Empresas,
tanto comerciais como industriais...
Lucro Mínimo que garanta o seu funcionamento para
viabilizar – inclusive – a iniciativa privada.
(Requião ex-governador do PR).
Comentário
(por LCS937) (Luiz Carlos Silva)
O tema
é sobre empresas que foram privatizadas em Alemanha, França e Inglaterra –
empresas estratégicas, essenciais: água, luz, esgoto etc. e quê, não deram
certo (s) e, novamente foram estatizadas.
... A questão é porque foram privatizadas? Não seria porque o Estado não tem como COBRAR
IMPOSTOS de si mesmo? Obviamente todo imposto “pago” pelo Estado ao Estado como
PRODUTOR é uma formalidade para o Estado, mas, justifica o imposto pago pela
pessoa com um discreto acréscimo, pois que paga o imposto indireto do próprio
Estado, o qual, com a privatização, o curso do pagamento do imposto sobre
produção é diferenciado, o que vai de encontro ao “Lucro Mínimo”.
... Porque a Empresa Privada desistiu da
privatização? No caso de Europa: Alemanha, França e Inglaterra? Não seria por
causa do fenômeno DEMOGRÁFICO das IMIGRAÇÕES?
... E as IMIGRAÇÕES não foram perfeitamente
programadas no tempo? E quem pode fazer isso é o Estado. Sim! O Estado a quem
foi incumbido os serviços essenciais e estratégicos.
Com
relação à DEMOGRAFIA (E, os candidatos a deputado...).
O Caso
da Saúde em uma Cidade de Fronteira do Paraná é um caso insolúvel da forma como
é dito pelos políticos locais.
... Mas, os políticos, sempre encontram formas
melosas de se dizer isso, de tratar desse assunto, mesmo com uma fila de
milhares de pessoas “esperando operações”.
... A saída para o problema – acreditam os
interessados e não os pacientes – é a abertura de novos hospitais, seja
universitário, seja regional, o fato é que, querem que o governo, tanto o
Estadual como o Federal,
... invistam em saúde – deste município, de quase
seis mil municípios – devido à situação que eles próprios – do governo e
autarquias – criaram – governo Estadual, Federal – pelo viés da Usina e
Municipal pelo viés da Rede Hoteleira e
autarquias.
... E isso se desenvolve, desde o volume de pessoas
que vieram com a construção da Usina Hidrelétrica (Binacional), mais tarde, o
Mercado da China no Paraguai para o Brasil; o programa Mais Médico (momento dos
médicos Cubanos) que fechou um grande hospital de três andares e, a Integração
Latino Americana, não do ponto de vista de negócios internacionais, mas também.
Mas, do ponto de vista SOCIAL e CULTURAL.
... “Olhando de cima”, a cidade em si, É uma ESTATAL
que atua junto com o PRIVADO, onde não é necessário nem Estatizar e nem
Privatizar e ambos USAM do VOLUME POPULACIONAL absolutamente DESCONTROLADO, “tantos
brasileiros trabalham no Paraguai como tantos paraguaios trabalham no Brasil e quase
uma centena de etnias que atuam na fronteira em diversos negócios e, nas instituições
públicas”.
... E isso, essa desordenação de uma suposta ordem
econômica gera consequências que não são exatamente favoráveis ao Estado, mas
certamente o são aos agentes. Os privilégios, além do próprio emprego...
alcançam perigosos patamares de autoritarismo, um autoritarismo que é
compartilhado ou é fruto de uma divisão social dilacerante que se vê não só nas
“filas de operações”, mas também nos crimes diários que os meios de comunicação
relatam enquanto, preparam seus futuros candidatos, para aumentarem o seu poder
enquanto Rede, Consórcio políticos etc.
... Quer dizer... mesmo em crise política/econômica,
alto índice de imigração e emigração, a preocupação das elites políticas e
econômicas é a eleição, pela eleição, ou poder pelo poder, porque ninguém ousa
tocar na ferida e agir como governo.
... Nem que fosse como fez o sujeito do tecnato das Américas em El Salvador. Coisa
que o Paraguai vem fazendo, quando convida empresários brasileiros para o seu
lado e lhes oferece vantagens que sabe que o Brasil não pode oferecer, devido
ao resultado de quase três décadas de um governo mais fiel ao Fórum Mundial, do
que ao próprio país.
Teria mais a dizer, que fique o dito pelo não
dito.
Abs.
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