O Político
Tem que Saber que as Pessoas Esquecem até por conveniência é verdade! No entanto,
o Instinto, a Intuição “são quase” Genéticos.
Cara Inês,
candidata a deputada, eu vejo que seu discurso é sincero. Pelo que vi, nesta
reunião estão presentes os dois Ex-prefeitos, que dirigiram a cidade desde
2004. Salvo o período de Reni Pereira, um fiscal do Estado, enviado por
Curitiba.
... Estou curioso para saber quem era o presidente da
mesa? Seria o vice-prefeito Ricardinho, candidato a deputado ou o senhor Paulo
também candidato a deputado, assim como senhor
Francisco também candidato a deputado?
... Também
tenho curiosidade para saber se CONSELHO da Usina Hidrelétrica – que é o
próprio governo federal – está presente, assim como as representações da comunidade
dos Muçulmanos. Ou mesmo, alguma representação do Paraguai e talvez Argentina. Em
Foz são quase uma CENTENA de Etnias não é verdade?
Pois bem,
todos esses senhores representam organizações, falam em nome do Partido, falam
em nome da Instituição, falam em nome de grupos étnicos etc. Todo esse povo tem
governado
Foz desde a FRENTONA.
... Se antes da “Frentona” era pior, ou melhor, já
não importam, as coisas vão de modificando, porém, em que bases? Essa é a
questão! Nas bases de uma Integração L.A.? Nas bases de um mercado chinês feito
no Paraguai para o Brasil? O fato é que “nosso herói e matador de baratas” como
diz a música, é sempre o prefeito como “bola da vez”, mas de fato, como já disse
todos estiveram presentes nos momentos mais cruciais para a cidade...
... desde a Integração Latino Americana que NUNCA
ficou claro o que seria se não, para transação comercial de grãos e produtos vindos
de outros países e cidades brasileiras. Ou seja, algo de PASSAGEM.
... A Integração L.A. deixou um ônus. O ônus foi um “peso
morto” deixado em Foz do Iguaçu, já que falamos de Foz do Iguaçu e não da
cidade vizinha de outro país. Um “peso” que não contribui e usufrui da demanda
de problemas sociais, a saúde, por exemplo, mas também o sistema de transporte
de massa, o custo do lixo e tantos outros...
... acontecem eventos milionários, como construções
de viadutos, pontes e ruas largas chegando a 20 metros de largura; condomínios
riquíssimos, loteamentos exuberantes, supermercados incríveis, atrativos
turísticos inebriantes e, no entanto, para a principal demanda, que é a Saúde
na área social falta um BISTURI no posto de saúde que leva o nome da família de
um dos Ex diretores da Usina.
Creio
eu, na minha ingenuidade necessária que, os mesmos grupos de pessoas que
criaram a Integração L. A., assim como criaram a Usina Hidrelétrica, consideraram
um valor a ser repassado à Prefeitura da cidade de Foz e outras tantas cidades
conhecidas como LINDEIRAS ao lago [...] e isso aconteceu!
... Na Integração L.A., não consideraram o mesmo. Desde
quando se pensou em construir a Usina que, em se trazendo mais gente para a
cidade, teria que haver um recurso extra para esse fim, afinal, mais que
dobraram a população da cidade, isso foi largamente discutido antes da
construção da Usina eu vi isso acontecer em uma discussão na Politécnica da USP
na cidade de São Paulo.
... Mas, no caso da Integração não aconteceu assim; com
lógica de aumento do capital de circulação na cidade. As MASSAS de pessoas que
viriam para a cidade estariam por sua conta risco, a cidade não teria estruturas
suficientes, inclusive de empregos, com tal volume de pessoas, em parte, elas
serviriam para um ativismo político de sustentação política dos que haviam
criado a situação.
... Na contrapartida do aumento de capital de circulação,
que deveria ocorrer e não ocorreu, aconteceu um grande enxerto de auxílios
diversos, no salário “do mundo privado”, quando os empregos no Estado se
aproveitam disso. Ou seja, no mundo privado: o vale transporte; no mundo
Estatal: o vale gasolina. Há uma diferença enorme de valores e isso continua,
no vale alimentação, vale mercado etc.
Agora,
coloque-se como deputado eleito, como? Nessas circunstâncias e que são muito
mais, como você, ou melhor, que autonomia você deputado teria para discussões
de tal gravidade e sinuosidade?
Considere, por exemplo, que passados 20 anos, os ex-funcionários da
Santa Casa de Foz, ainda não receberam o seu acerto trabalhista. E o dinheiro
está no Banco? Como você resolveria isso?
Haveria ou não uma necessidade moral de resolver isso? Bem, não
resolveria! O assunto é mais um MODELO
de situações dramáticas, como é a Estrada do Colono e aí sim fica a
questão de se ter “muitos caciques para poucos índios!”.
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