terça-feira, 12 de maio de 2026

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos

 

Os Candidatos a governador e Presidente deveriam subir o tom de seus discursos rumo aos interesses do povo brasileiro.

     Jânio Quadros como presidente do país (31 de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961), declarou que “saia da presidência para não haver derramamento de sangue”. Pois bem, não houve derramamento de sangue, mas houve a degradação do povo brasileiro “selada com misteriosos selos, desde poderes internacionais, políticos brasileiros servis ao sistema e oligarquias, desde FHC e o socialismo como – PANOS QUENTES – do Sistema”.

... Entretanto o “socialismo” anterior, mais comunismo que socialismo tinha o caráter NACIONALISTA, que perigosamente para o SISTEMA combinava com Parte do Parque Militar e apoio popular, porém não combinava com os projetos de mundo, desde 1950, quando – em tese – termina a segunda guerra, que de fato, era apenas uma guerra e que teve continuação com a “guerra fria” e hoje em dia, as guerras se tornam permanentes. Ou seja, a guerra é aonde é possível um “Assalto a países e cidades” e, um grande e perigoso desenvolvimento tecnológico. ARMAMENTISTA.

... Com o fim do regime militar – com data marcada – a política de democratização, democratização do ponto de vista socialista, ainda é comandada por políticos simpáticos ao comunismo e ainda do ponto de vista NACIONALISTA. O comunismo se subsome no contexto Nacionalista. E isso não podia continuar e não continuou.

... Como era bipartidarismo e boa parte da Arena e MDB eram nacionalistas, foi incumbida ao regime militar dos serviços de inteligência e forças políticas internacionais, a criação de um partido “sui generis”, ou seja, “Único em seu gênero”, pois que, fôra formado nas cadeiras universitárias sob a influência e apoio da política europeia, e latina, entretanto, no Brasil, do ponto de vista dos militares prós “Nova Ordem Mundial”, o “novo” partido serviria para se contrapor ao NACIONALISMO. E realmente, fazer o papel de conciliador de uma realidade brasileira não só de conflitos entre estados, como de separação da miséria e riqueza e usa-las como forma de manutenção do mesmo sistema político, vigente até a próxima eleição e naturalmente um continuísmo inapelável.

... Especialmente si, se considerar a atual situação brasileira de DIVIDA, de CORRUPÇÃO ENDÊMICA, de CRIME ORGANIZADO e as ORGANIZAÇÕES DO CRIME, além de organizações pagas por institutos internacionais para interferirem nos destinos econômicos do país e são aos milhares e com apoio irrestrito do governo “de lava pés”, quando não se distingue mais, na prática, nas ações, nas leis, desde cada município as diferenças (?) fundamentais da esquerda e direita (?) exceto pela frágil “HONESTIDADE”. Ora, o significado é óbvio a bipolarização de forças políticas – por suas contradições – se afunilou, ao ponto de um congresso nacional, estar à mercê de uma única instituição de três instituições das quais duas são abjetas e com um poder instável e dependente da PESSOA, pessoa que pode ser manipulada de variadas formas dentro de um campo de corrupção que extrapola qualquer conceito de sociedade e país. Obviamente, longe de qualquer modelo de NACIONALISMO. Para o poder tudo ocorreu de forma prevista ao longo de décadas.

     Quando os brasileiros trabalhadores contribuíram com o “Ouro para o Bem do Brasil” foi para pagar dívidas do Brasil com o FMI. O Regime Militar fez isso a partir de 13 de maio de 1964, logo após a tomada de poder. A industrialização havia sido acertada desde 1961 com Juscelino, mas, seriam efetivadas sob a condição de um regime militar, Bipartidarismo e parte do pagamento da dívida. Isso ainda tinha o caráter nacionalista e, no entanto, as multinacionais também tinham seus objetivos e que não se resumiam a lucro, mas terras e matérias primas.

     Assim sendo, gostaria de ouvir dos candidatos quais são as suas perspectivas com relação, à corrupção, ao crime, à concentração populacional, emigrações e imigrações que só destroem famílias já destruídas e, no entanto, sempre é possível destruir mais um pouco, segundo a atual forma de governo.

... Doravante, no atual sistema modelo econômico de capitalismo de Stakeholders e laços (compartilhamento) além de problemas ambientais – descuidados na industrialização – a economia mudou o ser caráter e as concentrações populacionais têm uma razão de ser para um sistema com tantas contradições e falhas, além de serem usados politicamente em troca de benefícios etc. Entretanto, se os rios das hidrelétricas começam a secar pela velocidade das águas pela inobservância interesseira da “engenharia” que os serve, certamente, os benefícios também podem “secar”. Assim sendo, caberia a um governo – governo – mesmo que fosse um prefeito de uma cidade, tabular a cidade não ao modo de Xangai ou Dubai como muitos sugerem na política oportunista e de devassidão econômica, mas ao povo possível em quantidade e qualidade de vida e aos restantes outras cidades com modelos produtivos com o básico e essencial para vida.

... E francamente não vejo isso em nenhum candidato a governador, e presidente...  

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