O Crime a
Corrupção e a Ganância, eles estão no mesmo Círculo.
E difícil combater a ilegalidade. Um
sujeito, um grupo organizado de pessoas, abre uma empresa de fachada (para eles
que abriram), mas, não vai aparecer ao público como sendo de fachada até que
seja pega em flagrante. Agora, são quase 06 mil municípios, pelo menos, 02 mil
ativos com potencial estratégico de locomoção e discrição e descrição.
... Teve um episódio da Rede Globo
chamado Juca Pirâma. Que demonstrava claramente como acontecia a intervenção da
ilegalidade em uma pequena cidade. E isso tem algumas décadas.
... De certa forma, os governos locais da
cidade corroboram com o sistema utilizado pela ilegalidade, corroboram não
intencionalmente, mas, por desinteresse em ACLAMAR, ajudar, o que é BOM, ou que
pode ser bom, em cada cidade, por menor que seja a empresa. A questão aqui é, “quem
veio primeiro, o ovo, ou a galinha”.
... Por exemplo, em Foz existem cerca
de 70 pequenos negócios de metalúrgica - cada um por si buscando trabalhos de
portões e coisas do tipo, entretanto a prefeitura contrata ou contratou
serviços GRANDES e, de metalurgia de outras cidades. Talvez, essas,
"outras cidades" tenham seus metalúrgicos organizados e façam o trabalho
GRANDE dividido entre eles, talvez tenha uma grande metalúrgica, não sei dizer.
Talvez tenha sido um negócio entre cidades, de Prefeito para Prefeito.
... Mas, o fato é que poderia ser feito
na cidade com os 70 metalúrgicos. Mas, nunca se pensou em organiza-los e tão
pouco como? Fazer isso.
O que quero dizer com isso é que a
relação da prefeitura e órgãos estatais como a RF, quando vão aos
estabelecimentos comerciais não vão para ver a realidade ou, as realidades, dos
funcionários, dos negócios da empresa, do transporte de mercadorias, do porque
de determinadas empresas usarem "a meia nota" o que é comum e se não
usarem o sistema "meia nota" o seu negócio se torna impraticável.
Eles não têm culpa é o sistema o que veio primeiro as imposições do sistema ou,
a meia nota? E porque um sistema imporia algo que viesse gerar insegurança
jurídica (?).
... Pelo menos, com o acompanhamento
para o bem das empresas, as “Empresas de Fachada” nem apareceriam.
... Entretanto, a seriedade como isso
acontece transcende a prática usual de considerar, de o agente público
considerar, que a ilegalidade, ao menos a ilegalidade menos agressiva, já se
caracteriza como um crime leve que deve ser reprimido, quando sequer foi
compreendido, para ser resolvido de forma civilizada e útil à sociedade.
Bem, isso é uma parte do problema originário,
outra parte é a CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL, A POROSIDADE das Fronteiras, as
imigrações e emigrações, absolutamente instáveis.
... Ou seja, o MST (como concentração
de pessoas em grupos) tinha como “pano de fundo” a velha Reforma Agrária e o
que acabou acontecendo foi que o MST, discretamente nas ações reais – que nunca
foram plantações etc. – discretamente, se tornou um “modelito de Exército” para
o “movimento” e campanhas políticas. E se essa “inversão” acontece no MST,
também acontece no propósito duvidoso de muitas ONGs e também acontece nas
Concentrações de População com subemprego ou dependentes do Estado.
... Neste caso é preciso uma AÇÃO do
Congresso Nacional. Se o Congresso tivesse um objetivo nacional, que não tem.
Ou tem, exatamente esse que NUNCA desfavorece as Oligarquias que atuam diretamente
ou indiretamente na Política e Economia.
... Veja o caso inexplicável do
Maranhão em que uma comunidade vivia em uma área há mais de 90 (noventa) anos e
foi despejada e teve sua produção (normal, não de maconha) destruída! Que tipo
de governo faria isso? Sem dar uma saída prévia e até melhorada da situação?
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