a verdadeira história da criação do Estado Árabe e o Petróleo.

        Logo, a cumplicidade das classes dominantes – uma cumplicidade histórica de dominação e governo que entende o povo como massa, com a qual faz o que bem entende, por exemplo, lhe tirando a razão em troca da arrogância em pensar saber o que não sabe – jamais será respondida ou interpelada pela LEI que eles próprios gerenciam ao “seu prazer e benefício” e ela a Lei, só aparece na sua forma estúpida, quando os próprios dominantes, se rivalizam assim como acontecia e não acontece mais, no velho Império Chinês.

Abs.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Empresas, tanto comerciais como industriais...

 

Empresas, tanto comerciais como industriais...

Lucro Mínimo que garanta o seu funcionamento para viabilizar – inclusive – a iniciativa privada.

(Requião ex-governador do PR).

Comentário (por LCS937) (Luiz Carlos Silva)

       O tema é sobre empresas que foram privatizadas em Alemanha, França e Inglaterra – empresas estratégicas, essenciais: água, luz, esgoto etc. e quê, não deram certo (s) e, novamente foram estatizadas.

... A questão é porque foram privatizadas?  Não seria porque o Estado não tem como COBRAR IMPOSTOS de si mesmo? Obviamente todo imposto “pago” pelo Estado ao Estado como PRODUTOR é uma formalidade para o Estado, mas, justifica o imposto pago pela pessoa com um discreto acréscimo, pois que paga o imposto indireto do próprio Estado, o qual, com a privatização, o curso do pagamento do imposto sobre produção é diferenciado, o que vai de encontro ao “Lucro Mínimo”.

... Porque a Empresa Privada desistiu da privatização? No caso de Europa: Alemanha, França e Inglaterra? Não seria por causa do fenômeno DEMOGRÁFICO das IMIGRAÇÕES?

... E as IMIGRAÇÕES não foram perfeitamente programadas no tempo? E quem pode fazer isso é o Estado. Sim! O Estado a quem foi incumbido os serviços essenciais e estratégicos.

Com relação à DEMOGRAFIA (E, os candidatos a deputado...).

       O Caso da Saúde em uma Cidade de Fronteira do Paraná é um caso insolúvel da forma como é dito pelos políticos locais.

... Mas, os políticos, sempre encontram formas melosas de se dizer isso, de tratar desse assunto, mesmo com uma fila de milhares de pessoas “esperando operações”.

... A saída para o problema – acreditam os interessados e não os pacientes – é a abertura de novos hospitais, seja universitário, seja regional, o fato é que, querem que o governo, tanto o Estadual como o Federal,

... invistam em saúde – deste município, de quase seis mil municípios – devido à situação que eles próprios – do governo e autarquias – criaram – governo Estadual, Federal – pelo viés da Usina e Municipal  pelo viés da Rede Hoteleira e autarquias.

... E isso se desenvolve, desde o volume de pessoas que vieram com a construção da Usina Hidrelétrica (Binacional), mais tarde, o Mercado da China no Paraguai para o Brasil; o programa Mais Médico (momento dos médicos Cubanos) que fechou um grande hospital de três andares e, a Integração Latino Americana, não do ponto de vista de negócios internacionais, mas também. Mas, do ponto de vista SOCIAL e CULTURAL.

... “Olhando de cima”, a cidade em si, É uma ESTATAL que atua junto com o PRIVADO, onde não é necessário nem Estatizar e nem Privatizar e ambos USAM do VOLUME POPULACIONAL absolutamente DESCONTROLADO, “tantos brasileiros trabalham no Paraguai como tantos paraguaios trabalham no Brasil e quase uma centena de etnias que atuam na fronteira em diversos negócios e, nas instituições públicas”.

... E isso, essa desordenação de uma suposta ordem econômica gera consequências que não são exatamente favoráveis ao Estado, mas certamente o são aos agentes. Os privilégios, além do próprio emprego... alcançam perigosos patamares de autoritarismo, um autoritarismo que é compartilhado ou é fruto de uma divisão social dilacerante que se vê não só nas “filas de operações”, mas também nos crimes diários que os meios de comunicação relatam enquanto, preparam seus futuros candidatos, para aumentarem o seu poder enquanto Rede, Consórcio políticos etc.

... Quer dizer... mesmo em crise política/econômica, alto índice de imigração e emigração, a preocupação das elites políticas e econômicas é a eleição, pela eleição, ou poder pelo poder, porque ninguém ousa tocar na ferida e agir como governo.

... Nem que fosse como fez o sujeito  do tecnato das Américas em El Salvador. Coisa que o Paraguai vem fazendo, quando convida empresários brasileiros para o seu lado e lhes oferece vantagens que sabe que o Brasil não pode oferecer, devido ao resultado de quase três décadas de um governo mais fiel ao Fórum Mundial, do que ao próprio país.

 

Teria mais a dizer, que fique o dito pelo não dito. 
Abs.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Eleições de 2026

 

Eleições de 2026 – Presidente do País e Governadores dos Estados. Claro, de lado... As Oligarquias!

       Você cidadão DE FORA do Estado, que não tem ligações com o Estado, seja municipal, estadual e federal e que sua relação com o Estado é de PAGAR impostos...

... quando você vai comprar um Remédio de uso contínuo e o farmacêutico diz que o preço é de 210 reais para dois meses, sendo uma capsula por dia e você acha caro. Então, o sujeito diz que o remédio custou para ele 140 reais e você imagina que 30% sobre 140 – que a porcentagem usual ou, era – custaria 182 reais e não 210... e não há desconto.

... Aí é possível imaginar que, o que vem acontecendo na economia está além de inflação ou crise inflacionária.

... Como por exemplo, uma cidade criar dezenas de loteamentos, com ENTRADAS e um PARCELAMENTO de muitos anos que, são PROIBITIVOS para quem não tem as vantagens de ser empregado do Estado, não só pelo salário acima de sete mil, como benefícios, AUXÍLIOS e garantia de emprego. E essa situação também está além do sentido absurdo da inflação.

       Pois bem, sendo assim e muito pior – quando entramos na seara da corrupção e crimes – qual deveria ser o critério para a escolha de governadores e presidente?

... O que eles vêm mostrando em suas campanhas? Através das figuras menores como deputados estaduais ou federais?  Evidente é que, nenhum deputado quer se comprometer antecipadamente, com Governo ou Presidente. Isso já é um alerta, inclusive quando buscam não identificar os partidos! Logo, eles, os candidatos, mantêm o semblante de quem não precisa de nada, mas, está ali para AJUDAR na reconstrução do país. E NUNCA dizem como fariam isso e acreditam que o PARTIDO saiba. E o partido sabe no papel, porque o papel aceita tudo e pode ser modificado! E o eleitor se obriga como única opção, acreditar na “boa intenção e carisma do candidato”, afinal ele ou ela, não precisam ser uma Cicciolina da política italiana, mas ajuda. 

       Os “meios de comunicação” de uma forma geral apoiam candidatos pelo quê, eles não se comprometem porque estariam errados si, se comprometessem com algo que já é determinado pelos ENCONTROS internacionais na ONU, na OMS, no Fórum E. Mundial e, os Bancos.

... A dívida brasileira é imensa, para os 27 Estados. Só de juros anuais o valor é assombroso: Um Trilhão de Reais. Pergunto-me e creio que algum candidato a governo ou presidente, deveria falar a respeito, por exemplo, de onde foi METIDO, o VALOR PRINCIPAL, cerca de 10 trilhões.

... Nestes dias passados foi dito que a dívida de inadimplentes do Estado do Paraná chega a novecentos e tantos milhões. Não chega a um Bilhão. E mesmo se a inadimplência chegasse a um bilhão para cada Estado, daria 27 bilhões, MUITO LONGE de UM TRILHÃO.

... Creio eu, que seja impossível de o Estado, incluindo saúde, educação, previdência – a empresa: Estado, incluindo os Exércitos, polícias, presídios, bolsas e auxílios - consiga consumir com 10 trilhões de reais, sem que isso seja visível “a olho nu”, como são visível os juros pagos anualmente e que não abate a dívida.

       Mas esse ainda não é o problema, o problema é que o resultado do endividamento é nulo! Ao contrário de industrialização vivemos “na batida” da desindustrialização e pior, a miúde, empresas saem do país. Isso quer dizer que, nenhuma parte do TRILHÃO serviu ao propósito de industrialização.

... Ao contrário do AGRONEGÓCIO, do GRANDE Agronegócio que mantém o seu ritmo de exportação e que deve ter recebido parte do TRILHÃO na forma de empréstimos com juros baixos.

... Curiosamente, o Grande Agro, ele não investe em terras, porque já as tem em grande quantidade, mas investem em máquinas, transporte e sementes e – proporcionalmente - pouco em Mão de Obra e salário. O que me faz crer que o Grande Agro trabalha para si e com recursos do País.

... Sua relação com o País é o pagamento de impostos. Enquanto uns extraem minérios do país, outros usam as terras do país para plantar e indenizar o País. Mais ou menos como um arrendamento de terras. E isso não tem relação alguma como o povo. Tanto que, o povo do campo foi DESLOCADO para as cidades, para dar espaços ao Agro (?)... que ocupa apenas 8% do território nacional? Ora há “gato na linha”. 

       Não seria o momento oportuno – a eleição – para “dar atenção” e COBRAR ao candidato, especialmente aos governadores e presidente, que sugerissem que cada um dos cinco mil ou seis mil municípios, dentre eles, aqueles com população abaixo de 20 mil pessoas, QUE desenvolvessem formas produtivas de acordo com a sua geografia e ambiente natural? Ora, não é o momento dos exércitos sem guerra travarem uma luta com uma boa realidade na emancipação produtiva das cidades? 

... Desta forma, buscando pessoas de Estados com superpopulação e lhes oferecendo emprego, casa, segurança e estabilidade? Cada cidade pequena de cada Estado poderia fazer isso pelo Estado. E DISSIPAR de vez, o danoso efeito das concentrações, emigrações e imigrações e mesmo INTEGRAÇÃO de países com objetivos políticos e estranhos aos modos de produção e trabalho. Talvez? mesmo, porque não haja produção e trabalho, mas sim, a busca de ilusões e utopias tolas de “um mundo sem fronteiras” quando o mundo vem sendo decidido por poderosos blocos econômicos, criados no século XX como consequência da Grande Guerra, contra o racionalismo civilizacional do século anterior. 

... Quais as impossibilidades, de 100 cidades pequenas e produtivas, na mesma rota, em se ligar através de FERROVIAS e ESTAÇÕES, para intercâmbio de mercadorias? E passeios do povo?

terça-feira, 7 de julho de 2026

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

 

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

       É uma pergunta aos Oligarcas e Doutores. Muito me surpreende quando vejo boas empresas brasileiras indo embora para o Paraguai (meias Lupo etc.), como já foram para Miami (Zebu, botas) etc.

... Mais me surpreende o fato de o Brasil apostar em uma Integração Latino Americana, quando sequer os 27 estados/quase país, não estão integrados e menos ainda, estão integrados, os municípios desses Estados, que variam de 300 a 800 municípios por Estado.

       Ora não seria surpreendente de forma positiva se um município de qualquer Estado e todos os outros municípios da mesma espécie – já que é um país federativo – com população pequena de 20 mil abaixo, pudesse “solicitar mão de obra do mesmo Estado ou, de outros Estados”, devido a um investimento que fosse frigorífico e receber essa mão de obra, não só com o emprego estável economicamente, quando se trata de alimento, água, esgoto, eletricidade, transporte etc. e, lhes fornecesse casa para moradia na cidade?

... No entanto, isso nem é pensado. E muito menos é pensado até onde um município pode gerenciar uma demografia e geografia que é quando entra o papel o Oligarca e seus domínios etc. Considere o PRINCÍPIO da propriedade privada. Afinal, “seu município suporta de forma segura, quantos habitantes e empresas?”. Qual a vocação produtiva de seu município entre outras formas de produção?

... Em um Estado Chinês a produção de Seda, ocupava 200 mil criadores. Que retiravam o alimento do “bicho da seda” das Amoreiras de uma região próxima. Até que SABOTARAM e envenenaram as folhas da Amoreira, o que levou à morte do Bicho da Seda.

... Bem isso é muito antigo e faz parte da “Arte da Guerra” neste caso de um Estado contra outro. Será que não vivemos essa situação no Brasil. É só uma pergunta.

 ... Porque o que temos visto é uma concentração populacional como criação de gado ou engorda de porcos para depois, digamos, frita-los. Como foi o caso de El Salvador.

       Mas enquanto nada de substancial acontece, continuamos com festas e feiras para angariar fundos e vender coisas para movimentar uma máquina que pelo princípio básico de funcionamento é excludente às parcelas maiores da população.

Abs.       

Nós Não Devemos ter Computadores Contando Votos, NUNCA!

 

Nós Não Devemos ter Computadores Contando Votos, NUNCA! É fácil hackear um computador. A pessoa deve votar no papel com a identidade. É só! Elon Musk.

       Desde o título, quando usa o advérbio de negação: NUNCA, deixa EVIDENTE o que, qualquer pessoa que conheça “um pouco” de eletrônica já sabe: “que eletrônica é uma ciência infalível, SI, usada com honestidade e para fins de utilidade pública, o que seriam as máquinas para medicina, para empresas, referente à produção, contabilidade, estoques, comunicação. Na matemática, na física, na química, na biologia, até para “dirigir automóveis”... mas, NUNCA, para contar votos”.
... É muito óbvio.

       Agora, por quê? que apesar de ser tão óbvio o uso indevido da eletrônica “na contagem de votos”, o sistema é defendido por grande parte do Estado Nacional?

... Houve vários casos, em que funcionários públicos foram “usados” para jogos políticos, digamos, entre os políticos da Capital com o Interior do Estado. E que, o jogo não foi bem sucedido, da parte do funcionário. Imediatamente retorna à Capital assume um cargo e sua esposa se torna deputada. Isso acontece já no período “eletrônico”.

... Porém, há casos – de jogos políticos – em que a pessoa jamais passou pelo crivo eleitoral e assumiu grandes cargos em Estatais por direcionamento de acordo entre partidos.

... Outro modelo de caso – já com o sistema eletrônico – é aquele que você acompanha de perto a eleição de um vereador e junto com o candidato a vereador – no local de votação e na sala, de onde sai a lista de votos no final – você vota e voto desaparece. E isso só pode acontecer – com uma ação prévia de nulidade do candidato. Talvez porque seja insignificante e o voto “cai em outra conta”.

... Faço lembrar que, quando do primeiro uso da URNA Eletr., já houve uma “seleção de escolha” de pessoas que seriam “ligadas” ao sistema.  Não faço ideia de quantos partidos em quantas cidades e, volume de eleitores, ou seja, quais cidades seriam escolhidas que tiveram o mesmo procedimento de escolha de pessoas para manipularem a máquina desde o “zeresimo ao fim da eleição com as listas e a localização do Software”.

       O fato é que a “ansiedade” da urna eletrônica tem uma origem – de meio de caminho da origem que retrocede até as imigrações acertadas e a distribuição de terrenos, portanto, a origem tem mais estórias, mas, fiquemos por aqui.

...Uma delas (origem, fundamento) é “corrida pelo emprego no Estado”, onde o sujeito entra – com o pretexto de concurso – mesmo em cidades com 10 mil habitantes e só sai do “emprego” aposentado.

... Outra, que se refere ao voto e não concurso é que o sujeito entra para a política e não sai mais. Mas isso não é decisão sua é do PARTIDO. Se o sujeito foi eleito uma vez e não consegue a reeleição e é simpático ao PARTIDO, logo é colocado em cargos desde o município, Estado e Federação.

       Os precedentes que geraram a Urna Eletrônica e o porquê de sua defesa intransigente vêm desde a distribuição de terras, pelo menos desde a implantação da República; a imigração, empregos especiais corporativos e a corporação dos Partidos que recebem verbas altíssimas de dois em dois anos a título de eleição.

... Digamos com outras palavras, você que precisa alugar uma lojinha, um quarto, uma casa, seja lá o que for... é obrigado, porém opcional, a  pagar o imposto  do locador! à parte do aluguel . Suponha que sujeito tenha 400 imóveis, isso daria (arredondando) 400 mil de IPTU por ano. Entretanto, quanto receberia de aluguel de quatrocentos imóveis por ano? Digamos 20 mil por ano vezes 400 imóveis... Claro que, a partir de determinado valor do aluguel o governo cobra um imposto sobre o aluguel/mensal. Mas o inquilino não pode arcar com as disputas econômicas e até “espólios”, entre o “mundo imobiliário e o governo”.

... E isso, ainda sem falar das relações trabalhistas no Estado e, no setor Privado, com relação ao Trabalhador e não ao empresário, que é absurdamente instável e aventureira no setor privado, por conta e na contramão dos privilégios corporativos, que obviamente só se sustentam através de artimanhas, como é a situação do voto.

Abs.

segunda-feira, 6 de julho de 2026

A Família é como o Cristão Que é Colocado em uma Arena para Enfrentar Leões...

 

A Família é como o Cristão Que é Colocado em uma Arena para Enfrentar Leões... Isso, do ponto de vista das famílias pobres.

A emigração no período da industrialização – destruiu famílias. A própria industrialização no pós Grande Guerra do século XX, segundo o que foi dito nos “livros de história”, ela foi pedida (a industrialização) pelo “governo brasileiro” o que vai acontecer com Juscelino Kubitschek – um senhor cigano – que surgiu do quase além e criou Brasília. O acerto da industrialização era que, ela trabalharia no modelo de Linha de Produção por 20 anos. A linha de produção empregava muita gente. Nos últimos anos de “linha de montagem”, a Philco ou Phillips, ou as duas, trocaram os homens pelas mulheres – na linha de produção. Obviamente, não só para reduzir o salário quando o sujeito entra na empresa ganhando 100 e depois de 10 anos esta ganhando 1000 com promoções etc. Logo, tiraram esse sujeito e o trocaram pelas suas “esposas” - esse era o comentário – e elas ganhariam 500.

Você genérico tem duas situações que independem da pessoa, da família, a primeira é a emigração (ou imigração por outros motivos, mas também, motivos econômicos e, de guerras) e a segunda, no caso particular da Philco e Phillips a TROCA de homens por mulheres na linha de montagem – QUE ERA TEMPORÁRIO. Logo, partiriam para China e tanto o homem como a mulher ficariam desempregados. E devido à desindustrialização, não encontrariam mais empregos. Se haviam destruído famílias no princípio da Emigração, as famílias que por ventura tivessem sobrevivido, seriam destruídas com a desindustrialização.

Outra questão, a que família se refere. As famílias de pessoas ligadas ao Estado, com emprego garantido, mesmo elas tem os seus problemas. Um sujeito diretor de hospital – empregado do Estado – temente a Deus – talvez, com receio que, se morresse iria para o inferno – e muito familiar constituiu quatro famílias distintas e não ficou com nenhuma. Já o pobre, quando perde a família nunca mais constitui outra. A variação é enorme.

A Rede Globo é apenas um dos tentáculos do SISTEMA, por exemplo, que cria Teses como essa... “o que você pensa disso”. “E com isso, busca a antítese: ‘é um lixo etc.”, logo a globo cria a própria Síntese. E creio que a família da Rede Globo – dos Marinhos – vá muito bem, assim como as famílias das Dinastias dos Bancos, dos Remédios, a família de Lula etc.

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Ao Requião

Ou, do deputado Vermelho com a Estrada do Colono (Ciclista). O curioso disso, tanto do pedágio como da Estr. do Colono é que isso seria de interesse popular. O pedágio encarece a mercadoria, o alimento que vai para as cidades, a Estr. do C. liga cidades que vão interagir entre si com facilidade. Agora, quem impede que isso aconteça, são os interesses mesclados do Estado e do Privado, que na verdade é um só. É como se criar um imposto como o IPTU - para qualquer e toda propriedade - entretanto, os grupos, as redes, as oligarquias, que possuem centenas de imóveis, porque estavam "no lugar certo e na hora certa", fazem com que o imposto seja pago pelo inquilino, o que rigorosamente não tem nada a ver com o aluguel. E quem mudaria isso? Recentemente, um deputado respondeu isso, quando pedia o FIM do IPTU. E o sujeito que tem mais de 100 imóveis sairia beneficiado, entretanto, isso não interessa a ele, o proprietário de 100 imóveis, porque esse dinheiro de IPTU pago pelo inquilino AMORTECE, o que seria pago pelo imposto do Aluguel. De fato é um movimento ESCROQUE. A Racionalidade é inaceitável e, é quando se utilizam da Lei de forma perversa e oportuna, com essas situações irresolvíveis. Abs.

À Maçonaria

Mas, a maçonaria não mede as "sociedades", segundo o próprio compasso? De que forma a maçonaria concebe, percebe ou entende que, as diferenças trabalhistas no Estado e no setor Privado sejam abusivas e contra a Nação? Considerando que, Estado e Privado (grande) são uma e a mesma coisa? Afinal, a poesia filosófica não será subsumida pela IA? Comprovando a sua inutilidade desde Platão e a impossibilidade de um Estado justo ou, desde a lógica de Aristóteles e a racionalidade má intencionada? Como seriam cientistas contratados para serviços escusos etc. Abs.


domingo, 5 de julho de 2026

Quais as Bases Fundadas da Cooperação produtiva?

 

Quais as Bases Fundadas da Cooperação produtiva? A ausência de regras justas e até “impossíveis” do Mercado? Exemplo, quando se “queima café, quando se joga leite na vala” e Et Cetera?

       Nas grandes guerras, sempre houve a cooperação das indústrias para produzir armas e utensílios úteis.

... O Salário Universal proposto pelo Fórum E. Mundial é uma cooperação? Afinal, os Estudantes da USP devem ganhar um salário mínimo para estudar? A sociedade vai cooperar espontaneamente como faz com o dízimo?

      O que eu sei de Cooperativas é que juntam cooptam os produtores de grãos (carne, café, soja, milho, cana de açúcar, tabaco, galinhas, porcos etc.) garantindo a eles que sua produção – individual de suas propriedades – tenha um curso, um destino certo que obviamente terá que ser a cooperativa/Mercado.

... Diria que o Sistema de cooperativa é um modelo de Sindico de Condomínio, neste caso produtivo e não de custos de manutenção, o que não quer dizer que também não haja custo de manutenção e, um giro fabuloso de recursos.

... O que já é um certo indicativo de FEUDO de controle produtivo, que aliás é o mesmo destino da “moeda” digital, sendo direcionada ao Oriente Médio ou, Dubai etc.

... No caso da produção de óleo, que é um “carro chefe” das cooperativas, há certo descuidado na produção do óleo que, quimicamente, não é exatamente bom para o consumo e, no entanto é vendido como é vendido o tabaco ou, folha de fumo de má qualidade para as mesmas Tabacaleiras no Paraguai. Parece-me que Cuba que produz o melhor tabaco não conseguiu acessar a cooperação das Tabacaleiras ou, não consegue produzir o suficiente ou ainda, o que é produzido e é bom, vai para os países ricos. A multinacional Souza Cruz, por um tempo curto, lançou o cigarro Hollywood MARRON com tabaco cubano, foi um sucesso, mas, não seria bom para os negócios, pela simples preferência do comprador.

       A Rede de Educação Pitágoras reúne mais de mil escolas e tem participação proporcional em cada mensalidade paga pelo estudante que passam dos milhões. E assim todas as outras redes.

       A Blackstone – que elegeu Trump e que se usa da Blackrock também é um sistema cooperativo, aonde os locadores de imóveis cooperam e são mais de 300 mil imóveis. Atualmente, compram Portos em outros países. E aguardam o momento oportuno para negócios mais ousados a partir da virtualidade do dinheiro e isso desde a cooperação de setores financeiros como Dubai e outros.

       Enfim, todos cooperam. Imagine se os partidos políticos não cooperassem por blocos? Como se poderia ou, como se teria forma de explicar não explicando coisa alguma sobre a Emigração do período industrial, a Imigração (excluindo Japão, Itália e Alemanha – que foi acertado). Ainda, Como se explicaria [...] a expulsão do POVO DO CAMPO para as Cidades? Ou como se engoliria nacionalmente e mundialmente a questão do Crime Organizado?

       A Máfia é uma organização de cooperação, seu maior delito, visível ao público, foi vender bebidas alcoólicas sem imposto. Ora, o que acontece nas fronteiras não é algo semelhante? A meia nota e coisas do tipo, não são um recurso para fugir aos impostos que são proibitivos à produção? Comprar um trator com 35% de impostos é proibitivo, entretanto, se a compra é feita através de cooperativas e com o dinheiro dos cooperados é possível nem perceber isso.

       Você quer mais cooperação que o próprio Vaticano? E aí, acontece uma cooperação espontânea em nome  de um dízimo que o imposto não alcança.

       Agora, porque a cooperativa do MST que foi criada para a produção de alimentos e criações se transformou em outra coisa e não só não cooperavam entre si pela produção de alimentos, como, transformaram as terras doadas pelo Estado em pequenas propriedades privadas! O caso mais recente foi de um terreno doado a um grupo de famílias, sem nenhuma infraestrutura, terra ruim, sem árvores, sem água, sem rio próximo ou canais e contando apenas com a pobreza de cada um.

     A Cooperação da Reciclagem do Lixo que não é lixo, na verdade, segue o mesmo curso do Látex (borracha) e, é uma cooperação de cada Estado Municipal.

sábado, 4 de julho de 2026

O Sistema Habitacional – faz uso dos termos INCLUSÃO SOCIAL e SUSTENTABILIDADE ...

 

O Sistema Habitacional – faz uso dos termos INCLUSÃO SOCIAL e SUSTENTABILIDADE, porque HÁ a Exclusão Social e INSUSTENTABILIDADE.

       Neste caso, estamos nos referindo, eu fazendo um comentário e o site H2FOZ expondo o acontecido, sobre a entrega (segunda entrega) de 60 moradias para 60 famílias, aproximadamente 180 pessoas. Acontece em Foz do Iguaçu na Vila Brás.

... É um reassentamento de moradores da Vila Brás, área de preservação permanente [...] ocupada há mais de três décadas...

... Desenvolvido pelo Itaipu Parquetec, Itaipu Binacional, Prefeitura de Foz do Iguaçu e Fozhabita, o projeto alia inclusão social e sustentabilidade. As moradias foram construídas pelo sistema Wood Frame, tecnologia que reduz o tempo de execução das obras e os impactos ambientais em relação à alvenaria convencional. (H2FOZ)

Bem é isso. O diretor de Itaipu faz referência à “Compromisso social e inovação”, “garantir qualidade de vida e investir em inovação tecnológica”.

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       O critério de escolha dos moradores foi do ASSENTAMENTO. Assentamento em área de preservação. Ou seja, “A CHAVE” da habitação é o Assentamento, mas, não só assentamento em área de preservação, como também assentamentos em áreas com outras definições, pois que, a Empresa Estatal, binacional, adquiriu TERRAS para um grupo que foi identificado como índios [...]. E neste caso específico, não houve “inovação tecnológica”.  

       Dado o prólogo, a apresentação da situação, eu pergunto aos senhores e senhoras, que têm o PODER DE ESTADO e a chave do cofre... de decidir sobre a vida das pessoas, o que os leva a crer – EM TERMOS DE SOCIEDADE – que a entrega de 60 casas – o que é uma felicidade para quem recebe a casa – possa ter o SENTIDO de INCLUSÃO e SUSTENTABILIDADE? Inclusão de 60 famílias na contramão de milhares de outras excluídas? Em uma só cidade? É uma impossibilidade sociológica e psicológica. Mas isso é outro tema. E grave.

... Como os senhores qualificariam a questão do MST que se estende por mais de três décadas – portanto mais que o assentamento Brás – e com um volume assombroso de pessoas que supostamente estariam qualificadas para plantação e criação de animais e, apesar de conseguirem terrenos, NUNCA conseguiram a Inclusão e a Sustentabilidade e vivem – as bases do MST vivem – de forma improvisada, como um ex-soldado Norte Americano que participou de uma guerra aonde dirigia veículos caríssimos e não consegue um emprego de “manobrista de estacionamento”.

... Digo isso, porque enquanto os senhores entregam 60 ou 120 moradias, UM SÓ LOTEAMENTO na cidade de Foz entrega [...] DOIS MIL lotes de terra de aproximadamente 300 mts² cada lote. Se somarmos todos os loteamentos serão, alguns milhares de terrenos a mais. Diria que isso desafia as leis matemáticas de Pitágoras – em termos de espaços UTEIS – , ainda mais quando o volume populacional do ENTORNO, obscurece qualquer RACIONALIDADE de Governo.  

... Ora, no que tem se resumido a ação do Executivo? Mais leitos no hospital? Buracos de rua? E isso não lhe parece contraditório? E o CONTINGENTE dos MARGINAIS (à sociedade), não lhes parece “a cara” da Exclusão e Insustentabilidade? De outra forma, qual não foi a OUSADIA na escolha dos novos proprietários, sem um estudo aprofundado da DEMOGRAFIA e GEOGRAFIA da cidade? Para afirmar a SUSTENTABILIDADE? Afinal, terão empregos no Estado ou, no mundo privado, ou mesmo, autônomo. Ou...

... terão uma casa “a título de especulação do mercado – criado pelos senhores” quando ESCOLHEM pessoas e grupos –, até que a pressão social e a irracionalidade econômica, além dos crimes econômicos (que não vou especular sobre isso por ser muito desgastante, mas tivermos experiências disso na cidade com “jogos habitacionais de especuladores), os obrigue a “negociar a casa” para se livrarem – sem se livrar – de tudo o que vem afetando a vida de quem vive do trabalho (manual).

       De que outra forma poderia ou deveria ser feito? Os senhores são o poder, Se o poder tem um sentido civilizador, assim como a constituição rege as leis do país, são as pessoas, os agentes do Estado, que realizam os acontecimentos e obviamente têm as “suas preferências” de acordo com interesses políticos de dominação, seja qual dominação for.. E isso é um fato.