“Aposentamos”
o Povo, Fundindo-os aos Aposentados Legítimos do Privado e Lhes Negamos a
Família e o Trabalho Produtivo em Aldeias e Distritos. Há Governo?
Os deputados e candidatos a deputado, sem contar os
outros, eu os assemelho a “papelão prensado”, ou melhor, “latinha de alumínio
prensada”. Eles são a matéria prima da política ou, paredão de contenção, barreira,
barragem, do desenvolvimento – do MODO DE GANHAR A VIDA - dos brasileiros que,
convenhamos são mestiços, a miscigenação cultural poderia ter dado certo no que
diz respeito aos alemães, italianos e japoneses. Entretanto, se os alemães,
italianos e japoneses, de forma organizada vieram para o Brasil, independente
da Itália, da Alemanha e do Japão, alguma força os colocou nessa circunstância
e obviamente ela irá aparecer no final das contas.
... Sobre japoneses, uma família que não vou dizer o
nome por uma questão de consideração, ela construiu um bom negócio de conservas
de alimentos e que gerava bons empregos a brasileiros e os japoneses já
nascidos no Brasil. Tudo ia muito bem até que, a Cica uma empresa fundada em
1941 na cidade de Jundiaí, em São Paulo, por uma associação de imigrantes italianos
liderados por Alberto Bonfiglioli resolveu “concorrer” a título de tomada de
mercado. E a empresa da família Y, nos idos de 1970 se viu na condição de ter
de fechar o seu negócio. Buscou recursos
junto ao Consulado Japonês, mas preferiram não intervir economicamente. (Primeira
constatação de poderes internacionais). O mesmo que definiu que o Brasil seria “Eminentemente
Agrícola”.
... Claro que poderia acontecer ao contrário. O
final da CICA foi a Gessy Lever (1992), depois Unilever e em setembro de 2010,
a multinacional americana CARGIL adquiriu da Unilever as marcas CIA, Elefante e
Pomarola. Se quiser conhecer a história da Cica veja >>> https://tribunadejundiai.com.br/mais/sextou-com-s-de-saudade/cica-marcou-epoca-e-vive-na-memoria-de-todos-os-jundiaienses/
... Neste último pontilhado do primeiro parágrafo, a
segunda constatação de ações internacionais sob o processo de desenvolvimento
econômico do Brasil.
Uma das
matérias primas da indústria é o ferro. Da mesma forma uma das matérias primas
de um Estado Nacional é o político, entretanto, em ambos os casos, quem define
os destinos e a transformação da matéria prima, certamente, no caso de Estado,
não são os políticos. Por isso os comparo a “papelão prensado”, aguardando a
reciclagem e a destinação.
Em outras palavras, o único FEDERA [TIVISMO]
que funciona no Brasil é o do Compartilhamento dos Espólios, a que chamam de
Impostos. Informação recente do “Impostômetro”, no curso de um ano que ainda
não se completou, o Impostômetro já alcança “Dois Trilhões, duzentos bilhões
centenas de milhões etc.”. Observe que,
Um Trilhão – a metade – será para
pagamento de JUROS. Bem, essa a terceira constatação de que, os políticos
brasileiros ativos, ainda não se deram conta de que, o Brasil político não
manda nada no Brasil econômico.
... Por isso há que se considerar o termo ESPÓLIO, próprio
de guerras para tomada de terras etc. Poderia citar o Amazonas que não há quem
não saiba que o Amazonas é “vigiado” por ONGS com custeios de outros países
interessados, desde França, Noruega e tantos outros e não é por amor à
Natureza!
... Digo sobre políticos e não partidos. Os partidos
se tornaram repugnantes na década de 60, quando da industrialização que exigiu
o Regime Militar e Dois Partidos: Arena e MDB. O “entojo” em torno dos Partidos
retornou após o fim do Regime Militar e a Bipolarização e isso descaradamente
foi e vem sendo substituído pelo político carismático, bonzinho, bom-moço,
realizador etc. Porque é só isso que eles podem fazer, serem bons-moços para agradar
a uma sociedade CONFUSA, miscigenada, sem cultura, sem tradição, tudo que não
seja artificial. E isso tem um motivo,
tem uma origem, tem um por quê!
... Teria muito a dizer desde Getúlio, Juscelino,
mas vou pular isso e vou direto “na veia” que foi o princípio de
industrialização acertada com Juscelino e que iniciou em 1960, acertadas as Garantias
do Regime Militar e do Bipartidarismo.
... Pois então, a industrialização, basicamente
montadoras de automóveis – onde Gurgel não teve vez – porque isso também havia
sido acertado. Gurgel poderia e atrapalharia o “meio de campo”, daquele projeto
de industrialização por 20 anos! E eles e elas as multinacionais queriam tudo!
A remessa de lucro foi um grande problema, porque o objeto da industrialização
era a matéria prima, cuja principal era o ferro e cujo preço era o famoso preço
“de banana”.
... Só a título de informação, em 1930 a China já
comprava ferro do Brasil. O Japão alugou terras da Austrália para depósito de
ferro adquirido do Brasil.
A
questão que não vou demandar aqui, até por uma questão de integridade
profissional de “lobistas do oportunismo e apropriadores de conceitos e ideias,
sem considerar em absoluto, quem as criou”, mesmo porque – ao povo, quase em
geral – isso que está escrito “soa” como alienígena ou albergado de sanatório
dos idos de 1950...
... O mais elementar, o Básico é que todo o processo
de industrialização tinha um objetivo político de substituição da própria política nacional, ainda como “latinha
de alumínio prensada”. Fenômenos como o Hipismo, a gigantesca EMIGRAÇÃO INTERNA,
para objetivos políticos de tomada de poder, sob a FANTASIA de COMUNISMO e similares,
NÃO ERA PARA OS POLÍTICOS, mas para os objetivos da NOVA VELHA ORDEM
MUNDIAL! Que é exatamente o que temos
hoje. Era preciso dar ao brasileiro das Capitais mais Ricas como Rio de Janeiro
e São Paulo e o Estado de Minas que se vangloriava de “Trabalhar em Silêncio”,
a impressão de desenvolvimento e riqueza através da figura do automóvel. E
trocar “os vinténs” dos brasileiros por carros junto com a ilusão de progresso.
Hoje a ilusão é a tecnológica, a VIRTUALIDADE da vida das pessoas etc. É o mesmo
jogo de sempre...
... Quando v. genérico vê o poder um sujeito apenas –
aquele mesmo do tribunal – você não vai e ninguém vai compreender como isso é possível SE NÃO TIVER
um grande apoio. O que é o caso do Lula, o que nos leva à quarta confirmação de
que tanto Lula como Trump, como Belei, ou aquele famoso de El Salvador Buquele,
como foi Fidel Castro, cumprem um papel em um cenário beligerante o tempo todo.
... De outra forma, a ÚNICA saída para o povo
brasileiro que não é protegido do Estado, ou que não trabalha em empresa de
alta lucratividade e que tenha as garantias que tinham as montadoras...
... a alternativa para FUGIR desse descalabro do
gênero CRIME de Lesa Pátria e as ESPÉCIES de crime desde o ladrão que finge ser
morador de rua, até o crime do colarinho branco...
... a saída é o povo deserdado [...] é se ABRIGAR em
BLOCOS PRODUTIVOS, como são as ALDEIAS ou DISTRITOS no Japão e muitos outros
países Asiáticos, A Cultura do primeiro carro e do primeiro apartamento é uma
ilusão e uma discriminação que pode até ser considerada NORMAL para uma cultura
doente e necessitada de boas intenções, cujo “Inferno e até o Céu, estão cheios”.
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