segunda-feira, 20 de julho de 2026

O Brasil é o País do Improviso para não Pensar o Permanente!

 

O Brasil é o País do Improviso para não Pensar o Permanente!

O artigo se refere a um comentário do senhor Leandro, citando Olavo de Carvalho, sobre a “adaptação do político ao sistema”. Mesmo em situação política e econômica quase terminal.

Comentário LCS937 (Luiz C. Silva)

       A Direita no Brasil é como o advogado que tem uma causa ganha e apenas negocia a sua porcentagem. O sujeito ganha a eleição para deputado, em nome de um Partido, a causa já vem pronta, ele apenas gerencia na concorrência com outros iguais. Lula pode perder a eleição e muitos agentes de Lula achariam isso bom porque sairiam de um “modelo de pressão”, mas cairiam em outro. E isso é um indicativo de que, de uma forma ou outra, sabendo ou não, eles seguem o “modelo da Janela de Overton”.  E se pensar em uma Nação é temerário demais para o seu futuro político.  

... Observe a política em cidades razoáveis em termos populacionais, os grandes negócios municipais, com tudo que é eletrônico, inclusive aparelhos de medicina. O mesmo, com remédios, os alimentos e também as grandes obras nas cidades, obras a que dão nomes exóticos e importância infantil.

... Digamos que isso – essa propaganda vitoriosa ao estilo Viking – é próprio dos meios de comunicação quando falam às massas e neste exagero cenográfico de comunisação, os meios de comunicação deixam transparecer o que uma classe social pensa de outra classe social. E isso também é uma evidência da improbabilidade de um político, pelo menos, com um princípio de visão de Estadista como é o caso de Luiz Philippe.   

... E nenhuma dessas “Obras” elas são de interesse DIRETO do povo das periferias, em especial e muitos casos dos que não possuem veículo próprio. Quando se considera – para os outros – que bicicleta ou patinete, seja veículo. De outra forma, as construções acontecem com empresas de fora da cidade e levam o dinheiro e não geram empregos, nem temporários. Diria que isso é uma má política para a cidade. Mas, aí, entram a influência dos grupos de poder que obviamente não “morrem de amores pelo povo, que por sinal, nem imagina e nem quer imaginar, que eles existam e em que condições”.

... Observem-se também os comandos do PT para o MST ao longo de anos, transformando-o em uma força auxiliar para manutenção do poder. E nunca...

... Nunca, ter um objetivo de construir uma cidade modelo, ou várias delas, aí sim, usando da tecnologia, que o Estado tem acesso, desde os exércitos e seus engenheiros. E quando ameaçam de ter alguma, logo são tratados como Reformistas... Mas isso é outra história interna do mundo de Trotsky e Lenin.

... De outra forma, os eleitos do PT (e todos os outros da mesma linha) que estão atuantes nas cidades, inclusive as de fronteira, eles arrastam um populismo irresponsável e um culturalismo devasso que beira ao caos. E, si não é este o objetivo, as consequências o são:

... assaltos constantes, moradores de rua, em algumas cidades já ensaiam um novo modelo de Cravolândia, mais discreto e enquanto isso se gasta tubos de dinheiro com as Políticas. Mais uma vez, tirando dinheiro da cidade para nunca mais...

... E também funcionam com uma forma de camuflar crimes piores que não podem ser escondidos, desta forma criam – o crime cria – um cenário de apreensões diárias de um excedente feito para isso, para passar uma mensagem de que há um combate ao crime Et Cetera.

       O que mais se espera de um deputado dos Monopólios e Oligarquias? O que acontece não é simplesmente que, o deputado a ser assimilado pelo sistema, e quando não é sofre as consequências. Não! A questão de fundo é que nas cidades, os grupos com poder, mandam fazer aquilo que lhes interessa, não importando as consequências.

... Consequências que, aliás, são perfeitamente calculadas. E esse é o jogo, essa é a traição para quem se acha desconfortável com o que é confortável aos grupos de poder.

... Como, por exemplo, impedir que 10 ou 15 mil pessoas, literalmente “cerquem seus bairros para controle e fazer justiça social e sem vínculo político externo” (partindo do princípio de que a ignorância é uma arma contra o povo), quando eles, os profetizados de Antônio Gramsci, filósofo italiano, que dizia sobre os rumos da Acumulação de riqueza e as consequências disso...

... enquanto uns são proibidos – por tanto “absurdo” que isso possa parecer... Outros podem criar “Condomínios Fortificados”. E isso quando já não tem as suas “empresas não necessariamente privadas” tomadas para todo o sempre e com direito a uma espécie muito específica de hereditariedade.

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