Os Candidatos a governador e Presidente
deveriam subir o tom de seus discursos rumo aos interesses do povo brasileiro.
Jânio Quadros como presidente do país (31
de janeiro de 1961 a 25 de agosto de 1961), declarou que “saia da presidência
para não haver derramamento de sangue”. Pois bem, não houve derramamento de
sangue, mas houve a degradação do povo brasileiro “selada com misteriosos
selos, desde poderes internacionais, políticos brasileiros servis ao sistema e
oligarquias, desde FHC e o socialismo como – PANOS QUENTES – do Sistema”.
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Entretanto o “socialismo” anterior, mais comunismo que socialismo tinha o
caráter NACIONALISTA, que perigosamente para o SISTEMA combinava com Parte do
Parque Militar e apoio popular, porém não combinava com os projetos de mundo,
desde 1950, quando – em tese – termina a segunda guerra, que de fato, era
apenas uma guerra e que teve continuação com a “guerra fria” e hoje em dia, as
guerras se tornam permanentes. Ou seja, a guerra é aonde é possível um “Assalto
a países e cidades” e, um grande e perigoso desenvolvimento tecnológico. ARMAMENTISTA.
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Com o fim do regime militar – com data marcada – a política de democratização,
democratização do ponto de vista socialista, ainda é comandada por políticos
simpáticos ao comunismo e ainda do ponto de vista NACIONALISTA. O comunismo se subsome
no contexto Nacionalista. E isso não podia continuar e não continuou.
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Como era bipartidarismo e boa parte da Arena e MDB eram nacionalistas, foi incumbida
ao regime militar dos serviços de inteligência e forças políticas
internacionais, a criação de um partido “sui generis”, ou seja, “Único em seu
gênero”, pois que, fôra formado nas cadeiras universitárias sob a influência e
apoio da política europeia, e latina, entretanto, no Brasil, do ponto de vista
dos militares prós “Nova Ordem Mundial”, o “novo” partido serviria para se
contrapor ao NACIONALISMO. E realmente, fazer o papel de conciliador de uma
realidade brasileira não só de conflitos entre estados, como de separação da
miséria e riqueza e usa-las como forma de manutenção do mesmo sistema político,
vigente até a próxima eleição e naturalmente um continuísmo inapelável.
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Especialmente si, se considerar a atual situação brasileira de DIVIDA, de
CORRUPÇÃO ENDÊMICA, de CRIME ORGANIZADO e as ORGANIZAÇÕES DO CRIME, além de
organizações pagas por institutos internacionais para interferirem nos destinos
econômicos do país e são aos milhares e com apoio irrestrito do governo “de
lava pés”, quando não se distingue mais, na prática, nas ações, nas leis, desde
cada município as diferenças (?) fundamentais da esquerda e direita (?) exceto
pela frágil “HONESTIDADE”. Ora, o significado é óbvio a bipolarização de forças
políticas – por suas contradições – se afunilou, ao ponto de um congresso
nacional, estar à mercê de uma única instituição de três instituições das quais
duas são abjetas e com um poder instável e dependente da PESSOA, pessoa que
pode ser manipulada de variadas formas dentro de um campo de corrupção que extrapola
qualquer conceito de sociedade e país. Obviamente, longe de qualquer modelo de
NACIONALISMO. Para o poder tudo ocorreu de forma prevista ao longo de décadas.
Quando os brasileiros trabalhadores contribuíram
com o “Ouro para o Bem do Brasil” foi para pagar dívidas do Brasil com o FMI. O
Regime Militar fez isso a partir de 13 de maio de 1964, logo após a tomada de
poder. A industrialização havia sido acertada desde 1961 com Juscelino, mas, seriam
efetivadas sob a condição de um regime militar, Bipartidarismo e parte do
pagamento da dívida. Isso ainda tinha o caráter nacionalista e, no entanto, as
multinacionais também tinham seus objetivos e que não se resumiam a lucro, mas
terras e matérias primas.
Assim sendo, gostaria de ouvir dos candidatos
quais são as suas perspectivas com relação, à corrupção, ao crime, à
concentração populacional, emigrações e imigrações que só destroem famílias já destruídas
e, no entanto, sempre é possível destruir mais um pouco, segundo a atual forma
de governo.
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Doravante, no atual sistema modelo econômico de capitalismo de Stakeholders e
laços (compartilhamento) além de problemas ambientais – descuidados na
industrialização – a economia mudou o ser caráter e as concentrações
populacionais têm uma razão de ser para um sistema com tantas contradições e
falhas, além de serem usados politicamente em troca de benefícios etc. Entretanto,
se os rios das hidrelétricas começam a secar pela velocidade das águas pela
inobservância interesseira da “engenharia” que os serve, certamente, os
benefícios também podem “secar”. Assim sendo, caberia a um governo – governo –
mesmo que fosse um prefeito de uma cidade, tabular a cidade não ao modo de
Xangai ou Dubai como muitos sugerem na política oportunista e de devassidão
econômica, mas ao povo possível em quantidade e qualidade de vida e aos restantes
outras cidades com modelos produtivos com o básico e essencial para vida.
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E francamente não vejo isso em nenhum candidato a governador, e presidente...
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