terça-feira, 7 de julho de 2026

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

 

A Racionalidade Civilizatória Interessaria à Civilização?

       É uma pergunta aos Oligarcas e Doutores. Muito me surpreende quando vejo boas empresas brasileiras indo embora para o Paraguai (meias Lupo etc.), como já foram para Miami (Zebu, botas) etc.

... Mais me surpreende o fato de o Brasil apostar em uma Integração Latino Americana, quando sequer os 27 estados/quase país, não estão integrados e menos ainda, estão integrados, os municípios desses Estados, que variam de 300 a 800 municípios por Estado.

       Ora não seria surpreendente de forma positiva se um município de qualquer Estado e todos os outros municípios da mesma espécie – já que é um país federativo – com população pequena de 20 mil abaixo, pudesse “solicitar mão de obra do mesmo Estado ou, de outros Estados”, devido a um investimento que fosse frigorífico e receber essa mão de obra, não só com o emprego estável economicamente, quando se trata de alimento, água, esgoto, eletricidade, transporte etc. e, lhes fornecesse casa para moradia na cidade?

... No entanto, isso nem é pensado. E muito menos é pensado até onde um município pode gerenciar uma demografia e geografia que é quando entra o papel o Oligarca e seus domínios etc. Considere o PRINCÍPIO da propriedade privada. Afinal, “seu município suporta de forma segura, quantos habitantes e empresas?”. Qual a vocação produtiva de seu município entre outras formas de produção?

... Em um Estado Chinês a produção de Seda, ocupava 200 mil criadores. Que retiravam o alimento do “bicho da seda” das Amoreiras de uma região próxima. Até que SABOTARAM e envenenaram as folhas da Amoreira, o que levou à morte do Bicho da Seda.

... Bem isso é muito antigo e faz parte da “Arte da Guerra” neste caso de um Estado contra outro. Será que não vivemos essa situação no Brasil. É só uma pergunta.

 ... Porque o que temos visto é uma concentração populacional como criação de gado ou engorda de porcos para depois, digamos, frita-los. Como foi o caso de El Salvador.

       Mas enquanto nada de substancial acontece, continuamos com festas e feiras para angariar fundos e vender coisas para movimentar uma máquina que pelo princípio básico de funcionamento é excludente às parcelas maiores da população.

Abs.       

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