Ao invés de
“Ouro para o Bem do Brasil” e, se o “Ouro” for o trabalho digno ao povo desde
cada Estado?
A situação
no Brasil vem sendo mostrada ao povo brasileiro com toda clareza possível a
partir dos candidatos a deputado e governo de Estado. Porém, o que o brasileiro
vê – desde cada Estado – não tem absolutamente, ligação ou foco federal de desenvolvimento,
mas sim, de espólios do cofre público, como esse, que gerou uma dívida de 10
trilhões de reais e cujos efeitos práticos ou, CONTRAPARTIDA de 10 trilhões,
ninguém sabe, ninguém viu. O dinheiro sumiu! Neste caso específico, Trump,
Putin e Xi seriam “Bodes Expiatórios” ou não?
... Apenas um exemplo da vocação política nacional:
De R$36 mil para R$3,8 milhões: patrimônio de Nikolas F. (PL MG.) tem salto de
8.850% após primeiro mandato na Câmara. (Fonte
O GLOBO). >>> https://www.cnnbrasil.com.br/eleicoes/patrimonio-de-nikolas-ferreira-cresce-mais-de-10-400-em-quatro-anos/
(Em Síntese: engordam o porquinho e depois o fritam!).
... Se a moda pega... São 60 mil vereadores, cada um
com Três assessores (?), isso, só no legislativo. Ainda resta, o judiciário, o
Executivo, os Exércitos, as Estatais, as polícias e a Receita, onde o movimento
de recursos é quase esotérico.
... Ainda longe de 10 trilhões de reais...
Voltando aos candidatos a governo de Estado e Deputados, a quase
totalidade deles, com um ou duas exceções, tentam convencer o eleitor de que, tudo
farão para trazer DINHEIRO para as cidades. E que isso trará desenvolvimento na
construção de Infraestrutura. Ora, se os candidatos tem o desprezo do povo, por
outro lado tem o amparo discreto dos indiretamente ASSOCIADOS aos recursos
vindouros, até para construção de casas populares e não tão populares. Ou, na
construção de estradas com mais de 20 metros de largura para servirem de posts
de propaganda.
... Mas, nada de inteligência de Produção e Geração
de Riquezas desde a ação do Povo em plantas de produção com o caráter
científico de pesquisa e viabilidade econômica e distributiva para uma vida
segura e estável, com liberdade de trabalho honesto e sem o caráter delituoso
da especulação.
A
maioria dos candidatos a deputado e governo de Estado, eles seguem um RITUAL
ESOTÉRICO, do “bom-moço”, do bom-parceiro, do bom cristão etc. Mas nada disso tem
sentido prático. Quando muito, um ex-governador, agora candidato, afirma que
ele – no seu governo, no passado – fez coisas boas e que essas coisas boas
foram destruídas pelo sucessor etc. E isso significa uma descontinuidade! E não
houve continuação porque, seja o que for, esteve RESTRITO a grupos de poder e
NÃO, ao povo.
... Por exemplo, no caso do PR – a Estrada do Colono
– encurtaria distância entre cidades, sem ter que passar por Cascavel. (Cascavel
é considerada Capital do Oeste, o que já é uma discriminação, discriminação que
só pode existir de forma organizada e com interlocutores). De outra forma,
facilitaria o acesso à fronteira Tri-nacional o que gera uma questão de
segurança nacional. Seria a mesma situação si, criassem uma FERROVIA desde a
fronteira para dentro do Brasil, obviamente, seria um convite INDESEJAVEL à
imigração, quando seria um benefício à emigração (interna) organizada pelo
Estado em cidades com baixa população e muita terra. Quem discute isso não são
os políticos e sim, os Oligarcas. Para tudo há uma solução, mas ela se torna
inviável, digamos, quando da interferência da “Escola Invisível”, das Oligarquias
Regionais, que mandam em Partidos Políticos.
A Luta é do Brasil contra o Brasil. Em
termos de Federação, quantos deputados se sensibilizaram à respeito da “Prisão
Ambiental” do NORTE? Que estranho poder impediu o General Heleno de entrar nas Matas
do Amazonas? Porque três estados do Sul querem a separação e não contam com São
Paulo? Porque nove Estados do Nordeste insistem na manutenção desse modelo de
Governo desde 1980? O problema é interno e evidentemente sofre a interferência
de organizações poderosas, com vistas não no modelo político, que usam segundo
sua conveniência e quanto mais divididos melhor. Porém não abrem mão de
matérias primas ou “terras raras”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário