quinta-feira, 11 de junho de 2026

Qualquer Governo tem Limites do que pode Dizer ao Público.

 

Qualquer Governo tem Limites do que pode Dizer ao Público. Mas as pessoas não Precisam ter Limites, para Discutir Seus Interesses quando são Comuns a um grupo Localizado.

A. N. Vou de dar uma resposta merecida, v. está certo no que diz, exceto pelo formato violento, que sempre foi útil ao poder e que, nunca esteve na linha de frente. Manda outros fazerem o seu trabalho. A resposta que lhe dou é uma pergunta: Digamos que, tenha um senhor idoso no seu bairro. Ele vive sozinho, não têm parentes. Tem uma casa própria e muitas ferramentas que acumulou durante a vida de marceneiro. Ele morre! O que você imagina que vai acontecer com a sua propriedade, seus móveis e suas ferramentas, digamos que tenha um Torno Mecânico ou, de Madeira.

Em um país, creio que da Europa, um senhor, sabendo que ia morrer, vendeu sua casa, que ele considerava uma cabana, mas uma casa, por 01 (Um Euro). Claro, um valor simbólico para registro. Ele entregou a casa a uma jovem que tinha vindo da Síria e que trabalhava para ele, juntando coisas...

Disse isso, corroborando com o que v. diz, porque a questão não é só da morte do sujeito, mas da VIDA do sujeito, que é o mais importante. E que tipo de organização deveria ter NA COMUNIDADE e não na região, que no caso de Foz, passaria de 10 mil habitantes e cairia no NIXO comum da CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL cuja resposta, do SISTEMA é a mesma oferecida a todas as regiões do país e que, evidentemente DESCAMBA para o assistencialismo e não! ao TRABALHO E PRODUÇÃO nas comunidades e DESDE as comunidades, gerando DIGNIDADE à FORÇA ATIVA do bairro pra suprir as necessidades tanto da crianças, quando dos IDOSOS em situação de vulnerabilidade.  Por exemplo, grandes empreitas para cuidar dos rios como se deve e transformar o rio em um aliado do povo. Também, que o bairro pudesse usar terrenos vazios para fazer grandes estufas ou mesmo “criar galinhas” como se faz no Japão, que é uma excelência. Ou ainda a Reciclagem Industrial do lixo já no contexto do município. Que tal plantar árvores das “Estufas” de Itaipu? Do lado brasileiro. Mas, isso, nunca é discutido por ninguém, logo há que se questionarem as direções dos bairros de qual é a dificuldade em discutir isso.

Toda vez que vejo uma propaganda do Governo do Estado sobre ESTRADAS e VIADUTOS – fui viajante, hoje, não tenho carro – e, CONSIDERANDO, a largura das Estradas, também, os Pedágios, parecidos com Shopping dos carros, lembram-me do desenho animado, da cidade dos carros – o filme chama-se << Relâmpago McQueen >>. Eu não consigo “captar a mensagem” do governos e suas “superestruturas asfálticas e não de Estradas de Ferro de cargas e passageiros”, é como se ele, governo, trabalhasse apenas para quem tem carros. Ou, que o “mundo seria dos carros”.

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