A Integração
Latina Americana (latim) não deveria se dar em negócios de Estado?
Sobre a
Integração Latino Americana criada pelos movimentos políticos populistas, o que
há detrás é a própria figura insidiosa da ESPECULAÇÃO estudada e, de serviços,
que se aproveitam da “confusão formada”. Ou seja, através de redes [...],
atraem e negociam politica [mente] pessoas de outros países e de outros estados
do Brasil, cujo custo de Estadia, por um ano, dessas pessoas, tanto na moradia
como na educação, daria muito bem para contratar a nível federal, contratar
excelentes professores para escolas em seus Estados e nos países que se usam e
seu povo é usado, do expediente de “integração”. Mesmo porque, isso foi feito no país vizinho. Então,
houve um acordo.
Um dos
efeitos da “integração” (sem falar das imigrações), que já não é só entre países
mais Estados de um mesmo País é que, as pessoas chegam à cidade com um “Plano
Acabado” feito e criado desde os burocratas da cidade com alianças políticas e
vice-versa. Inclusive com o AVAL daquelas pessoas que buscam viver de RENDAS e
compram casas e terrenos visando especulação. Da mesma forma, os burocratas se
aproveitam da situação caótica para controlar e taxar sua “assessoria”.
Considere que, uma concentração de pessoas em um condomínio, cujas pessoas ou,
grupos de pessoas vieram para morar alguns anos até terminar o Estudo [...] é diferente
de pessoas da cidade que nasceram na cidade e compram casa ou apartamento para
morar, que também é diferente, de pessoas que compram apartamentos para
alugarem! Como disse o presidente Chinês: “Casa é feita para morar, não alugar!”.
A
conclusão é simples, isso tem sido a política no Brasil, uma política de mera
especulação e exploração consentida e colaboracionista por ausência de
quaisquer perspectivas sérias que quando ousadas são aniquiladas, onde as
supostas figuras proeminentes não só na política, em certa medida, também são
especuladores “do Mercado”. E a concorrência entre eles, entre os grupos
políticos é forte. É forte, ao ponto de envolver governos de Estado, Redes de
Educação, Redes de Informação e Comunicação, como forma de impor seus
candidatos, assim como fazem as etnias e grupos políticos de outros Estados e
de Estados com Estados. Formam-se BLOCOS de Estado para intervir na Federação! É
uma luta interna para se VENDER serviços, como: lixo, saúde, transporte e um
dos APELIDOS dado a esse “modus operandi” das classes dirigentes é
Progressismo. Progressismo de si próprios enquanto classe social e que passa despercebido,
propositalmente ou não, às pessoas que são usadas na política sob qualquer
título ou tendência, inclusive religiosa.
Isso,
ao menos explica o fato de pouquíssimos candidatos (um para 300), discutirem
política como deveria ser discutido. E para evitar que isso aconteça e que o
povo, como maioria da população, tenha evidência no sentido econômico e
prosperidade, se usam INTERNAMENTE, de expedientes quaisquer como vêm sendo a
Estória dos tenebrosos enredos econômicos e ativismo políticos da maior corte
do País. Mas... que curiosamente não usa o substantivo feminino JUSTIÇA.
... Internacionalmente, usam outras figuras como
Extraterrestres, Aquecimento Global etc., mas com o mesmo FOCO de se conturbar
qualquer modelo de sociedade. Ou, dar respaldo à insanidade social. Não lhes
bastou destruir Europa, mas lhes apetecem experiências na América Central e do
Sul. Bukele de El Salvador é uma experiência que muito agrada à circunstância caótica
criada no Brasil, quando a concentração populacional, bem como a Concentração
de Poder e Riquezas, chega ao seu limite, o que torna qualquer solução – humana
– absolutamente desinteressante às classes dominantes, pois que, elas criaram
este cenário de horrores.
Ou seja, a política brasileira, não só de Lula, mas
desde Lula & Cia... outros partidos com outros nomes... ela vem sendo
absolutamente antinacional, até como fuga da realidade, o que favorece e cria
expedientes ilícitos, à sociedade e a civilização, desde o crime organizado da
segunda linha, usado como saco de pancadas de mai-tai.