quinta-feira, 27 de agosto de 2026

“Aposentamos” o Povo, Fundindo-os aos Aposentados Legítimos do Privado...

 

“Aposentamos” o Povo, Fundindo-os aos Aposentados Legítimos do Privado e Lhes Negamos a Família e o Trabalho Produtivo em Aldeias e Distritos. Há Governo?

Os deputados e candidatos a deputado, sem contar os outros, eu os assemelho a “papelão prensado”, ou melhor, “latinha de alumínio prensada”. Eles são a matéria prima da política ou, paredão de contenção, barreira, barragem, do desenvolvimento – do MODO DE GANHAR A VIDA - dos brasileiros que, convenhamos são mestiços, a miscigenação cultural poderia ter dado certo no que diz respeito aos alemães, italianos e japoneses. Entretanto, se os alemães, italianos e japoneses, de forma organizada vieram para o Brasil, independente da Itália, da Alemanha e do Japão, alguma força os colocou nessa circunstância e obviamente ela irá aparecer no final das contas.  

... Sobre japoneses, uma família que não vou dizer o nome por uma questão de consideração, ela construiu um bom negócio de conservas de alimentos e que gerava bons empregos a brasileiros e os japoneses já nascidos no Brasil. Tudo ia muito bem até que, a Cica uma empresa fundada em 1941 na cidade de Jundiaí, em São Paulo, por uma associação de imigrantes italianos liderados por Alberto Bonfiglioli resolveu “concorrer” a título de tomada de mercado. E a empresa da família Y, nos idos de 1970 se viu na condição de ter de fechar o seu negócio.  Buscou recursos junto ao Consulado Japonês, mas preferiram não intervir economicamente. (Primeira constatação de poderes internacionais). O mesmo que definiu que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”.

... Claro que poderia acontecer ao contrário. O final da CICA foi a Gessy Lever (1992), depois Unilever e em setembro de 2010, a multinacional americana CARGIL adquiriu da Unilever as marcas CIA, Elefante e Pomarola. Se quiser conhecer a história da Cica veja >>>  https://tribunadejundiai.com.br/mais/sextou-com-s-de-saudade/cica-marcou-epoca-e-vive-na-memoria-de-todos-os-jundiaienses/

... Neste último pontilhado do primeiro parágrafo, a segunda constatação de ações internacionais sob o processo de desenvolvimento econômico do Brasil.

       Uma das matérias primas da indústria é o ferro. Da mesma forma uma das matérias primas de um Estado Nacional é o político, entretanto, em ambos os casos, quem define os destinos e a transformação da matéria prima, certamente, no caso de Estado, não são os políticos. Por isso os comparo a “papelão prensado”, aguardando a reciclagem e a destinação.

       Em outras palavras, o único FEDERA [TIVISMO] que funciona no Brasil é o do Compartilhamento dos Espólios, a que chamam de Impostos. Informação recente do “Impostômetro”, no curso de um ano que ainda não se completou, o Impostômetro já alcança “Dois Trilhões, duzentos bilhões centenas de milhões etc.”.  Observe que, Um Trilhão  – a metade – será para pagamento de JUROS. Bem, essa a terceira constatação de que, os políticos brasileiros ativos, ainda não se deram conta de que, o Brasil político não manda nada no Brasil econômico. 

... Por isso há que se considerar o termo ESPÓLIO, próprio de guerras para tomada de terras etc. Poderia citar o Amazonas que não há quem não saiba que o Amazonas é “vigiado” por ONGS com custeios de outros países interessados, desde França, Noruega e tantos outros e não é por amor à Natureza!

... Digo sobre políticos e não partidos. Os partidos se tornaram repugnantes na década de 60, quando da industrialização que exigiu o Regime Militar e Dois Partidos: Arena e MDB. O “entojo” em torno dos Partidos retornou após o fim do Regime Militar e a Bipolarização e isso descaradamente foi e vem sendo substituído pelo político carismático, bonzinho, bom-moço, realizador etc. Porque é só isso que eles podem fazer, serem bons-moços para agradar a uma sociedade CONFUSA, miscigenada, sem cultura, sem tradição, tudo que não seja artificial.  E isso tem um motivo, tem uma origem, tem um por quê!

... Teria muito a dizer desde Getúlio, Juscelino, mas vou pular isso e vou direto “na veia” que foi o princípio de industrialização acertada com Juscelino e que iniciou em 1960, acertadas as Garantias do Regime Militar e do Bipartidarismo.

... Pois então, a industrialização, basicamente montadoras de automóveis – onde Gurgel não teve vez – porque isso também havia sido acertado. Gurgel poderia e atrapalharia o “meio de campo”, daquele projeto de industrialização por 20 anos! E eles e elas as multinacionais queriam tudo! A remessa de lucro foi um grande problema, porque o objeto da industrialização era a matéria prima, cuja principal era o ferro e cujo preço era o famoso preço “de banana”.

... Só a título de informação, em 1930 a China já comprava ferro do Brasil. O Japão alugou terras da Austrália para depósito de ferro adquirido do Brasil.

       A questão que não vou demandar aqui, até por uma questão de integridade profissional de “lobistas do oportunismo e apropriadores de conceitos e ideias, sem considerar em absoluto, quem as criou”, mesmo porque – ao povo, quase em geral – isso que está escrito “soa” como alienígena ou albergado de sanatório dos idos de 1950...

... O mais elementar, o Básico é que todo o processo de industrialização tinha um objetivo político de substituição  da própria política nacional, ainda como “latinha de alumínio prensada”. Fenômenos como o Hipismo, a gigantesca EMIGRAÇÃO INTERNA, para objetivos políticos de tomada de poder, sob a FANTASIA de COMUNISMO e similares, NÃO ERA PARA OS POLÍTICOS, mas para os objetivos da NOVA VELHA ORDEM MUNDIAL!  Que é exatamente o que temos hoje. Era preciso dar ao brasileiro das Capitais mais Ricas como Rio de Janeiro e São Paulo e o Estado de Minas que se vangloriava de “Trabalhar em Silêncio”, a impressão de desenvolvimento e riqueza através da figura do automóvel. E trocar “os vinténs” dos brasileiros por carros junto com a ilusão de progresso. Hoje a ilusão é a tecnológica, a VIRTUALIDADE da vida das pessoas etc. É o mesmo jogo de sempre...

... Quando v. genérico vê o poder um sujeito apenas – aquele mesmo do tribunal – você não vai e ninguém vai  compreender como isso é possível SE NÃO TIVER um grande apoio. O que é o caso do Lula, o que nos leva à quarta confirmação de que tanto Lula como Trump, como Belei, ou aquele famoso de El Salvador Buquele, como foi Fidel Castro, cumprem um papel em um cenário beligerante o tempo todo.

... De outra forma, a ÚNICA saída para o povo brasileiro que não é protegido do Estado, ou que não trabalha em empresa de alta lucratividade e que tenha as garantias que tinham as montadoras...

... a alternativa para FUGIR desse descalabro do gênero CRIME de Lesa Pátria e as ESPÉCIES de crime desde o ladrão que finge ser morador de rua, até o crime do colarinho branco...

... a saída é o povo deserdado [...] é se ABRIGAR em BLOCOS PRODUTIVOS, como são as ALDEIAS ou DISTRITOS no Japão e muitos outros países Asiáticos, A Cultura do primeiro carro e do primeiro apartamento é uma ilusão e uma discriminação que pode até ser considerada NORMAL para uma cultura doente e necessitada de boas intenções, cujo “Inferno e até o Céu, estão cheios”.

 

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