Se “Tirar
os Socialistas da Reta”, o Quê Sobra? Um País Melhor?
Creio
que não seria estupidez de um candidato a governador e presidente ao admitir
que a maioria do sistema Bolsa Família esteja no Nordeste e Norte. E que, por
um século – com toda certeza – não ira chegar à industrialização no modelo das
indústrias automotivas que vieram para o Brasil por 20 anos. Ainda mais que o
Sul e o Sudeste estão se ressentindo da intervenção governamental na economia:
seja por juros altos, seja por impostos excessivos, seja pelo próprio
desinteresse movido por grandes corporações contra a industrialização do Brasil
o que vem desde Getúlio.
Agora,
como disse não seria estupidez, que os governos do Nordeste, tivessem o
entendimento de que não é absolutamente necessário que cada pessoa do Nordeste
e Norte tenha o seu “automóvel” ou, “o seu condomínio fechado”, como acontece
no Sul e Sudeste (visão social). E que, com isso, arrastam todo um elenco de
consequências e rigidez econômica para as suas vidas. E o que deveria ser
desenvolvimento se torna ante desenvolvimento no contexto social e incita a
roubos; a probabilidade de um volume intenso de veículos que leva à acidentes;
hospitais superlotam, despesas extras etc.
... Ou seja, isso seria reproduzido no ambiente
aonde se aplica o auxílio do governo? Parece-me absolutamente improvável. Mas
lembremos de que o cargo à que concorrem é de governo do Estado ou do País. E o
País já decidiu pelo sistema Bolsa Família! E decidiu “pela metade”. Ora, que o
Brasil não possa “industrializar” – fazer trilhos de trem – o Brasil pode criar
grandes centros de alimentos especiais com enormes estufas; também desenvolver
o princípio de medicina por ervas etc. Ou criar Besouros, “bichos da seda” e
uma infinidade de ações que caberiam em um modelo diferente de sociedade.
... O atual modelo de sociedade, de concentrações de
pessoas, de especulação até no imposto IPTU, além do aluguel; que vive de
vender a morte como pacificação de uma “alma” perturbada, que continue assim.
Aprenda algo com a dor. Aumentando a polícia, aumentando o crime, as doenças,
aumentando o número de pessoas que buscam se aliar ao Estado para se salvar Et
Cetera.
... Dizem que “os últimos serão os primeiros” e isso
teria muito sentido se essa grande camada da população nacional dos auxílios,
ganhasse o prêmio de uma nova sociedade produtiva, equilibrada, sem vícios e
autossustentável. Não voltar à barbárie (o que parece oportunismo para negar a
realidade), mas USAR o que há de melhor do outro modelo de sociedade: “que tem
as ferramentas, mas não sabe ou, não quer usá-las de forma útil”. Mais ou menos
como os canhões e grandes navios que aguardam uma guerra...
... Se um candidato disse algo parecido à necessária
realidade desse enorme contingente de auxiliados, que precisa de trabalho
decente, isso mostraria que ele “não é mais um candidato”, mas sim um sujeito
que terá o respaldo sincero de milhões de brasileiros. Abs. Bem, votaria nele.
Mas, o sujeito tem que ser sincero e isso, “a sinceridade” não parece fácil na atual
conjuntura política e econômica. E não pago para ver!
Quem “Vende”
a Cultura é quem Vende a Cultura!
A Prefeitura
e a Câmara são a representação direta do Estado no Município. Eles existem para
governar, dar direção, organizar e cuidar. A prefeitura tem o seu setor de
engenharia, aquele que faz mapas da cidade, o que falta...
... é identificar cada pedaço de terreno com placas,
como existem as placas de carros... começando por terrenos vazios.
... O próximo passo é criar mapas por blocos de 10
mil habitantes e, que área ocupa no município e depois confrontar isso com os
terrenos vazios, para eliminar o conceito de concentração populacional,
... bem como reorganizar a saúde, educação,
transporte, lixo, esgoto e moradias. Ou seja, ao mesmo tempo em que existem sítios
inúteis para deleite de indivíduos, existem terras vazias, condomínios
fechados, terras do Estado e terras da Federação...
... Ora, “a federação” não mora em Foz! Ela ocupa
espaço em Foz e assim como o Estado. Creio eu, que não se trate de cultura do
indivíduo (o fato de não saber votar ou depredar, ou jogar lixo em local impróprio)...
... do sujeito, da pessoa, afinal o povo é MOVIDO...
... se trata de Governo e a capacidade de gerenciamento,
perspectivas e prevenções.
... O crime tem se tornado uma espécie de ferramenta
para aumentar o poder militar da cidade e isso é bem pior do que organizar os
terrenos da cidade, entretanto, o crime e suas consequências, comunicam mais ao
povo do que os programas televisivos de vendas de tudo o que é imaginável e
toda espécie de especulação, oportunismo e etc.
... E isso sim passa uma cultura deteriorada e de desespero,
inclusive por ignorar a realidade, por exemplo, o que se dizer da integração
latino americana? Como explicar que existam 400 mil carteirinhas de SUS para
290 mil habitantes? ET Cetera. Abs.