Qualquer Governo tem Limites do que pode Dizer
ao Público. Mas as pessoas não Precisam ter Limites, para Discutir Seus
Interesses quando são Comuns a um grupo Localizado.
A. N. Vou de dar uma resposta merecida, v. está
certo no que diz, exceto pelo formato violento, que sempre foi útil ao poder e
que, nunca esteve na linha de frente. Manda outros fazerem o seu trabalho. A
resposta que lhe dou é uma pergunta: Digamos que, tenha um senhor idoso no seu
bairro. Ele vive sozinho, não têm parentes. Tem uma casa própria e muitas
ferramentas que acumulou durante a vida de marceneiro. Ele morre! O que você
imagina que vai acontecer com a sua propriedade, seus móveis e suas
ferramentas, digamos que tenha um Torno Mecânico ou, de Madeira.
Em
um país, creio que da Europa, um senhor, sabendo que ia morrer, vendeu sua
casa, que ele considerava uma cabana, mas uma casa, por 01 (Um Euro). Claro, um
valor simbólico para registro. Ele entregou a casa a uma jovem que tinha vindo
da Síria e que trabalhava para ele, juntando coisas...
Disse
isso, corroborando com o que v. diz, porque a questão não é só da morte do
sujeito, mas da VIDA do sujeito, que é o mais importante. E que tipo de organização
deveria ter NA COMUNIDADE e não na região, que no caso de Foz, passaria de 10
mil habitantes e cairia no NIXO comum da CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL cuja resposta,
do SISTEMA é a mesma oferecida a todas as regiões do país e que, evidentemente
DESCAMBA para o assistencialismo e não! ao TRABALHO E PRODUÇÃO nas comunidades
e DESDE as comunidades, gerando DIGNIDADE à FORÇA ATIVA do bairro pra suprir as
necessidades tanto da crianças, quando dos IDOSOS em situação de
vulnerabilidade. Por exemplo, grandes empreitas
para cuidar dos rios como se deve e transformar o rio em um aliado do povo. Também,
que o bairro pudesse usar terrenos vazios para fazer grandes estufas ou mesmo “criar
galinhas” como se faz no Japão, que é uma excelência. Ou ainda a Reciclagem
Industrial do lixo já no contexto do município. Que tal plantar árvores das “Estufas”
de Itaipu? Do lado brasileiro. Mas, isso, nunca é discutido por ninguém, logo
há que se questionarem as direções dos bairros de qual é a dificuldade em
discutir isso.
Toda
vez que vejo uma propaganda do Governo do Estado sobre ESTRADAS e VIADUTOS – fui
viajante, hoje, não tenho carro – e, CONSIDERANDO, a largura das Estradas, também,
os Pedágios, parecidos com Shopping dos carros, lembram-me do desenho animado,
da cidade dos carros – o filme chama-se << Relâmpago McQueen >>. Eu
não consigo “captar a mensagem” do governos e suas “superestruturas asfálticas
e não de Estradas de Ferro de cargas e passageiros”, é como se ele, governo,
trabalhasse apenas para quem tem carros. Ou, que o “mundo seria dos carros”.