domingo, 12 de julho de 2026

Leis para INIBIR e NÃO Produzir...

 Sobre Máquinas Úteis de Reciclagem de Materiais.

Uma cidade do Paraguai tem uma máquina de triturar ferro. A máquina esta encostada. Digamos que chegue um caminhão de ferro para triturar é um trabalho e tanto e gasto de energia e desgaste da máquina. V. tritura o material e o preço do quilo do ferro continua sendo o mesmo, se não for agregado valor, com fundição e até moldes, a coisa trava. E para acontecer isso e preciso poder político com vistas ao enriquecimento da cidade, do Estado. O caso Noruega que se usou do petróleo para criar um capital fabuloso para dar estabilidade a cinco milhões de pessoas é o que faria sentido na questão da reciclagem industrial. Entretanto, em Foz do Iguaçu, um Prefeito o senhor Daijó (descendência japonesa) negociou uma indústria de reciclagem industrial com a Suécia. A empresa trabalharia 10 anos para si mesmos e depois a indústria seria entregue à cidade. Daijó foi atacado com denúncias e outros absurdos. Outro caso, em Foz, é sobre eletrônicos. Os galpões de eletrônicos tiveram o apoio discreto de uma Estatal, logo, algo entre amigos e mesmo assim, o que acontece é o ENTULHO de eletrônicos que serão entregues a alguma empresa, que não se imagina qual seja, que irá agregar valores a isso. Em outro caso, lotaram um caminhão com COBRE, avaliado em 500 mil reais, o caminhão foi misteriosamente ROUBADO. Tiraram a carga e deixaram o caminhão e ninguém viu nada!

Estou dizendo isso para os senhores entenderem o grau de dificuldade em se trabalhar com lógica e rendimento do ponto de vista da cidade. Sei exatamente o que se pode fazer com qualquer “lixo”, entretanto, a primeira BARREIRA é o MEIO AMBIENTE, que impede qualquer iniciativa, inclusive dos cuidados com os Rios nas cidades e, os Aterros! Obviamente há um jogo político, tal qual o jogo das “Terras Raras”. A solução para isso está na iniciativa popular mais governo e a iniciativa privada, no sentido de emancipação econômica de determinado grupo de população e no sentido universalizante, que outros de outras cidades e ou regiões passam fazê-lo. Abs.  

 


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