sexta-feira, 10 de julho de 2026

Empresas, tanto comerciais como industriais...

 

Empresas, tanto comerciais como industriais...

Lucro Mínimo que garanta o seu funcionamento para viabilizar – inclusive – a iniciativa privada.

(Requião ex-governador do PR).

Comentário (por LCS937) (Luiz Carlos Silva)

       O tema é sobre empresas que foram privatizadas em Alemanha, França e Inglaterra – empresas estratégicas, essenciais: água, luz, esgoto etc. e quê, não deram certo (s) e, novamente foram estatizadas.

... A questão é porque foram privatizadas?  Não seria porque o Estado não tem como COBRAR IMPOSTOS de si mesmo? Obviamente todo imposto “pago” pelo Estado ao Estado como PRODUTOR é uma formalidade para o Estado, mas, justifica o imposto pago pela pessoa com um discreto acréscimo, pois que paga o imposto indireto do próprio Estado, o qual, com a privatização, o curso do pagamento do imposto sobre produção é diferenciado, o que vai de encontro ao “Lucro Mínimo”.

... Porque a Empresa Privada desistiu da privatização? No caso de Europa: Alemanha, França e Inglaterra? Não seria por causa do fenômeno DEMOGRÁFICO das IMIGRAÇÕES?

... E as IMIGRAÇÕES não foram perfeitamente programadas no tempo? E quem pode fazer isso é o Estado. Sim! O Estado a quem foi incumbido os serviços essenciais e estratégicos.

Com relação à DEMOGRAFIA (E, os candidatos a deputado...).

       O Caso da Saúde em uma Cidade de Fronteira do Paraná é um caso insolúvel da forma como é dito pelos políticos locais.

... Mas, os políticos, sempre encontram formas melosas de se dizer isso, de tratar desse assunto, mesmo com uma fila de milhares de pessoas “esperando operações”.

... A saída para o problema – acreditam os interessados e não os pacientes – é a abertura de novos hospitais, seja universitário, seja regional, o fato é que, querem que o governo, tanto o Estadual como o Federal,

... invistam em saúde – deste município, de quase seis mil municípios – devido à situação que eles próprios – do governo e autarquias – criaram – governo Estadual, Federal – pelo viés da Usina e Municipal  pelo viés da Rede Hoteleira e autarquias.

... E isso se desenvolve, desde o volume de pessoas que vieram com a construção da Usina Hidrelétrica (Binacional), mais tarde, o Mercado da China no Paraguai para o Brasil; o programa Mais Médico (momento dos médicos Cubanos) que fechou um grande hospital de três andares e, a Integração Latino Americana, não do ponto de vista de negócios internacionais, mas também. Mas, do ponto de vista SOCIAL e CULTURAL.

... “Olhando de cima”, a cidade em si, É uma ESTATAL que atua junto com o PRIVADO, onde não é necessário nem Estatizar e nem Privatizar e ambos USAM do VOLUME POPULACIONAL absolutamente DESCONTROLADO, “tantos brasileiros trabalham no Paraguai como tantos paraguaios trabalham no Brasil e quase uma centena de etnias que atuam na fronteira em diversos negócios e, nas instituições públicas”.

... E isso, essa desordenação de uma suposta ordem econômica gera consequências que não são exatamente favoráveis ao Estado, mas certamente o são aos agentes. Os privilégios, além do próprio emprego... alcançam perigosos patamares de autoritarismo, um autoritarismo que é compartilhado ou é fruto de uma divisão social dilacerante que se vê não só nas “filas de operações”, mas também nos crimes diários que os meios de comunicação relatam enquanto, preparam seus futuros candidatos, para aumentarem o seu poder enquanto Rede, Consórcio políticos etc.

... Quer dizer... mesmo em crise política/econômica, alto índice de imigração e emigração, a preocupação das elites políticas e econômicas é a eleição, pela eleição, ou poder pelo poder, porque ninguém ousa tocar na ferida e agir como governo.

... Nem que fosse como fez o sujeito  do tecnato das Américas em El Salvador. Coisa que o Paraguai vem fazendo, quando convida empresários brasileiros para o seu lado e lhes oferece vantagens que sabe que o Brasil não pode oferecer, devido ao resultado de quase três décadas de um governo mais fiel ao Fórum Mundial, do que ao próprio país.

 

Teria mais a dizer, que fique o dito pelo não dito. 
Abs.

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