quarta-feira, 20 de maio de 2026

O General Luna é um homem franco.

 O General Luna é um homem franco.

Você leitor, pode pensar que o que vai ler agora, não tem nada a ver com saúde, que é a proposta do texto. Mas, se bem observado...

          O General Luna, se é que não é mais um conto de internet desses meninos pagos para lançarem dardos no alvo ou teses, o general Luna declarou de forma pública, que ele foi o primeiro sujeito a comandar a Itaipu e MORAR NA CIDADE.

... e agora é Prefeito. Creio eu, que esteja CUMPRINDO uma MISSÃO de cidade de Fronteira.

          O Senhor Paulo, que gerenciou o município por dois mandatos de 2004 a 2012 sempre morou na cidade, mas nunca gerenciou a Itaipu, talvez porque fosse o Governo Federal (de Lula) quem determinasse isso. Assim como determinou a Saida do General e a entrada de Verri (do PT-Paraná).

... O Senhor Paulo tentou mais dois mandatos a Prefeito e não lhe foi permitido, desde Curitiba e Brasília. Não lhe foi permitido a ele, o senhor Paulo, mas foi permitido ao seu Vice Prefeito. Lembrando que no primeiro mandato do senhor Paulo, o seu vice era o senhor Vitorassi. E que PT se emprenhou em acordo com o então, deputado Paulo Bernardo marido de Gleisi, para ceder o seu lugar de deputado ao Vitorassi, para tirá-lo da cidade e da vice prefeitura e assumir o cargo de Paulo Bernardo por alguns meses.

... E o cargo de vice foi passado ao PCdoB com Chico Brasileiro. Que gerenciaria a cidade por dois mandatos, após o período “RENI”, que havia sido indicado por CURITIBA e que fôra rechaçado na cidade por situações semelhantes à mesma situação de outro prefeito, o Senhor Daijó, que havia enfrentado a eleição para prefeito – basicamente contra o MDB – com Paulo como Vice e que desta feita o mesmo ocorrido com Vitorassi, ocorreu com Paulo com a diferença que não foi dado nenhum cargo Estadual para Paulo.

          Uma breve lembrança para concluir a ideia é que Dobrandino (falecido), era o líder do MDB no Período Daijó, não saberia dizer se Daijó foi mais uma “aventura Curitibana”, mas o fato é que após o evento da saída de Daijo, Dobrandino parte para Curitiba, exatamente igual ao que vai fazer Chico Brasileiro. E seu filho Sâmis sai do MDB para outro partido.

... Sim! O vice do senhor Chico Brasileiro era o senhor Bobato que se afastou da política, tentou entrar no novo MDB e não foi aceito ou não aceitou o novo MDB. Até a última vez que soube algo, ele encontrava em Itaipu.

          Se Foz é uma cidade tão maravilhosa, porque políticos de alto rango, tão logo tenham oportunidade, saem da cidade? E porque o General Lula teria dito o que disse se não para registrar esse fato de forma poética, mais ou menos assim: “ser bonzinho não dá muito certo, às vezes é preciso ser ruinzinho para que as coisas aconteçam”.

          De outra forma, voltando a esses dias, uma realidade – específica da ÁREA DE SERVIÇOS – nos mostra um desinteresse – de pessoas QUE MORAM NO BRASIL - pelos trabalhos dessa área. Não sei se o mesmo aconteceria com a Área Industrial, por exemplo. Mas, há interesse dos empregos da Área de Serviços aos vizinhos do Paraguai, que MORAM NO PARAGUAI, onde o salário pago no Brasil vale mais no Paraguai. É curioso porque famílias Venezuelanas que moram no Brasil, também não buscam a Área de Serviços, procuram outros serviços como o modelo Taxi para transportar pessoas.

... E essa “anomalia”  ou “perturbação na força” é um indicativo de que na base econômica do município há deformidades inconciliáveis. E se há deformidades inconciliáveis no básico, cabe a você imaginar o resto, por exemplo, bons médicos ficam pouco tempo na cidade. Logo, a cidade não pode ficar a mercê de estudantes ou iniciantes. Mesmo que o “espirito socialista”,  diga que o diploma é a prova final. Só que 

O Mistério Master nunca será decodificado.

 

O Mistério Master nunca será decodificado.

         O senhor Flávio tomou dinheiro ao Banco Master para custear um filme de Jair M. Bolsonaro. Pelo menos, na mídia “nervosa” da internet ainda não conseguiram DETERMINAR – publicamente – o valor tomado. Ainda não está claro se o valor tomado foi de 02 milhões, 60 milhões ou, falou-se de 80 milhões. Ou seja, quase 07 lotes de terra de 300 mil, 200 lotes de terra de 300 mil ou mais. Creio que isso faça alguma diferença.

... Digo isso, faço referência a “Lotes” porque me parece, que os “Lotes” – que são outro mistério econômico – são o último recurso, o último banco sem nome, para conquistar grandes valores para saldar dívidas ou trocar terra por papel moeda, o que parece insano em vias de Governo Mundial, com guerras permanentes e o avanço da ilegalidade desde o princípio de divisão do país, com 27 Estados/países.

          As senhoras, as esposas de maridos maravilhosos, calcula-se que tenham feito negócios, ou recebido dinheiro do Banco Master de até cento e tantos milhões, segundo a mídia nervosa. Digamos 120 milhões de reais ou 400 lotes de 300 mil ou ainda 1.200 veículos de 100 mil.

... Flávio pegou algum dinheiro para fazer um filme e estas senhoras e senhores maravilhosos, para que tomaram o dinheiro ao Banco Master? Também para produzirem Cultura?

... Ora, quanto foi gasto na construção de Brasília? e Brasília não é um centro cultural da Nação? Que atrai todas as atenções? E sempre mantém, ao menos, 60 por cento dos atores, intocáveis!

... Qual a grande diferença ou porque a discriminação de um e outro, digo, entre estes empreendedores se usando de dinheiro do Banco Master? Nenhuma!

... E tanto é verdade que o Agente Bancário de casos especiais para pessoas especiais, segundo a própria mídia nervosa de internet, Vorcaro não se afeta por nada, não porque tenha “costas largas” que têm, mas porque está agindo como qualquer banco que empresta dinheiro a países e o faz de “bom-grado”, afinal, é a forma de dependência mais antiga de que se têm notícias, de fora da internet nervosa ou que antecede a internet e sempre se soube disso.

          Outra questão comparativa e se o dinheiro tomado fosse ao Itaú, Bradesco, Banco do Brasil se ainda existe? ou melhor, Banco do Nordeste que existe! Teria a mesma repercussão do Master? Não seria o banco MASTER o Banco do Cartão de Crédito Preto sem limite? Só para homens maravilhosos? Até por isso o nome MASTER! Uma matriz, um circuito de codificadores?

segunda-feira, 18 de maio de 2026

O que estão fazendo com a América do Sul

 

O que estão fazendo com a América do Sul, o quê significa o “Tecnato das Américas?”. Existe o indicativo de que cada Estado brasileiro deva ser um país? Com 10 milhões de habitantes, para ter alguma chance?

Talvez o brasileiro devesse fundir a própria moeda “entre comunidades” para preservar algum valor, nem que fosse para trocar por beterraba ou carne branca.

           Cada um desses indivíduos ou famílias (na foto de IA ou não, o fato antecede a mídia por anos) está levando o dinheiro brasileiro, o real, para outro país. Imagine os médios negócios. A Ferrati de Foz, uma empresa média de ferramentas está no Paraguai há décadas. Em Foz talvez ainda exista algum ponto.

... O Giacobo largou seu negócio de pneus por causa da concorrência do mercado do Paraguai e “se tornou deputado”, que “parece” estar desistindo, o que não quer dizer que “sai” do Estado.

...  Muitas lojas grandes como a Bordim e outras tantas, foram desocupadas por desinteresse comercial e os galpões foram alugados à Prefeitura.

... Também aconteceram muitos fenômenos com relação aos terrenos da cidade. Muitos foram trocados com a Prefeitura. Outros foram vendidos ao estrangeiro a preços módicos e recuperados. Outros terrenos, a título de “Área Industrial” foram não sei se vendidos ou cedidos por um tempo determinado, ao preço de 6,75 (seis reais e setenta e cinco centavos) o metro quadrado. Quem disse isso foi o senhor Andreola.

... Este movimento dos terrenos, ao longo de anos, criou habitações populares, condomínios fechados e loteamentos.

          Todos esses fatos são recorrentes. E são indicadores de uma cidade em situação de CRISE, por um SISTEMA político/econômico ESGOTADO.

          Não é “à toa” que o governo federal com sua estatal, ao longo dos anos, vem criando atrativos de turismo para VENDER lazer ao povo que visita a cidade, ainda mais quanto consegue arrecadar um bom dinheiro com isso.

... E é o governo federal quem criou o espectro da cidade. Que fez com que o Senhor Barakat dissesse que Foz “seria uma Xangai” e o atual prefeito, que Foz “seria uma Dubai”. De fato, os títulos de “cidade universitária”, “cidade inteligente” (com referência à Vila A) e as Universidades da cidade, não só as públicas, “entraram no jogo” do governo federal e a “Integração Latino Americana”, tanto quanto o Estado Municipal.

          Ao que parece os estudiosos, se é que existem em termos de análise de conjuntura mundial, estão concordes, com o quê não tem exatamente claro, por ausência absoluta de PERSPECTIVAS, ao menos teóricas e a título de engenharia de comportamento,

... para orientação do povo brasileiro que sofre da mesma medida de governo  (governo federal – Brasília) aplicada desde FHC/Lula a uma espécie de “Separatismo das Massas” e que isso afetaria as classes médias, não só com o desemprego, como empregos horríveis e principalmente, ausência de PERSPECTIVAS.

... Perspectivas como as que a China vem fazendo, abrindo cidades, não só em China, como em África, com transportes de TREM de boa velocidade.

... E isso tudo vem acontecendo no MUNDO, considerando as Imigrações do Oriente Médio e o expansionismo sionista, no Oriente Médio.

... As Emigrações, as Imigrações, os “moradores de rua”, o crime organizado e os organizadores, “a corrupção endêmica”, como doença mental/emocional, psicológica, das classes favorecidas; são situações que se avolumam e precisam de respostas e as respostas, podem ser pior que a própria situação em questão.

... É preciso que se lembre da crueldade do espectro militar na América do Sul, seja da esquerda ou direita é agressivo (se é que, direita e esquerda, existem nessa forma fantasiosa e bipolar e tudo não seja o mesmo jogo político da Nova Ordem em andamento).

O “Oito ou Nove de Janeiro”, as prisões continuam sendo uma incógnita...

 

  O “Oito ou Nove de Janeiro”, as prisões continuam sendo uma incógnita do MODELO de país e governo que está se formando.

        O senhor Lula foi discretamente convidado pelo presidente Trump para “se explicar com relação ao crime organizado” e não, quem ou o quê, organizou o crime. O senhor Lula “chorou na rampa por um tempo”, mas foi ao encontro do grande chefe de “topete e beicinho cenográficos” e “a coisa pegou”, o grande sindicalista bem feitor da humanidade e salvador dos fracos e oprimidos e de sua família “estruturada” e algumas Oligarquias de alguns Estados, voltou de lá determinado a fazer algo que agradasse ao grande chefe. Ou mesmo, “maquiar” alguma situação prisional que lhe fosse benéfica. Fazer algo como o que foi determinado a Bukele fazer em El Salvador. Talvez nunca fosse exatamente igual, o brasileiro nunca foi tão idiota de se identificar (*) – a si próprio – com tatuagens, dizendo que pertence a essa ou aquela organização do crime,

... crime, para uma parcela feliz ($ o tipo de felicidade) da sociedade e, resistência, à selvagem luta econômica e política nas cidades que geram situações de miséria e negação da vida aos mais pobres...

... pobres, como um SIMBOLO de separatismo da classe de privilegiados pagos por impostos tirados à toda a sociedade. Mais ou menos como “a guerra dos Bôeres na situação do extrativismo de ouro e pedras preciosas” com o protagonista Winston Churchill.

... Assim como é o “salário e o tempo de serviço” no “mundo privado” e o “mundo do Estado”, quando no primeiro caso, os auxílios diversos saem do salário, no outro caso, do Estado, os auxílios são petiscos, sob o pretexto de isonomia do mundo privado no que eles próprios do Estado, através do SINDICALISMO (do Estado induzindo o Sindicalismo privado – o primo pobre), induziram ao setor privado, como forma de “tirar o dinheiro do salário em troca de benefícios”, o que acontece no mundo privado e NÃO, no Estado.  

          Talvez o que esteja acontecendo na penitenciária seja um teste, uma experiência, uma tese e o público em frente à penitenciária – para eles do poder – seja a antítese. Não se sabe o que acontece até o momento, mas, conhecendo um pouco de Brasil, certamente deve ser um caso de VERBAS para manutenção do sistema e usam os presos para isso e “por tabela” seus parentes na porta da penitenciária.

          Quanto ao caráter da intenção governamental em colocar um presídio de segurança em uma cidade de fronteira e turística, o único sentido e sentido perverso disso acontecer “um presídio em cidade turística e de fronteira” é uma espécie de demonstração de poder, como se fez ao longo da história quando penduravam cadáveres ou vivos – ainda – nas entradas “da comunidade”.  O conde Drácula empalava; o Império Romano crucificava.  

          Como dizem – aqueles que têm todo o tempo do mundo – vamos aguardar os fatos e ver o que isso significa.  Ou, ver como se configura a Síntese ao longo dos dias até o momento eleitoral, o “ponto X”.    

(*) Ora, nenhum partidário, anda com a sigla do seu partido tatuada na testa! Tem os “botões e estrelinhas” é claro, mas não são permanentes, só se usa no momento oportuno, quando todos usam, para identificarem-se entre si.   

domingo, 17 de maio de 2026

Trato de Magias e Feitiçarias...

 

Trato de Magias e Feitiçarias, sem o crime (ou ilegalidade) internacional, o Brasil teria como pagar suas dívidas?

Se o dólar custa cinco reais em que condições, o país Brasil teria que compra-lo? Bem, esse é um sistema inarredável! Mas, não existiria alternativa interna ao Brasil? Afinal são 27 países/Estados!

          Digamos assim, os Estados longínquos de milhares de quilômetros estão enviando seu povo para outros Estados – em tese – para que “se formem” e retornem ao Estado. Bem, as elites fazem isso entre países. E isso não tem nada a ver com o povo, são atos políticos e econômicos de movimentação de grande volume de capital do Estado, além de grandes transformações geográficas em termos de terrenos e o conceito de propriedade.

... Com relação a terrenos e propriedades... O império Romano foi transformado em Feudalismo. O império Otomano deixou de existir em vias do início da Guerra Mundial com promessa de retorno após 100 anos. O prazo já se cumpriu. E tudo isso, alteram as “linhas” dos mapas, se é que me entende.

          Esse é um tema delicado porque maliciosamente envolvem “o povo”, quando na verdade o povo é induzido e remunerado com auxílios para isso. E tudo isso, são medidas político/econômicas, movimentação de Capital com os recursos de impostos tomados ao próprio povo.

... As ações político/econômicas são mágicas ou feiticeiras, elas acontecem por determinações internacionais, quando se determinou que o Brasil fosse um país eminentemente agrícola, isso movimentou a questão cultural de todo o país.

... O hipismo ele acontece nos EUA com a guerra do Vietnam, no Brasil com o Regime Militar... e vai de encontro ao civismo, basicamente.

... A grande emigração, no Brasil e vários Estados para as Capitais industrializadas; a criação do PT como alternativa ao perigo nacionalista à Ordem Mundial; como consequência do fim do Regime Militar, o Bipartidarismo e a saída de grandes multinacionais do país. Bem como ao direcionamento da economia para a agricultura e menos criação de gado e muito turismo e “quermesses e shows como instituição à moda de cassinos e subsidiados, tomam um vulto agressivo e político”. 

... E agora, tem a continuidade com a Internet que aos poucos se torna uma ferramenta do tipo “roleta russa” ou caça níqueis.

          Se bem observado, não se fala mais sobre o “roubo dos aposentados”. E não se fala mais porque, o que se falou, eram meias verdades e maliciosas. Depois, “o termo: aposentado” envolve algumas circunstâncias em que, no caso dos aposentados com grandes valores e mais de uma aposentadoria, como é o caso de FHC e tantos outros é um tipo de aposentadoria que existe, discretamente, quando se funde...

... ao modelo tido como original de aposentadoria de um a dois salários, que é maioria ou quase a totalidade das aposentadorias. E o terceiro modelo de aposentadoria, supõe que a pessoa tenha trabalhado e mesmo que não tenha recolhido ela ganha o direito à aposentadoria por idade.

... Um quarto modelo de aposentadoria não é por idade é por condição social, mais precisamente nos Estados, aonde “a terra representa valor”, o Capital está nos bens materiais e concentração de metais preciosos. O que inviabiliza a MOVIMENTAÇÃO de Capital. Onde o SISTEMA político/econômico de grandes Oligarquias se usa do Estado para distribuição de um recurso para vida das massas do ponto de vista dos “comandantes políticos e econômicos”.

          A questão do “roubo da aposentadoria”, de fato, é uma “negociação de aposentadoria” para quem não tem comprovação de arrecadação, mas que trabalhou de alguma forma e isso é constatado através de “fotos e testemunhas”, quando na verdade, nem precisa ser comprovado, basta à história da pessoa. E neste ponto entra a figura do agenciador que recebe uma comissão de comum acordo. É só isso.

          Quando o Brasil político/econômico, começa a conhecer o Brasil coisas inacreditáveis começam a aparecer. Não só com relação ao povo, mas também com relação às elites das cidades e Estados. Veja o caso Vorcaro e seu “sorriso de confiança”, de quem sabe coisas, que o próprio meio social de Vorcaro, “este meio” sempre vai ignorar, ignorar... até por uma questão de discrição e cumplicidade, mas é mais uma forma de movimentação de grandes volumes de recursos, mais uma vez se usando dos recursos dos impostos.

... Ora, o agro negócio precisa de empréstimos dos recursos do Estado! E quem é o Vorcaro? do Agro? O próprio Estado recebe terras dos municípios – de graça – para construções de suas instituições, como presídios, quarteis etc. Mas, os munícipes – em tese – fundadores não receberam terras de graça? Até para – em tese – distribuição de terras?

          Você acreditaria que o poder público junto com a “iniciativa privada” não teria condições de abrir uma faculdade “nos estados longínquos ou, o mais próximo entre eles, os Estados?”, claro que teria, mas não há interesse político e econômico.

... Objetivamente, pessoas estão sendo induzidas a virem de muito longe para estudarem no Paraguai, por conta de uma dívida brasileira com o Paraguai com relação ao “Mercado Chinês e Ocidental no Paraguai para o Brasil”, quando da inevitável transferência das grandes indústrias multinacionais para China e a quebra do parque industrial brasileiro e obviamente o desemprego. Ainda mais, quando o emprego, nas multinacionais, eram de qualidade razoável, boa.

          Quando da “quebra do parque industrial brasileiro, o primeiro ou o segundo maior da América do Sul” a manchete dos jornais é que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”. Como disse um ilustre político das Oligarquias, “foi em 1975 que um embaixador ou diplomata brasileiro – em uma reunião internacional – VEIO com a informação de que, a industrialização tinha que reduzir drasticamente em função do meio ambiente”. E assim foi feito. As ONGs e a esquerda, interpretariam perfeitamente o seu papel.

... O PT foi fundado em 1980 para se opor ao “Nacionalismo do fim da Grande Guerra” e como “Partido do Povo”, dando complementariedade ou continuísmo, ao acordo internacional feito com o FMI  (seus agentes) e a figura de FHC. De fato, em 1993, antes de FHC ser eleito presidente, houve um “acordo de cavalheiros” entre FHC (organização) e Lula (organização) em Princeton nos EUA. E após dois mandatos de FHC (e as guerras fiscais na qual me configuro como vítima) era a vez do PT assumir o governo de forma permanente, com algum revezamento aparente e oportuno. Afinal, havia cumprido todas as ordens internacionais.

          Não cumprir as determinações internacionais, vindas dos Fóruns, Copi isso e aquilo, Mercosul, Mercado Comum Europeu, ONU, OMS etc. é uma IMPOSSIBILIDADE, com relação ao MERCADO internacional a que entendem como Globalização, mas que pode ser usado na forma de Global[ismo]!

... Entretanto, existiria? A possibilidade de Dois Brasis ou não? Um Brasil que responda ao governo mundial e outro que responda à maioria da população, por sinal, endividada no limite? E criminalizada em circunstâncias específicas? E ainda impedido de industrialização, enquanto é compelido a um turismo abstrato e atemporal?

quinta-feira, 14 de maio de 2026

No Mato e Sem Cachorro esse é o Governo Brasileiro há Décadas.

 

No Mato e Sem Cachorro esse é o Governo Brasileiro há Décadas. 

        O governo Lula, com o Dia Nacional do Covid, está resgatando a CPMI do Covid de Renan, nada mais, nada menos. Tudo com o objetivo único de aproveitar “tudo o que pode” ou, que acha que pode, para achincalhar a concorrência eleitoral. Afinal, como dizem, há línguas miúdas, o poder não se ganha “se toma”. Porém, o povo não deve ou não deveria perceber isso. E não percebe.

... Não percebe, por exemplo, que o SUS mudou e mudou muito, após o evento Covid. E que o Covid, trouxe – como diz o governo, 700 mil mortos, mas também arrastou o SUS para a mesma “vala” e também atacou – no congresso nacional – o presidente da época, “que não era o seu governo”. E Lula quer reativar isso, para dar MUNIÇÃO à sua REDE de políticos ativistas e mercenários diversos, como muitos imigrantes, de forma que atinjam as MASSAS de pessoas EMOCIONALMENTE danificadas pelo próprio SISTEMA.

... É MAIS UM jogo, como aquele da PICANHA, da “Cervejinha” etc.

          Como “brasileiro da gema (para classe de trabalhadores privados), trabalhador do mundo do salário, por vida”, não creio que as possíveis soluções para o Brasil, estejam sendo contempladas – nesta eleição - em nenhum governador, pelo menos, com sinceridade e muito menos no presidente atual e, nos possíveis candidatos a presidência.

... Ou seja, para o Brasil Nação, País, se é que ainda é possível se dizer isso, considerando o ataque fulminante do SISTEMA se usando do PT contra o Nacionalismo cuja última vítima talvez tenha sido o Enéias, anteriormente Tancredo e Ulisses e obviamente organizações partidárias, ou parte delas, então, do MDB e até os comunistas e parte dos militares. Para o Brasil Nação...

... Os governos Estaduais e o Presidente devem discutir formas de se acabar com as concentrações populacionais, afinal, Dez milhões de pessoas é um ótimo número para um Estado/País. Cada Estado brasileiro seria um Paraguai, ou uma atual Nicarágua Buquelizada, mas, seriam 27 Estados/países! Quando digo “Buquelizada” quero dizer com isso que é um SISTEMA DE GOVERNO implantado, talvez até como experiência ou Tese, cuja antítese já se manifesta no Brasil com referência aos presos do Brasil (que deveriam trabalhar) e também sobre a Bolsa Família (que deveriam igualmente trabalhar). Logo a Buquelização, não se trata de um homem, se trata de um sistema e porque Lula e Bolsonaro seriam diferentes?

          Agora, a Concentração Populacional bem como emigração e imigração, criam problemas graves e insolúveis e a justificativa do governo de qualquer governo, sem o dizer é o volume de pessoas concentradas em um espaço sem recursos de qualquer tipo de produção. Mas sabiam disso desde o a primeira Bolsa Educação com FHC, que depois se tornaria Bolsa Família com o apelo estratégico/EMOCIONAL do modo PT de se comunicar às massas.

... Com a Concentração Populacional, se abdicam do conceito de cidade organizada, pessoas cuidadas (pessoas do povo). Com a concentração populacional, se cria a “figura do descaso ao povo” o que aumenta os casos de doenças, que seja, desde a depressão e cérebro fragilizado que levam a doenças, doenças estas que NENHUM SUS consegue “combater” na raiz, mesmo que o quisesse.

... Bem, tudo leva a crer que a Concentração Populacional, além de parecerem “Guetos”, pode muito bem ser uma FERRAMENTA de uso para que outros a usem para obter vantagens e recursos do mesmo Estado.

... Um prefeito – em campanha – disse que sua cidade seria uma Dubai. Isso parecia espontâneo. Mas, qual o sentido disso, o que realmente o prefeito estaria pensando sobre a população da cidade e as transações econômicas que ocorrem na cidade? Foram essas transações econômicas e o modelo populacional que o fez chegar a essa conclusão? 

... Considerando que outro político, de origem muçulmana que ocupou cargos políticos e, décadas antes do político em questão, disse algo semelhante, que a “sua cidade” a mesma cidade, seria uma Xangai! (com mais de 20 milhões de habitantes).

... Essas comparações (a Dubai, Xangai) aconteceram pela forma da economia local e também da população relativamente instável da cidade?

          Porém, de tudo o que foi dito, mesmo o que foi dito, só tem a leitura da mesma classe de pessoas que vive desse e nesse meio das “artimanhas políticas”. Diria que alguns são outros não... Brasileiros da gema (para classe de trabalhadores do Estado).

... E sendo assim, nunca aceitariam temas e discussões, além do que lhe é permitido dizer e ainda, do Brasil, do qual, busca soluções que curiosamente sempre os favorece e tratam o povo de fora do Estado como se fossem empecilhos ao país e, no entanto, no Norte do país o povo está impedido de plantar, porque uma senhora, chamada Marina e muitas ONGs, quer “preservar o meio ambiente”.

... Logo, há diversos países em um só, logo é preciso muita arte boa e ruim para manter-se no poder pelo poder.


Errata - Nayib Bukele é o presidente de El Salvador desde 2019, conhecido por suas políticas de combate ao crime e por reformas que ampliam seu poder. 

terça-feira, 12 de maio de 2026

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos

 

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos rumo aos interesses do povo brasileiro.

     Jânio Quadros como presidente do país (31 de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961), declarou que “saia da presidência para não haver derramamento de sangue”. Pois bem, não houve derramamento de sangue, mas houve a degradação do povo brasileiro “selada com misteriosos selos, desde poderes internacionais, políticos brasileiros servis ao sistema e oligarquias, desde FHC e o socialismo como – PANOS QUENTES – do Sistema”.

... Entretanto o “socialismo” anterior, mais comunismo que socialismo tinha o caráter NACIONALISTA, que perigosamente para o SISTEMA combinava com Parte do Parque Militar e apoio popular, porém não combinava com os projetos de mundo, desde 1950, quando – em tese – termina a segunda guerra, que de fato, era apenas uma guerra e que teve continuação com a “guerra fria” e hoje em dia, as guerras se tornam permanentes. Ou seja, a guerra é aonde é possível um “Assalto a países e cidades” e, um grande e perigoso desenvolvimento tecnológico. ARMAMENTISTA.

... Com o fim do regime militar – com data marcada – a política de democratização, democratização do ponto de vista socialista, ainda é comandada por políticos simpáticos ao comunismo e ainda do ponto de vista NACIONALISTA. O comunismo se subsome no contexto Nacionalista. E isso não podia continuar e não continuou.

... Como era bipartidarismo e boa parte da Arena e MDB eram nacionalistas, foi incumbida ao regime militar dos serviços de inteligência e forças políticas internacionais, a criação de um partido “sui generis”, ou seja, “Único em seu gênero”, pois que, fôra formado nas cadeiras universitárias sob a influência e apoio da política europeia, e latina, entretanto, no Brasil, do ponto de vista dos militares prós “Nova Ordem Mundial”, o “novo” partido serviria para se contrapor ao NACIONALISMO. E realmente, fazer o papel de conciliador de uma realidade brasileira não só de conflitos entre estados, como de separação da miséria e riqueza e usa-las como forma de manutenção do mesmo sistema político, vigente até a próxima eleição e naturalmente um continuísmo inapelável.

... Especialmente si, se considerar a atual situação brasileira de DIVIDA, de CORRUPÇÃO ENDÊMICA, de CRIME ORGANIZADO e as ORGANIZAÇÕES DO CRIME, além de organizações pagas por institutos internacionais para interferirem nos destinos econômicos do país e são aos milhares e com apoio irrestrito do governo “de lava pés”, quando não se distingue mais, na prática, nas ações, nas leis, desde cada município as diferenças (?) fundamentais da esquerda e direita (?) exceto pela frágil “HONESTIDADE”. Ora, o significado é óbvio a bipolarização de forças políticas – por suas contradições – se afunilou, ao ponto de um congresso nacional, estar à mercê de uma única instituição de três instituições das quais duas são abjetas e com um poder instável e dependente da PESSOA, pessoa que pode ser manipulada de variadas formas dentro de um campo de corrupção que extrapola qualquer conceito de sociedade e país. Obviamente, longe de qualquer modelo de NACIONALISMO. Para o poder tudo ocorreu de forma prevista ao longo de décadas.

     Quando os brasileiros trabalhadores contribuíram com o “Ouro para o Bem do Brasil” foi para pagar dívidas do Brasil com o FMI. O Regime Militar fez isso a partir de 13 de maio de 1964, logo após a tomada de poder. A industrialização havia sido acertada desde 1961 com Juscelino, mas, seriam efetivadas sob a condição de um regime militar, Bipartidarismo e parte do pagamento da dívida. Isso ainda tinha o caráter nacionalista e, no entanto, as multinacionais também tinham seus objetivos e que não se resumiam a lucro, mas terras e matérias primas.

     Assim sendo, gostaria de ouvir dos candidatos quais são as suas perspectivas com relação, à corrupção, ao crime, à concentração populacional, emigrações e imigrações que só destroem famílias já destruídas e, no entanto, sempre é possível destruir mais um pouco, segundo a atual forma de governo.

... Doravante, no atual sistema modelo econômico de capitalismo de Stakeholders e laços (compartilhamento) além de problemas ambientais – descuidados na industrialização – a economia mudou o ser caráter e as concentrações populacionais têm uma razão de ser para um sistema com tantas contradições e falhas, além de serem usados politicamente em troca de benefícios etc. Entretanto, se os rios das hidrelétricas começam a secar pela velocidade das águas pela inobservância interesseira da “engenharia” que os serve, certamente, os benefícios também podem “secar”. Assim sendo, caberia a um governo – governo – mesmo que fosse um prefeito de uma cidade, tabular a cidade não ao modo de Xangai ou Dubai como muitos sugerem na política oportunista e de devassidão econômica, mas ao povo possível em quantidade e qualidade de vida e aos restantes outras cidades com modelos produtivos com o básico e essencial para vida.

... E francamente não vejo isso em nenhum candidato a governador, e presidente...  

Moradores de Rua e o Estado Profundo

 

Moradores de Rua e o Estado Profundo

Com relação ao artigo “Devorador de Cidades” do site Revolta Foz, o artigo mereceria continuidade de outras empresas, firmas, escritórios de comunicação não para concordar com tudo ou discordar de tudo, mas, para ampliar o assunto e é o que estou fazendo. Aliás, essa participação, essa ampliação do assunto é uma forma de se avaliar o que é mais próximo da verdade, por exemplo,

... quando é dito, que o cenário mais triste é o dos moradores de rua que tem crescido...

... e considerando que isso acontece em muitas cidades de vários Estados...

... isso deveria acender um sinal de alerta, não contra os moradores de rua, mas, para entender – nos planos político e econômico – se isso não é uma continuidade de um sistema criado desde FHC como Bolsa Educação e que Lula transformaria em Bolsa Família ...

... Lembro um caso no Sul em que uma candidata agressiva do PT condicionava o sistema Bolsa Família – na região, aos eleitores da sua região – à vitória de Lula. E novamente nos encontramos poucos meses antes da eleição. Não faço ideia se os moradores de rua votam, mesmo porque o governo é do PT e os outros tantos partidos afiliados ao velho Sistema Cardosiano (de FHC) é quem – Estão Agora e Desde o Fim do Regime Militar Continuam no Poder. Ora, Ulisses e Tancredo tinham um timbre Nacionalista, assim como muitos militares e os dois Partidos Comunistas, que inclusive lançaram a campanha “O Petróleo é Nosso” etc. E esse Nacionalismo foi “guilhotinado” por uma crise econômica como forma de se criar um problema cuja solução aconteceria com FHC e o Fundo Monetário Internacional – O Banco. Você leitor se lembra de ou deveria se lembrar dos “fechamentos” dos Bancos Estatais.

... Em suma, tudo o que FHC fez no governo por dois mandatos teve orientação internacional do bloco Fabiano Socialista. Até o seu acordo com Lula em 1993 foi feito e tratado em Princeton, EUA. Obviamente tratavam de quando Lula assumiria o lugar de FHC no contexto de um mesmo sistema com uma aparência socialista para sensibilizar as massas ou parte dela e ao mesmo tempo implantar o sistema pensado muito anteriormente, desde o fim da segunda guerra (ou única guerra mundial) da Nova Ordem. Onde o Nacionalismo não tem o menor sentido e milhares de ONGs espalhadas em todo o país e subsidiadas por Fundações poderosas, como a Fundação Ford, por exemplo, são elas que vão impor restrições a qualquer tipo de movimento econômico que não seja uma espécie de “penduricalho do Estado”.

... Assim sendo, ou próximo disso, em Foz se criou vários eventos populistas... eventos, mais, voltados a uma educação superficial e ideológica, também a uma espécie de integração (Latino Americana) que direcionava a uma “falsa liberdade” ou liberdade de se aventurar em serviços autônomos, que fosse compra e venda, considerando o mercado da China e do Ocidente – aliados – no Paraguai para o Brasil e outros serviços com o uso de máquinas como são as motos e agora “patinetes”. Todos esses processos de trabalho – ao povo – têm o mesmo sinal: “é por sua conta e risco”.

... De nenhuma forma, em nenhum momento, se pensou em valorizar o trabalho privado, que fosse com aquele DINHEIRO que o governo toma ao salário de forma a ter diversos títulos e perfeitamente apoiado por sindicatos e partidos políticos de qualquer lado. O que me leva a crer que o LADO, direito (a) ou esquerdo (a), o é apenas para formular uma tese, uma antítese e a síntese obrigatoriamente os favorece, a qualquer lado. E essa é a marca da política fazer crer que um possa ser melhor que o outro, quando na realidade ambos seguem o mesmo SISTEMA.

     Ainda sobre os “moradores de rua e congêneres”. Um ano atrás apareceram [...] documentos do período da morte de Kennedy. Creio 19 mil documentos. Um deles dizia sobre a ação do FBI em que o FBI, em determinadas cidades dos EUA em determinados lugares, o FBI subsidiava pessoas para que elas “criassem qualquer tipo de crime”. Inacreditável? Talvez, mas, estava relatado no documento.

... O recente caso de Santa Catarina e os “moradores de rua” foram sintomáticos. Porque a solução disso não cabe a prefeito e quer saber... nem o governador, mas cabe ao GOVERNO e tem relação direta com o MODO DE TRABALHO e CRIAÇÃO DE NOVAS CIDADES AUTOSUFICIENTES.

... Monte Sião era ou ainda é, uma cidade que só mexia com lã, fazendo blusas. Mas, São Carlos também era uma cidade dos sapatos e deixou de ser. Agora, uma cidade de “moradores de rua”, mesmo que não alcance mil pessoas é uma anomalia para uma sociedade, ainda mais quando é uma cidade de Turismo e, de Muambas também e também é uma Anomalia aos próprios “moradores de rua”. Inclusive as Casas de Apoio fazem o que SERIA o óbvio: buscam empregos, família etc., entretanto, a questão “moradores de rua” é a consequência dessas causas iniciais que não deu certo e foi corrompida.

... Corrompida como? Ora, são muitas formas de se corromper uma sociedade, por exemplo, o prefeito de uma cidade, entendeu ou respondeu a uma ordem, de que asfaltando os bairros, isso valorizaria as residências e aumentaria o imposto, não obstante, a situação econômica de cada morador, independente do atual valor da casa, continuaria a mesma e ainda teria um imposto acrescido. Obviamente o induziria a VENDER a casa ou ALUGAR uma segunda casa para ganhar mais um salário, replicando, o mesmo MODELO de economia de crise que começa com o dólar valendo uma vez a mais que o real e agora, cinco vezes mais que o real. Mas, foi um plano do FMI com FHC, não daria certo – ao povo – de forma alguma.   

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Mudou o CONCEITO de Privatização, porém, Não Mudou o SISTEMA mensal de cobranças.

 

Mudou o CONCEITO de Privatização, porém, Não Mudou o SISTEMA mensal de cobranças. Poderia ser diferente?

     No meio da primeira década do governo dos militares a Light de São Paulo cidade, foi estatizada. O governo – segundo o que se dizia na época – o governo pagou caro por, digamos, por “ferramentas usadas”. Falo da cidade de São Paulo, não tenho ideia de quantas cidades a Light fornecia eletricidade. Nem sei quais usinas hidrelétricas ela tinha sob seu controle.

... Creio eu, que a Light tenha sido estatizada porque “A Grande São Paulo” estava se industrializando e as também as Emigrações de outros tantos Estados, inclusive do Paraná, precisariam de mais, muito mais investimentos e certamente não era do interesse dos Ingleses, quando Europa recém havia saído de uma guerra e estava em outra “a Guerra Fria”.  E também consideraram, provavelmente, que o “acerto da industrialização” feito com Juscelino, tinha prazo determinado...

     Digo isso, porque esse foi um MODELO de privatização que não poderia ser considerado privatização, teria mais sentido em se pensar nisso como um pedido, muito anterior ao governo militar, para se criar um desenvolvimento do setor energético.

... Lembrando que o prédio Martinelli – um grande edifício de São Paulo cidade, construído entre 1934 a 47 pelo húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.  – foi construído com materiais que vinham de navio, da Inglaterra...

     Estou dizendo isso, porque houve uma crítica ao S. M. a respeito das críticas que fez não sobre a privatização da Copel, mas sobre a competência da administração. Aonde o comentário feito contra S>M, alegaria que S>M era a favor da privatização e agora, depois de privatizado critica a privatização.

... Na verdade existiu, desde o momento FHC, Jaime Lerner no Paraná, um conceito de privatização, quando você vende uma Estatal na bolsa de valores e quem paga mais leva, não é isso, mas popularmente é isso. Imagine a seguinte imagem, uma empresa ou um grupo, uma rede, compra a empresa de abastecimento de água e tratamento de esgoto em um Estado como o Paraná com 399 municípios. A “empresa em si”, a empresa que já existe é uma máquina em funcionamento que precisa de constantes ajustes e investimentos e os devedores são o povo, inclusive os imigrantes, os emigrantes e o povo que recebe benefícios do governo desde FHC quando era “bolsa escola”. Digo isso, para se avaliar o RISCO, considere também o volume de inadimplentes que alcança mais da metade da população, com variação nos Estados.

... Essa pequena observação e ainda a pouca credibilidade das instituições e até dos exércitos, além da insolvência de parte grande do povo, levou os investidores, os megaempresários, bem como os políticos neste patamar de negociações a um processo silencioso de ALTERAÇÃO DO CONCEITO DE PRIVATIZAÇÃO, que corroboraria com o novo modelo de capitalismo de associação com as megaempresas (Stakeholders) e laços – de compartilhamento – com as pequenas empresas e não todas, mas as selecionadas em cada cidade. Selecionadas, segundo um critério muito particular, assim como são particulares as negociações iniciais da privatização até chegarem ao público para sondar as reações.

     A “velha privatização”, apesar de NÃO... ela estava por sua conta e risco, com o novo modelo de privatização o RISCO é dividido com o Estado. O que torna a empresa e Estado coparticipantes em um mesmo processo de comando de trabalhos prioritários cujo eventual devedor – MENSAL – é o povo.

... Veja o caso dos transportes públicos. Tecnicamente é uma empresa mista – NO QUE interessa aos empresários e ao governo –, no caso de Foz, uma cidade com densidade populacional instável em termos de respostas sociais – a partir da habitação e empregos privados de baixos salários, além da INTERVENÇÃO do Estado nos salários e muitos impostos – e sem o APELO infantil dos “Direitos Humanos” – que protelou e protela a difícil realidade do povo – e com forte emigração e imigração e porosidade em suas fronteiras, mesmo como o apoio governamental a empresa não tem condições de dar as respostas ao Transporte de Massas não por culpa da empresa e nem de ninguém no poder, mas, pelos dirigentes da cidade, tanto político como econômico, além das “imposições e intervenções” do Governo Estadual e Federal...  se negarem a discutir outras formas e modelos de transportes de massas que viabilizem o seu uso de forma a atrair passageiros em toda a cidade.

... Lembro também, que no Rio de Janeiro cidade, em vias de uma Copa ou coisa assim, criaram um linha de bonde, apenas para “florear o ambiente”, mas criaram!

domingo, 10 de maio de 2026

O problema da Produção de Riquezas é o mesmo problema das Trilhas... Explico.

 

O problema da Produção de Riquezas é o mesmo problema das Trilhas... Explico.

(Desta feita, não vou dizer sobre o “Mundo dos Alugueis” como uma forma especulativa de economia).      

Quando as pessoas “andavam” nos bairros elas criavam “Trilhas” entre as pequenas vegetações... Dizia-se nesta época que as trilhas, os caminhos criados naturalmente, deveriam e poderiam ser os “calçamentos” que encurtavam caminhos e que o povo usava diariamente.

... A Europa de origem criou muitas trilhas que no futuro virariam ruas estreitas com calçamentos de pedra, preservando o “instinto” inicial de circulação das pessoas.

... Enquanto, nos EUA as Estradas largas abriam “suas próprias trilhas” para os veículos, reduzindo drasticamente, locais de moradia ou que, poderiam ser locais de moradia, além de criarem um “mundo à parte”, aonde só quem tinha veículo poderia circular, quando eventualmente criariam filmes de desenho onde “Carros tinham sua própria sociedade de carros”.

     A versão brasileira de algo próximo, porém distante, do modelo Europeu em termos de circulação de pessoas é visto nas cidades dos Morros do Rio de Janeiro e Bairros específicos de São Paulo, com altíssima concentração de pessoas.

... E, neste ponto, da concentração de pessoas é quando e por conta de EMIGRAÇÕES entre Estados, devido à industrialização por 20 anos com as multinacionais... que se desvela, que as Emigrações foram a consequência das AÇÕES das OLIGARQUIAS nas cidades e não foram poucas cidades. As Oligarquias como diz Olavo são os Banqueiros e os grandes industriais e fazendeiros, que naturalmente se FUNDEM aos políticos. Os mais ricos.

     Basicamente, esse tem sido o modelo de Economia, quando se volta contra o povo que irá ENDIVIDA-LO. O cenário da Bolsa Educação com FHC, depois Bolsa Família com Lula definia claramente a falta de empregos, a desindustrialização ou industrialização de extrativismo com a proteção de milhares de Ongs.

... No tempo, haviam criado figuras terríveis da “violência da Seca” – induzindo o povo a abandonarem as terras, terras com pedras preciosas encontradas nos “papos de galinha”; seca... em um país com o maior aquífero do mundo (hoje controlado pela Nestlé e que se sabia disso desde 1960 com a Fundação Conrado Wessel).

... Cresce de forma acelerada a Criminalidade e a Corrupção. Em termos de “circulação de dinheiro” se ganhará mais do que perderá com o Crime Organizado. A Corrupção se torna transparente no meio político e no meio social com um único objetivo extrair às massas espólios o que vai de encontro às ilusões de análises folclóricas tentando justificar o injustificável. Injustificável como é obrigar sem obrigar o inquilino a pagar impostos aos proprietários. Proprietários com mais de 100, 300 imóveis que ganham fabulas de dinheiro mensal e ainda se recusam a pagar o seu Imposto. Esse é um dos casos.

... Curiosamente tudo o que se ganha com o Crime ilícito ou com a produção de alimentos licita, lá no fundo é controlado por bancos...

Crime Organizado, que nos dias atuais entra em descrédito não pela organização do crime, mas pelos organizadores. Mesmo porque a “Nova Ordem” tecnocrática imposta aos países da América do Sul conta com o mesmo poder de organização com sinais contrários. Basta “se atentar” à experiência (ao laboratório) de Bukele em Nicarágua. E mais... a eleição presidencial no Brasil fica claro que, há uma orientação ou determinação onde os participantes do pleito eleitoral disputam entre si e entre regiões com os governadores de quem melhor servirá aos interesses da Tecnocracia, quando se abre espaço também ao modelo Monárquico com as novas adequações, como o que ocorre na própria Inglaterra no “topo” do poder.