sábado, 2 de maio de 2026

Na América do Sul o Brasil Enfrenta os seus Maiores Temores

 

Na América do Sul o Brasil Enfrenta os seus Maiores Temores: a Destruição da Nação.  

     Não se trata de separar um país ou dividi-lo em partes, trata-se de inteligência em cada um dos 27 Estados contando com o povo. Afinal, seria um acréscimo (ao que já existe) e não uma diminuição da riqueza.

     Existe uma possiblidade real que independência “natural” da federação dos supremos, das doenças dos modelos de representação e coisas a fim, inclusive da previdência se tudo for feito de forma inteligente e sem se descuidar de ninguém em cada cidade. O que não quer dizer que a Federação ou República, dos partidos, dos pequenos tiranos e ensaístas a ditadores deixaria de existir para o Sul, mas sua influência seria relativamente proporcional aos mandatários locais e não ao povo como nunca foi, entretanto, em se criando uma economia de patrimônio das cidades e do povo e riqueza com a natureza em equilíbrio, o poder de decisão passa ao povo e aos seus interesses imediatos.

... Seria uma situação NÃO GUERREIRA (parecida) entre a Irlanda do Norte e Inglaterra. Afinal, a NATUREZA (mesmo considerando a HAARP que altera o clima e pode provocar desastres no mundo) a natureza não tem sido benévola com o Sul igualmente À AÇÃO HUMANA, nos devidos cuidados, o que sugere que hajam infiltrados no Estado como sempre houve nos EUA com Franco Delano e também com a própria Inglaterra que “ajudou” a criar a CIA.

... Logo uma atitude guerreira, traria consequências não de guerras propriamente, como foi a da Ucrânia e agora a guerra Sionista por terras e petróleo, mas de miséria.

... Logo, a única estratégia é transformar cada sulista em uma espécie de trabalhador JEDAI. Como a China vem fazendo plantação no Deserto! Que por exemplo, saiba plantar um milho, como é plantado creio eu que, no Japão.

... E que todo patrimônio de máquinas, como tratores e máquinas de produção, inclusive terras e matérias primas, água e espaço aéreo, estejam disponíveis aos municípios de forma ordenada conforme projetos de larga escala de produção – de fora do mercado de ações e mundo de ficção dos acionistas.

... Assim sendo, o que já existe continua como está, atrelado ao mercado internacional, como é o caso da Petrobrás e as refinarias ou como é o caso das “Comodites” que travam uma luta injusta de privilégios de informação de poderosos grupos, que definem as coisas segundo seus interesses próprios, como é o caso do valor do Dólar como valor do Guarani ou Real. Ou mesmo a eleição de Trump pelo grupo Blackstone ou Blackrock.

... Por princípio o jogo das ações é um jogo onde lhe é permitido ganhar para perder depois.

     Se há sinceridade na proposta e não é mais um folclore de grupos interessados em poder, o que acredito que seja considerando a forma "beligerante de como se refere à separação” para atrair pessoas... Bem, se não é isso e há sinceridade e preocupação legitima, há que se discutirem planos de ação imediatos, contando com o povo e com a devida atenção às Oligarquias das cidades e do Estado que obviamente sempre lucram com desastres, como foi e continua sendo a história do Ex-império Veneziano, que "atiçava" dois países e ganhava com os dois.

... De certa forma é agir como Alexandre o Grande que contava o gado de cada vilarejo para manter um equilíbrio da alimentação do povo. É preciso refazer o MAPA HUMANO do Sul. Só assim, você – ESTADISTA – saberá com o que contar e com quem contar. Sem desconsiderar o “inimigo que mora ao lado” e só é inimigo, na medida mesma em que se obrigam a criar monopólios, carteis, trustes e afins para estar apto à concorrência de mercado.

... Basta ver e estudar a atual situação da pesca no Mar em toda a costa da América do Sul. E o domínio absoluto de Piratas oriundos da China e que nunca voltam para casa e são mantidos – os navios piratas –  através de cargueiros que lhes trazem combustível e alimentos e certamente levam a pesca. A luta é nesse nível e depende de esforço e trabalho para se contrapor a esse modelo de domínio econômico o que não quer dizer escravismo, mas, cumplicidade econômica com o povo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário