O “Oito
ou Nove de Janeiro”, as prisões continuam sendo uma incógnita do MODELO de país
e governo que está se formando.
O senhor Lula foi discretamente convidado
pelo presidente Trump para “se explicar com relação ao crime organizado” e não,
quem ou o quê, organizou o crime. O senhor Lula “chorou na rampa por um tempo”,
mas foi ao encontro do grande chefe de “topete e beicinho cenográficos” e “a
coisa pegou”, o grande sindicalista bem feitor da humanidade e salvador dos
fracos e oprimidos e de sua família “estruturada” e algumas Oligarquias de
alguns Estados, voltou de lá determinado a fazer algo que agradasse ao grande
chefe. Ou mesmo, “maquiar” alguma situação prisional que lhe fosse benéfica. Fazer
algo como o que foi determinado a Bukele fazer em El Salvador. Talvez nunca
fosse exatamente igual, o brasileiro nunca foi tão idiota de se identificar (*)
– a si próprio – com tatuagens, dizendo que pertence a essa ou aquela organização
do crime,
...
crime, para uma parcela feliz ($ o tipo de felicidade) da sociedade e, resistência,
à selvagem luta econômica e política nas cidades que geram situações de miséria
e negação da vida aos mais pobres...
...
pobres, como um SIMBOLO de separatismo
da classe de privilegiados pagos por impostos tirados à toda a sociedade. Mais
ou menos como “a guerra dos Bôeres na situação do extrativismo de ouro e pedras
preciosas” com o protagonista Winston Churchill.
...
Assim como é o “salário e o tempo de serviço” no “mundo privado” e o “mundo do
Estado”, quando no primeiro caso, os auxílios diversos saem do salário, no
outro caso, do Estado, os auxílios são petiscos, sob o pretexto de isonomia do
mundo privado no que eles próprios do Estado, através do SINDICALISMO (do
Estado induzindo o Sindicalismo privado – o primo pobre), induziram ao setor
privado, como forma de “tirar o dinheiro do salário em troca de benefícios”, o
que acontece no mundo privado e NÃO, no Estado.
Talvez o que esteja acontecendo na
penitenciária seja um teste, uma experiência, uma tese e o público em frente à penitenciária – para eles do poder –
seja a antítese. Não se sabe o que
acontece até o momento, mas, conhecendo um pouco de Brasil, certamente deve ser
um caso de VERBAS para manutenção do sistema e usam os presos para isso e “por
tabela” seus parentes na porta da penitenciária.
Quanto ao caráter da intenção
governamental em colocar um presídio de segurança em uma cidade de fronteira e
turística, o único sentido e sentido perverso disso acontecer “um presídio em
cidade turística e de fronteira” é uma espécie de demonstração de poder, como
se fez ao longo da história quando penduravam cadáveres ou vivos – ainda – nas entradas
“da comunidade”. O conde Drácula
empalava; o Império Romano crucificava.
Como dizem – aqueles que têm todo o
tempo do mundo – vamos aguardar os fatos e ver o que isso significa. Ou, ver como se configura a Síntese ao longo dos dias até o momento
eleitoral, o “ponto X”.
(*)
Ora, nenhum partidário, anda com a sigla do seu partido tatuada na testa! Tem
os “botões e estrelinhas” é claro, mas não são permanentes, só se usa no
momento oportuno, quando todos usam, para identificarem-se entre si.
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