O Brasil Português do Século Retrasado
Basicamente a história da Guerra do Paraguai contra
Arg. Brasil e Uruguai e vice versa é uma história Europeia! Curiosamente,
citada por um historiador de Essex da Inglaterra.
A população do Brasil em 1854 era de 14 milhões e
quinhentos mil habitantes, em 1864 era estimada em cerca de nove a dez milhões
de habitantes. O imperador D. Pedro II governava o Brasil.
A população do Paraguai em 1864 era de
aproximadamente 500 mil habitantes (à um milhão de trezentos mil). Após a
guerra a população foi reduzida em cerca de 40%.
Em 1860 a população da Argentina era composta
principalmente por colonizadores europeus e imigrantes africanos. A população indígena-nativa
era significativamente menor em comparação com os europeus e africanos. Em 1864
sua população era em torno de um milhão e meio de pessoas. https://www.statista.com/statistics/1066826/total-population-argentina-1800-2020/
A população do Uruguai - em 1864 era de aproximadamente 220 mil habitantes.
... As disputas territoriais pioraram quando o
Vice-Reino do Rio da Prata entrou em colapso no início da década de 1810,
levando à ascensão da Argentina, Paraguai, Bolívia e Uruguai. O historiador
Pelham Horton (Essex – Inglaterra) Box
escreve:
"A Espanha imperial legou às nações
hispano-americanas emancipadas não apenas suas próprias disputas de fronteira
com o Brasil português, mas problemas que não a perturbaram, relacionados com
os limites exatos de seus próprios vice-reinos, capitanias gerais, audiências e
províncias".[9] Uma vez separados, Argentina, Paraguai e Bolívia brigaram
por terras que eram em sua maioria desconhecidas e desabitadas. Elas eram
escassamente povoadas ou colonizadas por tribos nativas que não se identificam
com nenhuma das partes envolvidas. [10][11] No caso do Paraguai com seu vizinho
Brasil, o problema era definir se os rios Apa ou Branco deveriam representar
sua fronteira real, uma questão persistente que incomodou e confundiu Espanha e
Portugal no final do século XVIII. A região entre os dois rios era povoada
apenas por algumas tribos indígenas que vagavam pela área atacando
assentamentos entre o Brasil e do Paraguai. [12][13] (WikipédiA).
C.M. acompanhando entrevistas de pré-candidatos...
Quando v. diz: “é nítido que não entende nada de política” (os políticos dentre quase 60 mil políticos municipais do país) é uma frase que os enquadra em um contexto de dependência condicional sem o que não terá nenhum cargo. V. matou a xarada. E deixa subentendido que sejam – eles os políticos nos seus diversos graus de “iniciação” – objeto de grandes e poderosas organizações que os necessitam – aos políticos – como COMUNICADORES dessas organizações. Organizações, que criam PARTIDOS, que criam a BIPOLARIDADE, ora, Lula e Bolsonaro, que podem ser definidos como duas partes da mesma equação: a luta pelo poder se usando daquilo que é o apelo popular e que, TAMBÉM, pode ser conspurcado, ou seja, porque não “meu terreno, minha vida” ao invés de “minha casa minha vida”. O terreno, não precisaria esperar a casa, sim! E a espera, não só da casa, mas da saúde também e outros, gera uma ansiedade que é resgatada de dois em dois anos, quando as organizações aumentam o seu poder político. Abs.
Distinções curiosas
A única coisa que distingue o ‘animal racional do ‘animal irracional é justamente aquilo que o animal irracional CATIVA no racional: a SUA dependência CONDICIONAL.
Todo o resto é mera CENOGRAFIA CÍNICA.