quinta-feira, 9 de julho de 2026

Eleições de 2026

 

Eleições de 2026 – Presidente do País e Governadores dos Estados. Claro, de lado... As Oligarquias!

       Você cidadão DE FORA do Estado, que não tem ligações com o Estado, seja municipal, estadual e federal e que sua relação com o Estado é de PAGAR impostos...

... quando você vai comprar um Remédio de uso contínuo e o farmacêutico diz que o preço é de 210 reais para dois meses, sendo uma capsula por dia e você acha caro. Então, o sujeito diz que o remédio custou para ele 140 reais e você imagina que 30% sobre 140 – que a porcentagem usual ou, era – custaria 182 reais e não 210... e não há desconto.

... Aí é possível imaginar que, o que vem acontecendo na economia está além de inflação ou crise inflacionária.

... Como por exemplo, uma cidade criar dezenas de loteamentos, com ENTRADAS e um PARCELAMENTO de muitos anos que, são PROIBITIVOS para quem não tem as vantagens de ser empregado do Estado, não só pelo salário acima de sete mil, como benefícios, AUXÍLIOS e garantia de emprego. E essa situação também está além do sentido absurdo da inflação.

       Pois bem, sendo assim e muito pior – quando entramos na seara da corrupção e crimes – qual deveria ser o critério para a escolha de governadores e presidente?

... O que eles vêm mostrando em suas campanhas? Através das figuras menores como deputados estaduais ou federais?  Evidente é que, nenhum deputado quer se comprometer antecipadamente, com Governo ou Presidente. Isso já é um alerta, inclusive quando buscam não identificar os partidos! Logo, eles, os candidatos, mantêm o semblante de quem não precisa de nada, mas, está ali para AJUDAR na reconstrução do país. E NUNCA dizem como fariam isso e acreditam que o PARTIDO saiba. E o partido sabe no papel, porque o papel aceita tudo e pode ser modificado! E o eleitor se obriga como única opção, acreditar na “boa intenção e carisma do candidato”, afinal ele ou ela, não precisam ser uma Cicciolina da política italiana, mas ajuda. 

       Os “meios de comunicação” de uma forma geral apoiam candidatos pelo quê, eles não se comprometem porque estariam errados si, se comprometessem com algo que já é determinado pelos ENCONTROS internacionais na ONU, na OMS, no Fórum E. Mundial e, os Bancos.

... A dívida brasileira é imensa, para os 27 Estados. Só de juros anuais o valor é assombroso: Um Trilhão de Reais. Pergunto-me e creio que algum candidato a governo ou presidente, deveria falar a respeito, por exemplo, de onde foi METIDO, o VALOR PRINCIPAL, cerca de 10 trilhões.

... Nestes dias passados foi dito que a dívida de inadimplentes do Estado do Paraná chega a novecentos e tantos milhões. Não chega a um Bilhão. E mesmo se a inadimplência chegasse a um bilhão para cada Estado, daria 27 bilhões, MUITO LONGE de UM TRILHÃO.

... Creio eu, que seja impossível de o Estado, incluindo saúde, educação, previdência – a empresa: Estado, incluindo os Exércitos, polícias, presídios, bolsas e auxílios - consiga consumir com 10 trilhões de reais, sem que isso seja visível “a olho nu”, como são visível os juros pagos anualmente e que não abate a dívida.

       Mas esse ainda não é o problema, o problema é que o resultado do endividamento é nulo! Ao contrário de industrialização vivemos “na batida” da desindustrialização e pior, a miúde, empresas saem do país. Isso quer dizer que, nenhuma parte do TRILHÃO serviu ao propósito de industrialização.

... Ao contrário do AGRONEGÓCIO, do GRANDE Agronegócio que mantém o seu ritmo de exportação e que deve ter recebido parte do TRILHÃO na forma de empréstimos com juros baixos.

... Curiosamente, o Grande Agro, ele não investe em terras, porque já as tem em grande quantidade, mas investem em máquinas, transporte e sementes e – proporcionalmente - pouco em Mão de Obra e salário. O que me faz crer que o Grande Agro trabalha para si e com recursos do País.

... Sua relação com o País é o pagamento de impostos. Enquanto uns extraem minérios do país, outros usam as terras do país para plantar e indenizar o País. Mais ou menos como um arrendamento de terras. E isso não tem relação alguma como o povo. Tanto que, o povo do campo foi DESLOCADO para as cidades, para dar espaços ao Agro (?)... que ocupa apenas 8% do território nacional? Ora há “gato na linha”. 

       Não seria o momento oportuno – a eleição – para “dar atenção” e COBRAR ao candidato, especialmente aos governadores e presidente, que sugerissem que cada um dos cinco mil ou seis mil municípios, dentre eles, aqueles com população abaixo de 20 mil pessoas, QUE desenvolvessem formas produtivas de acordo com a sua geografia e ambiente natural? Ora, não é o momento dos exércitos sem guerra travarem uma luta com uma boa realidade na emancipação produtiva das cidades? 

... Desta forma, buscando pessoas de Estados com superpopulação e lhes oferecendo emprego, casa, segurança e estabilidade? Cada cidade pequena de cada Estado poderia fazer isso pelo Estado. E DISSIPAR de vez, o danoso efeito das concentrações, emigrações e imigrações e mesmo INTEGRAÇÃO de países com objetivos políticos e estranhos aos modos de produção e trabalho. Talvez? mesmo, porque não haja produção e trabalho, mas sim, a busca de ilusões e utopias tolas de “um mundo sem fronteiras” quando o mundo vem sendo decidido por poderosos blocos econômicos, criados no século XX como consequência da Grande Guerra, contra o racionalismo civilizacional do século anterior. 

... Quais as impossibilidades, de 100 cidades pequenas e produtivas, na mesma rota, em se ligar através de FERROVIAS e ESTAÇÕES, para intercâmbio de mercadorias? E passeios do povo?

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