segunda-feira, 24 de agosto de 2026

O Político Tem que Saber que as Pessoas Esquecem

 

O Político Tem que Saber que as Pessoas Esquecem até por conveniência é verdade! No entanto, o Instinto, a Intuição “são quase” Genéticos.

      Cara Inês, candidata a deputada, eu vejo que seu discurso é sincero. Pelo que vi, nesta reunião estão presentes os dois Ex-prefeitos, que dirigiram a cidade desde 2004. Salvo o período de Reni Pereira, um fiscal do Estado, enviado por Curitiba.

... Estou curioso para saber quem era o presidente da mesa? Seria o vice-prefeito Ricardinho, candidato a deputado ou o senhor Paulo também candidato a deputado, assim como senhor  Francisco também candidato a deputado?

 ... Também tenho curiosidade para saber se CONSELHO da Usina Hidrelétrica – que é o próprio governo federal – está presente, assim como as representações da comunidade dos Muçulmanos. Ou mesmo, alguma representação do Paraguai e talvez Argentina. Em Foz são quase uma CENTENA de Etnias não é verdade?

       Pois bem, todos esses senhores representam organizações, falam em nome do Partido, falam em nome da Instituição, falam em nome de grupos étnicos etc. Todo esse povo tem governado
Foz desde a FRENTONA.

... Se antes da “Frentona” era pior, ou melhor, já não importam, as coisas vão de modificando, porém, em que bases? Essa é a questão! Nas bases de uma Integração L.A.? Nas bases de um mercado chinês feito no Paraguai para o Brasil? O fato é que “nosso herói e matador de baratas” como diz a música, é sempre o prefeito como “bola da vez”, mas de fato, como já disse todos estiveram presentes nos momentos mais cruciais para a cidade...

... desde a Integração Latino Americana que NUNCA ficou claro o que seria se não, para transação comercial de grãos e produtos vindos de outros países e cidades brasileiras. Ou seja, algo de PASSAGEM.

... A Integração L.A. deixou um ônus. O ônus foi um “peso morto” deixado em Foz do Iguaçu, já que falamos de Foz do Iguaçu e não da cidade vizinha de outro país. Um “peso” que não contribui e usufrui da demanda de problemas sociais, a saúde, por exemplo, mas também o sistema de transporte de massa, o custo do lixo e tantos outros...

... acontecem eventos milionários, como construções de viadutos, pontes e ruas largas chegando a 20 metros de largura; condomínios riquíssimos, loteamentos exuberantes, supermercados incríveis, atrativos turísticos inebriantes e, no entanto, para a principal demanda, que é a Saúde na área social falta um BISTURI no posto de saúde que leva o nome da família de um dos Ex diretores da Usina.

       Creio eu, na minha ingenuidade necessária que, os mesmos grupos de pessoas que criaram a Integração L. A., assim como criaram a Usina Hidrelétrica, consideraram um valor a ser repassado à Prefeitura da cidade de Foz e outras tantas cidades conhecidas como LINDEIRAS ao lago [...] e isso aconteceu!

... Na Integração L.A., não consideraram o mesmo. Desde quando se pensou em construir a Usina que, em se trazendo mais gente para a cidade, teria que haver um recurso extra para esse fim, afinal, mais que dobraram a população da cidade, isso foi largamente discutido antes da construção da Usina eu vi isso acontecer em uma discussão na Politécnica da USP na cidade de São Paulo.  

... Mas, no caso da Integração não aconteceu assim; com lógica de aumento do capital de circulação na cidade. As MASSAS de pessoas que viriam para a cidade estariam por sua conta risco, a cidade não teria estruturas suficientes, inclusive de empregos, com tal volume de pessoas, em parte, elas serviriam para um ativismo político de sustentação política dos que haviam criado a situação.

... Na contrapartida do aumento de capital de circulação, que deveria ocorrer e não ocorreu, aconteceu um grande enxerto de auxílios diversos, no salário “do mundo privado”, quando os empregos no Estado se aproveitam disso. Ou seja, no mundo privado: o vale transporte; no mundo Estatal: o vale gasolina. Há uma diferença enorme de valores e isso continua, no vale alimentação, vale mercado etc.

       Agora, coloque-se como deputado eleito, como? Nessas circunstâncias e que são muito mais, como você, ou melhor, que autonomia você deputado teria para discussões de tal gravidade e sinuosidade?  Considere, por exemplo, que passados 20 anos, os ex-funcionários da Santa Casa de Foz, ainda não receberam o seu acerto trabalhista. E o dinheiro está no Banco? Como você resolveria isso?  Haveria ou não uma necessidade moral de resolver isso? Bem, não resolveria! O assunto é mais um MODELO  de situações dramáticas, como é a Estrada do Colono e aí sim fica a questão de se ter “muitos caciques para poucos índios!”.

 

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