A Saúde tem se tornado uma espécie de
LADAINHA, de frases curtas e invocações improváveis.
Acredito
que no segundo ano do segundo mandato de Paulo – considerando, a muito próxima
eleição presidencial - Paulo alegou que a população de Foz na época era de 300
mil habitantes. Só que ele esqueceu - ou não "contou com a astúcia" -
da representação do governo na sua cidade, uma agência federal estava em Foz e
a coisa não deu certo. Paulo queria mais recursos para saúde.
... E a saúde nem era tão procurada como hoje, por
brasileiros de 09 cidades incapazes de ter um centro de Dialise e por países
estrangeiros aonde aconteceram dramas e fatalidades absolutamente previsíveis e
feitas para darem o resultado que deram e, evidentemente países, que fazem
fronteira com o Brasil, ao menos um, que agradece a gratuidade da Saúde,
gratuidade absoluta para eles.
... E isso enquanto “recebe” as indústrias que
estavam no Brasil, justamente lhes favorecendo com isenções ou redução de
impostos, afinal a questão da saúde vai bem.
... Convenhamos que os governos oportunistas dessas
cidades, não podem alegar pobreza do Estado, ainda mais quando ironicamente tem
diversas faculdades de medicina, pagas em real, o que sugere um acordo de
governo (no patamar federal) entre países.
... De outra forma, diariamente passa por Foz do
Iguaçu centenas de caminhões abarrotados de mercadorias, muitos deles, dessas
mesmas cidades que alegam inapetência para cuidar do seu povo.
Acredito
mesmo, neste caso de cidades brasileiras que não conseguem um mínimo para
diálise, que o governo Estadual deveria intervir nessas cidades e requerer
alguns dos palácios da nobreza para isso já que não tem recursos para
construir, com certeza a nobreza que convive com os Estado, teria grande
satisfação em receber um aluguel do Estado.
... Ou, negociar entre elas, as cidades, especialmente
aquelas com baixa população, negociar uma Estrada de Ferro e subsídio
retornável do governo federal para adensar parcelas da população de cidades que
chegaram ao seu limite, tanto da economia voltada ao povo, que é ignorada,
quanto de espaços descentes para moradia e um plano de produção por grupo de
pessoas.
... Afinal, para que existiram engenheiros,
matemáticos, biólogos, químicos e peritos em “meio ambiente?” e claro, os “cientistas
sociais do socialismo”.
De
qualquer forma o que Paulo tentou foi um erro estratégico em se tratando de
governo, entretanto, desde o primeiro mandato, os governos do Estado e a
Federação haviam cometido atos improváveis, como permitir um fechamento de um
hospital por interesses privados. Assim, Paulo se acreditou “vacinado” contra
essa prática, aí vem o velho ditado totalitário “quem pode mais chora menos se
é que chora e morre de rir!”.
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