quinta-feira, 13 de agosto de 2026

O Povo Brasileiro Não Tem a Opção de Desistir...

 

O Povo Brasileiro Não Tem a Opção de Desistir...

       Nem desistir e nem tirar a corja, meu amigo Pelosi é uma impossibilidade para o povo brasileiro. Então, diria assim, a classe de pessoas que pode desistir do Brasil já desistiu e se amalgamou à corja. Se você genérico falar com um juiz de direito, que se supõem e supõe errado, que seja a classe de gente mais afeta a estudos de estratégias de Leis e Justiça, ele vai concordar com tudo o que tem afetado ao país. Ele, individualmente, se mostra uma pessoa razoável, mas é só isso. Veja o caso da maçonaria é uma seita esotérica que influencia partidos, religião, economia e é influenciada na contrapartida. E tudo gira no entorno de interesses de classe social “escolhida”. A seita ou religião cristã sempre diz um velho ditado: “separar o joio do trigo”, só que ela esquece que esse ditado serve igualmente para o crime organizado ou terrorismo. Veja que, até para definir crime organizado que tem ares de CEO Corporativo do crime..., de terrorismo – nominação para AGRAVAR a reação e que busca ações mais contundentes – e oportunista com ações externas ao país – contra o crime é uma dificuldade e mexe com muita gente da corja e dos amalgamados à corja.

       Digo mais, desta feita com relação ao trabalho privado, NÃO, ao trabalho do Estado. E essa diferença não é nada sutil. O Estado, quando se supõe que é “empregado do povo” é para se camuflar a repreensão instintiva da sociedade que fatalmente virá à tona. De outra forma, o setor privado frente ao poder das armas do Estado e, das Leis, ele sucumbe ao poder do Estado e trabalha, em parte, para o Estado, o que seria justo se fosse honesto. Mas, quando você pega uma nota fiscal é vê que o imposto é maior que o valor de custo de produção do produto na indústria há algo de sórdido.

... A questão de fundo é; essa – associação em alguns casos e extração de dinheiro do setor privado para o Estado, não é evidente? E evidentemente, também o é que o setor privado reagirá com sonegação, desvios, rotatividade de mão de obra, ET Cetera? E isso não é absolutamente previsto? Ora, o que dizer da afamada “Máfia dos Fiscais?”. Bem como, dos “vendedores” de sentenças? Acaso, não é a Corja na forma de um esoterismo cético e sínico? E se não fosse assim? Seria como? Bem, não seria!

... Por fim, na questão do trabalho privado, veja a discussão absurda da escala de trabalho sem chegar ao fundo da questão e apenas ANDAR pelas bordas, tanto o setor privados e os sindicatos (patronal e trabalhador), quanto o Estado e suas corporações. Sugeriram o modelo Norte Americano do salário hora e mesmo este é prejudicado. Suponha que você crie um salário hora como devesse ser criado. O valor em questão do salário hora no momento da criação poderia ser razoável e bom, mas, qualquer crise econômica que pode ser CRIADA, faria voltar tudo à “estaca zero”. Nos EUA, a única garantia do salário hora tem sido a moeda forte.

... E nesse aspecto, a figura do trabalhador – do setor privado – não é como a de um peão de tabuleiro de xadrez? Afeto ao sacrifício? Para preservar as classes mais fortes?

       Digamos assim, mentalidade, do brasileiro com títulos, não generalizando, mas em blocos de especialização de um trabalho complexo que é a soma de vários trabalhos, não é MOVIDA por instituições privadas e do Estado? Um químico, um físico, um biólogo, quando empregados, o são por empresas privadas ou Estado. E, no entanto, isso parece não influir na vida de mais de 5.700 municípios. V. vê engenheiros bem pagos no município, mas não se vê nada de engenharia no município. Quando muito, empresas de fora da cidade, com os seus engenheiros fazendo obras indicadas por parlamentares, cujos resultados são insatisfatórios, desde o princípio de grupos de interesse de tais obras a título de infraestrutura que favorece uma parte da sociedade e não a sociedade toda, como seria o tratamento da água potável, quando a parte social privilegiada usa filtros e os trocam de três em três meses.

       Percebes como a Corja se transforma de pessoas para circunstâncias? A saída estratégica do Brasil na atual conjuntura é começar de novo sem afetar o que existe e preservando o que é bom. Cada Estado tem que, institucionalmente assumir a responsabilidade sobre o seu povo. Jamais usa-lo, como foi usado em grandes migrações internas, para TOMADA DE PODER, Pois que, foi isso que alentou o espírito de Corja além da pessoa e no Sistema e ainda considere que isso pode ser uma grande estratégia de dominação de outro modelo mais profundo de Corsários que usam países para benefício próprio, mas isso, é outra estória.

 

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