Saúde
que te quero Saúde...
O que está escrito se refere a um comentário de um
post (Revolta) e, os comentários do post que se combinam e não são tão
divergentes, desta forma acrescento dados que compõe o Cenário da Saúde e o
significado comercial disso.
Comentário LCS937 (Luiz C. Silva)
Uma
pessoa doente, em Foz do Iguaçu, só de exames de laboratório gasta em torno de cinco
mil reais: desde exame de sangue, a máquina Xerox radioativa com imã, tubos com
câmeras nos orifícios e contraste ao preço de tinta Parker importada. Bem,
depois vem o Prognóstico, o tratamento e os remédios e toda uma série de
eventos variados na vida diária do paciente. E isso no particular. Rockfeller
tinha um hospital (para uma pessoa ele próprio) em sua casa e com os médicos
mais experientes, cada uma na sua e todas as especialidades.
Na
imagem criada por IA, calculo por baixo uma média de 100 pacientes... a cinco mil
cada um, daria 500 mil reais, segundo a base de calculo do particular. Em um
mês seriam 15 milhões de reais. Em um ano 180 milhões de reais, só de exames.
... Dados oficiais...
Foz do Iguaçu investe acima de 33% de seus recursos
próprios na saúde pública por ano, bem acima do mínimo constitucional de 15%. O
município aplica centenas de milhões de reais anualmente na rede municipal e no
Hospital Municipal Padre Germano Lauck, contando também com repasses federais
de média e alta complexidade que somam cerca de R$ 107 milhões a R$ 118 milhões
por ano no teto específico (MAC).
... (MAC significa alta complexidade) – Creio que, esses
118 milhões por ano incluem o pagamento de funcionários e manutenção... (grifo
meu).
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0 -
Pergunto...
E o
caso do hospital Costa Cavalcanti, cujo atendimento parece público, privado e, os
dois ao mesmo tempo. Também recebe dinheiro público ou não? Afinal, o que é o
Costa Cavalcante? Para a cidade que os criadores do próprio Costa C. com o evento
da Usina Hidrelétrica fizeram aumentar substancialmente a população da cidade e
ainda e em conjunto com o Governo Federal criar outros fenômenos de Integração
priorizando mais a Integração em termos de atendimentos do que a realidade da
própria cidade, como por exemplo, ao invés de gerar empregos em trabalhos
úteis, sugerir a aquisição de “Motocicletas” para “negócios de transporte”, que
gerariam muitos acidentes de traumas, afetando a Saúde.
Um
velho e bom ditado: “se não ajuda, não atrapalhe!”. A questão é quando se sabe
que atrapalha? Quando fazem algo suspeito, oriundo de uma situação já prejudicada
que no caso era o desemprego, e que, fazem parecer positivo, como qualquer
propaganda de televisão quando quer lançar candidatos à eleição.
A Câmara
Municipal de Foz, apesar de seu amor por Foz, não tem como intervir na dolorosa
questão da saúde, desta forma fica às voltas, com novas regras e normas, como
por exemplo, “trocar alhos por bugalhos”, tirando fora a Fundação e colocando
uma Autarquia... como se isso fizesse alguma diferença e tanto é verdade que
não faz diferença, que fizeram o Diretor da atual fundação se comprometer em
garantir melhorias com relação aos funcionários, antes de se tornar Autarquia.
Mas rigorosamente nada se comenta sobre PACIENTES, talvez porque a Fundação
exista para os empregados! Que obviamente devem ser cuidados, mas é esse o
problema?
... Acaso o problema não é de Diplomacia entre
cidades e países que usam o Sistema de Saúde da Cidade? Afinal cinco mil reais
por paciente de outra cidade, de outro país, tem que ser recompensado pela
cidade ou país que usou o sistema. Não se trata de pessoa, se trata de uma
venda de serviços prestados e alguém vai pagar e de antemão, se sabe que não é
o paciente vindo de outra cidade e pior, de outro país, quando se sabe que a
saúde é sustentada por IMPOSTOS. E impostos que vão para o governo Federal,
Estadual e retornam – PARTE (1x178 reais) – segundo a população e segundo as
pesquisas do IBGE!
... Mais uma vez, os populistas, apelam ao humanismo
até como forma de “fingimento solidário oportuno”, quando não querem enxergar a
realidade do que acontece com a Saúde na cidade. Desta forma, assumem ou, fazem
a cidade assumir responsabilidades de governos outros, de outras cidades e
países em nome de uma humanidade que eles próprios negam. Afinal, qual é a
posição desses governos – que mandam para fora o seu povo? – não só para
tratamentos de saúde, como para outras situações mais temerárias, como “moradores
de Rua Et Cetera”.
Digo mais, na contramão dos interesses DA CIDADE de
Foz, em termos de ECONOMIA INTERNA e SOCIEDADE e CAPITAL DE CIRCULAÇÃO DE
DINHEIRO e, para garantir um maior número de deputados, garantindo – em tese - mais
VERBAS, para 18 municípios do Extremo Oeste, como é dito em uma reunião de
CONSELHOS DE DESENVOLVIMENTO, o que serve também para os acordos sobre educação
com o Paraguai para brasileiros na área de Medicina, fica claro que há uma DIPLOMACIA,
há acordos entre estas cidades do Paraná e Países vizinhos. Obviamente deve
haver algum tipo de RETORNO com relação à Saúde, ao menos dos municípios que
usam a Saúde de Foz, entretanto, o VALOR pago, parece não corresponder à
despesa real. Certamente a DIPLOMACIA acontece desde o Governo Federal ou, a
mando Federal.
... Agora, em que medida o volume de dinheiro que –
em tese – poderia vir com a eleição de deputados da região não seria uma
continuidade do que sempre aconteceu com os deputados de quaisquer municípios? O
Giacobo enviou dinheiro para MELHORAR uma estrada e isso não fez nem cócegas na
realidade da cidade. Muito menos, na saúde.
... O deputado Vermelho “entrou de sola” na questão
da Estrada do Colono e saiu descalço! Se é que me entende.
Outra questão de fundamento são os INTERESSES
que circundam a saúde. Entidades associativas estão investindo em atendimento BÁSICO
a preços módicos. Pelo menos, uma dessas entidades vem de outro Estado.
... A quantidade de farmácias, incluindo
laboratórios, falando em termos de orçamento anual, deve ser algo próximo do próprio
orçamento da cidade. “Chutaria algo como: si, são dois médicos para duas mil
pessoas, segundo a OMS... creio, são 20 farmácias para duas mil pessoas...”. Se
isso é bom, ou ruim não é a questão, a questão é o modelo de mercado oriundo de
uma Saúde que não pode responder às necessidades reais em casos de operações
etc.
A
cidade precisa se organizar em grupos como são os grupos de Condomínio
Fechados. Os bairros devem fazer o mesmo para se cuidar prever e aumentar o
patrimônio – do bairro – e fazer isso em grupos de dez mil pessoas, quando se
pode organizar a sociedade. Com relação ao Patrimônio do Bairro, são as pessoas
e seu conhecimento, depois, máquinas que eventualmente tenham veículos e mão de
obra desocupada, bem como os que recebem auxílios, tudo isso deve ser
equacionado substituindo – como se trocam figurinhas – a inutilidade de
pessoas, máquinas e instituições, públicas, associações... por algo substancial,
útil e produtivo, mediante acordos que sejam universalizante e que possam ser
usados por todos os grupos organizados do povo. Mas isso é uma longa história cujos
protagonistas sejam o povo, como maiores interessados, desde que, os REPRESENTANTES
DO POVO, o são para o Estado brasileiro.