O Brasil
é o País do Improviso para não Pensar o Permanente!
O artigo se refere a um comentário do senhor Leandro,
citando Olavo de Carvalho, sobre a “adaptação do político ao sistema”. Mesmo em
situação política e econômica quase terminal.
Comentário LCS937 (Luiz C. Silva)
A
Direita no Brasil é como o advogado que tem uma causa ganha e apenas negocia a sua
porcentagem. O sujeito ganha a eleição para deputado, em nome de um Partido, a
causa já vem pronta, ele apenas gerencia na concorrência com outros iguais. Lula
pode perder a eleição e muitos agentes de Lula achariam isso bom porque sairiam
de um “modelo de pressão”, mas cairiam em outro. E isso é um indicativo de que,
de uma forma ou outra, sabendo ou não, eles seguem o “modelo da Janela de Overton”.
E se pensar em uma Nação é temerário
demais para o seu futuro político.
... Observe a política em cidades razoáveis em
termos populacionais, os grandes negócios municipais, com tudo que é eletrônico,
inclusive aparelhos de medicina. O mesmo, com remédios, os alimentos e também
as grandes obras nas cidades, obras a que dão nomes exóticos e importância
infantil.
... Digamos que isso –
essa propaganda vitoriosa ao estilo Viking – é próprio dos meios de comunicação
quando falam às massas e neste exagero cenográfico de comunisação, os meios de
comunicação deixam transparecer o que uma classe social pensa de outra classe
social. E isso também é uma evidência da improbabilidade de um político, pelo
menos, com um princípio de visão de Estadista como é o caso de Luiz Philippe.
... E nenhuma dessas “Obras”
elas são de interesse DIRETO do povo das periferias, em especial e muitos casos
dos que não possuem veículo próprio. Quando se considera – para os outros – que
bicicleta ou patinete, seja veículo. De outra forma, as construções acontecem
com empresas de fora da cidade e levam o dinheiro e não geram empregos, nem temporários.
Diria que isso é uma má política para a cidade. Mas, aí, entram a influência
dos grupos de poder que obviamente não “morrem de amores pelo povo, que por
sinal, nem imagina e nem quer imaginar, que eles existam e em que condições”.
... Observem-se também os comandos do PT para o MST ao
longo de anos, transformando-o em uma força auxiliar para manutenção do poder.
E nunca...
... Nunca, ter um objetivo de construir uma cidade modelo, ou várias delas, aí sim,
usando da tecnologia, que o Estado tem acesso, desde os exércitos e seus
engenheiros. E quando ameaçam de ter alguma, logo são tratados como Reformistas... Mas isso é outra
história interna do mundo de Trotsky e Lenin.
... De outra forma, os eleitos do PT (e todos os outros da mesma linha) que estão atuantes
nas cidades, inclusive as de fronteira, eles arrastam um populismo
irresponsável e um culturalismo devasso que beira ao caos. E, si não é este o objetivo,
as consequências o são:
... assaltos constantes, moradores de rua, em
algumas cidades já ensaiam um novo modelo de Cravolândia, mais discreto e
enquanto isso se gasta tubos de dinheiro com as Políticas. Mais uma vez,
tirando dinheiro da cidade para nunca mais...
... E também funcionam
com uma forma de camuflar crimes piores que não podem ser escondidos, desta
forma criam – o crime cria – um cenário de apreensões diárias de um excedente
feito para isso, para passar uma mensagem de que há um combate ao crime Et
Cetera.
O que
mais se espera de um deputado dos Monopólios e Oligarquias? O que acontece não
é simplesmente que, o deputado a ser assimilado pelo sistema, e quando não é
sofre as consequências. Não! A questão de fundo é que nas cidades, os grupos
com poder, mandam fazer aquilo que lhes interessa, não importando as
consequências.
... Consequências que, aliás, são perfeitamente
calculadas. E esse é o jogo, essa é a traição para quem se acha desconfortável
com o que é confortável aos grupos de poder.
... Como, por exemplo, impedir que 10 ou 15 mil
pessoas, literalmente “cerquem seus bairros para controle e fazer justiça
social e sem vínculo político externo” (partindo do princípio de que a
ignorância é uma arma contra o povo), quando eles, os profetizados de Antônio
Gramsci, filósofo italiano, que dizia sobre os rumos da Acumulação de riqueza e as consequências disso...
... enquanto uns são proibidos – por tanto “absurdo”
que isso possa parecer... Outros podem criar “Condomínios Fortificados”. E isso
quando já não tem as suas “empresas não necessariamente privadas” tomadas para
todo o sempre e com direito a uma espécie muito específica de hereditariedade.
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