FozVox
Centro de Convenções como Hospital de Clinicas
Poderia ser Pensado.
Vocês se lembram da “Atualização de repasses [...] do
governo municipal que não aconteceu no período de 10 (Dez) anos, creio que, na
empresa que recolhe o lixo?”. Independente de haver pagado milhões por ano. E
que os valores que o prefeito perdeu na justiça – em termos de atualização
monetária – alcançavam centenas de milhões de reais, pois então, foi quando,
para acertar a dívida e camuflar o problema aos “olhos do povo” que, o governo
do Estado interviu e levou o Centro de Convenções. Acredito que pela bagatela
de 400 milhões de reais.
... Esse assunto aconteceu no âmbito da Câmara Municipal e
o assunto foi velado, por isso, as dúvidas. Nada ficou claro. Apenas houve “o
grito” do valor do processe e na sequência “o grito” da ação do governo do Estado
para acabar de vez com a discussão. Assim como, de formas não tão iguais, aconteceram
na Santa Casa, no Lembrasul próximo ao Ceasa; no prédio central aonde era a
Caixa Econômica e que, a prefeitura tentou negociar para si, mas, não
conseguiu.
Agora, como uma empresa teve a OUSADIA, de cobrar atualizações
de 10 (Dez) anos? O quê a motivou? Como
a justiça se obrigou a aceitar o pedido da atualização? A explicação mais
plausível já que esse assunto não foi público é que “se os terrenos na cidade
de Foz do Iguaçu passaram de 6,75 reais o metro quadrado (que foram os terrenos
vendidos no período de Dobrandino e também foi o valor dos terrenos vendidos na
Área Industrial – segundo o senhor Andreola [...]) e passaram de 6,75 para 300
a 1500 o metro quadrado, obviamente, ATENTOU contra lógica da racionalidade
econômica por receio de ver a cidade sendo tomada por grupos econômicos, quando,
outros grupos econômicos originários PERDERAM A MÃO da atualização dos próprios
terrenos que eram seus e talvez continuem sendo.
Dito isso, vamos ao TEMPO, disse sobre Dobrandino e Área
Indl e isso faz anos, muitos anos, esses
10 (Dez) ANOS, eles estão no período da nova geração de vereadores e, os dois
mandatos de Francisco L. Brasileiro, período dos ASFALTOS, quando acontecem as
valorizações dos terrenos e casas. Uma valorização artificial, feita no papel e
que efetivamente surtirá efeitos diferentes para casas populares e não
populares. Nesse período já haviam sido construído os condomínios fechados e
cercados e logo vem os TERRENOS na figura de LOTEAMENTOS.
Isso são apenas lembranças... e conclusões a que se pode chegar.
É um movimento de uma “guerra econômica” que não aconteceria dessa forma, se a
cidade não fosse um modelo de cidade experimental, onde atuam políticos da
Federação, logo do Estado também.
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