quinta-feira, 3 de setembro de 2026

Se Nem a América é o “País da Liberdade”, o que é o Brasil afinal?

 

Se Nem a América é o “País da Liberdade”, o que é o Brasil afinal?

       A tecnologia da informação ela é falsária por princípio – evidentemente – da ação de grupos organizados. Veja como acontece:

... Você recebe – através do seu computador, não sei como acontece no celular – um pequeno retângulo preto com os dizeres: Senado Federal, ao vivo, outro: Câmara Federal ao vivo etc. Mas, quando você coloca no tal programa, nada mais é que uma entrevista com deputados federais e assessores de Senado, ora falando de Alcolumbre e como ele bom, ora falando, discretamente do governo federal e o Brasil de verdade. O programa do Senado, o tempo todo diz que, “ali, é o Brasil de verdade”, como se houvesse um Brasil de mentiras. Porque também há e é manifesto.

... Quando você clica no retângulo preto que diz: Câmara ao Vivo, você imagina que vai ver as discussões e debates na Câmara Federal, mas isso fica na imaginação. O que você vê é uma baita animosidade contra o Sudeste e Sul.

... O Brasil de verdade, para esses comunicadores bem pagos, ou apenas pagos, com certeza é o Brasil daqueles que foram evidenciados no “Lava Jato” e isso e esse drama nacional acontece no Sul e Sudeste e até hoje a discussão no Sul e Sudeste – deixando meio que à deriva os Estados de Mato Grosso, Goiás, Minas Gerais – até hoje as discussões são absurdas, com casos absurdos, com Banco Master, Roubo do INSS, os Batistas, o STF. Lula e Bolsonaro, a grande enchente no Rio Grande do Sul...

... e tira o Sul e o Sudeste da verdadeira Discussão Política e não só isso, induz os candidatos do Sul ao silêncio do que importa realmente ao Brasil, como deputados federais, Senadores e Governadores e de outra forma, esses candidatos – vivem respondendo e correndo atrás de uma política que lhes foi imposta. E buscam soluções cujas bases de fundamento são torpes e foram feitas para serem torpes. Por exemplo, a questão do horário de trabalho e o salário e...

... nessa discussão do fim da escala de 6X1 para a escala de 5x2, sem considerar – com detalhes – os MODOS DE TRABALHO (no campo, no comércio, na indústria, no Estado (polícias, hospitais), no turismo etc. fica patente que o objeto não é a hora de serviço que pode e vem sendo FALSEADA com horas especiais, nos domingos e feriados para completar um salário possível. Então, o problema é o quanto se paga por hora de trabalho e que conta é feita para isso.

... Suponha um negócio dos Batistas, de armas. É um negócio privado e intimamente ligado ao Estado e os Exércitos e movimenta um enorme capital. E como é a relação trabalhista dentro de uma indústria desse porte? Qual é o salário mínimo em um ambiente industrial desse porte? Creio que para este tipo de empresa, indústria, a CLT é apenas um detalhe e sobra muito dinheiro ainda.

... Agora compare a indústria Batista de Armas e afins, com uma indústria de Sorvetes como a Kibon (se é que ainda existe) e uma sorveteria de bairro? Todos regidos pela mesma CLT?

... Outro fato estranho – isso foi dito em um desses programas de “tarja preta de Brasília” – é o fato de que, por não saberem o que dizer sobre as mudanças da escala de serviço, agrega mais complicações, se usando do apelo das mulheres, que merecem um horário especial de trabalho, como se o trabalho fosse uma questão de gênero e não, da barbárie dos MODOS DE TRABALHO E PRODUÇÃO, que são antiquados, improvisados e em alguns casos MORTAIS para os homens, que só eles são aceitos para grandes obras de Construção Civil.