segunda-feira, 18 de maio de 2026

O “Oito ou Nove de Janeiro”, as prisões continuam sendo uma incógnita...

 

  O “Oito ou Nove de Janeiro”, as prisões continuam sendo uma incógnita do MODELO de país e governo que está se formando.

        O senhor Lula foi discretamente convidado pelo presidente Trump para “se explicar com relação ao crime organizado” e não, quem ou o quê, organizou o crime. O senhor Lula “chorou na rampa por um tempo”, mas foi ao encontro do grande chefe de “topete e beicinho cenográficos” e “a coisa pegou”, o grande sindicalista bem feitor da humanidade e salvador dos fracos e oprimidos e de sua família “estruturada” e algumas Oligarquias de alguns Estados, voltou de lá determinado a fazer algo que agradasse ao grande chefe. Ou mesmo, “maquiar” alguma situação prisional que lhe fosse benéfica. Fazer algo como o que foi determinado a Bukele fazer em El Salvador. Talvez nunca fosse exatamente igual, o brasileiro nunca foi tão idiota de se identificar (*) – a si próprio – com tatuagens, dizendo que pertence a essa ou aquela organização do crime,

... crime, para uma parcela feliz ($ o tipo de felicidade) da sociedade e, resistência, à selvagem luta econômica e política nas cidades que geram situações de miséria e negação da vida aos mais pobres...

... pobres, como um SIMBOLO de separatismo da classe de privilegiados pagos por impostos tirados à toda a sociedade. Mais ou menos como “a guerra dos Bôeres na situação do extrativismo de ouro e pedras preciosas” com o protagonista Winston Churchill.

... Assim como é o “salário e o tempo de serviço” no “mundo privado” e o “mundo do Estado”, quando no primeiro caso, os auxílios diversos saem do salário, no outro caso, do Estado, os auxílios são petiscos, sob o pretexto de isonomia do mundo privado no que eles próprios do Estado, através do SINDICALISMO (do Estado induzindo o Sindicalismo privado – o primo pobre), induziram ao setor privado, como forma de “tirar o dinheiro do salário em troca de benefícios”, o que acontece no mundo privado e NÃO, no Estado.  

          Talvez o que esteja acontecendo na penitenciária seja um teste, uma experiência, uma tese e o público em frente à penitenciária – para eles do poder – seja a antítese. Não se sabe o que acontece até o momento, mas, conhecendo um pouco de Brasil, certamente deve ser um caso de VERBAS para manutenção do sistema e usam os presos para isso e “por tabela” seus parentes na porta da penitenciária.

          Quanto ao caráter da intenção governamental em colocar um presídio de segurança em uma cidade de fronteira e turística, o único sentido e sentido perverso disso acontecer “um presídio em cidade turística e de fronteira” é uma espécie de demonstração de poder, como se fez ao longo da história quando penduravam cadáveres ou vivos – ainda – nas entradas “da comunidade”.  O conde Drácula empalava; o Império Romano crucificava.  

          Como dizem – aqueles que têm todo o tempo do mundo – vamos aguardar os fatos e ver o que isso significa.  Ou, ver como se configura a Síntese ao longo dos dias até o momento eleitoral, o “ponto X”.    

(*) Ora, nenhum partidário, anda com a sigla do seu partido tatuada na testa! Tem os “botões e estrelinhas” é claro, mas não são permanentes, só se usa no momento oportuno, quando todos usam, para identificarem-se entre si.   

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