sexta-feira, 19 de junho de 2026

Aos Poucos o Brasil Perde a Noção de Realidade da Dimensão do Crime

 

Aos Poucos o Brasil Perde a Noção de Realidade da Dimensão do Crime ou, Terror que assolam o país.

Sobre o post “Lula defende urna eletrônica no G7 e diz: Eu não sei por que a ONU não adota o sistema eletrônico de votação como orientação aos países. (...) (Sou) o único presidente eleito rês vezes e possivelmente o único eleito quatro vezes”.

...

Meu comentário. Isso indica que a ONU não precisa desse expediente duvidoso aos olhos de outros países fora da América do Sul, países que não estão nem melhores ou piores que a América. A ONU já cumpriu o seu intento (rumo nova Ordem Mundial) quando colocou mais de um milhão de pessoas do Oriente Médio em todos os países do continente Europeu Ocidental. E os europeus, se reclamaram de algo, ficou restrito a um circulo menor de pessoas.

Logo, no caso FHC/Lula/Bolsonaro/Brasil, ao continente Brasileiro, foi determinado que o “país” fosse Eminentemente  Agrícola”. Independente do que pensasse a classe de políticos – os três poderes – e, os grandes empresários incluindo obviamente os grandes agricultores do Brasil. Diga-se agricultores que viram a industrialização “temporária” do Brasil com olhos de “Amigos da Onça.

... Que de fato, não teriam direito a pensar coisa alguma e sempre receberam ordens através de Leis, Leis que criaram para defender os próprios interesses enquanto usavam...

... “o Povo” frente a um desemprego grande após as EMIGRAÇÕES e a DESINDUSTRIALIZAÇÃO do país, bem como o DESMANCHE das FERROVIÁRIAS,  quando surge um estranho assistencialismo conhecido como BOLSA, inicialmente de Educação, depois Família. Já era um populismo forçado, devido à situação criada, desde FHC e o FMI. E antes, pelo endividamento eterno, desde o evento de outubro de 1964 com a campanha da “Aliança para o Bem do Brasil”.

... Talvez e quase certamente, o fenômeno populista conhecido como PT, ele próprio tenha sido uma ferramenta de controle de massas segundo os supostos interesses das massas, CONCENTRADAS em bairros labirínticos de onde obviamente surgiria o pior dos piores e mesmo assim ORGANIZADOS pelo poder do dinheiro. O PT serviu perfeitamente como uma ferramenta dos Fóruns, ONU e Nova Ordem. Talvez por isso Lula tenha o seu “quarto mandato”.

... Observe-se que, com Bolsonaro & filhos, a diferença das determinações da NOM, talvez demorasse “um pouco mais”, mas de qualquer forma aconteceria, como acontece.  Desta forma ...

... o “PT” e aliados, jogam com temas com jornada de trabalho, isenção de imposto de renda, casas para o povo etc. como recurso de apelo para continuar no poder, mesmo porque todas essas medidas são assombrosamente falsas e tem o seu próprio curso, no contexto das leis municipais que se adaptam de forma a que tenham suas garantias preservadas etc.

          Certamente, com relação à “ORGANIZAÇÃO” (de um país, quando contempla organizações criminosas e outras), poderia ter outro curso se não fosse a CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL e as EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES que se combinam para gerar o que vem gerando: instabilidade e insegurança além do crime ou TERROR. 

... Não havendo esse expediente de terror no país, da concentração emigração etc. o curso poderia ser de pequenas cidades produtivas em todo o território nacional, mediante PLANTAS DE PRODUÇÃO.

... Ora, a China construiu uma Estrada de Ferro (no volume total das Ferrovias supera o que foi feito no mundo ocidental) para um trem que corre a 350 quilômetros por hora. E o Brasil não consegue... criar PLANTAS DE PRODUÇÃO  que viabilizem cidades sem vício e que sejam sustentáveis?    

 

          Assim, usaram das ferramentas do “meio ambiente, mudanças climática, ferramentas biológicas, meios de comunicação, câmaras municipais, Assembleias Legislativas e Congresso Nacional, ET Cetera...”...

... Para com a desfaçatez dos cínicos, colocar o povo brasileiro em Estado Beligerante entre grupos de Estados para cumprir a meta não do Brasil, mas de poderes internacionais MAIS DO QUE, INFILTRADOS, mas traiçoeiros, cumplices, a um modo de vida que, de forma alguma, signifique prosperidade ao povo, povo de fora deste quadro de horrores de simbiose tecnológica.

 

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