segunda-feira, 3 de agosto de 2026

O Brasil Português do Século Retrasado

O Brasil Português do Século Retrasado

Basicamente a história da Guerra do Paraguai contra Arg. Brasil e Uruguai e vice versa é uma história Europeia! Curiosamente, citada por um historiador de Essex da Inglaterra.

A população do Brasil em 1854 era de 14 milhões e quinhentos mil habitantes, em 1864 era estimada em cerca de nove a dez milhões de habitantes. O imperador D. Pedro II governava o Brasil.

A população do Paraguai em 1864 era de aproximadamente 500 mil habitantes (à um milhão de trezentos mil). Após a guerra a população foi reduzida em cerca de 40%.  

Em 1860 a população da Argentina era composta principalmente por colonizadores europeus e imigrantes africanos. A população indígena-nativa era significativamente menor em comparação com os europeus e africanos. Em 1864 sua população era em torno de um milhão e meio de pessoas. https://www.statista.com/statistics/1066826/total-population-argentina-1800-2020/

A população do Uruguai  -  em 1864 era de aproximadamente 220 mil habitantes.


... As disputas territoriais pioraram quando o Vice-Reino do Rio da Prata entrou em colapso no início da década de 1810, levando à ascensão da Argentina, Paraguai, Bolívia e Uruguai. O historiador Pelham Horton  (Essex – Inglaterra) Box escreve:

"A Espanha imperial legou às nações hispano-americanas emancipadas não apenas suas próprias disputas de fronteira com o Brasil português, mas problemas que não a perturbaram, relacionados com os limites exatos de seus próprios vice-reinos, capitanias gerais, audiências e províncias".[9] Uma vez separados, Argentina, Paraguai e Bolívia brigaram por terras que eram em sua maioria desconhecidas e desabitadas. Elas eram escassamente povoadas ou colonizadas por tribos nativas que não se identificam com nenhuma das partes envolvidas. [10][11] No caso do Paraguai com seu vizinho Brasil, o problema era definir se os rios Apa ou Branco deveriam representar sua fronteira real, uma questão persistente que incomodou e confundiu Espanha e Portugal no final do século XVIII. A região entre os dois rios era povoada apenas por algumas tribos indígenas que vagavam pela área atacando assentamentos entre o Brasil e do Paraguai. [12][13] (WikipédiA).


C.M. acompanhando entrevistas de pré-candidatos...

Quando v. diz: “é nítido que não entende nada de política” (os políticos dentre quase 60 mil políticos municipais do país) é uma frase que os enquadra em um contexto de dependência condicional sem o que não terá nenhum cargo. V. matou a xarada. E deixa subentendido que sejam – eles os políticos nos seus diversos graus de “iniciação” – objeto de grandes e poderosas organizações que os necessitam – aos políticos – como COMUNICADORES dessas organizações. Organizações, que criam PARTIDOS, que criam a BIPOLARIDADE, ora, Lula e Bolsonaro, que podem ser definidos como duas partes da mesma equação: a luta pelo poder se usando daquilo que é o apelo popular e que, TAMBÉM, pode ser conspurcado, ou seja, porque não “meu terreno, minha vida” ao invés de “minha casa minha vida”. O terreno, não precisaria esperar a casa, sim! E a espera, não só da casa, mas da saúde também e outros, gera uma ansiedade que é resgatada de dois em dois anos, quando as organizações aumentam o seu poder político.  Abs.   

 

Distinções curiosas

A única coisa que distingue o ‘animal racional do ‘animal irracional é justamente aquilo que o animal irracional CATIVA no racional: a SUA dependência CONDICIONAL.

Todo o resto é mera CENOGRAFIA CÍNICA.

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