O Brasil
seria programado de 20 em 20 anos? Mas, quem programa?
Encurtando a história o Brasil teve 20 anos de
regime militar com 20 anos de industrialização (no contexto de um Regime forte
e Bipartidarismo) e 20 anos de um movimento de uma região do Brasil de tomada
de poder, o que criaria uma divisão no Brasil, centrada ilusoriamente, em duas
pessoas (como se isso fosse possível): Lula e Bolsonaro. Agora, a divisão não
interessa ao Brasil, mas certamente interessa às organizações que querem
desestabilizar o país. Caso em que não teriam induzido Lula (uma figura
patética) a construir grandes obras no exterior chegando até África. A questão
do crime, ser nominado Crime Organizado ou Terrorista é mais um caso para
aprofundar a cisão e garantir uma espécie de intervenção até para influir sem
aparecer, nas eleições que se aproximam e que, têm um histórico duvidoso.
Alguém está pensando em termos de perspectivas para a América do Sul nos
próximos 20 a 100 anos. Assim como, os planos: Morgenthau (1) e Kalergi (2)
pensaram a Europa. Que está igualmente instável.
Como sempre tenho dito, neste país controlado pelo
dinheiro, não se pode mexer. Mas, pode existir outro país, desde que “a
oportunidade não faça o ladrão”, mas crie uma nação, onde todos – e somos
poucos, enquanto força ativa se comparado a países gigantes em população – todos
devem ter o direito ao trabalho digno. Nem que seja para criar algumas vacas –
as Vacas Residenciais da Coreia do Sul – ou, plantar em um espaço suficiente
(que não seja do “tamanho do mundo”), criar galinhas, porcos etc. E ao mesmo
tempo ter todo o respaldo de uma sociedade civilizada e baseada na prosperidade
de cada brasileiro, quando prosperidade não signifique a “feitiçaria do
dinheiro” que é apenas uma representação simbólica de troca de mercadorias.
(1) O Plano Morgenthau foi um projeto proposto para
a ocupação da Alemanha após a Segunda Guerra Mundial, elaborado por Henry
Morgenthau Jr., Secretário do Tesouro dos Estados Unidos. O plano visava a
divisão da Alemanha em dois estados autônomos (Alemanha do Norte e do Sul) e a
desindustrialização do país, com a destruição de todas as indústrias pesadas e
a transformação da Alemanha em um país agrícola. O plano também incluía a
reforma agrária e a realização de trabalhos forçados pelos alemães para reparar
os danos causados pela guerra. Apesar de sua proposta, o plano foi rejeitado
pelo presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, em 1944, devido a
uma forte reação pública e crítica.
(2) O Plano Kalergi, elaborado em 1923 pelo conde
Richard Nikolaus Coudenhove-Kalergi, visava o genocídio da raça branca,
especialmente na Europa, ao estimular a miscigenação para formar uma
"população inferior, passiva, previsível e manipulável".
Coudenhove-Kalergi afirmou que, encorajando uma região multicultural e mestiça,
era possível gerar uma raça superior: a elite aristocrática judaica. O plano,
que é expresso em 28 teses, destaca a importância de levantar um racismo
utópico onde os judeus dominam a Europa e, posteriormente, o mundo.
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