A determinação ao Brasil de “Eminentemente Agrícola”, seria da Direita? Seria da Esquerda? Ou de algo muito mais tempestuoso?
No Brasil, o que vale, não são
palavras, as pessoas até entendem as palavras, por exemplo, “e que tudo mais vá
para o inferno” (musica de R.C.), mas, não entendem o contexto onde e como isso
é dito, e francamente, não importa! Agora, imagine em se tratando de Ciências
da sociedade, humana, política? A pessoa, tanto pode apoiar a esquerda como a
direita - caso a direita fizesse o que faz a esquerda. Aí seria uma “luta justa”.
Talvez, a direita, espera tomar o poder para usar o dinheiro de impostos e
outros para fazer o que a esquerda faz ou não?
...
A Direita, por exemplo, com relação ao Nordeste que tem um grande número de “bolsistas”
em cada Estado... A direita tomaria o dinheiro da Bolsa Família para passar
para o governo do Estado? Para que ele o Governo fizesse a sua distribuição? Ou
tomaria o dinheiro trocando-o – no Estado em questão – por trabalhos, como
construção de Estradas de Ferro, Estações etc., onde então, “a Bolsa” se somaria
a salário/hora de serviço? E, ainda, em
alguns casos de “sem teto”, terrenos com um container ou pré-moldados com luz,
água e esgoto? Pagos com o serviço?
...
Ou manteriam “o bol [sismo] e assistência [lismo] bem como populismo”, como
forma isolar as massas e engorda-las como se faz ou se fazia com o gado? Para a
direita, as prioridades continuaram sendo Estradas de Asfalto? Com o sacrifício
de caminhoneiros pelas longas distâncias e o risco permanente de assaltos e
jogos de seguro? Por acaso as estradas de asfalto ou não, não seriam braços
úteis das Estradas de Ferro de CARGAS E PASSAGEIROS de longas distâncias? E
estradas de asfalto ou não, com trajetos curtos?
A esquerda, em cada cidade, escolhe
grupos que irá apoiar grupos de dentro do partido e de outros partidos
coligados, escolhe grupos a quem irá entregar algum trabalho: seja social, seja
nas universidades, seja na comunicação, nas escolas públicas, na habitação, na
saúde, nos três poderes, enfim; Quer dizer, selecionam pessoas, lhes dão
"boa vida" e àqueles feitos pobres, por diversos e outros planos de
governo, como foi o fim das pequenas propriedades que plantavam e criavam animais
ou mesmo, o fim da Estrada de Ferro que ENCASULA, confina sociedades, então...
usam o recurso “estratégico” da Bolsa Família, pelo descontrole de governo, não
de lula, nem de Bolsonaro e também não de FHC, bem como não dos militares, mas,
de imposições de Nações poderosas que funcionam como um BANCO de compra e venda
de produtos no mercado internacional,
além dos empréstimos eternos? O que evidentemente às fazem se infiltrar nos
países para garantir que nunca sejam mais do que aquilo que determinam que
seja? Poderia dizer algo que envolve Brasília e o seu “surgimento”, mas não
seria de bom tom.
...
Ora, quando determinaram que o Brasil fosse eminentemente agrícola, isso seria
direita ou esquerda? Recém havia terminado o Regime Militar e a quebra do
parque industrial brasileiro. E uma EMIGRAÇÃO do tamanho do Brasil nas Capitais
que agora, estavam perdendo empresas para CHINA em acerto com o Grande Capital
Ocidental.
...
De outra forma “tal evocação agrícola” agradou aos latifundiários e coronéis de
fazenda, os mesmos que haviam sacrificado as “Colônias”! mas foi um “tiro
cenográfico”, de que adianta ter tanta terra se não existe o correspondente em
produção? E DINHEIRO EM CIRCULAÇÃO? E tão pouco, dinheiro vivo, como tem o estado
de São Paulo que indiretamente sustenta outros estados? por decreto!
O Tema em questão, do qual Luiz
Philippe participa e que me levou a escrever isso era e é o apoio da esquerda
ao islamismo é um fato. Calcula-se que no Brasil existam mais de 2 milhões de
muçulmanos em postos chave nas cidades brasileiras. Comentam sobre a sharia
etc. Tenho uma estorinha a respeito disso.
...
Uma conhecida de um grupo socialista, dentro do PT, se desiludiu com a política
da sua cidade. Isso antes de Lula ser o presidente conforme o acerto com FHC em
1993 que ocorreu em Princeton, EUA. Pois bem, desta época, creio ano 2000 se
passaram 10 anos (2010), quando a encontrei em um ônibus e ela usava os trajes
característicos do islamismo. Eu a cumprimentei e fui direto com ela, quando
lhe perguntei se ela estava em alguma TARIQA. Ela ficou surpresa com a pergunta
para aquela época e respondeu afirmativamente. Que participava de uma TARIQA.