terça-feira, 12 de maio de 2026

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos

 

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos rumo aos interesses do povo brasileiro.

     Jânio Quadros como presidente do país (31 de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961), declarou que “saia da presidência para não haver derramamento de sangue”. Pois bem, não houve derramamento de sangue, mas houve a degradação do povo brasileiro “selada com misteriosos selos, desde poderes internacionais, políticos brasileiros servis ao sistema e oligarquias, desde FHC e o socialismo como – PANOS QUENTES – do Sistema”.

... Entretanto o “socialismo” anterior, mais comunismo que socialismo tinha o caráter NACIONALISTA, que perigosamente para o SISTEMA combinava com Parte do Parque Militar e apoio popular, porém não combinava com os projetos de mundo, desde 1950, quando – em tese – termina a segunda guerra, que de fato, era apenas uma guerra e que teve continuação com a “guerra fria” e hoje em dia, as guerras se tornam permanentes. Ou seja, a guerra é aonde é possível um “Assalto a países e cidades” e, um grande e perigoso desenvolvimento tecnológico. ARMAMENTISTA.

... Com o fim do regime militar – com data marcada – a política de democratização, democratização do ponto de vista socialista, ainda é comandada por políticos simpáticos ao comunismo e ainda do ponto de vista NACIONALISTA. O comunismo se subsome no contexto Nacionalista. E isso não podia continuar e não continuou.

... Como era bipartidarismo e boa parte da Arena e MDB eram nacionalistas, foi incumbida ao regime militar dos serviços de inteligência e forças políticas internacionais, a criação de um partido “sui generis”, ou seja, “Único em seu gênero”, pois que, fôra formado nas cadeiras universitárias sob a influência e apoio da política europeia, e latina, entretanto, no Brasil, do ponto de vista dos militares prós “Nova Ordem Mundial”, o “novo” partido serviria para se contrapor ao NACIONALISMO. E realmente, fazer o papel de conciliador de uma realidade brasileira não só de conflitos entre estados, como de separação da miséria e riqueza e usa-las como forma de manutenção do mesmo sistema político, vigente até a próxima eleição e naturalmente um continuísmo inapelável.

... Especialmente si, se considerar a atual situação brasileira de DIVIDA, de CORRUPÇÃO ENDÊMICA, de CRIME ORGANIZADO e as ORGANIZAÇÕES DO CRIME, além de organizações pagas por institutos internacionais para interferirem nos destinos econômicos do país e são aos milhares e com apoio irrestrito do governo “de lava pés”, quando não se distingue mais, na prática, nas ações, nas leis, desde cada município as diferenças (?) fundamentais da esquerda e direita (?) exceto pela frágil “HONESTIDADE”. Ora, o significado é óbvio a bipolarização de forças políticas – por suas contradições – se afunilou, ao ponto de um congresso nacional, estar à mercê de uma única instituição de três instituições das quais duas são abjetas e com um poder instável e dependente da PESSOA, pessoa que pode ser manipulada de variadas formas dentro de um campo de corrupção que extrapola qualquer conceito de sociedade e país. Obviamente, longe de qualquer modelo de NACIONALISMO. Para o poder tudo ocorreu de forma prevista ao longo de décadas.

     Quando os brasileiros trabalhadores contribuíram com o “Ouro para o Bem do Brasil” foi para pagar dívidas do Brasil com o FMI. O Regime Militar fez isso a partir de 13 de maio de 1964, logo após a tomada de poder. A industrialização havia sido acertada desde 1961 com Juscelino, mas, seriam efetivadas sob a condição de um regime militar, Bipartidarismo e parte do pagamento da dívida. Isso ainda tinha o caráter nacionalista e, no entanto, as multinacionais também tinham seus objetivos e que não se resumiam a lucro, mas terras e matérias primas.

     Assim sendo, gostaria de ouvir dos candidatos quais são as suas perspectivas com relação, à corrupção, ao crime, à concentração populacional, emigrações e imigrações que só destroem famílias já destruídas e, no entanto, sempre é possível destruir mais um pouco, segundo a atual forma de governo.

... Doravante, no atual sistema modelo econômico de capitalismo de Stakeholders e laços (compartilhamento) além de problemas ambientais – descuidados na industrialização – a economia mudou o ser caráter e as concentrações populacionais têm uma razão de ser para um sistema com tantas contradições e falhas, além de serem usados politicamente em troca de benefícios etc. Entretanto, se os rios das hidrelétricas começam a secar pela velocidade das águas pela inobservância interesseira da “engenharia” que os serve, certamente, os benefícios também podem “secar”. Assim sendo, caberia a um governo – governo – mesmo que fosse um prefeito de uma cidade, tabular a cidade não ao modo de Xangai ou Dubai como muitos sugerem na política oportunista e de devassidão econômica, mas ao povo possível em quantidade e qualidade de vida e aos restantes outras cidades com modelos produtivos com o básico e essencial para vida.

... E francamente não vejo isso em nenhum candidato a governador, e presidente...  

Moradores de Rua e o Estado Profundo

 

Moradores de Rua e o Estado Profundo

Com relação ao artigo “Devorador de Cidades” do site Revolta Foz, o artigo mereceria continuidade de outras empresas, firmas, escritórios de comunicação não para concordar com tudo ou discordar de tudo, mas, para ampliar o assunto e é o que estou fazendo. Aliás, essa participação, essa ampliação do assunto é uma forma de se avaliar o que é mais próximo da verdade, por exemplo,

... quando é dito, que o cenário mais triste é o dos moradores de rua que tem crescido...

... e considerando que isso acontece em muitas cidades de vários Estados...

... isso deveria acender um sinal de alerta, não contra os moradores de rua, mas, para entender – nos planos político e econômico – se isso não é uma continuidade de um sistema criado desde FHC como Bolsa Educação e que Lula transformaria em Bolsa Família ...

... Lembro um caso no Sul em que uma candidata agressiva do PT condicionava o sistema Bolsa Família – na região, aos eleitores da sua região – à vitória de Lula. E novamente nos encontramos poucos meses antes da eleição. Não faço ideia se os moradores de rua votam, mesmo porque o governo é do PT e os outros tantos partidos afiliados ao velho Sistema Cardosiano (de FHC) é quem – Estão Agora e Desde o Fim do Regime Militar Continuam no Poder. Ora, Ulisses e Tancredo tinham um timbre Nacionalista, assim como muitos militares e os dois Partidos Comunistas, que inclusive lançaram a campanha “O Petróleo é Nosso” etc. E esse Nacionalismo foi “guilhotinado” por uma crise econômica como forma de se criar um problema cuja solução aconteceria com FHC e o Fundo Monetário Internacional – O Banco. Você leitor se lembra de ou deveria se lembrar dos “fechamentos” dos Bancos Estatais.

... Em suma, tudo o que FHC fez no governo por dois mandatos teve orientação internacional do bloco Fabiano Socialista. Até o seu acordo com Lula em 1993 foi feito e tratado em Princeton, EUA. Obviamente tratavam de quando Lula assumiria o lugar de FHC no contexto de um mesmo sistema com uma aparência socialista para sensibilizar as massas ou parte dela e ao mesmo tempo implantar o sistema pensado muito anteriormente, desde o fim da segunda guerra (ou única guerra mundial) da Nova Ordem. Onde o Nacionalismo não tem o menor sentido e milhares de ONGs espalhadas em todo o país e subsidiadas por Fundações poderosas, como a Fundação Ford, por exemplo, são elas que vão impor restrições a qualquer tipo de movimento econômico que não seja uma espécie de “penduricalho do Estado”.

... Assim sendo, ou próximo disso, em Foz se criou vários eventos populistas... eventos, mais, voltados a uma educação superficial e ideológica, também a uma espécie de integração (Latino Americana) que direcionava a uma “falsa liberdade” ou liberdade de se aventurar em serviços autônomos, que fosse compra e venda, considerando o mercado da China e do Ocidente – aliados – no Paraguai para o Brasil e outros serviços com o uso de máquinas como são as motos e agora “patinetes”. Todos esses processos de trabalho – ao povo – têm o mesmo sinal: “é por sua conta e risco”.

... De nenhuma forma, em nenhum momento, se pensou em valorizar o trabalho privado, que fosse com aquele DINHEIRO que o governo toma ao salário de forma a ter diversos títulos e perfeitamente apoiado por sindicatos e partidos políticos de qualquer lado. O que me leva a crer que o LADO, direito (a) ou esquerdo (a), o é apenas para formular uma tese, uma antítese e a síntese obrigatoriamente os favorece, a qualquer lado. E essa é a marca da política fazer crer que um possa ser melhor que o outro, quando na realidade ambos seguem o mesmo SISTEMA.

     Ainda sobre os “moradores de rua e congêneres”. Um ano atrás apareceram [...] documentos do período da morte de Kennedy. Creio 19 mil documentos. Um deles dizia sobre a ação do FBI em que o FBI, em determinadas cidades dos EUA em determinados lugares, o FBI subsidiava pessoas para que elas “criassem qualquer tipo de crime”. Inacreditável? Talvez, mas, estava relatado no documento.

... O recente caso de Santa Catarina e os “moradores de rua” foram sintomáticos. Porque a solução disso não cabe a prefeito e quer saber... nem o governador, mas cabe ao GOVERNO e tem relação direta com o MODO DE TRABALHO e CRIAÇÃO DE NOVAS CIDADES AUTOSUFICIENTES.

... Monte Sião era ou ainda é, uma cidade que só mexia com lã, fazendo blusas. Mas, São Carlos também era uma cidade dos sapatos e deixou de ser. Agora, uma cidade de “moradores de rua”, mesmo que não alcance mil pessoas é uma anomalia para uma sociedade, ainda mais quando é uma cidade de Turismo e, de Muambas também e também é uma Anomalia aos próprios “moradores de rua”. Inclusive as Casas de Apoio fazem o que SERIA o óbvio: buscam empregos, família etc., entretanto, a questão “moradores de rua” é a consequência dessas causas iniciais que não deu certo e foi corrompida.

... Corrompida como? Ora, são muitas formas de se corromper uma sociedade, por exemplo, o prefeito de uma cidade, entendeu ou respondeu a uma ordem, de que asfaltando os bairros, isso valorizaria as residências e aumentaria o imposto, não obstante, a situação econômica de cada morador, independente do atual valor da casa, continuaria a mesma e ainda teria um imposto acrescido. Obviamente o induziria a VENDER a casa ou ALUGAR uma segunda casa para ganhar mais um salário, replicando, o mesmo MODELO de economia de crise que começa com o dólar valendo uma vez a mais que o real e agora, cinco vezes mais que o real. Mas, foi um plano do FMI com FHC, não daria certo – ao povo – de forma alguma.   

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Mudou o CONCEITO de Privatização, porém, Não Mudou o SISTEMA mensal de cobranças.

 

Mudou o CONCEITO de Privatização, porém, Não Mudou o SISTEMA mensal de cobranças. Poderia ser diferente?

     No meio da primeira década do governo dos militares a Light de São Paulo cidade, foi estatizada. O governo – segundo o que se dizia na época – o governo pagou caro por, digamos, por “ferramentas usadas”. Falo da cidade de São Paulo, não tenho ideia de quantas cidades a Light fornecia eletricidade. Nem sei quais usinas hidrelétricas ela tinha sob seu controle.

... Creio eu, que a Light tenha sido estatizada porque “A Grande São Paulo” estava se industrializando e as também as Emigrações de outros tantos Estados, inclusive do Paraná, precisariam de mais, muito mais investimentos e certamente não era do interesse dos Ingleses, quando Europa recém havia saído de uma guerra e estava em outra “a Guerra Fria”.  E também consideraram, provavelmente, que o “acerto da industrialização” feito com Juscelino, tinha prazo determinado...

     Digo isso, porque esse foi um MODELO de privatização que não poderia ser considerado privatização, teria mais sentido em se pensar nisso como um pedido, muito anterior ao governo militar, para se criar um desenvolvimento do setor energético.

... Lembrando que o prédio Martinelli – um grande edifício de São Paulo cidade, construído entre 1934 a 47 pelo húngaro William Fillinger, da Academia de Belas Artes de Viena.  – foi construído com materiais que vinham de navio, da Inglaterra...

     Estou dizendo isso, porque houve uma crítica ao S. M. a respeito das críticas que fez não sobre a privatização da Copel, mas sobre a competência da administração. Aonde o comentário feito contra S>M, alegaria que S>M era a favor da privatização e agora, depois de privatizado critica a privatização.

... Na verdade existiu, desde o momento FHC, Jaime Lerner no Paraná, um conceito de privatização, quando você vende uma Estatal na bolsa de valores e quem paga mais leva, não é isso, mas popularmente é isso. Imagine a seguinte imagem, uma empresa ou um grupo, uma rede, compra a empresa de abastecimento de água e tratamento de esgoto em um Estado como o Paraná com 399 municípios. A “empresa em si”, a empresa que já existe é uma máquina em funcionamento que precisa de constantes ajustes e investimentos e os devedores são o povo, inclusive os imigrantes, os emigrantes e o povo que recebe benefícios do governo desde FHC quando era “bolsa escola”. Digo isso, para se avaliar o RISCO, considere também o volume de inadimplentes que alcança mais da metade da população, com variação nos Estados.

... Essa pequena observação e ainda a pouca credibilidade das instituições e até dos exércitos, além da insolvência de parte grande do povo, levou os investidores, os megaempresários, bem como os políticos neste patamar de negociações a um processo silencioso de ALTERAÇÃO DO CONCEITO DE PRIVATIZAÇÃO, que corroboraria com o novo modelo de capitalismo de associação com as megaempresas (Stakeholders) e laços – de compartilhamento – com as pequenas empresas e não todas, mas as selecionadas em cada cidade. Selecionadas, segundo um critério muito particular, assim como são particulares as negociações iniciais da privatização até chegarem ao público para sondar as reações.

     A “velha privatização”, apesar de NÃO... ela estava por sua conta e risco, com o novo modelo de privatização o RISCO é dividido com o Estado. O que torna a empresa e Estado coparticipantes em um mesmo processo de comando de trabalhos prioritários cujo eventual devedor – MENSAL – é o povo.

... Veja o caso dos transportes públicos. Tecnicamente é uma empresa mista – NO QUE interessa aos empresários e ao governo –, no caso de Foz, uma cidade com densidade populacional instável em termos de respostas sociais – a partir da habitação e empregos privados de baixos salários, além da INTERVENÇÃO do Estado nos salários e muitos impostos – e sem o APELO infantil dos “Direitos Humanos” – que protelou e protela a difícil realidade do povo – e com forte emigração e imigração e porosidade em suas fronteiras, mesmo como o apoio governamental a empresa não tem condições de dar as respostas ao Transporte de Massas não por culpa da empresa e nem de ninguém no poder, mas, pelos dirigentes da cidade, tanto político como econômico, além das “imposições e intervenções” do Governo Estadual e Federal...  se negarem a discutir outras formas e modelos de transportes de massas que viabilizem o seu uso de forma a atrair passageiros em toda a cidade.

... Lembro também, que no Rio de Janeiro cidade, em vias de uma Copa ou coisa assim, criaram um linha de bonde, apenas para “florear o ambiente”, mas criaram!

domingo, 10 de maio de 2026

O problema da Produção de Riquezas é o mesmo problema das Trilhas... Explico.

 

O problema da Produção de Riquezas é o mesmo problema das Trilhas... Explico.

(Desta feita, não vou dizer sobre o “Mundo dos Alugueis” como uma forma especulativa de economia).      

Quando as pessoas “andavam” nos bairros elas criavam “Trilhas” entre as pequenas vegetações... Dizia-se nesta época que as trilhas, os caminhos criados naturalmente, deveriam e poderiam ser os “calçamentos” que encurtavam caminhos e que o povo usava diariamente.

... A Europa de origem criou muitas trilhas que no futuro virariam ruas estreitas com calçamentos de pedra, preservando o “instinto” inicial de circulação das pessoas.

... Enquanto, nos EUA as Estradas largas abriam “suas próprias trilhas” para os veículos, reduzindo drasticamente, locais de moradia ou que, poderiam ser locais de moradia, além de criarem um “mundo à parte”, aonde só quem tinha veículo poderia circular, quando eventualmente criariam filmes de desenho onde “Carros tinham sua própria sociedade de carros”.

     A versão brasileira de algo próximo, porém distante, do modelo Europeu em termos de circulação de pessoas é visto nas cidades dos Morros do Rio de Janeiro e Bairros específicos de São Paulo, com altíssima concentração de pessoas.

... E, neste ponto, da concentração de pessoas é quando e por conta de EMIGRAÇÕES entre Estados, devido à industrialização por 20 anos com as multinacionais... que se desvela, que as Emigrações foram a consequência das AÇÕES das OLIGARQUIAS nas cidades e não foram poucas cidades. As Oligarquias como diz Olavo são os Banqueiros e os grandes industriais e fazendeiros, que naturalmente se FUNDEM aos políticos. Os mais ricos.

     Basicamente, esse tem sido o modelo de Economia, quando se volta contra o povo que irá ENDIVIDA-LO. O cenário da Bolsa Educação com FHC, depois Bolsa Família com Lula definia claramente a falta de empregos, a desindustrialização ou industrialização de extrativismo com a proteção de milhares de Ongs.

... No tempo, haviam criado figuras terríveis da “violência da Seca” – induzindo o povo a abandonarem as terras, terras com pedras preciosas encontradas nos “papos de galinha”; seca... em um país com o maior aquífero do mundo (hoje controlado pela Nestlé e que se sabia disso desde 1960 com a Fundação Conrado Wessel).

... Cresce de forma acelerada a Criminalidade e a Corrupção. Em termos de “circulação de dinheiro” se ganhará mais do que perderá com o Crime Organizado. A Corrupção se torna transparente no meio político e no meio social com um único objetivo extrair às massas espólios o que vai de encontro às ilusões de análises folclóricas tentando justificar o injustificável. Injustificável como é obrigar sem obrigar o inquilino a pagar impostos aos proprietários. Proprietários com mais de 100, 300 imóveis que ganham fabulas de dinheiro mensal e ainda se recusam a pagar o seu Imposto. Esse é um dos casos.

... Curiosamente tudo o que se ganha com o Crime ilícito ou com a produção de alimentos licita, lá no fundo é controlado por bancos...

Crime Organizado, que nos dias atuais entra em descrédito não pela organização do crime, mas pelos organizadores. Mesmo porque a “Nova Ordem” tecnocrática imposta aos países da América do Sul conta com o mesmo poder de organização com sinais contrários. Basta “se atentar” à experiência (ao laboratório) de Bukele em Nicarágua. E mais... a eleição presidencial no Brasil fica claro que, há uma orientação ou determinação onde os participantes do pleito eleitoral disputam entre si e entre regiões com os governadores de quem melhor servirá aos interesses da Tecnocracia, quando se abre espaço também ao modelo Monárquico com as novas adequações, como o que ocorre na própria Inglaterra no “topo” do poder.

 

 

sábado, 9 de maio de 2026

O que deveria interessar? O Secretário (a) ou a Secretaria...

 

O que deveria interessar? O Secretário (a) ou a Secretaria que Existe – ANTES – de qualquer Secretário?

     Uma Secretaria de Obras existe desde que exista governo instituído. Quer dizer que as cinco mil setecentas e tantas prefeituras do Brasil tem uma Secretaria de Obras, ou não? Assim sendo, podemos dizer que temos no mínimo cinco mil e setecentos e tantos Secretários.

... Thais era uma dessas secretárias, entre cinco mil e tantas e foi substituída pelo Oliveira que passa a compor o quadro de secretários de obras do Brasil em cada cidade, entre cinco mil e tantas.

... Devemos entender que as “Secretarias de Obras” existem muito antes dos cinco mil e tantos secretários (as) e que, deve haver, ou deveria haver um plano ou estudos adiantados sobre quais e quais obras a serem executadas em cada cidade, independente do “Governo de Plantão” que igualmente ocupa um cargo em uma instituição muito mais antiga que ele e que também – a instituição – deve ter ou deveria ter um PLANO da Ação, além da ROTINA de Manutenção.

... Porém parece que nada disso – dos planos e tal – nada disso é considerado POR OUTRA SECRETARIA, que á a Secretaria de Comunicação, pois que, se embaraçam entre outras “comunicações”, entre comentários dos indivíduos que saíram e que entraram na Secretaria sem comentar nada sobre a “Secretaria de Obras e as Obras”.

... Será? que transformar os rios da cidade em atrativos turísticos e de utilidade pública está no contexto da Secretaria de Obras? A que tipo de Obras eles se referem? Tampar buracos nas ruas é uma obra? Certamente ou é.

... Considerando que a “dança das cadeiras das Secretarias” parece ter mais a influência política do que a importância ou não, das “Obras”. Enfim, existe ou existiria uma OBRA que transcendesse Governos, como foi a afamada construção da segunda ponte... por décadas?

     Evidentemente o assunto se estende “ad infinitum”. Um gerente ou diretor de uma multinacional da rede Mitsubishi na década de 80 em Guarulhos SP, se usava do argumento – para se comunicar aos infantes recém-contratados pela empresa – de que “a empresa era como um time de futebol, aonde cada um tinha o seu papel a cumprir”. Um papel determinado, claro, o sujeito só teria que cumpri-lo. E não era qualquer empresa! A empresa trabalhava com “Chapas de Aço” em rolos... Levava o nome de “Rio Negro”. O que importava era a Empresa.

... Ou seja, o que importa é a Secretaria de Obras, não os jogadores! Por isso, posso levantar a questão que, “da forma como é colocada a questão da substituição de secretários pelos meios de comunicação” deixam a desejar quando colocam as pessoas no primeiro plano e não a Secretaria.

     Se bem observado, você verá que o Presidente do País (Brasil) foi induzido a “Prestar Contas” ao Presidente dos EUA. Porque HÁ um PLANO internacional, movido até por milhares de ONGs.  Como disse um ilustre senhor do Nordeste, político afamado que, “um embaixador brasileiro em 1970, em uma reunião internacional, decidiu por desindustrializar o país (Brasil) por conta da preservação ambiental”. E isso valeu até hoje! Se é que me entende! E isso acontece uma década antes, do fim do regime militar, da grande Emigração para as capitais industrializadas e a quebra do Parque Industrial brasileiro. Não existem coincidências! Quando somados os fatos coincidentes.

   

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sob que Pretexto se Constrói um Processo de Centenas de Milhões de Reais.

 

Sob que Pretexto se Constrói um Processo de Centenas de Milhões de Reais.

     Para quem não sabe TAC significa “Termo de Ajuste de Conduta” do Ministério Público. O TAC foi “assinado” pelo Prefeito Chico no seu primeiro mandato e era SIGILOSO. Ninguém podia saber disso, exceto aqueles que formularam o TAC – empresas e profissionais do direito –, e aqueles profissionais do direito e da comunicação, pagos pelo setor público do Estado Municipal.

     É rotineiro que empresas privadas assinem um TAC, quando um funcionário se queixa de determinada situação irregular no trabalho. O funcionário leva a questão ao Sindicato e o Sindicato denuncia a empresa no Ministério Público e o Ministério Público chama a empresa para um “Ajuste de conduta”. Neste caso, nunca COUBE o SIGILO, mas a discrição.

... Ou seja, quando não há nenhum AJUSTE DE CONDUTA ou, enquanto não se AJUSTA ao que dita o CONTRATO, que neste caso do transporte significa DINHEIRO, MULTAS etc. obviamente “corre o processo”. Escritório ou Escritórios de Advogados trabalham incessantemente na causa, desde a petição que foi enviada ao Ministério e que SE TRANSFORMOU em TAC e que OPORTUNAMENTE para o grupo peticionário NÃO foi AJUSTADO e ainda CAI no SIGILO, para sonegar a informação pública que poderia alterar os resultados do processo, a questão torna-se cada vez mais volumosa em termos de DINHEIRO. E tudo graças ao SIGILO.

Certamente, o SIGILO é ao Público, mas não aos advogados e procurados do Município. Que talvez, eles tenham pedido o SIGILO, para que o processo corresse nos BASTIDORES e chegasse ao ponto em que chegou. E também para que o Prefeito não sofresse o desgaste naquele período entre o primeiro e o segundo mandato. Hoje o prefeito se encontra em Curitiba onde certamente, não havia SIGILO de nada das questões do Transporte Público em Foz.

Há um ano, na Câmara Municipal de Foz, houve um comentário sobre um valor de 625 milhões, cento e vinte e cinco milhões a mais que este processo atual do transporte, DIZIAM que o processo era sobre dez anos em que a empresa que recolhe o lixo, em que os valores NÃO FORAM ATUALIZADOS e que NOS DEZ ANOS, se transformaram em 625 milhões! Esse seria mais um caso SIGILOSO ou CABULOSO?

Vendo a questão dos valores... 500 milhões 625 milhões... São valores ASSOMBROSOS. Existe um loteamento – um único loteamento, sem falar de tantos outros... que diz ter vendido 1000 lotes. Digamos que o valor do terreno seja 300 mil reais. Mil terrenos de 300 mil significa 300 milhões, dois mil terrenos de 300 mil, 600 milhões. Ora, esses valores compram cidades! Mas o povo do “mundo privado” continua ganhando um salário e também é um “morador” da cidade, uma cidade que está sendo TOMADA pelo movimento de VALORES que serão tirados ao próprio povo, através do CUSTO DE VIDA. Sem essa COTIZAÇÃO FORÇADA do povo não há formas de se pagar esses CONTRATOS, digamos MAGICOS? E aonde acontece a MAGIA e quem são os ATORES? Ora, os atores são empresários e os Três poderes que PUXAM uma CORDA de ambos os lados que irá ceder em algum momento – NO TEMPO! E o DINHEIRO terá que aparecer, os encargos serão cobrados, ou seja, criaram uma DIVIDA AO POVO isso é mais que irresponsabilidade é desgoverno e pior que isso, pior que isso é a CONTINUIDADE do mesmo PROCESSO com ADAPTAÇÕES. O brasileiro consciente está cansado da mesma história, estória de sempre. Mas, nada pode fazer contra um SISTEMA alterado.

 

sábado, 2 de maio de 2026

Na América do Sul o Brasil Enfrenta os seus Maiores Temores

 

Na América do Sul o Brasil Enfrenta os seus Maiores Temores: a Destruição da Nação.  

     Não se trata de separar um país ou dividi-lo em partes, trata-se de inteligência em cada um dos 27 Estados contando com o povo. Afinal, seria um acréscimo (ao que já existe) e não uma diminuição da riqueza.

     Existe uma possiblidade real que independência “natural” da federação dos supremos, das doenças dos modelos de representação e coisas a fim, inclusive da previdência se tudo for feito de forma inteligente e sem se descuidar de ninguém em cada cidade. O que não quer dizer que a Federação ou República, dos partidos, dos pequenos tiranos e ensaístas a ditadores deixaria de existir para o Sul, mas sua influência seria relativamente proporcional aos mandatários locais e não ao povo como nunca foi, entretanto, em se criando uma economia de patrimônio das cidades e do povo e riqueza com a natureza em equilíbrio, o poder de decisão passa ao povo e aos seus interesses imediatos.

... Seria uma situação NÃO GUERREIRA (parecida) entre a Irlanda do Norte e Inglaterra. Afinal, a NATUREZA (mesmo considerando a HAARP que altera o clima e pode provocar desastres no mundo) a natureza não tem sido benévola com o Sul igualmente À AÇÃO HUMANA, nos devidos cuidados, o que sugere que hajam infiltrados no Estado como sempre houve nos EUA com Franco Delano e também com a própria Inglaterra que “ajudou” a criar a CIA.

... Logo uma atitude guerreira, traria consequências não de guerras propriamente, como foi a da Ucrânia e agora a guerra Sionista por terras e petróleo, mas de miséria.

... Logo, a única estratégia é transformar cada sulista em uma espécie de trabalhador JEDAI. Como a China vem fazendo plantação no Deserto! Que por exemplo, saiba plantar um milho, como é plantado creio eu que, no Japão.

... E que todo patrimônio de máquinas, como tratores e máquinas de produção, inclusive terras e matérias primas, água e espaço aéreo, estejam disponíveis aos municípios de forma ordenada conforme projetos de larga escala de produção – de fora do mercado de ações e mundo de ficção dos acionistas.

... Assim sendo, o que já existe continua como está, atrelado ao mercado internacional, como é o caso da Petrobrás e as refinarias ou como é o caso das “Comodites” que travam uma luta injusta de privilégios de informação de poderosos grupos, que definem as coisas segundo seus interesses próprios, como é o caso do valor do Dólar como valor do Guarani ou Real. Ou mesmo a eleição de Trump pelo grupo Blackstone ou Blackrock.

... Por princípio o jogo das ações é um jogo onde lhe é permitido ganhar para perder depois.

     Se há sinceridade na proposta e não é mais um folclore de grupos interessados em poder, o que acredito que seja considerando a forma "beligerante de como se refere à separação” para atrair pessoas... Bem, se não é isso e há sinceridade e preocupação legitima, há que se discutirem planos de ação imediatos, contando com o povo e com a devida atenção às Oligarquias das cidades e do Estado que obviamente sempre lucram com desastres, como foi e continua sendo a história do Ex-império Veneziano, que "atiçava" dois países e ganhava com os dois.

... De certa forma é agir como Alexandre o Grande que contava o gado de cada vilarejo para manter um equilíbrio da alimentação do povo. É preciso refazer o MAPA HUMANO do Sul. Só assim, você – ESTADISTA – saberá com o que contar e com quem contar. Sem desconsiderar o “inimigo que mora ao lado” e só é inimigo, na medida mesma em que se obrigam a criar monopólios, carteis, trustes e afins para estar apto à concorrência de mercado.

... Basta ver e estudar a atual situação da pesca no Mar em toda a costa da América do Sul. E o domínio absoluto de Piratas oriundos da China e que nunca voltam para casa e são mantidos – os navios piratas –  através de cargueiros que lhes trazem combustível e alimentos e certamente levam a pesca. A luta é nesse nível e depende de esforço e trabalho para se contrapor a esse modelo de domínio econômico o que não quer dizer escravismo, mas, cumplicidade econômica com o povo.

Aparece de uma forma, mas no fundo...

 

Aparece de uma forma, mas no fundo é mais uma estratégia de DOMINAÇÃO e CONTROLE HISTÓRICO com variantes nos países mais ou menos ricos.

Esquerda e direita “são farinha do mesmo saco”, no contexto da América do Sul.

Se queres destruir uma civilização, despreza o professor, humilha o médico0, marginaliza o sábio e dá valor aos insignificantes (Malek Bennabi 1905-1973)

É uma frase poético-filosófica, meu avô diria: “lindas palavras”. Desculpe.

A Rua Santa Efigênia em São Paulo cidade, vendia componentes eletrônicos e junto revistas de eletrônica. O crescimento de "rádio amadores e eletrônicas" cresceram muito no período. Na sequência, quando – o SISTEMA - percebeu o "salto" que havia acontecido na eletrônica, a Grunding Alemã e Gradiente francesa, praticamente "tomaram" a Santa Efigênia e sumiram com os produtos eletrônicos e principalmente o material didático. Eu vi isso acontecer. Na época um amigo dedicado à eletrônica fazia o seu primeiro teclado eletrônico, e ele era quem estava construindo [...] o meu amplificador de som, enquanto eu fazia uma caixa de som. Na Vila Mazzei no Jardim Tremembé tinha uma rádio maravilhosa que só funcionava em determinados horários.

... Agora, imagine no ramo de medicamentos, o que acontecia e acontece? E eles não precisavam dos médicos para vender seus produtos? O saudoso Aiex, psiquiatra do SUS e independente de sua “ilusão política” escreveu um livro sobre as “negociatas dos remédios”, mas foi lido apenas por alguns amigos.

... Agora imagine o que foi feito da educação, no sentido em que ela foi tomada por ideologias baratas e estratégicas do SISTEMA? Desde o primeiro comunismo! Uma ideologia útil aos poderosos. Quando se pensou em ensinar coisas técnicas, se pensou em biologia, química, física, matemática e língua e isso foi entendido [...] através de INDUÇÃO DO SISTEMA, de que “essa educação” serviria “aos patrões” segundo a ideologia. Ou seja, formaria as pessoas para o trabalho! Obviamente uma CONTRADIÇÃO estrondosa e que partia do princípio da exploração do trabalho, cujo SISTEMA e Legislação, aparentemente mostram uma coisa e na realidade faz outra.

... Por exemplo, quando retém os valores à títulos diversos e contraditórios como o 13º salário para um ano com 12 meses e isso abre um precedente de especulação bancária e empresarial. Da mesma forma como o Fundo de Garantia. As férias também como criadora de uma ilusão desnecessária à vida e ao trabalho afinal, se a pessoa necessita de descanso ela deve descansar independente do mês e dos ganhos, considerando que seu salário compense tudo isso o que não acontece por conta do sistema dúbio das férias marcadas. Da mesma forma estratégica criaram o “final de semana remunerado”, fruto de um controle sobre o salário mais que controlado e obviamente todo tipo de auxílio e tudo isso, com exceção do INSS que é pago pelo empresário à custa do salário, na condição de existência do SUS, criam uma ilusão de benefícios para tirar o dinheiro à pessoa.

... Pois, se tudo isso fosse acrescido ao salário HORA e pagamento semanal, a história seria bem outra. O que não quer dizer que não ocorreriam mais problemas do tipo: o sujeito proprietário de 400 imóveis (DE ALUGUEL) obriga sem obrigar o inquilino a pagar seu imposto. Não é preciso dizer mais, apenas pondere o que é feito com a magia sindical com relação ao salário e o que poderia ser feito se isso tudo tivesse a OPÇÃO da pessoa entre Benefícios e outras coisas em troca de um salário Hora que cobrisse tudo isso.   

sexta-feira, 1 de maio de 2026

I si, o SIGNIFICADO de RIQUEZA for para UMA SOCIEDADE não seria o TRABALHO DIGNO uma MOEDA?

 

I si, o SIGNIFICADO de RIQUEZA for para UMA SOCIEDADE não seria o TRABALHO DIGNO uma MOEDA?

A Juliana Benício candidata estadual pelo Rio de Janeiro fez uma declaração pública própria de um Estadista, o que a qualifica como pessoa capaz de ocupar tal cargo público. E merecedora de comentários. O tema que ela aborda é basicamente a velha PIRATARIA, muito usada pela Inglaterra em séculos passados e que se adequou no tempo, fazendo com que outros países fizessem o mesmo.  

     ... Se você combater os PIRATAS chineses com a MARINHA, você eleva o Padrão do combate e se você não suporta os Piratas, imagine a Marinha chinesa? Mas, se você já admite que a própria Marinha (a Aeronáutica e o Exercito que você nem considera pela mesma razão de falta de recursos...), não tem condições de vigiar milhares de quilômetros quadrados, talvez - em parte, por falta de recursos e age e em maior parte por falta de estratégia de controle como o que acontece na região amazônica e sempre aconteceu você já perdeu a guerra.

... Porque, no caso Chinês, eles não constroem digo... não perdem o seu tempo ou anos, como é dito 15 anos para um navio... Eles perdem alguns anos para no mínimo 200 ou mais navios alinhados – um do lado do outro - que são construídos ao mesmo tempo é uma questão histórica da China.

... Como eles conseguem fazer isso? Se for mão de obra mais ou menos escrava ou não, ninguém sabe ao certo, o fato é que a China gera serviços com o povo para o povo e aí reside a sua força.

... No Brasil fecharam o Estaleiro Japonês “S Kavagima” no Rio de Janeiro e quantos outros Estaleiros não foram fechados, até novelas foram feitas falando sobre estaleiros...  O problema do Brasil é bem definido pelo seguinte termo: “o conceito brasileiro sobre produção e geração de riquezas segue um rito doentio sintetizado por uma frase – não Ford e não sai de Sinka”. “Antes de qualquer coisa é a doença brasileira do EGOISMO MORAL ESTATAL de um Brasil dos funcionários do Estado, eles não pensam em Brasil, talvez pelas dimensões do país, eles pensam em si mesmos e seus empregos”.

... Basta ver o que fizeram – o que os GRANDES fizeram com as ESTRADAS DE FERRO e fábrica de LOCOMOTIVAS em CAMPINAS, tudo destruído, porque não lhes interessava aos INFILTRADOS em destruir a economia brasileira em ENCAMPAR grandes indústrias e fazê-las crescer mais ainda,

     Em Foz do Iguaçu, na região da TRIPLICE FRONTEIRA, um senhor de descendência Portuguesa construiu uma enorme BALSA de transporte que simplesmente foi abandonada na beira do rio, porque o interesse das OLIGARQUIAS regionais era o PROGRESSO e o FUTURO, reinventado, segundo suas conveniências.

... Da mesmíssima forma como estão vendendo a TECNOLOGIA de comunicação etc., antes com o computador, agora, com o celular, alegando rapidez e eficiência quando TROCAM trabalhadores por máquinas – elementares em termos matemáticos – excluindo-os, às pessoas, do intrincado processo de produzir a vida em sociedade, de forma, o mais próximo de natural, quando o trabalho é uma necessidade humana.

... Por exemplo, trocando “empregos por assistencialismos”, trocando casas com espaços por CELAS de apartamentos ou coisa pior. Trocando ENSINO útil para a vida (qual vida? De qual modo de vida? A que destrói indústrias por não ter absoluto controle sobre elas?) por ENSINO para ganhar tempo de não ter que ENSINAR nada de útil. E assim por diante.

... Obviamente é obra de ENFILTRADOS nos governos que definem o país segundo seus interesses de poderosos grupos e que nem são tão poderosos em termos de CONSTUIR UM PAÍS, são poderosos como é o CRIME ORGANIZADO, quando ameaça pessoas da “comunidade” e entre si mesmos.  

     É sabido que o Estado de São Paulo contribui com a federação com um valor de trilhão de reais que é mais que todos os Estados do Nordeste e Norte e mais alguns estados.

... Em resposta – política – a isso, parte dos outros estados enviou “SUA GENTE”, para São Paulo Capital – A Grande São Paulo – e conquistou o poder NACIONAL, entretanto, a conquista – do ponto de vista do povo e não deles... – foi TRANSFORMADA em AUXÍLIOS E BENEFÍCIOS desde FHC, portanto, havia um plano.

... Pergunto-me, se – NESSE MOMENTO HISTÓRICO DE PRODUÇÃO QUE TEVE O BRASIL – não era exatamente o momento oportuno para os Estados de o Nordeste usar o SEU POVO, compensando-o que fosse com benefícios... mesmo que fosse um trabalho “meio escravo” como já aconteceu e acontece com seringais, extrativismo, fazendas etc. de construir e investir em TRENS e NAVEGAÇÃO – incluindo poderosos barcos de pesca ao povo? E isso não seria a verdadeira DEFESA NACIONAL? Certamente sim!

... E por isso não pode acontecer! (?). E não acontece. A declaração da Juliana pede dinheiro à Marinha para manter um mínimo que ela própria denuncia que é levar algumas décadas para construir um único navio ou submarino, o que não é exatamente falta de dinheiro, mas de um EGOÍSMO nacional das Oligarquias de cada Estado e Cidades, isso é a prova cabal de que não contam com o povo pelas DIMENSÕES que isso possa criar e lhes tirar das mãos decisões produtivas cujo objetivo não é segurança de nada, mas uma aparência de segurança para cumprir com as regras internacionais que desde séculos se usam de Piratas e Guerras pelos Espólios.

sexta-feira, 24 de abril de 2026

A LIBERDADE é um PRODUTO e TEM PREÇO, Logo é uma ARMADILHA.

 

A LIBERDADE é um PRODUTO e TEM PREÇO, Logo é uma ARMADILHA.

Sobre este artigo: https://fozvox.blogspot.com/2026/04/artigo-do-h2foz-referente-um-comentario.html

... Acrescento algo mais e questiono o significado de LIBERDADE e segundo dizem... a DEMOCRACIA que  parece caminharem juntas.

     Recentemente, foi feita a seguinte comunicação: “Em Suécia, para quarenta e tantos deputados são contratados 40 assessores, menos de um assessor por deputado”.

... Pois bem, eu entendo que a questão maior não é o volume de assessores se comparando ao Brasil, quando cada VEREADOR em minha cidade tem pelo menos, três assessores. Imagine os deputados. Portanto, apesar de ser uma situação gritante, mas que, poderia se considerar como “necessidade de geração de empregos”, o que teria um caráter saudável, ao menos para os contratados e suas famílias, a questão maior é outra:

No caso da Suécia os 40 assessores trabalham em uníssono para os 48 deputados com um plano de trabalho nacional. A função deles é estritamente cartorária, burocrática, técnica, para fazer aquilo que os deputados não necessariamente sabem fazê-lo ou, não teriam paciência para isso. No entanto, no Brasil, os assessores trabalham como PORTA-VOZES de seus políticos e eles não são pagos para isso, ao menos, do ponto do vista de um suposto ESTADO que preza a LIBERDADE e a DEMOCRACIA.

     A questão do IPTU na matéria citada acima identifica uma FALHA econômica do tamanho do Brasil. Bilhões de reais são pagos em aluguel apenas no Estado do Paraná todos os anos. E desses bilhões de aluguel é cobrado um imposto – um taxa governamental – quando o aluguel ultrapassa determinado valor creio 1700 reais. De qualquer forma, desses bilhões, os proprietários de imóveis deveriam criar o “seu fundo privado” para pagamento do IPTU e NUNCA tirar o imposto “nas costas” do inquilino que, por princípio, já é pagador de aluguel, um aluguel que lhe tolhe a vida. Ou seja, sendo ou não um pecador, ele já paga o seu pecado!

... E se o montante dos alugueis pagos no Estado chega aos Bilhões de reais, o IPTU pago pelo inquilino deve chegar às centenas de milhões de reais em todo o Estado, imagine nos 27 Estados... dinheiro este que deveria chegar ao mercado ou  na melhoria da moradia, mas não para cofres do Estado poupando o imposto ao proprietário e sua aventura especulativa.

,,, Entretanto, se isso acontece e acontece – o que não é nem um pouco diferente do que acontece no SISTEMA DE ASSESSORIAS das Câmaras, Assembleias e Congresso... no Brasil é porque há uma conivência entre os TOMADORES de impostos e vendedores de alugueis nas cidades. O que infringe a LIBERDADE da sociedade.

     Ainda, sobre o “mundo político e tecnocrático”, as atuais eleições de 2026 para Presidente, Governos de Estado, deputados e senadores e necessariamente, trinta e tantos partidos políticos que se resumem em dois blocos para criarem MOVIMENTO político, assim como é o movimento políticos entre REGIÕES DO PAÍS conclui-se que, o MOVIMENTO, toma o lugar da RAZÃO NACIONAL.

... A comunicação com o povo humilde é feita por um bloco partidário sob a égide do assistencialismo, assistencialismo como consequência da determinação internacional da “Eminência Agrícola” para o Brasil, que TOMA terras “sem fim” para plantio com máquinas que dispensam a mão de obra, assim como os “(Ex) bancos” trocam pessoas por “caixas eletrônicos” e almejam o fim do dinheiro papel e moeda, quando nem precisarão de Bancos, da forma como os conhecíamos. Na Agricultura não é diferente, o que determina os modos de produção é a Bolsa de Valores com os acionistas e isso causa consequências. Veja o caso Petrobrás, o que causa problemas à Petrobras – que é uma espécie de laranja do sistema – não é a Petrobras, mas as REFINARIAS.

Lula disse claramente que, “não sabe o que será do Brasil se ele não for reeleito pela quarta vez”. Claro uma frase megalomaníaca, entretanto, se o SISTEMA preza a LIBERDADE de uma parcela menor da população, permitindo ações dúbias na lei desde o princípio da própria Lei, muito antes de Lula existir, como foi a mentira ou, o fato criado da Seca no Nordeste para se conflitar com o Sudeste e menos o Sul e essa CONTRADIÇÃO vem crescendo a “olhos vistos” no cenário político nacional, realmente há que se perguntar “o que será do Brasil?”, com qualquer governo.

Obrigado e Abs.