quarta-feira, 24 de junho de 2026

A Coisa Nunca é o que Parece! Que Deus nos ajude? Ou devemos nos Ajudar mutuamente?

 

A Coisa Nunca é o que Parece! Que Deus nos ajude? Ou devemos nos Ajudar mutuamente?

A Itaipu, no afã popular de fazer o bem criou um carrinho à bateria para os catadores de reciclados. Não chegou a ser um “Triciclo para idosos” como os que estão sendo vendidos a preços, digamos, compráveis. O fato é que para o catador [...] na prática, a velha e boa carroça com cavalo ou o carro velho era melhor. Na época o carrinho sairia pelo preço do atual triciclo de 5 a 6 mil, e na época também tinha um pequeno caminhão Agrale por12 mil reais. O que seria o sonho de qualquer catador de reciclados. Mas, nada de diferente aconteceu, o resultado foi e continua sendo o aterro.

... Entretanto no “Mundo de Alice”, que é o mundo do “cara bem colocado em um emprego”, o fato de fazer um carrinho elétrico “para o povo” é um bom pretexto para justificar a si mesmo, no seu mundo ideal.

... Porque o mundo real é cruel. O senhor Henry Daijó – descendente de japonês, com traços da cultura japonesa, tentou trazer para Foz uma Indústria de Reciclagem Industrial. A Indústria da Suécia trabalharia 10 anos para si – enquanto passava o trabalho – e depois, deixaria a indústria na cidade. E isso, sem falar da questão dos rios que Daijó também queria intervir – isso, da reciclagem industrial foi a gota d’água para que Daijó fosse vilipendiado.

... Mas... não era exatamente, por causa da pessoa de Daijó, mas pela ousadia de Daijó, em tentar dar outro destino à Foz, que não fosse aquele destino ditado pela democratização e o Estado de direito de origem britânica, no “mundo de Alice”. Que estava em “pleno vapor”, desde a morte de Ulisses e Tancredo e a Aventura do novo socialismo, para suportar a desindustrialização e as emigrações e imigrações forçadas, que destruíam famílias mais do que já estavam afetadas à propósito. E tudo sob a estrita orientação da Nova Ordem Mundial inclusive de Controle das Américas, com o “velho” Tecnato das Américas. Digamos que os políticos do Brasil foram traídos pela própria ambição de poder.

Digamos de outra forma, A ponte da Amizade, não é ponte da amizade, é uma ponte com polícia armada de ambos os lados. Da mesma forma, a PRODUÇÃO DE RIQUEZAS, na alimentação, nas vestes, na locomoção, nos terrenos e habitação, na preservação da vida e também ambiente, e também na educação e cuidados com a saúde, assim como o carrinho elétrico da Itaipu, se não forem elevados a um alto grau de qualidade pela população, pela comunidade, nunca irá acontecer.

... Caberia às pessoas esclarecidas e justas (quase inexistente na cultura monopolista e vertical) criarem plantas de produção para comunidades até 10 mil pessoas, quando se pode conhecer cada pessoa. E assim, as outras comunidades.

... Entretanto o que parece é que a IA vai falar por todos e isso é um ritual do próprio Tecnato para suprimir as ações de milhões de pessoas “enfurnadas em bairros labirínticos”.

          Você já se perguntou, para onde vai “os bens acumulados de uma pessoa” que vive só e morre? Qual seria conceito – do ponto de vista deste “socialismo populista/político da direita e da esquerda”, qual seria o conceito de patrimônio em uma vila com 10 mil pessoas? E qual o conceito de preservação e prevenção?

Abs.

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