Na América
do Sul o Brasil Enfrenta os seus Maiores Temores: a Destruição da Nação.
Não se
trata de separar um país ou dividi-lo em partes, trata-se de inteligência em
cada um dos 27 Estados contando com o povo. Afinal, seria um acréscimo (ao que
já existe) e não uma diminuição da riqueza.
Existe uma possiblidade real que independência
“natural” da federação dos supremos, das doenças dos modelos de representação e
coisas a fim, inclusive da previdência se tudo for feito de forma inteligente e
sem se descuidar de ninguém em cada cidade. O que não quer dizer que a
Federação ou República, dos partidos, dos pequenos tiranos e ensaístas a
ditadores deixaria de existir para o Sul, mas sua influência seria relativamente
proporcional aos mandatários locais e não ao povo como nunca foi, entretanto,
em se criando uma economia de patrimônio das cidades e do povo e riqueza com a
natureza em equilíbrio, o poder de decisão passa ao povo e aos seus interesses
imediatos.
... Seria uma situação NÃO GUERREIRA (parecida)
entre a Irlanda do Norte e Inglaterra. Afinal, a NATUREZA (mesmo considerando a
HAARP que altera o clima e pode provocar desastres no mundo) a natureza não tem
sido benévola com o Sul igualmente À AÇÃO HUMANA, nos devidos cuidados, o que
sugere que hajam infiltrados no Estado como sempre houve nos EUA com Franco
Delano e também com a própria Inglaterra que “ajudou” a criar a CIA.
... Logo uma atitude guerreira, traria consequências
não de guerras propriamente, como foi a da Ucrânia e agora a guerra Sionista
por terras e petróleo, mas de miséria.
... Logo, a única estratégia é transformar cada
sulista em uma espécie de trabalhador JEDAI. Como a China vem fazendo plantação
no Deserto! Que por exemplo, saiba plantar um milho, como é plantado creio eu
que, no Japão.
... E que todo patrimônio de máquinas, como tratores
e máquinas de produção, inclusive terras e matérias primas, água e espaço
aéreo, estejam disponíveis aos municípios de forma ordenada conforme projetos
de larga escala de produção – de fora do mercado de ações e mundo de ficção dos
acionistas.
... Assim sendo, o que já existe continua como está,
atrelado ao mercado internacional, como é o caso da Petrobrás e as refinarias
ou como é o caso das “Comodites” que travam uma luta injusta de privilégios de
informação de poderosos grupos, que definem as coisas segundo seus interesses
próprios, como é o caso do valor do Dólar como valor do Guarani ou Real. Ou mesmo
a eleição de Trump pelo grupo Blackstone ou Blackrock.
... Por princípio o jogo das ações é um jogo onde
lhe é permitido ganhar para perder depois.
Se há
sinceridade na proposta e não é mais um folclore de grupos interessados em
poder, o que acredito que seja considerando a forma "beligerante de como
se refere à separação” para atrair pessoas... Bem, se não é isso e há
sinceridade e preocupação legitima, há que se discutirem planos de ação
imediatos, contando com o povo e com a devida atenção às Oligarquias das
cidades e do Estado que obviamente sempre lucram com desastres, como foi e
continua sendo a história do Ex-império Veneziano, que "atiçava" dois
países e ganhava com os dois.
... De certa forma é agir como Alexandre o Grande
que contava o gado de cada vilarejo para manter um equilíbrio da alimentação do
povo. É preciso refazer o MAPA HUMANO do Sul. Só assim, você – ESTADISTA – saberá
com o que contar e com quem contar. Sem desconsiderar o “inimigo que mora ao
lado” e só é inimigo, na medida mesma em que se obrigam a criar monopólios,
carteis, trustes e afins para estar apto à concorrência de mercado.
... Basta ver e estudar a atual situação da pesca no
Mar em toda a costa da América do Sul. E o domínio absoluto de Piratas oriundos
da China e que nunca voltam para casa e são mantidos – os navios piratas – através de cargueiros que lhes trazem
combustível e alimentos e certamente levam a pesca. A luta é nesse nível e
depende de esforço e trabalho para se contrapor a esse modelo de domínio
econômico o que não quer dizer escravismo, mas, cumplicidade econômica com o
povo.