Moradores de Rua e o Estado Profundo
Com
relação ao artigo “Devorador de Cidades” do site Revolta Foz, o artigo mereceria
continuidade de outras empresas, firmas, escritórios de comunicação não para
concordar com tudo ou discordar de tudo, mas, para ampliar o assunto e é o que
estou fazendo. Aliás, essa participação, essa ampliação do assunto é uma forma
de se avaliar o que é mais próximo da verdade, por exemplo,
...
quando é dito, que o cenário mais triste é o dos moradores de rua que tem
crescido...
...
e considerando que isso acontece em muitas cidades de vários Estados...
...
isso deveria acender um sinal de alerta, não contra os moradores de rua, mas,
para entender – nos planos político e econômico – se isso não é uma
continuidade de um sistema criado desde FHC como Bolsa Educação e que Lula
transformaria em Bolsa Família ...
...
Lembro um caso no Sul em que uma candidata agressiva do PT condicionava o
sistema Bolsa Família – na região, aos eleitores da sua região – à vitória de
Lula. E novamente nos encontramos poucos meses antes da eleição. Não faço ideia
se os moradores de rua votam, mesmo porque o governo é do PT e os outros tantos
partidos afiliados ao velho Sistema Cardosiano (de FHC) é quem – Estão Agora e
Desde o Fim do Regime Militar Continuam no Poder. Ora, Ulisses e Tancredo
tinham um timbre Nacionalista, assim como muitos militares e os dois Partidos
Comunistas, que inclusive lançaram a campanha “O Petróleo é Nosso” etc. E esse
Nacionalismo foi “guilhotinado” por uma crise econômica como forma de se criar
um problema cuja solução aconteceria com FHC e o Fundo Monetário Internacional –
O Banco. Você leitor se lembra de ou deveria se lembrar dos “fechamentos” dos
Bancos Estatais.
...
Em suma, tudo o que FHC fez no governo por dois mandatos teve orientação
internacional do bloco Fabiano Socialista. Até o seu acordo com Lula em 1993 foi
feito e tratado em Princeton, EUA. Obviamente tratavam de quando Lula assumiria
o lugar de FHC no contexto de um mesmo sistema com uma aparência socialista
para sensibilizar as massas ou parte dela e ao mesmo tempo implantar o sistema
pensado muito anteriormente, desde o fim da segunda guerra (ou única guerra
mundial) da Nova Ordem. Onde o Nacionalismo não tem o menor sentido e milhares
de ONGs espalhadas em todo o país e subsidiadas por Fundações poderosas, como a
Fundação Ford, por exemplo, são elas que vão impor restrições a qualquer tipo de
movimento econômico que não seja uma espécie de “penduricalho do Estado”.
...
Assim sendo, ou próximo disso, em Foz se criou vários eventos populistas... eventos,
mais, voltados a uma educação superficial e ideológica, também a uma espécie de
integração (Latino Americana) que direcionava a uma “falsa liberdade” ou
liberdade de se aventurar em serviços autônomos, que fosse compra e venda,
considerando o mercado da China e do Ocidente – aliados – no Paraguai para o
Brasil e outros serviços com o uso de máquinas como são as motos e agora “patinetes”.
Todos esses processos de trabalho – ao povo – têm o mesmo sinal: “é por sua
conta e risco”.
...
De nenhuma forma, em nenhum momento, se pensou em valorizar o trabalho privado,
que fosse com aquele DINHEIRO que o governo toma ao salário de forma a ter diversos
títulos e perfeitamente apoiado por sindicatos e partidos políticos de qualquer
lado. O que me leva a crer que o LADO, direito (a) ou esquerdo (a), o é apenas
para formular uma tese, uma antítese e a síntese obrigatoriamente os favorece,
a qualquer lado. E essa é a marca da política fazer crer que um possa ser melhor
que o outro, quando na realidade ambos seguem o mesmo SISTEMA.
Ainda sobre os “moradores de rua e
congêneres”. Um ano atrás apareceram [...] documentos do período da morte de Kennedy.
Creio 19 mil documentos. Um deles dizia sobre a ação do FBI em que o FBI, em
determinadas cidades dos EUA em determinados lugares, o FBI subsidiava pessoas
para que elas “criassem qualquer tipo de crime”. Inacreditável? Talvez, mas,
estava relatado no documento.
...
O recente caso de Santa Catarina e os “moradores de rua” foram sintomáticos.
Porque a solução disso não cabe a prefeito e quer saber... nem o governador,
mas cabe ao GOVERNO e tem relação direta com o MODO DE TRABALHO e CRIAÇÃO DE
NOVAS CIDADES AUTOSUFICIENTES.
...
Monte Sião era ou ainda é, uma cidade que só mexia com lã, fazendo blusas. Mas,
São Carlos também era uma cidade dos sapatos e deixou de ser. Agora, uma cidade
de “moradores de rua”, mesmo que não alcance mil pessoas é uma anomalia para
uma sociedade, ainda mais quando é uma cidade de Turismo e, de Muambas também e
também é uma Anomalia aos próprios “moradores de rua”. Inclusive as Casas de
Apoio fazem o que SERIA o óbvio: buscam empregos, família etc., entretanto, a
questão “moradores de rua” é a consequência dessas causas iniciais que não deu
certo e foi corrompida.
...
Corrompida como? Ora, são muitas formas de se corromper uma sociedade, por
exemplo, o prefeito de uma cidade, entendeu ou respondeu a uma ordem, de que
asfaltando os bairros, isso valorizaria as residências e aumentaria o imposto,
não obstante, a situação econômica de cada morador, independente do atual valor
da casa, continuaria a mesma e ainda teria um imposto acrescido. Obviamente o
induziria a VENDER a casa ou ALUGAR uma segunda casa para ganhar mais um
salário, replicando, o mesmo MODELO de economia de crise que começa com o dólar
valendo uma vez a mais que o real e agora, cinco vezes mais que o real. Mas,
foi um plano do FMI com FHC, não daria certo – ao povo – de forma alguma.
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