O Estado de Direito de origem britânica, teria induzido
ao aparecimento de um “Supremo no lugar de justiça?”.
As concubinas
do imperador no império chinês lutavam entre si, na disputa do primeiro filho
do imperador e pelo título imperatriz. A crueldade não tinha limites. Entretanto,
quando era descoberta a trama a pena era o isolamento em um dos palácios até o
fim de sua vida. No caso dos ministros e dependendo da gravidade do crime, no
caso de lesa pátria aplicavam a pena de morte que afetava de duas a três
gerações da família. Curiosamente as concubinas eram “filhas” de ministros,
como também, eram filhas de governadores de províncias. Nos dias atuais, os que eram considerados
plebeus continuam sendo plebeus e vivem nos campos produzindo alimentos o que
não é diferente do velho império. O império, desta feita, se apresenta como um
TECNATO na ciência, na estrutura bélica, nas construções de arranha-céus,
ferrovias e um discreto domínio econômico mundial na economia, não se
importando com os governos e sua ideologia ou tirania.
No
Brasil, nunca houve uma política sóbria para o CAMPO. De outra forma, grandes
monopólios e latifúndios (sem pátria) expulsaram as pessoas de suas terras simplesmente
sabotando suas produções e iniciativas e EMPURRANDO-AS, as populações do campo,
para as “Cidades”. E isso acontece como uma ESTRATÉGIA, em uma primeira fase,
com a LEGALIZAÇÃO do trabalho, no período dos Estados Fortes, por conta da grande
Guerra do início século XX. A Legislação
Trabalhista era um “órgão” estranho ao velho coronelismo das terras que
escondia ouro no subsolo de suas mansões. Eles, os coronéis de fazenda, os
latifundiários, seus filhos que eram enviados ao estrangeiro para estudar,
acreditavam ou entendam que “o boteco da cachaça e de reuniões políticas e as
escolas para ensinar a ler e escrever e também o privilégio do trabalho eram
mais que o suficiente para o povo”.
... A legislação trabalhista, de fato e neste caso
do “coronelismo” e, NO CAMPO, servia mais aos interesses de controle e
arrecadação do governo e não da realidade do povo e um modelo específico de
escravidão e dependência ao “emprego”.
... Em uma segunda fase, após a Grande Guerra,
quando acontece a industrialização em Capitais do Sudeste e Sul, acontece a
maior EMIGRAÇÃO destas mesmas pessoas e famílias oriundas do Campo. O maior êxodo
vai ser da região Nordeste aonde acontecerá campanhas incentivando pessoas a
irem para São Paulo... Livrando o
Nordeste de um suposto “peso morto populacional”, enquanto se criava uma “nova
geografia do latifúndio”. Acredita-se que as regiões da seca do Nordeste tenham
pedras preciosas. Ora, todos conhecem a verdadeira história da criação do
Estado Árabe e o Petróleo.
Logo, a cumplicidade das classes
dominantes – uma cumplicidade histórica de dominação e governo que entende o
povo como massa, com a qual faz o que bem entende, por exemplo, lhe tirando a
razão em troca da arrogância em pensar saber o que não sabe – jamais será
respondida ou interpelada pela LEI que eles próprios gerenciam ao “seu prazer e
benefício” e ela a Lei, só aparece na sua forma estúpida, quando os próprios
dominantes, se rivalizam assim como acontecia e não acontece mais, no velho
Império Chinês.
Abs.
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