A Coisa
Nunca é o que Parece! Que Deus nos ajude? Ou devemos nos Ajudar mutuamente?
A Itaipu, no afã popular de fazer o bem criou um
carrinho à bateria para os catadores de reciclados. Não chegou a ser um “Triciclo
para idosos” como os que estão sendo vendidos a preços, digamos, compráveis. O
fato é que para o catador [...] na prática, a velha e boa carroça com cavalo ou
o carro velho era melhor. Na época o carrinho sairia pelo preço do atual
triciclo de 5 a 6 mil, e na época também tinha um pequeno caminhão Agrale por12
mil reais. O que seria o sonho de qualquer catador de reciclados. Mas, nada de
diferente aconteceu, o resultado foi e continua sendo o aterro.
... Entretanto no “Mundo de Alice”, que é o mundo do
“cara bem colocado em um emprego”, o fato de fazer um carrinho elétrico “para o
povo” é um bom pretexto para justificar a si mesmo, no seu mundo ideal.
... Porque o mundo real é cruel. O senhor Henry
Daijó – descendente de japonês, com traços da cultura japonesa, tentou trazer
para Foz uma Indústria de Reciclagem Industrial. A Indústria da Suécia
trabalharia 10 anos para si – enquanto passava o trabalho – e depois, deixaria
a indústria na cidade. E isso, sem falar da questão dos rios que Daijó também
queria intervir – isso, da reciclagem industrial foi a gota d’água para que
Daijó fosse vilipendiado.
... Mas... não era exatamente, por causa da pessoa
de Daijó, mas pela ousadia de Daijó, em tentar dar outro destino à Foz, que não
fosse aquele destino ditado pela democratização e o Estado de direito de origem
britânica, no “mundo de Alice”. Que estava em “pleno vapor”, desde a morte de Ulisses
e Tancredo e a Aventura do novo socialismo, para suportar a desindustrialização
e as emigrações e imigrações forçadas, que destruíam famílias mais do que já
estavam afetadas à propósito. E tudo sob a estrita orientação da Nova Ordem
Mundial inclusive de Controle das Américas, com o “velho” Tecnato das Américas.
Digamos que os políticos do Brasil foram traídos pela própria ambição de poder.
Digamos de outra forma, A ponte da Amizade, não é
ponte da amizade, é uma ponte com polícia armada de ambos os lados. Da mesma forma,
a PRODUÇÃO DE RIQUEZAS, na alimentação, nas vestes, na locomoção, nos terrenos
e habitação, na preservação da vida e também ambiente, e também na educação e
cuidados com a saúde, assim como o carrinho elétrico da Itaipu, se não forem
elevados a um alto grau de qualidade pela população, pela comunidade, nunca irá
acontecer.
... Caberia às pessoas esclarecidas e justas (quase inexistente
na cultura monopolista e vertical) criarem plantas de produção para comunidades
até 10 mil pessoas, quando se pode conhecer cada pessoa. E assim, as outras comunidades.
... Entretanto o que parece é que a IA vai falar por
todos e isso é um ritual do próprio Tecnato para suprimir as ações de milhões
de pessoas “enfurnadas em bairros labirínticos”.
Você
já se perguntou, para onde vai “os bens acumulados de uma pessoa” que vive só e
morre? Qual seria conceito – do ponto de vista deste “socialismo
populista/político da direita e da esquerda”, qual seria o conceito de patrimônio
em uma vila com 10 mil pessoas? E qual o conceito de preservação e prevenção?
Abs.