domingo, 17 de maio de 2026

Trato de Magias e Feitiçarias...

 

Trato de Magias e Feitiçarias, sem o crime (ou ilegalidade) internacional, o Brasil teria como pagar suas dívidas?

Se o dólar custa cinco reais em que condições, o país Brasil teria que compra-lo? Bem, esse é um sistema inarredável! Mas, não existiria alternativa interna ao Brasil? Afinal são 27 países/Estados!

          Digamos assim, os Estados longínquos de milhares de quilômetros estão enviando seu povo para outros Estados – em tese – para que “se formem” e retornem ao Estado. Bem, as elites fazem isso entre países. E isso não tem nada a ver com o povo, são atos políticos e econômicos de movimentação de grande volume de capital do Estado, além de grandes transformações geográficas em termos de terrenos e o conceito de propriedade.

... Com relação a terrenos e propriedades... O império Romano foi transformado em Feudalismo. O império Otomano deixou de existir em vias do início da Guerra Mundial com promessa de retorno após 100 anos. O prazo já se cumpriu. E tudo isso, alteram as “linhas” dos mapas, se é que me entende.

          Esse é um tema delicado porque maliciosamente envolvem “o povo”, quando na verdade o povo é induzido e remunerado com auxílios para isso. E tudo isso, são medidas político/econômicas, movimentação de Capital com os recursos de impostos tomados ao próprio povo.

... As ações político/econômicas são mágicas ou feiticeiras, elas acontecem por determinações internacionais, quando se determinou que o Brasil fosse um país eminentemente agrícola, isso movimentou a questão cultural de todo o país.

... O hipismo ele acontece nos EUA com a guerra do Vietnam, no Brasil com o Regime Militar... e vai de encontro ao civismo, basicamente.

... A grande emigração, no Brasil e vários Estados para as Capitais industrializadas; a criação do PT como alternativa ao perigo nacionalista à Ordem Mundial; como consequência do fim do Regime Militar, o Bipartidarismo e a saída de grandes multinacionais do país. Bem como ao direcionamento da economia para a agricultura e menos criação de gado e muito turismo e “quermesses e shows como instituição à moda de cassinos e subsidiados, tomam um vulto agressivo e político”. 

... E agora, tem a continuidade com a Internet que aos poucos se torna uma ferramenta do tipo “roleta russa” ou caça níqueis.

          Se bem observado, não se fala mais sobre o “roubo dos aposentados”. E não se fala mais porque, o que se falou, eram meias verdades e maliciosas. Depois, “o termo: aposentado” envolve algumas circunstâncias em que, no caso dos aposentados com grandes valores e mais de uma aposentadoria, como é o caso de FHC e tantos outros é um tipo de aposentadoria que existe, discretamente, quando se funde...

... ao modelo tido como original de aposentadoria de um a dois salários, que é maioria ou quase a totalidade das aposentadorias. E o terceiro modelo de aposentadoria, supõe que a pessoa tenha trabalhado e mesmo que não tenha recolhido ela ganha o direito à aposentadoria por idade.

... Um quarto modelo de aposentadoria não é por idade é por condição social, mais precisamente nos Estados, aonde “a terra representa valor”, o Capital está nos bens materiais e concentração de metais preciosos. O que inviabiliza a MOVIMENTAÇÃO de Capital. Onde o SISTEMA político/econômico de grandes Oligarquias se usa do Estado para distribuição de um recurso para vida das massas do ponto de vista dos “comandantes políticos e econômicos”.

          A questão do “roubo da aposentadoria”, de fato, é uma “negociação de aposentadoria” para quem não tem comprovação de arrecadação, mas que trabalhou de alguma forma e isso é constatado através de “fotos e testemunhas”, quando na verdade, nem precisa ser comprovado, basta à história da pessoa. E neste ponto entra a figura do agenciador que recebe uma comissão de comum acordo. É só isso.

          Quando o Brasil político/econômico, começa a conhecer o Brasil coisas inacreditáveis começam a aparecer. Não só com relação ao povo, mas também com relação às elites das cidades e Estados. Veja o caso Vorcaro e seu “sorriso de confiança”, de quem sabe coisas, que o próprio meio social de Vorcaro, “este meio” sempre vai ignorar, ignorar... até por uma questão de discrição e cumplicidade, mas é mais uma forma de movimentação de grandes volumes de recursos, mais uma vez se usando dos recursos dos impostos.

... Ora, o agro negócio precisa de empréstimos dos recursos do Estado! E quem é o Vorcaro? do Agro? O próprio Estado recebe terras dos municípios – de graça – para construções de suas instituições, como presídios, quarteis etc. Mas, os munícipes – em tese – fundadores não receberam terras de graça? Até para – em tese – distribuição de terras?

          Você acreditaria que o poder público junto com a “iniciativa privada” não teria condições de abrir uma faculdade “nos estados longínquos ou, o mais próximo entre eles, os Estados?”, claro que teria, mas não há interesse político e econômico.

... Objetivamente, pessoas estão sendo induzidas a virem de muito longe para estudarem no Paraguai, por conta de uma dívida brasileira com o Paraguai com relação ao “Mercado Chinês e Ocidental no Paraguai para o Brasil”, quando da inevitável transferência das grandes indústrias multinacionais para China e a quebra do parque industrial brasileiro e obviamente o desemprego. Ainda mais, quando o emprego, nas multinacionais, eram de qualidade razoável, boa.

          Quando da “quebra do parque industrial brasileiro, o primeiro ou o segundo maior da América do Sul” a manchete dos jornais é que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”. Como disse um ilustre político das Oligarquias, “foi em 1975 que um embaixador ou diplomata brasileiro – em uma reunião internacional – VEIO com a informação de que, a industrialização tinha que reduzir drasticamente em função do meio ambiente”. E assim foi feito. As ONGs e a esquerda, interpretariam perfeitamente o seu papel.

... O PT foi fundado em 1980 para se opor ao “Nacionalismo do fim da Grande Guerra” e como “Partido do Povo”, dando complementariedade ou continuísmo, ao acordo internacional feito com o FMI  (seus agentes) e a figura de FHC. De fato, em 1993, antes de FHC ser eleito presidente, houve um “acordo de cavalheiros” entre FHC (organização) e Lula (organização) em Princeton nos EUA. E após dois mandatos de FHC (e as guerras fiscais na qual me configuro como vítima) era a vez do PT assumir o governo de forma permanente, com algum revezamento aparente e oportuno. Afinal, havia cumprido todas as ordens internacionais.

          Não cumprir as determinações internacionais, vindas dos Fóruns, Copi isso e aquilo, Mercosul, Mercado Comum Europeu, ONU, OMS etc. é uma IMPOSSIBILIDADE, com relação ao MERCADO internacional a que entendem como Globalização, mas que pode ser usado na forma de Global[ismo]!

... Entretanto, existiria? A possibilidade de Dois Brasis ou não? Um Brasil que responda ao governo mundial e outro que responda à maioria da população, por sinal, endividada no limite? E criminalizada em circunstâncias específicas? E ainda impedido de industrialização, enquanto é compelido a um turismo abstrato e atemporal?

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