Nada é ao
Acaso, Tudo Tem um Propósito, até a História que NÃO Contam.
Desde a
morte de Ulisses e Tancredo, os senhores (genérico) estão no controle poder. Os
senhores sabiam e controlavam o povo com relação à quebra do Parque Industrial
Brasileiro que gerou muitas demissões e os senhores nada podiam fazer quanto às
demissões, mas, fizeram com relação aos seus próprios interesses políticos
desde a grande EMIGRAÇÃO para as cidades industrializadas e a criação de um
novo modelo de Partido que usava o nome de “Trabalhadores” para selar um
destino nacional em uma trama articulada desde muitos estados que não tiveram o
“benefício” da industrialização e se deixaram iludir pela construção de
Brasília, no qual os senhores – indiretamente – foram os arquitetos.
... Os senhores sabiam ao menos, os sindicalistas,
empresários e políticos sabiam que o prazo da industrialização era de 20 anos –
(60/80) e que o regime seria militar e também seriam dois partidos e uma “cartilha”,
para satisfazer os interesses estrangeiros e os seus investimentos, bem como autorizar
e sugerir a muitos estados a figura do Eldorado da Grande São Paulo e também
Rio de Janeiro com o emblema casuístico de cidade maravilhosa.
... Ao mesmo tempo em que se criava o “Movimento
(dos Trabalhadores Rurais) Sem Terra” iniciada em 1984 no Estado do Paraná em
um período marcado por grande desigualdade na DISTRIBUIÇÃO de terras... E que,
foi mais um ativismo político do que uma “reforma agrária”.
... Mesmo porque já tinham o seu Partido desde
1979/80, Em 1988, FHC criaria o seu partido que lançaria a pedra fundamental do
princípio do “Salário Universal” com a Bolsa Educação e, as ONGs, com vista à
Nova Ordem Mundial, segundo os Fabianos Socialistas, Clube de Roma e outras
organizações.
O que
sobraria da desindustrialização, sem entrar no mérito dos produtores do Rio
Grande do Sul e sua discreta fuga para as margens do Rio São Francisco (Chicão)
e, em parte o Paraguai; ou mesmo, Santa Catarina com o ilustrado Espiridião, o
Sudeste em especial, foi solapado por favelas e grandes concentrações
populacionais.
... Em síntese, isso criaria todos os malefícios que
são vistos hoje em dia, para citar UM Exemplo, posso dizer da Saúde que atende
pessoas, como animais são acolhidos por cuidadores e não por culpa dos
profissionais de saúde, mas, pelo acúmulo de pessoas, ao ponto de uma cidade
com 285 mil pessoas ter 450 mil pessoas com Cartão de Atendimento! E quem são
essas pessoas?
... Neste ponto cabe uma estória, um sujeito presidente
de um “sindicato de escolas”, fez seus cálculos sobre a quantidade de alunos e “Carteirinhas”
que poderia negociar e os valores eram altos, isso certamente asseguraria o seu
“mandato” por alguns anos.
... Bem, esse caso da saúde é um caso em que se
prioriza mais a instituição saúde como reduto de grandes verbas do que o
Paciente, bastante paciente e dócil. E mesmo esse paciente dócil vem sendo
colocado à prova e são criadas leis repressivas para pessoas com graves
problemas emocionais. E esses são os resultados..., e um resultado, que
favorece o “mundo político” e a quantidade de COMISSÕES, PARTIDOS, ONGS e ET
Cetera que se pode criar sob os auspícios do próprio governo simbiótico ao
processo de tomada de poder, segundo o que Gramsci teria escrito entre 1926 a37,
quando no cárcere. E tudo em perfeito alinhamento com a Nova (velha) Ordem
Mundial.
... Quando isso, as comissões e ET Cetera, se tornam
mais importantes no mundo político, do que o país propriamente e o seu povo de
fora dos paraísos estatais.
... Quando Henry Ford deu “loas” ao Manifesto Comunista,
na Wall Street, junto com outras autoridades políticas, ele Henry, sabia o que
estava fazendo e a NOM é o resultado final, cujo arremate da separação do “joio
do trigo” segundo a mentalidade cristã é a Inteligência Artificial que, aliás,
fez com que o atual mandatário do Brasil gastasse um pouco mais de DOIS BILHÕES
de reais para adquirir Computadores de Rússia e China.
Curiosamente, ainda persiste o “clima” de revolucionário, apesar da
aparente traição e inversão dos direitos básicos da população. E persiste o
aspecto revolucionário, como bem disse um professor universitário sobre Brecht
e “uma boa cova”, porque esse é o seu limite, o movimento pós os anos 80
cumpriu o seu papel: gerar o Caos, como é escrito nos ditos maçons: “A Ordem
pelo Caos”. Ora, há uma simbiose, um tipo de “viver junto” na terra do
idealismo egoísta com foco na vitima – para em nome dela arrancar o que podem -
e que denominam de comunidades em favelas e bairros labirínticos e nas sombras
do cruel destino que lhes foi atribuído na troca do trabalho digno por auxílios
em situações econômicas mundiais que se agravam ano a ano.