terça-feira, 7 de julho de 2026

Nós Não Devemos ter Computadores Contando Votos, NUNCA!

 

Nós Não Devemos ter Computadores Contando Votos, NUNCA! É fácil hackear um computador. A pessoa deve votar no papel com a identidade. É só! Elon Musk.

       Desde o título, quando usa o advérbio de negação: NUNCA, deixa EVIDENTE o que, qualquer pessoa que conheça “um pouco” de eletrônica já sabe: “que eletrônica é uma ciência infalível, SI, usada com honestidade e para fins de utilidade pública, o que seriam as máquinas para medicina, para empresas, referente à produção, contabilidade, estoques, comunicação. Na matemática, na física, na química, na biologia, até para “dirigir automóveis”... mas, NUNCA, para contar votos”.
... É muito óbvio.

       Agora, por quê? que apesar de ser tão óbvio o uso indevido da eletrônica “na contagem de votos”, o sistema é defendido por grande parte do Estado Nacional?

... Houve vários casos, em que funcionários públicos foram “usados” para jogos políticos, digamos, entre os políticos da Capital com o Interior do Estado. E que, o jogo não foi bem sucedido, da parte do funcionário. Imediatamente retorna à Capital assume um cargo e sua esposa se torna deputada. Isso acontece já no período “eletrônico”.

... Porém, há casos – de jogos políticos – em que a pessoa jamais passou pelo crivo eleitoral e assumiu grandes cargos em Estatais por direcionamento de acordo entre partidos.

... Outro modelo de caso – já com o sistema eletrônico – é aquele que você acompanha de perto a eleição de um vereador e junto com o candidato a vereador – no local de votação e na sala, de onde sai a lista de votos no final – você vota e voto desaparece. E isso só pode acontecer – com uma ação prévia de nulidade do candidato. Talvez porque seja insignificante e o voto “cai em outra conta”.

... Faço lembrar que, quando do primeiro uso da URNA Eletr., já houve uma “seleção de escolha” de pessoas que seriam “ligadas” ao sistema.  Não faço ideia de quantos partidos em quantas cidades e, volume de eleitores, ou seja, quais cidades seriam escolhidas que tiveram o mesmo procedimento de escolha de pessoas para manipularem a máquina desde o “zeresimo ao fim da eleição com as listas e a localização do Software”.

       O fato é que a “ansiedade” da urna eletrônica tem uma origem – de meio de caminho da origem que retrocede até as imigrações acertadas e a distribuição de terrenos, portanto, a origem tem mais estórias, mas, fiquemos por aqui.

...Uma delas (origem, fundamento) é “corrida pelo emprego no Estado”, onde o sujeito entra – com o pretexto de concurso – mesmo em cidades com 10 mil habitantes e só sai do “emprego” aposentado.

... Outra, que se refere ao voto e não concurso é que o sujeito entra para a política e não sai mais. Mas isso não é decisão sua é do PARTIDO. Se o sujeito foi eleito uma vez e não consegue a reeleição e é simpático ao PARTIDO, logo é colocado em cargos desde o município, Estado e Federação.

       Os precedentes que geraram a Urna Eletrônica e o porquê de sua defesa intransigente vêm desde a distribuição de terras, pelo menos desde a implantação da República; a imigração, empregos especiais corporativos e a corporação dos Partidos que recebem verbas altíssimas de dois em dois anos a título de eleição.

... Digamos com outras palavras, você que precisa alugar uma lojinha, um quarto, uma casa, seja lá o que for... é obrigado, porém opcional, a  pagar o imposto  do locador! à parte do aluguel . Suponha que sujeito tenha 400 imóveis, isso daria (arredondando) 400 mil de IPTU por ano. Entretanto, quanto receberia de aluguel de quatrocentos imóveis por ano? Digamos 20 mil por ano vezes 400 imóveis... Claro que, a partir de determinado valor do aluguel o governo cobra um imposto sobre o aluguel/mensal. Mas o inquilino não pode arcar com as disputas econômicas e até “espólios”, entre o “mundo imobiliário e o governo”.

... E isso, ainda sem falar das relações trabalhistas no Estado e, no setor Privado, com relação ao Trabalhador e não ao empresário, que é absurdamente instável e aventureira no setor privado, por conta e na contramão dos privilégios corporativos, que obviamente só se sustentam através de artimanhas, como é a situação do voto.

Abs.

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