sábado, 6 de junho de 2026

De quando o Capitalismo se Transforma! Quem vai e quem fica?

 

 De quando o Capitalismo se Transforma! Quem vai e quem fica?

         Isso é uma mensagem para o Brasil, Para os quase 6 mil municípios se é que Temer conseguiu o seu intento, abertura de 200 municípios com Dilma (que foi negado) e mais 100 por sua conta quando assumiu a presidência. (Quando Dilma foi negada como presidente).

          Em Foz do Iguaçu passou um prefeito (descendência japonesa) que ousou propor o CUIDADO COM OS RIOS QUE CORTAM A CIDADE e, A RECICLAGEM INDUSTRIAL DO “LIXO”. E foi massacrado por isso, pelas Oligarquias locais e, de Curitiba, além de Brasília.  

... É quando começaria o governo “Federal e Estadual” mais temeroso de toda a história brasileira e que perdura até hoje com figuras exóticas e distorcidas. Que não só ocultam a história como também não se importam com narrativas e apostam tudo no circo eleitoral com urnas que estão sendo averiguados desde sua implantação até o presente momento com Maduro prestando esclarecimentos ao governo Norte Americano, sobre a “estratégia” das urnas.

... Mas, uma coisa é certa, senão criam narrativas, acusam a tudo e todos daquilo que são e fazem.

          Agora, vou interpor uma questão que sintetiza o “modelo brasileiro e os conceitos de Crime Organizado e Corrupção (amplo)”.

... A questão do caminhão lotado de cobre avaliado em 500 mil reais que foi “roubado” na cidade de Foz, o problema não está no fornecedor de fio ao ferro velho e também não está no ferro velho e tão pouco no atravessador, esses são figuras menores. A questão é para onde vai esse cobre? Para qual país vai o cobre, em qual navio?  

... Ou seja, o Brasil desde o OURO e minerais, vem sendo RAPINADO. Após a desindustrialização, o Brasil começa a perder grandes máquinas de produção. E no lugar dessas “perdas”, criaram a figura de “Polos técnicos” etc. e também o sistema de “indústria de reparos no agro negócio, ou agro/indústria”. Uma ilusão para camuflar a mrd que foi feita. Quer dizer, OUTRA mrd que fizeram, desde a EXPULSÃO do homem DO CAMPO, do campo.

          O Sistema Econômico Produtivo mudou de mãos o Estado vem assumindo isso e ou se associando a isso e centralizando um modus operandi próximo do que é conhecido como dois sistemas Stakeholders das empresas gigantes e Laços ou compartilhamento, isso vem se definindo. O fato é que, seguem um rumo econômico de AFUNILAMENTO E DESCARTE: apenas grandes indústrias vão produzir e como a produção é robótica, dispensam mão de obra esse é o primeiro descarte.

... Agora, combater isso é ridículo e inútil. Mas, criar outras formas de cidade e sociedade não é improvável, ao contrário, cada município deve responsabilizar-se pelo seu povo e as condições de vida. Bem, os municípios contituiem os Estados (27) e o Brasil.

... O empecilho a esse modelo de cidade produtiva e com população regulada realmente, para o seu bem, não acontece, como vimos no caso DAIJÓ, por conta de interesses privados e a chamada propriedade privada que deixa muitas dúvidas com relação digamos, “ao primeiro vendedor e o primeiro comprador” e, o imposto que é pago sobre a propriedade como forma de legalizar uma falha sistêmica de um modelo republicano que tende a favorecer mais às classes ativas na economia do que, pensar sobre a sociedade dos que trabalham em troca de um valor regulador que chamam de salário.

... O resultado desse modelo nos dias de hoje é evidentemente especulativo, desde os alugueis, as vendas que deveriam ser do comércio na internet, o que já é um processo ROBOTICO dos modos de trabalho; os valores especulativos de Cartões de Crédito que chegam ao ridículo; diferenças brutais de condições de vida das pessoas do Estado e as pessoas que não são do Estado.

          O tempo é curto, as ações de mudança das cidades, para algo racional em termos de civilização, deveriam ser instigados ao povo por políticos honrados e sem lado, pois estar do lado da civilização, significa bom senso e justiça. Vou ficar por aqui. Até a próxima.

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