segunda-feira, 17 de agosto de 2026

Se “Tirar os Socialistas da Reta”, o Quê Sobra?

 

Se “Tirar os Socialistas da Reta”, o Quê Sobra? Um País Melhor?

       Creio que não seria estupidez de um candidato a governador e presidente ao admitir que a maioria do sistema Bolsa Família esteja no Nordeste e Norte. E que, por um século – com toda certeza – não ira chegar à industrialização no modelo das indústrias automotivas que vieram para o Brasil por 20 anos. Ainda mais que o Sul e o Sudeste estão se ressentindo da intervenção governamental na economia: seja por juros altos, seja por impostos excessivos, seja pelo próprio desinteresse movido por grandes corporações contra a industrialização do Brasil o que vem desde Getúlio.

       Agora, como disse não seria estupidez, que os governos do Nordeste, tivessem o entendimento de que não é absolutamente necessário que cada pessoa do Nordeste e Norte tenha o seu “automóvel” ou, “o seu condomínio fechado”, como acontece no Sul e Sudeste (visão social). E que, com isso, arrastam todo um elenco de consequências e rigidez econômica para as suas vidas. E o que deveria ser desenvolvimento se torna ante desenvolvimento no contexto social e incita a roubos; a probabilidade de um volume intenso de veículos que leva à acidentes; hospitais superlotam, despesas extras etc.

... Ou seja, isso seria reproduzido no ambiente aonde se aplica o auxílio do governo? Parece-me absolutamente improvável. Mas lembremos de que o cargo à que concorrem é de governo do Estado ou do País. E o País já decidiu pelo sistema Bolsa Família! E decidiu “pela metade”. Ora, que o Brasil não possa “industrializar” – fazer trilhos de trem – o Brasil pode criar grandes centros de alimentos especiais com enormes estufas; também desenvolver o princípio de medicina por ervas etc. Ou criar Besouros, “bichos da seda” e uma infinidade de ações que caberiam em um modelo diferente de sociedade.

... O atual modelo de sociedade, de concentrações de pessoas, de especulação até no imposto IPTU, além do aluguel; que vive de vender a morte como pacificação de uma “alma” perturbada, que continue assim. Aprenda algo com a dor. Aumentando a polícia, aumentando o crime, as doenças, aumentando o número de pessoas que buscam se aliar ao Estado para se salvar Et Cetera.

... Dizem que “os últimos serão os primeiros” e isso teria muito sentido se essa grande camada da população nacional dos auxílios, ganhasse o prêmio de uma nova sociedade produtiva, equilibrada, sem vícios e autossustentável. Não voltar à barbárie (o que parece oportunismo para negar a realidade), mas USAR o que há de melhor do outro modelo de sociedade: “que tem as ferramentas, mas não sabe ou, não quer usá-las de forma útil”. Mais ou menos como os canhões e grandes navios que aguardam uma guerra...

... Se um candidato disse algo parecido à necessária realidade desse enorme contingente de auxiliados, que precisa de trabalho decente, isso mostraria que ele “não é mais um candidato”, mas sim um sujeito que terá o respaldo sincero de milhões de brasileiros. Abs. Bem, votaria nele. Mas, o sujeito tem que ser sincero e isso, “a sinceridade” não parece fácil na atual conjuntura política e econômica. E não pago para ver!

 

Quem “Vende” a Cultura é quem Vende a Cultura!

       A Prefeitura e a Câmara são a representação direta do Estado no Município. Eles existem para governar, dar direção, organizar e cuidar. A prefeitura tem o seu setor de engenharia, aquele que faz mapas da cidade, o que falta...

... é identificar cada pedaço de terreno com placas, como existem as placas de carros... começando por terrenos vazios.

... O próximo passo é criar mapas por blocos de 10 mil habitantes e, que área ocupa no município e depois confrontar isso com os terrenos vazios, para eliminar o conceito de concentração populacional,

... bem como reorganizar a saúde, educação, transporte, lixo, esgoto e moradias. Ou seja, ao mesmo tempo em que existem sítios inúteis para deleite de indivíduos, existem terras vazias, condomínios fechados, terras do Estado e terras da Federação...

... Ora, “a federação” não mora em Foz! Ela ocupa espaço em Foz e assim como o Estado. Creio eu, que não se trate de cultura do indivíduo (o fato de não saber votar ou depredar, ou jogar lixo em local impróprio)...

... do sujeito, da pessoa, afinal o povo é MOVIDO...

... se trata de Governo e a capacidade de gerenciamento, perspectivas e prevenções.

... O crime tem se tornado uma espécie de ferramenta para aumentar o poder militar da cidade e isso é bem pior do que organizar os terrenos da cidade, entretanto, o crime e suas consequências, comunicam mais ao povo do que os programas televisivos de vendas de tudo o que é imaginável e toda espécie de especulação, oportunismo e etc.

... E isso sim passa uma cultura deteriorada e de desespero, inclusive por ignorar a realidade, por exemplo, o que se dizer da integração latino americana? Como explicar que existam 400 mil carteirinhas de SUS para 290 mil habitantes? ET Cetera. Abs.

 

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