Trato de Magias e Feitiçarias, sem o crime (ou
ilegalidade) internacional, o Brasil teria como pagar suas dívidas?
Se
o dólar custa cinco reais em que condições, o país Brasil teria que compra-lo?
Bem, esse é um sistema inarredável! Mas, não existiria alternativa interna ao
Brasil? Afinal são 27 países/Estados!
Digamos assim, os Estados longínquos de
milhares de quilômetros estão enviando seu povo para outros Estados – em tese –
para que “se formem” e retornem ao Estado. Bem, as elites fazem isso entre
países. E isso não tem nada a ver com o povo, são atos políticos e econômicos de
movimentação de grande volume de capital do Estado, além de grandes transformações
geográficas em termos de terrenos e o conceito de propriedade.
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Com relação a terrenos e propriedades... O império Romano foi transformado em
Feudalismo. O império Otomano deixou de existir em vias do início da Guerra
Mundial com promessa de retorno após 100 anos. O prazo já se cumpriu. E tudo
isso, alteram as “linhas” dos mapas, se é que me entende.
Esse é um tema delicado porque
maliciosamente envolvem “o povo”, quando na verdade o povo é induzido e
remunerado com auxílios para isso. E tudo isso, são medidas político/econômicas,
movimentação de Capital com os recursos de impostos tomados ao próprio povo.
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As ações político/econômicas são mágicas ou feiticeiras, elas acontecem por
determinações internacionais, quando se determinou que o Brasil fosse um país
eminentemente agrícola, isso movimentou a questão cultural de todo o país.
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O hipismo ele acontece nos EUA com a guerra do Vietnam, no Brasil com o Regime
Militar... e vai de encontro ao civismo, basicamente.
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A grande emigração, no Brasil e vários Estados para as Capitais
industrializadas; a criação do PT como alternativa ao perigo nacionalista à
Ordem Mundial; como consequência do fim do Regime Militar, o Bipartidarismo e a
saída de grandes multinacionais do país. Bem como ao direcionamento da economia
para a agricultura e menos criação de gado e muito turismo e “quermesses e
shows como instituição à moda de cassinos e subsidiados, tomam um vulto
agressivo e político”.
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E agora, tem a continuidade com a Internet que aos poucos se torna uma
ferramenta do tipo “roleta russa” ou caça níqueis.
Se bem observado, não se fala mais
sobre o “roubo dos aposentados”. E não se fala mais porque, o que se falou, eram
meias verdades e maliciosas. Depois, “o termo: aposentado” envolve algumas
circunstâncias em que, no caso dos aposentados com grandes valores e mais de
uma aposentadoria, como é o caso de FHC e tantos outros é um tipo de aposentadoria
que existe, discretamente, quando se funde...
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ao modelo tido como original de aposentadoria de um a dois salários, que é
maioria ou quase a totalidade das aposentadorias. E o terceiro modelo de
aposentadoria, supõe que a pessoa tenha trabalhado e mesmo que não tenha
recolhido ela ganha o direito à aposentadoria por idade.
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Um quarto modelo de aposentadoria não é por idade é por condição social, mais
precisamente nos Estados, aonde “a terra representa valor”, o Capital está nos
bens materiais e concentração de metais preciosos. O que inviabiliza a MOVIMENTAÇÃO
de Capital. Onde o SISTEMA político/econômico de grandes Oligarquias se usa do
Estado para distribuição de um recurso para vida das massas do ponto de vista
dos “comandantes políticos e econômicos”.
A questão do “roubo da aposentadoria”,
de fato, é uma “negociação de aposentadoria” para quem não tem comprovação de
arrecadação, mas que trabalhou de alguma forma e isso é constatado através de “fotos
e testemunhas”, quando na verdade, nem precisa ser comprovado, basta à história
da pessoa. E neste ponto entra a figura do agenciador que recebe uma comissão
de comum acordo. É só isso.
Quando o Brasil político/econômico,
começa a conhecer o Brasil coisas inacreditáveis começam a aparecer. Não só com
relação ao povo, mas também com relação às elites das cidades e Estados. Veja o
caso Vorcaro e seu “sorriso de confiança”, de quem sabe coisas, que o próprio
meio social de Vorcaro, “este meio” sempre vai ignorar, ignorar... até por uma
questão de discrição e cumplicidade, mas é mais uma forma de movimentação de
grandes volumes de recursos, mais uma vez se usando dos recursos dos impostos.
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Ora, o agro negócio precisa de empréstimos dos recursos do Estado! E quem é o
Vorcaro? do Agro? O próprio Estado recebe terras dos municípios – de graça –
para construções de suas instituições, como presídios, quarteis etc. Mas, os
munícipes – em tese – fundadores não receberam terras de graça? Até para – em tese
– distribuição de terras?
Você acreditaria que o poder público junto com
a “iniciativa privada” não teria condições de abrir uma faculdade “nos estados longínquos
ou, o mais próximo entre eles, os Estados?”, claro que teria, mas não há interesse
político e econômico.
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Objetivamente, pessoas estão sendo induzidas a virem de muito longe para
estudarem no Paraguai, por conta de uma dívida brasileira com o Paraguai com
relação ao “Mercado Chinês e Ocidental no Paraguai para o Brasil”, quando da
inevitável transferência das grandes indústrias multinacionais para China e a
quebra do parque industrial brasileiro e obviamente o desemprego. Ainda mais,
quando o emprego, nas multinacionais, eram de qualidade razoável, boa.
Quando da “quebra do parque
industrial brasileiro, o primeiro ou o segundo maior da América do Sul” a manchete
dos jornais é que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”. Como disse um
ilustre político das Oligarquias, “foi em 1975 que um embaixador ou diplomata
brasileiro – em uma reunião internacional – VEIO com a informação de que, a
industrialização tinha que reduzir drasticamente em função do meio ambiente”. E
assim foi feito. As ONGs e a esquerda, interpretariam perfeitamente o seu
papel.
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O PT foi fundado em 1980 para se opor ao “Nacionalismo do fim da Grande Guerra”
e como “Partido do Povo”, dando complementariedade ou continuísmo, ao acordo
internacional feito com o FMI (seus
agentes) e a figura de FHC. De fato, em 1993, antes de FHC ser eleito
presidente, houve um “acordo de cavalheiros” entre FHC (organização) e Lula
(organização) em Princeton nos EUA. E após dois mandatos de FHC (e as guerras
fiscais na qual me configuro como vítima) era a vez do PT assumir o governo de
forma permanente, com algum revezamento aparente e oportuno. Afinal, havia
cumprido todas as ordens internacionais.
Não cumprir as determinações
internacionais, vindas dos Fóruns, Copi isso e aquilo, Mercosul, Mercado Comum
Europeu, ONU, OMS etc. é uma IMPOSSIBILIDADE, com relação ao MERCADO
internacional a que entendem como Globalização, mas que pode ser usado na forma
de Global[ismo]!
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Entretanto, existiria? A possibilidade de Dois Brasis ou não? Um Brasil que
responda ao governo mundial e outro que responda à maioria da população, por sinal,
endividada no limite? E criminalizada em circunstâncias específicas? E ainda
impedido de industrialização, enquanto é compelido a um turismo abstrato e
atemporal?