domingo, 23 de agosto de 2026

Nada Deve Ser Destruído

 

Nada Deve Ser Destruído Mas Experienciado de Outras Formas e Se Forem Boas, Adaptados, Mas, Nunca, Concentrados por Poderes Manipuladores.

      É claro que, nesta campanha para deputado, eles terão que AGRADAR o povo. E agradar ao povo é dizer aquilo – que eles acham que o povo quer ouvir – quando se reúne com empresários é preciso saber se são: Boiadeiros, comerciantes, banqueiros, industriais, médicos, professores, polícia, polícia que são tantas quantas são as religiões etc.

... Para falar ao povo usam os programas de televisão que distribuem prêmios e contam as desgraças do povo, tudo ao mesmo tempo, criando uma circunstância apelativa que inibe, ou introduz outros pensamentos inúteis e inarredáveis do que seria o mais racional em termos de produzir a vida na sociedade, um único exemplo fugaz, construir prédios de quatro andares em tal volume e com garagens, que ao mesmo tempo em que impede a entrada de ar, concentra o gás exalado pelos veículos, tornando o ar viciado e contaminado.  Quando me pergunto, para que serve uma engenharia?

       O povo, basicamente se divide em dois grandes blocos e um terceiro minoritário:

- O primeiro bloco é o povo em geral, ignorante, que não conhece as dezenas de milhares de leis para tudo. Que, aliás, se leva uma vida para conhecê-las. E devem acreditar que a única coisa que os movem é o trabalho no mundo privado que é anômalo e sofre da influência do Estado profundo. Uma má influência.

- O segundo bloco são pessoas que se encaixaram e jogam o jogo do Sistema, sem o saber; o sistema são as Oligarquias de cada cidade que se usa das classes falantes e também das ESCOLAS, incluindo universidades que no Brasil são escolas! vivem em um mundo hipotético realizável apenas nas carteiras escolares. Nunca ousam experiências  vivas, porque podem dar certo! A China faz isso.

- O terceiro bloco entende, por exemplo, que a concentração populacional, as IMIGRAÇÕES, em determinada circunstâncias, as EMIGRAÇÕES (internas ao país); igualmente o Sistema Bolsa Família que atinge em grande vulto o Nordeste e Norte brasileiro,

... sem a contrapartida de ALDEIAS produtivas, ORGANIZADAS pelo ESTADO (nada impede a participação privada), em termos de PLANTAS DE PRODUÇÃO, para gerar perspectivas e rendas que venham a garantir a própria existência no TEMPO (idade, saúde etc.),

... excluída a especulação, o lucro, lucro no sentido perdulário e ou, condicionado ao volume intenso de impostos, mas, lucro, com alguma realização e melhoras no DISTRITO ou ALDEIA. Portanto, um lucro natural de ampliação relativa, conservação e manutenção.

 

       Quando digo ignorância, não é arrogância de forma alguma é apenas ignorar e ignorar porque é mais conveniente, precisamente quando, iludem o povo [...] para que ele reclame de um “buraco” na rua e NUNCA de uma educação que ensine a ensinar uma produção para a vida. Quando jamais haveria concentração populacional como forma, que é a forma de concentrar o Gado! E, achar isso engraçado – para os outros, não para si, que se fecha em condomínios criando a própria prisão.

... E francamente é isso, essa ilusão DO MESMO, que vejo em cada candidato a deputado. Eles só alcançam o limite de si mesmos e exaltam – sem o querer – o próprio ego, porque é só isso que eles têm. Não aprenderam a ter nada mais que isso.

... Um candidato fala de sua experiência na política ao longo dos anos, entretanto, o candidato vive em uma cidade sinuosa, com crimes, roubos, espoliações, oligarquias famintas e necessitadas de lucros cada vez maiores e cada vez menos tem, pela própria ansiedade do Governo e uma dívida IMPAGÁVEL. E em tudo isso, o candidato esteve presente e só agora ele tem experiência. Experiência, que será expressa – mais uma vez e desta vez por ele e não outros tantos que lá estiveram na Assembleia ou Câmara Federal?

... Afinal, há quantas décadas o Movimento de trabalhadores rurais dos sem Terra, criados no Paraná em 1984, ou melhor, desde João Goulart e a reforma agrária, quando se pensou em criar um sistema de produção nacional?  E acaso, essa preocupação nacional, se é que foi ou não entendida dessa forma, não foi BARRADA com a industrialização e a imposição do Regime Militar e o Bipartidarismo, que gerou a maior Emigração nacional. E tudo em nome de um suposto COMUNISMO, que na verdade sempre foi um FANTASMA, uma sombra nacional usada pelas OLIGARQUIAS (supostamente e não assumidamente a Direita, que é outra ficção tanto quanto a esquerda) como uma ferramenta útil?  E até por isso a necessidade da criação de um partido para arrastar, por décadas o MST entre outros tantos movimentos, para ativismo político? Ora, a quem interessaria isso? Senão aos “donos do dinheiro!”.

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