domingo, 12 de julho de 2026

... De quando, a PUNIÇÃO é um PRÊMIO!

 

O Estado de Direito de origem britânica, teria induzido ao aparecimento de um “Supremo no lugar de justiça?”.

       As concubinas do imperador no império chinês lutavam entre si, na disputa do primeiro filho do imperador e pelo título imperatriz. A crueldade não tinha limites. Entretanto, quando era descoberta a trama a pena era o isolamento em um dos palácios até o fim de sua vida. No caso dos ministros e dependendo da gravidade do crime, no caso de lesa pátria aplicavam a pena de morte que afetava de duas a três gerações da família. Curiosamente as concubinas eram “filhas” de ministros, como também, eram filhas de governadores de províncias.  Nos dias atuais, os que eram considerados plebeus continuam sendo plebeus e vivem nos campos produzindo alimentos o que não é diferente do velho império. O império, desta feita, se apresenta como um TECNATO na ciência, na estrutura bélica, nas construções de arranha-céus, ferrovias e um discreto domínio econômico mundial na economia, não se importando com os governos e sua ideologia ou tirania.  

       No Brasil, nunca houve uma política sóbria para o CAMPO. De outra forma, grandes monopólios e latifúndios (sem pátria) expulsaram as pessoas de suas terras simplesmente sabotando suas produções e iniciativas e EMPURRANDO-AS, as populações do campo, para as “Cidades”. E isso acontece como uma ESTRATÉGIA, em uma primeira fase, com a LEGALIZAÇÃO do trabalho, no período dos Estados Fortes, por conta da grande Guerra do início século XX.  A Legislação Trabalhista era um “órgão” estranho ao velho coronelismo das terras que escondia ouro no subsolo de suas mansões. Eles, os coronéis de fazenda, os latifundiários, seus filhos que eram enviados ao estrangeiro para estudar, acreditavam ou entendam que “o boteco da cachaça e de reuniões políticas e as escolas para ensinar a ler e escrever e também o privilégio do trabalho eram mais que o suficiente para o povo”.

... A legislação trabalhista, de fato e neste caso do “coronelismo” e, NO CAMPO, servia mais aos interesses de controle e arrecadação do governo e não da realidade do povo e um modelo específico de escravidão e dependência ao “emprego”.

... Em uma segunda fase, após a Grande Guerra, quando acontece a industrialização em Capitais do Sudeste e Sul, acontece a maior EMIGRAÇÃO destas mesmas pessoas e famílias oriundas do Campo. O maior êxodo vai ser da região Nordeste aonde acontecerá campanhas incentivando pessoas a irem para São Paulo...  Livrando o Nordeste de um suposto “peso morto populacional”, enquanto se criava uma “nova geografia do latifúndio”. Acredita-se que as regiões da seca do Nordeste tenham pedras preciosas. Ora, todos conhecem a verdadeira história da criação do Estado Árabe e o Petróleo.

        Logo, a cumplicidade das classes dominantes – uma cumplicidade histórica de dominação e governo que entende o povo como massa, com a qual faz o que bem entende, por exemplo, lhe tirando a razão em troca da arrogância em pensar saber o que não sabe – jamais será respondida ou interpelada pela LEI que eles próprios gerenciam ao “seu prazer e benefício” e ela a Lei, só aparece na sua forma estúpida, quando os próprios dominantes, se rivalizam assim como acontecia e não acontece mais, no velho Império Chinês.

Abs.

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