sexta-feira, 17 de julho de 2026

Política Habitacional Deveria ser Séria

 

Política Habitacional Deveria ser Séria, porém é uma Impossibilidade em termos de interesses Divergentes...

O terreno “Bubas”, ele começa no morro, onde foi vendido o terreno a preços cômodos, baseados em 10% do salário mínimo e creio eu, que nunca tenha sido pago. Descendo o morro, atravessa a Gen. Meira e aí tem o 2º Bubas em um terreno plano – aguado e circundado por “Riacho” em dois lados da quadra em formato de L.

O primeiro Bubas, aquele que foi vendido o terreno e que nunca teve problema com “águas que brotam do solo” por ser morro, foi negociado pelo PMDB e aliados de grupos do PT.

O segundo Bubas, para existir, foi necessário acrescentar camadas de terras para encobrir o terreno lacustre. A informação que tenho e que me lembro de é que haviam chego ônibus vindos desde Santa Catarina – onde houve uma catástrofe ambiental – para o assentamento. Quando políticos do PT – conforme as informações da época – os ajudaram com as famosas “Lonas Pretas”.

Não devo imaginar quem os trouxe e quem pagou os ônibus de transporte e porque fez isso, considerando que Santa Catarina é um Estado razoavelmente poderoso e rico e igualmente tem os mesmos partidos...

Não vou me estender nisso é um assunto temerário para uma cidade super povoada desde Itaipu e a fronteira com o Paraguai e o plano petista de Integração Latino Americana, basicamente populista, o que significa dizer, o que vale dizer, que não houve apoio algum de “Estruturas para Habitação” e muito menos, algum engenheiro se debruçou sobre isso – infraestrutura – como são as estruturas dos atuais loteamentos, mais de 2000 terrenos de bom tamanho em um só loteamento.

Um último detalhe que geraria a “necessidade” de Luna na sequência é que todo esse “movimento habitacional e Integrativo e populista” ele acontece em um momento específico quando da construção de casas populares – do programa minha casa minha vida – que não foram construídas no Bubas – e que geraram outro movimento de TROCAS de terrenos “privados” com terrenos da Prefeitura, que eventualmente, dez anos depois, gerariam os Condomínios Fechados e mais adiante, os Loteamentos.

E, não diria a consequência, mas diria o “PLANO”, a Agenda de todo esse, aparente, Desespero político de assentamento, inclusive de pessoas de outro Estado e País! O que me parece uma pretensão descabida, tal qual um “front de guerra”.

... E que levaria em um futuro ao AUMENTO “louco” do valor dos Terrenos com o objetivo de TIRAR DINHEIRO da classe média. Assim como criaram os Inadimplentes, agora endividariam a Classe Média.

 

quinta-feira, 16 de julho de 2026

De que Poderes Internacionais PARTEM as Decisões Drásticas...

 

De que Poderes Internacionais PARTEM as Decisões Drásticas, como por exemplo, o Fim do Motor a Combustão ou, do Papel Moeda?

Sobre um post do senhor Fruet no Face book.

       Boa fala e parabéns. É o que deve fazer um vereador: jogo limpo, às claras.

Comentário LCS937 (Luiz C. Silva)

       ... Entretanto as necessidades e problemas que se apresentam nesta cidade estão além de um Prefeito e Câmara Municipal, enfim dos três poderes na cidade. E tem a ver com DEMOGRAFIA e Concentração Populacional e Geografia em um modelo de governo nacional, que, por exemplo, multiplicou por MIL (de 6 reais o mt² para 600) os valores de terrenos e casas, impossibilitando de forma autoritária e bancária, quaisquer perspectivas ao povo pobre e assalariado, enquanto endivida a classe média.

... Coisa, digo, alterações no Sistema de governo, que acontecem desde a primeira bolsa educação com FHC e o primeiro MST, pós João Goulart e Regime Militar e que mostrou que o Brasil havia adotado a política da Nova Ordem Mundial, talvez sem o saber com a mesma exatidão com que foi afirmado no Fórum E. Mundial: “que você não terá nada, mas será feliz”.  

       Enfim, o que um vereador tem a ver com isso? E acaso não é isso o que interessaria ao povo e que nem o povo ousa pensar?  Evidentemente porque a “mídia não pensa!”. Que seria uma prosperidade sóbria e não, depravada moralmente para determinadas classes sociais? Onde  apenas uma parcela da população tem privilégios demais na contramão da exclusão de um povo se usando de argumentos populistas e oportunistas, como “mudanças climáticas Et Cetera?”. Um deputado talvez tivesse algo a declarar sobre essas diversas situações constrangedoras, inclusive das diversas modalidades de crimes que circundam a cidade, entretanto, o que não é deputado? senão, um ex-vereador ou ex-prefeito que continua não podendo fazer nada a respeito? Até por segurança...

O Deputado Vermelho (pai) entrou com toda potência para liberar a Estrada do Colono, sequer houve discussão a respeito. O Prefeito Daijó colocou na mesa duas situações: dos Rios e da Reciclagem Industrial praticamente foi chutado do governo. Quer dizer que, você pode ser governo desde que satisfaça os verdadeiros donos da cidade e que podem perfeitamente, serem de outras cidades, como por exemplo, Curitiba.

       Imagine um vereador buscando uma discussão sobre as Poderosas Máquinas de Medicina nos diversos Laboratórios. Os preços praticados nestes laboratórios são impróprios ao povo pobre ou, assalariado. As Máquinas de “Xerox Radioativo e de poderosos imãs” são cedidas, como dizem, para “aparente conforto”, a comodato aos laboratórios, o que não quer dizer que não seja pago um aluguel.  

... Não são vendidas e sua locação está na relação direta com o volume de exames por mês. Isso explica o volume de laboratórios que NUNCA estão nos hospitais públicos porque certamente o governo municipal não quer assumir a responsabilidade sobre os cuidados com a máquina, que convenhamos, o modelo Estatal é menos cuidadoso.

       Obviamente, buscar junto ao povo questões que lhes afligem também é uma impossibilidade, o máximo de expressão que conseguem são aquelas elencadas pela mídia, por exemplo: "buracos nas ruas e não, bueiros quebrados”, talvez árvores caídas, talvez uma enchente. Mas dificilmente entra na questão de fundamento da atual saúde no Brasil, uma “saúde” perniciosa desde décadas; uma educação quase inútil para a vida e ainda reverberam sobre a evasão escolar; só não é totalmente inútil porque se aprende a escrever e ler um mínimo necessário. Depois vem a bandalheira do crime internacional e tudo isso...

... CURIOSAMENTE e assustadoramente, combina-se e coordena-se em uma simbiose de cérebro e mente, justamente, com uma concentração populacional absolutamente perdida e "sem eira e nem beira", mesmo em um país continental, onde caberiam pelo menos sete milhões de brasileiros em cada Estado e ainda sobraria espaço para mais um Bilhão de brasileiros e, no entanto, vivem chaveados em cidades que se tornam decadentes e isso é o que parece ser o propósito da NOM, também do Fórum Mundial e, o que pode fazer um deputado? Senão regar a própria horta?

Abs. Senhor Marcos Fruet.

A saúde na América do Sul é mais ou menos como o Cantor ou Radialista que se torna Deputado... é uma questão de Aventura.

 

A saúde na América do Sul é mais ou menos como o Cantor ou Radialista que se torna Deputado... é uma questão de Aventura.

Claro que, no mundo acadêmico tudo é possível.

A coisa é tão bem feita pelos donos do mundo, do dinheiro, sem pátria, que ninguém se apercebe quando acontece um golpe, uma crise, etc. Por exemplo, ontem uma cientista M. Pereda, afirmava que a Geração Z é o novo hipismo. Quando você vê o que acontece no que foi a melhor universidade do Brasil, a USP, você começa a entender isso.

Mas, isso é apenas uma mudança cultural para um povo que, devido à miscigenação, não tem cultura nenhuma e qualquer coisa parece servir. Porém isso abre um precedente de descaso à realidade quando você não consegue definir algum candidato para votar que tenha noção do que está fazendo em termos de País.

Agora, a grande mudança foi na economia. As casas passaram de um preço médio de carro popular para um carro de última geração na faixa dos 300 a 500 mil reais. Esse salto, que em Foz do Iguaçu, foi aparelhado pelo Chico B. tem suas consequências. Uma delas é que o povo pobre está fora da jogada e o que lhe cabe são assentamentos e isso acontece em toda cidade medianamente populosa.

E porque “cargas d’água” você genérico acha, que na saúde seria diferente? Os médicos acredito eu que,  não queiram mais trabalhar pelos preços do SUS e principalmente, pela qualidade de atendimento ao paciente, com aparelhos de qualidade e funcionais.

Isso não é tudo. Sem falar do “mundo dos remédios”, se você considerar o mundo da “locação de máquinas caríssimas”, como aquela de “xeroques radioativo ou, de super imãs” você deve entender que as máquinas são produzidas em países poderosos e industriais, assim como um Reator Atômico, e por uma questão de manutenção obrigatória por ano, a máquina é alugada, existem outros termos para isso, mas é isso.

... Nestas alturas imagino o Presidente Chinês que disse que: “casa é para morar, não, para especular”. Imagino o que ele diria desses aparelhos, que o aparelho, a máquina é feita (pelo desenvolvimento científico) para curar não para especular... é o que ele diria. E esse o caso da saúde no Brasil, ela simplesmente, se perdeu e não consegue mais se encontrar, ao menos, com relação às doenças sérias, por exemplo, de idosos, de resto, o atendimento básico continua o mesmo de sempre.  

A Voz do Brasil é a Voz da Nova Ordem Mundial?

 

A Voz do Brasil é a Voz da Nova Ordem Mundial?

A DEMOGRAFIA, a Concentração Populacional e a EXCLUSÃO de Trabalhos Produtivos à MAIORIA DA POPULAÇÃO geram um Novo Modelo de Medicina? Ou não?

Sobre post do senhor Requião sobre Medicina no face book.

Comentário por LCS937 (Luiz C. Silva – Foz)      

       A medicina com esse governo populista criado desde o período crítico de endividamento do Brasil e a provável solução – temporária – com o Plano Real, após diversos outros planos que não eram para dar certo, aí veio o FMI e FHC. A partir disso o Brasil passa a ter uma agenda ou, continuação adaptada da mesma agenda do pós Grande Guerra – desde os países ricos –, que inclui a formação de um partido populista, viciado a um ideário de Caos pela Ordem e, absolutamente fiel aos propósitos da Nova Ordem Mundial, que trariam inclusive o novo conceito de hipismo com a geração Z e na medicina o projeto Cubano de Mais Médicos, que imediatamente fecharia grande parte das Santas Casas, porque eram Santas - não importa, si do "pau oco ou não", foram fechadas e eram hospitais ativos. E caso fossem tão ruins deveriam ser “tomados no tapa”, mas não fechados.

...Afinal, em Maringá, nestes dias o governo municipal investiu 72 milhões de reais em desapropriações, para construir um Data Center para o “mundo dos negócios eletrônicos”, cuja medicina dos robôs, são eles próprios, mas, nada tem a ver com o povo, exceto, se o robô for médico, mas imagine o preço desse médico?  E o destino improvável  da “profissão” do médico;

... O governo brasileiro populista abre e permite abrir faculdades provisórias que no setor privado se tornarão – no tempo –  permanentes devido à ação Corporativa das REDES de Educação e ainda sugestionará - mediante a fidelidade à NOM, que outro país em particular, abra faculdades de medicina para atender "estudantes" de Estados longínquos para estudar neste país, desta forma, também incentivando o mercado imobiliário de alugueis, o que é contraditório ao que afirma o presidente da China: “que casa é para se morar, não, para especular!”.

... Para fazer medicina é preciso VOCAÇÃO. Sem isso, o sujeito médico sempre será um farmacêutico dos laboratórios, cuja vocação é o LUCRO. As multinacionais ensinaram uma lição que: "o trabalho difícil é a somatória de vários trabalhos fáceis". Porém é preciso estratégia de trabalho e isso vale para qualquer função. Abs.

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Ao Povo, isso Não Faz nem Cocegas...

 

Ao Povo, isso Não Faz nem Cocegas...

       Não sabia da existência desse partido...

... Partido Missão surgiu a partir do Movimento Brasil Livre (MBL), fundado em 2014 por Kim Kataguiri, Renan Santos, Rubinho Nunes e outros ativistas, inicialmente voltado para mobilizações em defesa da Operação Lava Jato e contra o governo Dilma Rousseff. Foi oficialmente registrado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em quatro de novembro de 2025, tornando-se a 30ª legenda apta a disputar eleições no Brasil.

Edh Queiroz é Diretor de Jornalismo da Empresa Grupo Mundial de Comunicação. O Grupo Mundial de Comunicação é uma organização que opera na área de comunicação e mídia no Brasil. Ele inclui várias estações de rádio, como a Rádio Mundial e a Rádio Viola, e oferece serviços de comunicação e publicidade. Seu post, de Edh no Face Book diz:

A Verdade sem filtro

Enquanto o PARTIDO MISSÃO fala do Ex-assessor do Presidente, Eu falo da Ex-presidiária Anice e da farsa que é o Vereador Sidnei (não) Prestes.

Aguardem as novidades – Nesta Quarta-feira (15)

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Comentário Por LCS937 (Luiz C. Silva)

       Com relação à Anice ela esteve envolvida na Operação Pecúlio na gestão do ex-prefeito Reni Pereira (atualmente, Auditor Fiscal na Receita Estadual do Paraná). A operação resultou em condenações para cerca [...] de 40 pessoas. O principal – Reni – está bem empregado, o que significa que toda a operação, foi apenas uma operação, operação como o médico opera e infelizmente o paciente morre, pela própria condição de saúde.

       Com Relação a Sidnei, Edh, referindo-se a projetos apresentados ele diz: “Quantidade nunca foi sinônimo de resultado. E quando até a quantidade despenca, o discurso começa a perder força”.

... Isso – de quantidade - me fez lembrar a Câmara Itinerante (invenção do PT) quando os vereadores – da época – reuniram 1.700 pedidos, do tipo “Capela para velar mortos, pinguela etc.”... e, fizeram uma espécie de solenidade para entrar com os pedidos à P.M.D. (atualmente candidato a deputado Estadual), A resposta de P. foi tão singela quanto à solenidade improvisada e P. olhando para todos os vereadores disse: “Não tem dinheiro!”. Acabou a solenidade.  

       Em Abril deste ano 26 houve uma reunião igualmente singela em que a sociedade civil, empresários, vereadores e Conselho de Desenvolvimento se reuniram para formularem uma união de 18 municípios do Extremo Oeste do Paraná, com o objetivo de elegerem deputados desta REGIÃO. Considerando, exclusivamente, o que o candidato ELEITO, possa TRAZER de recursos para esses Municípios. Então, se trata de GRANA, PICHULÉ, mas, para onde vai isso, de verdade? Acaso não teria o mesmo destino que teve os recursos pagos por Itaipu?

... E na mesma página de jornal GDia de Foz, trazia um artigo dizendo sobre acidentes de trabalho  (número muito alto de acidentes) em um frigorífico, daqueles em que “o porco” é pendurado em uma espécie de Teleférico e que é muito barulhento etc. Obviamente, se fez Termos de Ajuste de Conduta.

... Outra matéria dizia sobre um tipo de ESCOLA que estava sendo inaugurada para ENSINAR camareiros, cozinheiros e atendentes... Digamos, tipo Senac (do comércio).

       O que busco dizer é que, NADA DISSO, a meu ver tem PROSPERIDADE AO POVO. O leitor pode dizer como já disse em outras épocas e a propósito, que é o mesmo... Que, “Povo somos todos nós”... é verdade! Porém, como Cientista de temas humanos, não sou povo nem sou Cientista e, me abomina a ideia de manipulação  mental e cerebral, coisa que o celular e os meios de comunicação fazem muito bem.

... Aliás, em termos de psicologia de vendas, especialmente de cursos [...] na internet, a impressão que os senhores passam é a mesma, que uma pessoa obesa mórbida passa com a “fome canina”. Isso é amadorismo psicológico. Não sei como, mas é preciso – também – “Dar para receber”. Ou não? Alguns já entenderam isso, quando a “sua comunicação” não surte os efeitos desejados. E o termo: “é de graça, a inscrição”, igualmente está defasado.

... E, o que significa isso de fato? Trocando em miúdos, quando você (Sistema de Governo) investe em “obras estruturantes”, viadutos, estradas etc.  Raramente, o povo a que me refiro, vai usar isso. Talvez até se beneficie com isso em um eventual passeio quando sai de casa para o trabalho assalariado. O “assalariado é uma das marcas do povo”.

... Aqui cabe uma observação muito difundida do que é o povo de verdade e o povo que não quer ser povo sob o título de “Classe Média” e os tantos título inventados pelas redes de educação. Mais ou menos, como a situação do sujeito que não é ninguém para a sociedade e de repente, não mais que de repente é eleito e se torna político e entra no “mundo das articulações” cuja origem das “articulações econômicas e políticas” alcançam PATAMARES INTERNACIONAIS. Com por exemplo, as afirmações do Fórum Econômico Mundial de que “você não terá nada, mas será feliz” ou a afirmação categórica do “Presidente Chinês” de que: “casa é para se morar e não para se especular com aluguéis”.

... Agora, lhe pergunto, como? um sujeito que parte de “tão pouco” em termos de conhecimento e se torna agente político de uma cidade – cidade, de forma particular – com população descontrolada, itinerante, migrante, cigana, vai reagir a isso... A esses projetos futuros, que seja “o fim do carro a combustão”, o “fim do papel moeda”, além da determinação, igualmente internacional, do que significa a América do Sul para o restante do mundo?

... Claro que o sujeito não estaria candidato a nada se não houvesse uma ORGANIZAÇÃO, e não são as organizações, os TENTÁCULOS de todos os grandes movimentos econômicos e políticos e que também, decidiram e decidem sobre os Auxílios, Bolsas e eventualmente o Salário Universal?  

... Neste ponto, de alterações dramáticas, inclusive no modo de ver a infeliz “Propriedade”, nunca compreendida e sempre usada na forma de ESPÓLIOS, por blocos oligarcas e Guerras [...], neste ponto inclusive, convém lembrar, todo o Movimento Cultural (Climático) de desmanche de uma FORMALIDADE na economia e na política e criado pela própria Ciência Política e Comunicação de Massa, que não veio para DAR A FORMA QUE DEVERIA DAR que seja de prosperidade e segurança ao povo na FORMA do povo: uma “charrete” não serve em uma avenida, mas serve a pequenas comunidades, como existem aos montes no Brasil” e que, as escondem em nome de um futuro tecnológico, armamentista de uma “classe de pessoas que acreditam que o mundo e as pessoas devam lhes servir aos moldes Darwin (só os melhores sobrevivem), fundados nas teorias de Malthus (a população cresce mais que a produção de alimentos etc.)”. Que a classe média viva em paz, mas, deixe viver o povo que é a maioria e só assim a sociedade terá sentido.

... Sentido que não precisaria ser distorcido, como são distorcidas as propostas de classe social, dos políticos tomados por Organizações, que são uma espécie de “pulseira eletrônica no cérebro”, onde a pessoa só pode pensar em conjunto com outras pessoas e adequar o seu pensamento que não é pensado, ao pensamento não pensado de todos.

... Quando vemos informações do tipo a IA vai acabar com empregos e gerar outros... ou, o sujeito que vende uma máquina que dispensa mão de obra... ou mesmo, um ônibus que dispensa cobrador... ou, bancos com caixas eletrônicos...

... São indicativos de que o povo está sendo excluído (sem ser excluído, mas usado) desse modelo de sociedade e de certa forma, toda a “Mudança Cultural, Climática Mundialista” amplamente divulgado tem exatamente esse foco de separação e isso só pode ocorrer mediante um autoritarismo, mas não um autoritarismo visível, mas igualmente execrável quando se impede que povo possa desenvolver-se e ai sim, mediante projetos de governo (plantas de produção, assim como a invenção de Brasília) se governo houvesse à favor – a favor não por favor, mas por lógica, da maioria da população, não por pena ou amor, mas por lógica de sobrevivência não do povo, mas da humanidade.

... Humanidade não no sentido religioso que é pegajoso e falho e que apenas reverbera o que poderia ser bom, mas se fia em um louco apocalipse, quando joga tudo o que diz em uma lata de lixo.

domingo, 12 de julho de 2026

Leis para INIBIR e NÃO Produzir...

 Sobre Máquinas Úteis de Reciclagem de Materiais.

Uma cidade do Paraguai tem uma máquina de triturar ferro. A máquina esta encostada. Digamos que chegue um caminhão de ferro para triturar é um trabalho e tanto e gasto de energia e desgaste da máquina. V. tritura o material e o preço do quilo do ferro continua sendo o mesmo, se não for agregado valor, com fundição e até moldes, a coisa trava. E para acontecer isso e preciso poder político com vistas ao enriquecimento da cidade, do Estado. O caso Noruega que se usou do petróleo para criar um capital fabuloso para dar estabilidade a cinco milhões de pessoas é o que faria sentido na questão da reciclagem industrial. Entretanto, em Foz do Iguaçu, um Prefeito o senhor Daijó (descendência japonesa) negociou uma indústria de reciclagem industrial com a Suécia. A empresa trabalharia 10 anos para si mesmos e depois a indústria seria entregue à cidade. Daijó foi atacado com denúncias e outros absurdos. Outro caso, em Foz, é sobre eletrônicos. Os galpões de eletrônicos tiveram o apoio discreto de uma Estatal, logo, algo entre amigos e mesmo assim, o que acontece é o ENTULHO de eletrônicos que serão entregues a alguma empresa, que não se imagina qual seja, que irá agregar valores a isso. Em outro caso, lotaram um caminhão com COBRE, avaliado em 500 mil reais, o caminhão foi misteriosamente ROUBADO. Tiraram a carga e deixaram o caminhão e ninguém viu nada!

Estou dizendo isso para os senhores entenderem o grau de dificuldade em se trabalhar com lógica e rendimento do ponto de vista da cidade. Sei exatamente o que se pode fazer com qualquer “lixo”, entretanto, a primeira BARREIRA é o MEIO AMBIENTE, que impede qualquer iniciativa, inclusive dos cuidados com os Rios nas cidades e, os Aterros! Obviamente há um jogo político, tal qual o jogo das “Terras Raras”. A solução para isso está na iniciativa popular mais governo e a iniciativa privada, no sentido de emancipação econômica de determinado grupo de população e no sentido universalizante, que outros de outras cidades e ou regiões passam fazê-lo. Abs.  

 


... De quando, a PUNIÇÃO é um PRÊMIO!

 

O Estado de Direito de origem britânica, teria induzido ao aparecimento de um “Supremo no lugar de justiça?”.

       As concubinas do imperador no império chinês lutavam entre si, na disputa do primeiro filho do imperador e pelo título imperatriz. A crueldade não tinha limites. Entretanto, quando era descoberta a trama a pena era o isolamento em um dos palácios até o fim de sua vida. No caso dos ministros e dependendo da gravidade do crime, no caso de lesa pátria aplicavam a pena de morte que afetava de duas a três gerações da família. Curiosamente as concubinas eram “filhas” de ministros, como também, eram filhas de governadores de províncias.  Nos dias atuais, os que eram considerados plebeus continuam sendo plebeus e vivem nos campos produzindo alimentos o que não é diferente do velho império. O império, desta feita, se apresenta como um TECNATO na ciência, na estrutura bélica, nas construções de arranha-céus, ferrovias e um discreto domínio econômico mundial na economia, não se importando com os governos e sua ideologia ou tirania.  

       No Brasil, nunca houve uma política sóbria para o CAMPO. De outra forma, grandes monopólios e latifúndios (sem pátria) expulsaram as pessoas de suas terras simplesmente sabotando suas produções e iniciativas e EMPURRANDO-AS, as populações do campo, para as “Cidades”. E isso acontece como uma ESTRATÉGIA, em uma primeira fase, com a LEGALIZAÇÃO do trabalho, no período dos Estados Fortes, por conta da grande Guerra do início século XX.  A Legislação Trabalhista era um “órgão” estranho ao velho coronelismo das terras que escondia ouro no subsolo de suas mansões. Eles, os coronéis de fazenda, os latifundiários, seus filhos que eram enviados ao estrangeiro para estudar, acreditavam ou entendam que “o boteco da cachaça e de reuniões políticas e as escolas para ensinar a ler e escrever e também o privilégio do trabalho eram mais que o suficiente para o povo”.

... A legislação trabalhista, de fato e neste caso do “coronelismo” e, NO CAMPO, servia mais aos interesses de controle e arrecadação do governo e não da realidade do povo e um modelo específico de escravidão e dependência ao “emprego”.

... Em uma segunda fase, após a Grande Guerra, quando acontece a industrialização em Capitais do Sudeste e Sul, acontece a maior EMIGRAÇÃO destas mesmas pessoas e famílias oriundas do Campo. O maior êxodo vai ser da região Nordeste aonde acontecerá campanhas incentivando pessoas a irem para São Paulo...  Livrando o Nordeste de um suposto “peso morto populacional”, enquanto se criava uma “nova geografia do latifúndio”. Acredita-se que as regiões da seca do Nordeste tenham pedras preciosas. Ora, todos conhecem a verdadeira história da criação do Estado Árabe e o Petróleo.

        Logo, a cumplicidade das classes dominantes – uma cumplicidade histórica de dominação e governo que entende o povo como massa, com a qual faz o que bem entende, por exemplo, lhe tirando a razão em troca da arrogância em pensar saber o que não sabe – jamais será respondida ou interpelada pela LEI que eles próprios gerenciam ao “seu prazer e benefício” e ela a Lei, só aparece na sua forma estúpida, quando os próprios dominantes, se rivalizam assim como acontecia e não acontece mais, no velho Império Chinês.

Abs.

sexta-feira, 10 de julho de 2026

Empresas, tanto comerciais como industriais...

 

Empresas, tanto comerciais como industriais...

Lucro Mínimo que garanta o seu funcionamento para viabilizar – inclusive – a iniciativa privada.

(Requião ex-governador do PR).

Comentário (por LCS937) (Luiz Carlos Silva)

       O tema é sobre empresas que foram privatizadas em Alemanha, França e Inglaterra – empresas estratégicas, essenciais: água, luz, esgoto etc. e quê, não deram certo (s) e, novamente foram estatizadas.

... A questão é porque foram privatizadas?  Não seria porque o Estado não tem como COBRAR IMPOSTOS de si mesmo? Obviamente todo imposto “pago” pelo Estado ao Estado como PRODUTOR é uma formalidade para o Estado, mas, justifica o imposto pago pela pessoa com um discreto acréscimo, pois que paga o imposto indireto do próprio Estado, o qual, com a privatização, o curso do pagamento do imposto sobre produção é diferenciado, o que vai de encontro ao “Lucro Mínimo”.

... Porque a Empresa Privada desistiu da privatização? No caso de Europa: Alemanha, França e Inglaterra? Não seria por causa do fenômeno DEMOGRÁFICO das IMIGRAÇÕES?

... E as IMIGRAÇÕES não foram perfeitamente programadas no tempo? E quem pode fazer isso é o Estado. Sim! O Estado a quem foi incumbido os serviços essenciais e estratégicos.

Com relação à DEMOGRAFIA (E, os candidatos a deputado...).

       O Caso da Saúde em uma Cidade de Fronteira do Paraná é um caso insolúvel da forma como é dito pelos políticos locais.

... Mas, os políticos, sempre encontram formas melosas de se dizer isso, de tratar desse assunto, mesmo com uma fila de milhares de pessoas “esperando operações”.

... A saída para o problema – acreditam os interessados e não os pacientes – é a abertura de novos hospitais, seja universitário, seja regional, o fato é que, querem que o governo, tanto o Estadual como o Federal,

... invistam em saúde – deste município, de quase seis mil municípios – devido à situação que eles próprios – do governo e autarquias – criaram – governo Estadual, Federal – pelo viés da Usina e Municipal  pelo viés da Rede Hoteleira e autarquias.

... E isso se desenvolve, desde o volume de pessoas que vieram com a construção da Usina Hidrelétrica (Binacional), mais tarde, o Mercado da China no Paraguai para o Brasil; o programa Mais Médico (momento dos médicos Cubanos) que fechou um grande hospital de três andares e, a Integração Latino Americana, não do ponto de vista de negócios internacionais, mas também. Mas, do ponto de vista SOCIAL e CULTURAL.

... “Olhando de cima”, a cidade em si, É uma ESTATAL que atua junto com o PRIVADO, onde não é necessário nem Estatizar e nem Privatizar e ambos USAM do VOLUME POPULACIONAL absolutamente DESCONTROLADO, “tantos brasileiros trabalham no Paraguai como tantos paraguaios trabalham no Brasil e quase uma centena de etnias que atuam na fronteira em diversos negócios e, nas instituições públicas”.

... E isso, essa desordenação de uma suposta ordem econômica gera consequências que não são exatamente favoráveis ao Estado, mas certamente o são aos agentes. Os privilégios, além do próprio emprego... alcançam perigosos patamares de autoritarismo, um autoritarismo que é compartilhado ou é fruto de uma divisão social dilacerante que se vê não só nas “filas de operações”, mas também nos crimes diários que os meios de comunicação relatam enquanto, preparam seus futuros candidatos, para aumentarem o seu poder enquanto Rede, Consórcio políticos etc.

... Quer dizer... mesmo em crise política/econômica, alto índice de imigração e emigração, a preocupação das elites políticas e econômicas é a eleição, pela eleição, ou poder pelo poder, porque ninguém ousa tocar na ferida e agir como governo.

... Nem que fosse como fez o sujeito  do tecnato das Américas em El Salvador. Coisa que o Paraguai vem fazendo, quando convida empresários brasileiros para o seu lado e lhes oferece vantagens que sabe que o Brasil não pode oferecer, devido ao resultado de quase três décadas de um governo mais fiel ao Fórum Mundial, do que ao próprio país.

 

Teria mais a dizer, que fique o dito pelo não dito. 
Abs.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Eleições de 2026

 

Eleições de 2026 – Presidente do País e Governadores dos Estados. Claro, de lado... As Oligarquias!

       Você cidadão DE FORA do Estado, que não tem ligações com o Estado, seja municipal, estadual e federal e que sua relação com o Estado é de PAGAR impostos...

... quando você vai comprar um Remédio de uso contínuo e o farmacêutico diz que o preço é de 210 reais para dois meses, sendo uma capsula por dia e você acha caro. Então, o sujeito diz que o remédio custou para ele 140 reais e você imagina que 30% sobre 140 – que a porcentagem usual ou, era – custaria 182 reais e não 210... e não há desconto.

... Aí é possível imaginar que, o que vem acontecendo na economia está além de inflação ou crise inflacionária.

... Como por exemplo, uma cidade criar dezenas de loteamentos, com ENTRADAS e um PARCELAMENTO de muitos anos que, são PROIBITIVOS para quem não tem as vantagens de ser empregado do Estado, não só pelo salário acima de sete mil, como benefícios, AUXÍLIOS e garantia de emprego. E essa situação também está além do sentido absurdo da inflação.

       Pois bem, sendo assim e muito pior – quando entramos na seara da corrupção e crimes – qual deveria ser o critério para a escolha de governadores e presidente?

... O que eles vêm mostrando em suas campanhas? Através das figuras menores como deputados estaduais ou federais?  Evidente é que, nenhum deputado quer se comprometer antecipadamente, com Governo ou Presidente. Isso já é um alerta, inclusive quando buscam não identificar os partidos! Logo, eles, os candidatos, mantêm o semblante de quem não precisa de nada, mas, está ali para AJUDAR na reconstrução do país. E NUNCA dizem como fariam isso e acreditam que o PARTIDO saiba. E o partido sabe no papel, porque o papel aceita tudo e pode ser modificado! E o eleitor se obriga como única opção, acreditar na “boa intenção e carisma do candidato”, afinal ele ou ela, não precisam ser uma Cicciolina da política italiana, mas ajuda. 

       Os “meios de comunicação” de uma forma geral apoiam candidatos pelo quê, eles não se comprometem porque estariam errados si, se comprometessem com algo que já é determinado pelos ENCONTROS internacionais na ONU, na OMS, no Fórum E. Mundial e, os Bancos.

... A dívida brasileira é imensa, para os 27 Estados. Só de juros anuais o valor é assombroso: Um Trilhão de Reais. Pergunto-me e creio que algum candidato a governo ou presidente, deveria falar a respeito, por exemplo, de onde foi METIDO, o VALOR PRINCIPAL, cerca de 10 trilhões.

... Nestes dias passados foi dito que a dívida de inadimplentes do Estado do Paraná chega a novecentos e tantos milhões. Não chega a um Bilhão. E mesmo se a inadimplência chegasse a um bilhão para cada Estado, daria 27 bilhões, MUITO LONGE de UM TRILHÃO.

... Creio eu, que seja impossível de o Estado, incluindo saúde, educação, previdência – a empresa: Estado, incluindo os Exércitos, polícias, presídios, bolsas e auxílios - consiga consumir com 10 trilhões de reais, sem que isso seja visível “a olho nu”, como são visível os juros pagos anualmente e que não abate a dívida.

       Mas esse ainda não é o problema, o problema é que o resultado do endividamento é nulo! Ao contrário de industrialização vivemos “na batida” da desindustrialização e pior, a miúde, empresas saem do país. Isso quer dizer que, nenhuma parte do TRILHÃO serviu ao propósito de industrialização.

... Ao contrário do AGRONEGÓCIO, do GRANDE Agronegócio que mantém o seu ritmo de exportação e que deve ter recebido parte do TRILHÃO na forma de empréstimos com juros baixos.

... Curiosamente, o Grande Agro, ele não investe em terras, porque já as tem em grande quantidade, mas investem em máquinas, transporte e sementes e – proporcionalmente - pouco em Mão de Obra e salário. O que me faz crer que o Grande Agro trabalha para si e com recursos do País.

... Sua relação com o País é o pagamento de impostos. Enquanto uns extraem minérios do país, outros usam as terras do país para plantar e indenizar o País. Mais ou menos como um arrendamento de terras. E isso não tem relação alguma como o povo. Tanto que, o povo do campo foi DESLOCADO para as cidades, para dar espaços ao Agro (?)... que ocupa apenas 8% do território nacional? Ora há “gato na linha”. 

       Não seria o momento oportuno – a eleição – para “dar atenção” e COBRAR ao candidato, especialmente aos governadores e presidente, que sugerissem que cada um dos cinco mil ou seis mil municípios, dentre eles, aqueles com população abaixo de 20 mil pessoas, QUE desenvolvessem formas produtivas de acordo com a sua geografia e ambiente natural? Ora, não é o momento dos exércitos sem guerra travarem uma luta com uma boa realidade na emancipação produtiva das cidades? 

... Desta forma, buscando pessoas de Estados com superpopulação e lhes oferecendo emprego, casa, segurança e estabilidade? Cada cidade pequena de cada Estado poderia fazer isso pelo Estado. E DISSIPAR de vez, o danoso efeito das concentrações, emigrações e imigrações e mesmo INTEGRAÇÃO de países com objetivos políticos e estranhos aos modos de produção e trabalho. Talvez? mesmo, porque não haja produção e trabalho, mas sim, a busca de ilusões e utopias tolas de “um mundo sem fronteiras” quando o mundo vem sendo decidido por poderosos blocos econômicos, criados no século XX como consequência da Grande Guerra, contra o racionalismo civilizacional do século anterior. 

... Quais as impossibilidades, de 100 cidades pequenas e produtivas, na mesma rota, em se ligar através de FERROVIAS e ESTAÇÕES, para intercâmbio de mercadorias? E passeios do povo?

terça-feira, 7 de julho de 2026

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

 

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

       É uma pergunta aos Oligarcas e Doutores. Muito me surpreende quando vejo boas empresas brasileiras indo embora para o Paraguai (meias Lupo etc.), como já foram para Miami (Zebu, botas) etc.

... Mais me surpreende o fato de o Brasil apostar em uma Integração Latino Americana, quando sequer os 27 estados/quase país, não estão integrados e menos ainda, estão integrados, os municípios desses Estados, que variam de 300 a 800 municípios por Estado.

       Ora não seria surpreendente de forma positiva se um município de qualquer Estado e todos os outros municípios da mesma espécie – já que é um país federativo – com população pequena de 20 mil abaixo, pudesse “solicitar mão de obra do mesmo Estado ou, de outros Estados”, devido a um investimento que fosse frigorífico e receber essa mão de obra, não só com o emprego estável economicamente, quando se trata de alimento, água, esgoto, eletricidade, transporte etc. e, lhes fornecesse casa para moradia na cidade?

... No entanto, isso nem é pensado. E muito menos é pensado até onde um município pode gerenciar uma demografia e geografia que é quando entra o papel o Oligarca e seus domínios etc. Considere o PRINCÍPIO da propriedade privada. Afinal, “seu município suporta de forma segura, quantos habitantes e empresas?”. Qual a vocação produtiva de seu município entre outras formas de produção?

... Em um Estado Chinês a produção de Seda, ocupava 200 mil criadores. Que retiravam o alimento do “bicho da seda” das Amoreiras de uma região próxima. Até que SABOTARAM e envenenaram as folhas da Amoreira, o que levou à morte do Bicho da Seda.

... Bem isso é muito antigo e faz parte da “Arte da Guerra” neste caso de um Estado contra outro. Será que não vivemos essa situação no Brasil. É só uma pergunta.

 ... Porque o que temos visto é uma concentração populacional como criação de gado ou engorda de porcos para depois, digamos, frita-los. Como foi o caso de El Salvador.

       Mas enquanto nada de substancial acontece, continuamos com festas e feiras para angariar fundos e vender coisas para movimentar uma máquina que pelo princípio básico de funcionamento é excludente às parcelas maiores da população.

Abs.