De quando o Capitalismo se Transforma!
Quem vai e quem fica?
Isso é uma mensagem para o Brasil, Para os quase 6 mil municípios se é
que Temer conseguiu o seu intento, abertura de 200 municípios com Dilma (que
foi negado) e mais 100 por sua conta quando assumiu a presidência. (Quando
Dilma foi negada como presidente).
Em Foz do Iguaçu passou um prefeito
(descendência japonesa) que ousou propor o CUIDADO COM OS RIOS QUE CORTAM A
CIDADE e, A RECICLAGEM INDUSTRIAL DO “LIXO”. E foi massacrado por isso, pelas
Oligarquias locais e, de Curitiba, além de Brasília.
... É quando começaria o governo “Federal
e Estadual” mais temeroso de toda a história brasileira e que perdura até hoje
com figuras exóticas e distorcidas. Que não só ocultam a história como também
não se importam com narrativas e apostam tudo no circo eleitoral com urnas que
estão sendo averiguados desde sua implantação até o presente momento com Maduro
prestando esclarecimentos ao governo Norte Americano, sobre a “estratégia” das
urnas.
... Mas, uma coisa é certa, senão criam
narrativas, acusam a tudo e todos daquilo que são e fazem.
Agora, vou interpor uma questão que
sintetiza o “modelo brasileiro e os conceitos de Crime Organizado e Corrupção
(amplo)”.
... A questão do caminhão lotado de
cobre avaliado em 500 mil reais que foi “roubado” na cidade de Foz, o problema
não está no fornecedor de fio ao ferro velho e também não está no ferro velho e
tão pouco no atravessador, esses são figuras menores. A questão é para onde vai
esse cobre? Para qual país vai o cobre, em qual navio?
... Ou seja, o Brasil desde o OURO e
minerais, vem sendo RAPINADO. Após a desindustrialização, o Brasil começa a
perder grandes máquinas de produção. E no lugar dessas “perdas”, criaram a
figura de “Polos técnicos” etc. e também o sistema de “indústria de reparos no
agro negócio, ou agro/indústria”. Uma ilusão para camuflar a mrd que foi feita.
Quer dizer, OUTRA mrd que fizeram, desde a EXPULSÃO do homem DO CAMPO, do
campo.
O Sistema Econômico Produtivo mudou
de mãos o Estado vem assumindo isso e ou se associando a isso e centralizando um
modus operandi próximo do que é conhecido como dois sistemas Stakeholders das
empresas gigantes e Laços ou compartilhamento, isso vem se definindo. O fato é
que, seguem um rumo econômico de AFUNILAMENTO E DESCARTE: apenas grandes
indústrias vão produzir e como a produção é robótica, dispensam mão de obra
esse é o primeiro descarte.
... Agora, combater isso é ridículo e
inútil. Mas, criar outras formas de cidade e sociedade não é improvável, ao
contrário, cada município deve responsabilizar-se pelo seu povo e as condições
de vida. Bem, os municípios contituiem os Estados (27) e o Brasil.
... O empecilho a esse modelo de cidade
produtiva e com população regulada realmente, para o seu bem, não acontece,
como vimos no caso DAIJÓ, por conta de interesses privados e a chamada
propriedade privada que deixa muitas dúvidas com relação digamos, “ao primeiro
vendedor e o primeiro comprador” e, o imposto que é pago sobre a propriedade como
forma de legalizar uma falha sistêmica de um modelo republicano que tende a favorecer
mais às classes ativas na economia do que, pensar sobre a sociedade dos que
trabalham em troca de um valor regulador que chamam de salário.
... O resultado desse modelo nos dias
de hoje é evidentemente especulativo, desde os alugueis, as vendas que deveriam
ser do comércio na internet, o que já é um processo ROBOTICO dos modos de
trabalho; os valores especulativos de Cartões de Crédito que chegam ao ridículo;
diferenças brutais de condições de vida das pessoas do Estado e as pessoas que
não são do Estado.
O tempo é curto, as ações de mudança
das cidades, para algo racional em termos de civilização, deveriam ser
instigados ao povo por políticos honrados e sem lado, pois estar do lado da civilização,
significa bom senso e justiça. Vou ficar por aqui. Até a próxima.
Nenhum comentário:
Postar um comentário