quinta-feira, 4 de junho de 2026

O Crime a Corrupção e a Ganância, eles estão no mesmo Círculo.

 

O Crime a Corrupção e a Ganância, eles estão no mesmo Círculo.

          E difícil combater a ilegalidade. Um sujeito, um grupo organizado de pessoas, abre uma empresa de fachada (para eles que abriram), mas, não vai aparecer ao público como sendo de fachada até que seja pega em flagrante. Agora, são quase 06 mil municípios, pelo menos, 02 mil ativos com potencial estratégico de locomoção e discrição e descrição.

... Teve um episódio da Rede Globo chamado Juca Pirâma. Que demonstrava claramente como acontecia a intervenção da ilegalidade em uma pequena cidade. E isso tem algumas décadas.

... De certa forma, os governos locais da cidade corroboram com o sistema utilizado pela ilegalidade, corroboram não intencionalmente, mas, por desinteresse em ACLAMAR, ajudar, o que é BOM, ou que pode ser bom, em cada cidade, por menor que seja a empresa. A questão aqui é, “quem veio primeiro, o ovo, ou a galinha”.

... Por exemplo, em Foz existem cerca de 70 pequenos negócios de metalúrgica - cada um por si buscando trabalhos de portões e coisas do tipo, entretanto a prefeitura contrata ou contratou serviços GRANDES e, de metalurgia de outras cidades. Talvez, essas, "outras cidades" tenham seus metalúrgicos organizados e façam o trabalho GRANDE dividido entre eles, talvez tenha uma grande metalúrgica, não sei dizer. Talvez tenha sido um negócio entre cidades, de Prefeito para Prefeito.

... Mas, o fato é que poderia ser feito na cidade com os 70 metalúrgicos. Mas, nunca se pensou em organiza-los e tão pouco como? Fazer isso.

          O que quero dizer com isso é que a relação da prefeitura e órgãos estatais como a RF, quando vão aos estabelecimentos comerciais não vão para ver a realidade ou, as realidades, dos funcionários, dos negócios da empresa, do transporte de mercadorias, do porque de determinadas empresas usarem "a meia nota" o que é comum e se não usarem o sistema "meia nota" o seu negócio se torna impraticável. Eles não têm culpa é o sistema o que veio primeiro as imposições do sistema ou, a meia nota? E porque um sistema imporia algo que viesse gerar insegurança jurídica (?).

... Pelo menos, com o acompanhamento para o bem das empresas, as “Empresas de Fachada” nem apareceriam.

... Entretanto, a seriedade como isso acontece transcende a prática usual de considerar, de o agente público considerar, que a ilegalidade, ao menos a ilegalidade menos agressiva, já se caracteriza como um crime leve que deve ser reprimido, quando sequer foi compreendido, para ser resolvido de forma civilizada e útil à sociedade.   

          Bem, isso é uma parte do problema originário, outra parte é a CONCENTRAÇÃO POPULACIONAL, A POROSIDADE das Fronteiras, as imigrações e emigrações, absolutamente instáveis.

... Ou seja, o MST (como concentração de pessoas em grupos) tinha como “pano de fundo” a velha Reforma Agrária e o que acabou acontecendo foi que o MST, discretamente nas ações reais – que nunca foram plantações etc. – discretamente, se tornou um “modelito de Exército” para o “movimento” e campanhas políticas. E se essa “inversão” acontece no MST, também acontece no propósito duvidoso de muitas ONGs e também acontece nas Concentrações de População com subemprego ou dependentes do Estado.

... Neste caso é preciso uma AÇÃO do Congresso Nacional. Se o Congresso tivesse um objetivo nacional, que não tem. Ou tem, exatamente esse que NUNCA desfavorece as Oligarquias que atuam diretamente ou indiretamente na Política e Economia.

... Veja o caso inexplicável do Maranhão em que uma comunidade vivia em uma área há mais de 90 (noventa) anos e foi despejada e teve sua produção (normal, não de maconha) destruída! Que tipo de governo faria isso? Sem dar uma saída prévia e até melhorada da situação?

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