terça-feira, 12 de maio de 2026

Moradores de Rua e o Estado Profundo

 

Moradores de Rua e o Estado Profundo

Com relação ao artigo “Devorador de Cidades” do site Revolta Foz, o artigo mereceria continuidade de outras empresas, firmas, escritórios de comunicação não para concordar com tudo ou discordar de tudo, mas, para ampliar o assunto e é o que estou fazendo. Aliás, essa participação, essa ampliação do assunto é uma forma de se avaliar o que é mais próximo da verdade, por exemplo,

... quando é dito, que o cenário mais triste é o dos moradores de rua que tem crescido...

... e considerando que isso acontece em muitas cidades de vários Estados...

... isso deveria acender um sinal de alerta, não contra os moradores de rua, mas, para entender – nos planos político e econômico – se isso não é uma continuidade de um sistema criado desde FHC como Bolsa Educação e que Lula transformaria em Bolsa Família ...

... Lembro um caso no Sul em que uma candidata agressiva do PT condicionava o sistema Bolsa Família – na região, aos eleitores da sua região – à vitória de Lula. E novamente nos encontramos poucos meses antes da eleição. Não faço ideia se os moradores de rua votam, mesmo porque o governo é do PT e os outros tantos partidos afiliados ao velho Sistema Cardosiano (de FHC) é quem – Estão Agora e Desde o Fim do Regime Militar Continuam no Poder. Ora, Ulisses e Tancredo tinham um timbre Nacionalista, assim como muitos militares e os dois Partidos Comunistas, que inclusive lançaram a campanha “O Petróleo é Nosso” etc. E esse Nacionalismo foi “guilhotinado” por uma crise econômica como forma de se criar um problema cuja solução aconteceria com FHC e o Fundo Monetário Internacional – O Banco. Você leitor se lembra de ou deveria se lembrar dos “fechamentos” dos Bancos Estatais.

... Em suma, tudo o que FHC fez no governo por dois mandatos teve orientação internacional do bloco Fabiano Socialista. Até o seu acordo com Lula em 1993 foi feito e tratado em Princeton, EUA. Obviamente tratavam de quando Lula assumiria o lugar de FHC no contexto de um mesmo sistema com uma aparência socialista para sensibilizar as massas ou parte dela e ao mesmo tempo implantar o sistema pensado muito anteriormente, desde o fim da segunda guerra (ou única guerra mundial) da Nova Ordem. Onde o Nacionalismo não tem o menor sentido e milhares de ONGs espalhadas em todo o país e subsidiadas por Fundações poderosas, como a Fundação Ford, por exemplo, são elas que vão impor restrições a qualquer tipo de movimento econômico que não seja uma espécie de “penduricalho do Estado”.

... Assim sendo, ou próximo disso, em Foz se criou vários eventos populistas... eventos, mais, voltados a uma educação superficial e ideológica, também a uma espécie de integração (Latino Americana) que direcionava a uma “falsa liberdade” ou liberdade de se aventurar em serviços autônomos, que fosse compra e venda, considerando o mercado da China e do Ocidente – aliados – no Paraguai para o Brasil e outros serviços com o uso de máquinas como são as motos e agora “patinetes”. Todos esses processos de trabalho – ao povo – têm o mesmo sinal: “é por sua conta e risco”.

... De nenhuma forma, em nenhum momento, se pensou em valorizar o trabalho privado, que fosse com aquele DINHEIRO que o governo toma ao salário de forma a ter diversos títulos e perfeitamente apoiado por sindicatos e partidos políticos de qualquer lado. O que me leva a crer que o LADO, direito (a) ou esquerdo (a), o é apenas para formular uma tese, uma antítese e a síntese obrigatoriamente os favorece, a qualquer lado. E essa é a marca da política fazer crer que um possa ser melhor que o outro, quando na realidade ambos seguem o mesmo SISTEMA.

     Ainda sobre os “moradores de rua e congêneres”. Um ano atrás apareceram [...] documentos do período da morte de Kennedy. Creio 19 mil documentos. Um deles dizia sobre a ação do FBI em que o FBI, em determinadas cidades dos EUA em determinados lugares, o FBI subsidiava pessoas para que elas “criassem qualquer tipo de crime”. Inacreditável? Talvez, mas, estava relatado no documento.

... O recente caso de Santa Catarina e os “moradores de rua” foram sintomáticos. Porque a solução disso não cabe a prefeito e quer saber... nem o governador, mas cabe ao GOVERNO e tem relação direta com o MODO DE TRABALHO e CRIAÇÃO DE NOVAS CIDADES AUTOSUFICIENTES.

... Monte Sião era ou ainda é, uma cidade que só mexia com lã, fazendo blusas. Mas, São Carlos também era uma cidade dos sapatos e deixou de ser. Agora, uma cidade de “moradores de rua”, mesmo que não alcance mil pessoas é uma anomalia para uma sociedade, ainda mais quando é uma cidade de Turismo e, de Muambas também e também é uma Anomalia aos próprios “moradores de rua”. Inclusive as Casas de Apoio fazem o que SERIA o óbvio: buscam empregos, família etc., entretanto, a questão “moradores de rua” é a consequência dessas causas iniciais que não deu certo e foi corrompida.

... Corrompida como? Ora, são muitas formas de se corromper uma sociedade, por exemplo, o prefeito de uma cidade, entendeu ou respondeu a uma ordem, de que asfaltando os bairros, isso valorizaria as residências e aumentaria o imposto, não obstante, a situação econômica de cada morador, independente do atual valor da casa, continuaria a mesma e ainda teria um imposto acrescido. Obviamente o induziria a VENDER a casa ou ALUGAR uma segunda casa para ganhar mais um salário, replicando, o mesmo MODELO de economia de crise que começa com o dólar valendo uma vez a mais que o real e agora, cinco vezes mais que o real. Mas, foi um plano do FMI com FHC, não daria certo – ao povo – de forma alguma.   

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