sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

 

         São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

Os meios de comunicação – de potência de comunicação – que afetam ao povo, portanto, televisivos (e, rádio nos EUA), no Brasil, se divide em duas partes: uma parte da programação é sobre vendas de tudo o que você possa imaginar. Imagine algo que possa ser vendido e logo estará sendo anunciado. Outra parte, igualmente é de venda, de uma forma ou de outra. E que poderia ser chamada de “ajuda ao pobre”, onde a Bolsa Família – o Estado – cumpre uma parte. No entanto, essa “ajuda ao pobre” tem origem no Fórum Mundial, ONU e OMS. No Brasil isso foi colocado como Bolsa Família e MST. Depois Boulos (agente, assim como Stédile, que várias vezes, Stédile foi à Roma do Jesuíta Francisco). O agente Boulos criou o movimento da moradia. O intuito era lança-lo na vida política, como de fato aconteceu. O que lançou Lula e o PT foi a Italiana Villares junto com setores da igreja católica, certamente Jesuíta e uma “penca” de jovens universitários revoltosos e organizados, segundo os vários títulos revolucionários, menos de um, Stálin, quando sua referência foi nublada pelos Partidos Comunistas e pelo partido de massa ou oficial, que os guardava meio que, em sigilo, especialmente no período militar. E que o sacrifício – a essa história de nacionalismo às esquerdas – acontece no momento crucial da democratização, com dois de seus líderes maiores.

A ajuda (aos pobres) em termos de país, Nação, Estado, Estadista, de fato nem seria ajuda, o termo é incorreto, afinal o sujeito é estadista, porque tem o apoio do povo e os impostos são recolhidos do povo. Logo, não se trata de ajuda, mas de estratégia de produção de riquezas.

As ONGS, por exemplo, eles recebem “babas de dinheiro”, para não produzirem coisa alguma, inclusive impedir a produção de qualquer coisa e se o faz, faz uma produção rudimentar, ou seja, feita para não dar certo, como são vendidas ou doadas as casas populares: enfiam o sujeito na casa, o auxiliam com a bolsa família, sem qualquer serviço ou perspectiva de vida e o que acontece é o que aconteceu várias vezes: vendem tudo da casa (fios, torneiras etc.). Isso significa que foi feito assim, para ser assim. Mas, não é um caso geral. Uma pessoa inteligente consegue se safar disso e construir sua vida do quase nada. Mas não é esse o objeto do sistema. Veja o caso MST!  

Note apenas que existem ações de fachada, de remediação e com um contexto esotérico, psíquico e dramático. E de indivíduo para indivíduo, considerando que todos sejam cultivados dentro de uma cultura egoísta, individualista, onde qualquer trabalho EM CONJUNTO – de várias famílias no mesmo contexto econômico e social e, espaço – é dissimulado pelo sistema. Por isso criam as concentrações populacionais e migrações, para que isso seja impossibilitado pela própria inviabilidade da situação. Este é um assunto que merece uma boa discussão, para clarear a realidade.

Alguma vez você se perguntou por que o partido popular que defende os interesses do povo – é o que eles dizem – e que deu continuidade ao MST do período de FHC e da própria Bolsa Família não sai do lugar? Considerando quê: o MST já teve ou tem grande quantidade de terras, teve auxílios variados e até máquinas para derrubar árvores...  (de uma das 50 empresas de celulose do Brasil). O MST tem gente em grande quantidade e, em idade produtiva e não conseguem sequer plantar um pé de losna ou boldo do Chile?

... Claro, você vai dizer o que disse o Ênio (deputado estadual, décadas atrás – não com estas palavras): “que o objeto do MST é político e o interesse maior é violar o conceito falho de propriedade privada – em termos de latifúndio – dentro do contexto histórico. E não, criar novos proprietários de terras”.

Curiosamente, esse é o conceito da esquerda, CRIADO PELAS ORGANIZAÇÕES que criaram as ONGS. OU, pelos donos do mundo. E se escapam pelo “meio ambiente”. Veja o caso Amazonas. Quantas ONGS foram criadas para TRAVAR o Amazonas! E quem criou isso foram organizações poderosas. O que significa que os políticos não se movem eles são movidos e tanto é verdade que as campanhas políticas são semelhantes, o que um político quer, sempre parece ser o mesmo que outro político, portanto, nem é preciso dizer e muito menos, ouvir.

Logo, quando vemos pessoas presas por coisas quê, os que estão no poder, sempre fizeram e relativamente bem pior, como: sequestros, roubos a banco, até “justiçamento” e foram anistiados e de forma alguma querem anistiar essas pessoas, isso é uma demonstração de poder. Porque no primeiro caso, foram alguns meses, ora enfrente aos quarteis, ora em manifestações políticas. No segundo caso foram anos – como diziam os militares – de subversão ao sistema, que reagiu com prisões e torturas em alguns casos e fora da legalidade. Mas nunca se mostrou corpos arruinados por tortura, sequer uma unha arrancada, quem observou isso de primeira foi o falecido Olavo de Carvalho desde Virginia, onde está localizada a sede da CIA, Langley.

Ainda há algo muito estranho, quando chamam determinado político de ladrão! Corrupto seria aceitável, mas ladrão não tem substância jurídica. Ora, a Petrobras – eu não lembro em que ano – premiou seus funcionários com mil dólares de natal. Imagine quantos funcionários tem a Petrobrás. Agora, o nome Petrobras é uma marca. Quem premiou foi a diretoria e os acionistas, que devem ter ganhado muito dinheiro naquele ano. E isso pode ser considerado indevido, mas segundo eles foi um prêmio e estavam embasados em alguma lei!

... Os recursos que de uma forma ou outra tiram das Estatais, sem falhar nenhuma, tem uma justificativa: que seja fraudulenta, fria, insustentável, mas foi assinada por estamento burocrático, praticamente os três poderes. Acredito – no nível do poder, porque o povo não vê isso de forma alguma – acredito que, quem não tem ou não recebe esses prêmios, por qualquer justificativa que seja, deva estar bastante contrariado. No entanto, quando chamam o inimigo de ladrão é porque não querem entrar no mérito da questão.

... E porque de não entrarem no mérito da questão é simples, porque o governo santo do povo, ao invés de promover um programa dependente de verbas, com a “minha casa minha vida”, não promove algo mais substancial e com terras do Estado, cirando “meu terreno minha vida?”.  Como vimos algo parecido com isso, foi o MST – eles tinham terras. Os índios têm terras. As primeiras ações de Boulos em São Paulo cidade, eles tinham moradias (ocupadas).  Mas, se não tiver uma PLANTA DE PRODUÇÃO – seja do que for tudo acaba em ONG! As ONGS tem o seu próprio objetivo que não é o Brasil e nem o povo brasileiro.

... E o recurso que poderia gerar retorno e impostos ao Estado, com as plantas de produção, nunca acontece...

... Entretanto é preciso considerar a dívida brasileira de 10 trilhões de reais (creio eu, reais e não dólares o que seria mais dilacerante), e igualmente, o juro anual de 900 bilhões de reais. O BANCO, o big banco, não quer que os países paguem a suas dívidas, para que eles tenham AUTORIDADE para intervirem de forma DEMOCRÁTICA, para garantir a si mesmos, que não seja necessário uma intervenção dolorosa, aos olhos de um mundo tão sensível e alterado na genética.

... Desta forma, assim como fazem os meios de comunicação, vão separando grupos de pessoas que podem e as que não podem e usam termos baratos como: pobres, ladrões, drogados etc. E faz isso, sem se dar conta de que isso é um plano desde a Inglaterra de 1850 o Malthusianismo “nasceu” em 1798, o darwinismo viria em 1859.  Logo é evidente, que são agentes sem saberem que o são!  

Ou seja, NUNCA, pedem uma discussão efetiva do poder político, porque o poder político é tão frágil quando eles mesmos – QUE ALIAS, ele lançam candidatos e se revezam na política, nos municípios e estado... Frágil, sim! Mas, não é frágil para sacrificar pessoas, indivíduos, que não têm como se defender. Convenhamos que, integração, migração, favorece a esse desfecho! Posso classificar isso como COVARDIA...

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