quarta-feira, 12 de agosto de 2026

Ao invés de “Ouro para o Bem do Brasil” e, se o “Ouro”...

 

Ao invés de “Ouro para o Bem do Brasil” e, se o “Ouro” for o trabalho digno ao povo desde cada Estado?

       A situação no Brasil vem sendo mostrada ao povo brasileiro com toda clareza possível a partir dos candidatos a deputado e governo de Estado. Porém, o que o brasileiro vê – desde cada Estado – não tem absolutamente, ligação ou foco federal de desenvolvimento, mas sim, de espólios do cofre público, como esse, que gerou uma dívida de 10 trilhões de reais e cujos efeitos práticos ou, CONTRAPARTIDA de 10 trilhões, ninguém sabe, ninguém viu. O dinheiro sumiu! Neste caso específico, Trump, Putin e Xi seriam “Bodes Expiatórios” ou não?

... Apenas um exemplo da vocação política nacional: De R$36 mil para R$3,8 milhões: patrimônio de Nikolas F. (PL MG.) tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara.  (Fonte O GLOBO). >>> https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/patrimonio-de-nikolas-ferreira-cresce-mais-de-10-400-em-quatro-anos/ (Em Síntese: engordam o porquinho e depois o fritam!).

... Se a moda pega... São 60 mil vereadores, cada um com Três assessores (?), isso, só no legislativo. Ainda resta, o judiciário, o Executivo, os Exércitos, as Estatais, as polícias e a Receita, onde o movimento de recursos é quase esotérico.

... Ainda longe de 10 trilhões de reais...

       Voltando aos candidatos a governo de Estado e Deputados, a quase totalidade deles, com um ou duas exceções, tentam convencer o eleitor de que, tudo farão para trazer DINHEIRO para as cidades. E que isso trará desenvolvimento na construção de Infraestrutura. Ora, se os candidatos tem o desprezo do povo, por outro lado tem o amparo discreto dos indiretamente ASSOCIADOS aos recursos vindouros, até para construção de casas populares e não tão populares. Ou, na construção de estradas com mais de 20 metros de largura para servirem de posts de propaganda.

... Mas, nada de inteligência de Produção e Geração de Riquezas desde a ação do Povo em plantas de produção com o caráter científico de pesquisa e viabilidade econômica e distributiva para uma vida segura e estável, com liberdade de trabalho honesto e sem o caráter delituoso da especulação.

       A maioria dos candidatos a deputado e governo de Estado, eles seguem um RITUAL ESOTÉRICO, do “bom-moço”, do bom-parceiro, do bom cristão etc. Mas nada disso tem sentido prático. Quando muito, um ex-governador, agora candidato, afirma que ele – no seu governo, no passado – fez coisas boas e que essas coisas boas foram destruídas pelo sucessor etc. E isso significa uma descontinuidade! E não houve continuação porque, seja o que for, esteve RESTRITO a grupos de poder e NÃO, ao povo.

... Por exemplo, no caso do PR – a Estrada do Colono – encurtaria distância entre cidades, sem ter que passar por Cascavel. (Cascavel é considerada Capital do Oeste, o que já é uma discriminação, discriminação que só pode existir de forma organizada e com interlocutores). De outra forma, facilitaria o acesso à fronteira Tri-nacional o que gera uma questão de segurança nacional. Seria a mesma situação si, criassem uma FERROVIA desde a fronteira para dentro do Brasil, obviamente, seria um convite INDESEJAVEL à imigração, quando seria um benefício à emigração (interna) organizada pelo Estado em cidades com baixa população e muita terra. Quem discute isso não são os políticos e sim, os Oligarcas. Para tudo há uma solução, mas ela se torna inviável, digamos, quando da interferência da “Escola Invisível”, das Oligarquias Regionais, que mandam em Partidos Políticos.

       A Luta é do Brasil contra o Brasil. Em termos de Federação, quantos deputados se sensibilizaram à respeito da “Prisão Ambiental” do NORTE? Que estranho poder impediu o General Heleno de entrar nas Matas do Amazonas? Porque três estados do Sul querem a separação e não contam com São Paulo? Porque nove Estados do Nordeste insistem na manutenção desse modelo de Governo desde 1980? O problema é interno e evidentemente sofre a interferência de organizações poderosas, com vistas não no modelo político, que usam segundo sua conveniência e quanto mais divididos melhor. Porém não abrem mão de matérias primas ou “terras raras”.

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