São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.
Os
meios de comunicação – de potência de comunicação – que afetam ao povo,
portanto, televisivos (e, rádio nos EUA), no Brasil, se divide em duas partes:
uma parte da programação é sobre vendas de tudo o que você possa imaginar.
Imagine algo que possa ser vendido e logo estará sendo anunciado. Outra parte,
igualmente é de venda, de uma forma ou de outra. E que poderia ser chamada de “ajuda
ao pobre”, onde a Bolsa Família – o Estado – cumpre uma parte. No entanto, essa
“ajuda ao pobre” tem origem no Fórum Mundial, ONU e OMS. No Brasil isso foi
colocado como Bolsa Família e MST. Depois Boulos (agente, assim como Stédile, que
várias vezes, Stédile foi à Roma do Jesuíta Francisco). O agente Boulos criou o
movimento da moradia. O intuito era lança-lo na vida política, como de fato
aconteceu. O que lançou Lula e o PT foi a Italiana Villares junto com setores
da igreja católica, certamente Jesuíta e uma “penca” de jovens universitários
revoltosos e organizados, segundo os vários títulos revolucionários, menos de
um, Stálin, quando sua referência foi nublada pelos Partidos Comunistas e pelo
partido de massa ou oficial, que os guardava meio que, em sigilo, especialmente
no período militar. E que o sacrifício – a essa história de nacionalismo às
esquerdas – acontece no momento crucial da democratização, com dois de seus
líderes maiores.
A
ajuda (aos pobres) em termos de país, Nação, Estado, Estadista, de fato nem
seria ajuda, o termo é incorreto, afinal o sujeito é estadista, porque tem o
apoio do povo e os impostos são recolhidos do povo. Logo, não se trata de ajuda,
mas de estratégia de produção de riquezas.
As
ONGS, por exemplo, eles recebem “babas de dinheiro”, para não produzirem coisa alguma,
inclusive impedir a produção de qualquer coisa e se o faz, faz uma produção
rudimentar, ou seja, feita para não dar certo, como são vendidas ou doadas as
casas populares: enfiam o sujeito na casa, o auxiliam com a bolsa família, sem
qualquer serviço ou perspectiva de vida e o que acontece é o que aconteceu várias
vezes: vendem tudo da casa (fios, torneiras etc.). Isso significa que foi feito
assim, para ser assim. Mas, não é um caso geral. Uma pessoa inteligente
consegue se safar disso e construir sua vida do quase nada. Mas não é esse o
objeto do sistema. Veja o caso MST!
Note
apenas que existem ações de fachada, de remediação e com um contexto esotérico,
psíquico e dramático. E de indivíduo para indivíduo, considerando que todos
sejam cultivados dentro de uma cultura egoísta, individualista, onde qualquer
trabalho EM CONJUNTO – de várias famílias no mesmo contexto econômico e social e,
espaço – é dissimulado pelo sistema. Por isso criam as concentrações
populacionais e migrações, para que isso seja impossibilitado pela própria
inviabilidade da situação. Este é um assunto que merece uma boa discussão, para
clarear a realidade.
Alguma
vez você se perguntou por que o partido popular que defende os interesses do
povo – é o que eles dizem – e que deu continuidade ao MST do período de FHC e
da própria Bolsa Família não sai do lugar? Considerando quê: o MST já teve ou
tem grande quantidade de terras, teve auxílios variados e até máquinas para
derrubar árvores... (de uma das 50
empresas de celulose do Brasil). O MST tem gente em grande quantidade e, em
idade produtiva e não conseguem sequer plantar um pé de losna ou boldo do Chile?
...
Claro, você vai dizer o que disse o Ênio (deputado estadual, décadas atrás –
não com estas palavras): “que o objeto do MST é político e o interesse maior é
violar o conceito falho de propriedade privada – em termos de latifúndio –
dentro do contexto histórico. E não, criar novos proprietários de terras”.
Curiosamente,
esse é o conceito da esquerda, CRIADO PELAS ORGANIZAÇÕES que criaram as ONGS.
OU, pelos donos do mundo. E se escapam pelo “meio ambiente”. Veja o caso
Amazonas. Quantas ONGS foram criadas para TRAVAR o Amazonas! E quem criou isso
foram organizações poderosas. O que significa que os políticos não se movem eles
são movidos e tanto é verdade que as campanhas políticas são semelhantes, o que
um político quer, sempre parece ser o mesmo que outro político, portanto, nem é
preciso dizer e muito menos, ouvir.
Logo,
quando vemos pessoas presas por coisas quê, os que estão no poder, sempre
fizeram e relativamente bem pior, como: sequestros, roubos a banco, até “justiçamento”
e foram anistiados e de forma alguma querem anistiar essas pessoas, isso é uma
demonstração de poder. Porque no primeiro caso, foram alguns meses, ora
enfrente aos quarteis, ora em manifestações políticas. No segundo caso foram
anos – como diziam os militares – de subversão ao sistema, que reagiu com prisões
e torturas em alguns casos e fora da legalidade. Mas nunca se mostrou corpos
arruinados por tortura, sequer uma unha arrancada, quem observou isso de
primeira foi o falecido Olavo de Carvalho desde Virginia, onde está localizada
a sede da CIA, Langley.
Ainda
há algo muito estranho, quando chamam determinado político de ladrão! Corrupto
seria aceitável, mas ladrão não tem substância jurídica. Ora, a Petrobras – eu não
lembro em que ano – premiou seus funcionários com mil dólares de natal. Imagine
quantos funcionários tem a Petrobrás. Agora, o nome Petrobras é uma marca. Quem
premiou foi a diretoria e os acionistas, que devem ter ganhado muito dinheiro
naquele ano. E isso pode ser considerado indevido, mas segundo eles foi um
prêmio e estavam embasados em alguma lei!
...
Os recursos que de uma forma ou outra tiram das Estatais, sem falhar nenhuma,
tem uma justificativa: que seja fraudulenta, fria, insustentável, mas foi assinada
por estamento burocrático, praticamente os três poderes. Acredito – no nível do
poder, porque o povo não vê isso de forma alguma – acredito que, quem não tem
ou não recebe esses prêmios, por qualquer justificativa que seja, deva estar
bastante contrariado. No entanto, quando chamam o inimigo de ladrão é porque
não querem entrar no mérito da questão.
...
E porque de não entrarem no mérito da questão é simples, porque o governo santo
do povo, ao invés de promover um programa dependente
de verbas, com a “minha casa minha vida”, não promove algo mais substancial
e com terras do Estado, cirando “meu
terreno minha vida?”. Como vimos algo
parecido com isso, foi o MST – eles tinham terras. Os índios têm terras. As
primeiras ações de Boulos em São Paulo cidade, eles tinham moradias (ocupadas).
Mas, se não tiver uma PLANTA DE PRODUÇÃO
– seja do que for tudo acaba em ONG! As ONGS tem o seu próprio objetivo que não
é o Brasil e nem o povo brasileiro.
...
E o recurso que poderia gerar retorno e impostos ao Estado, com as plantas de produção,
nunca acontece...
...
Entretanto é preciso considerar a dívida brasileira de 10 trilhões de reais
(creio eu, reais e não dólares o que seria mais dilacerante), e igualmente, o
juro anual de 900 bilhões de reais. O BANCO, o big banco, não quer que os países
paguem a suas dívidas, para que eles tenham AUTORIDADE para intervirem de forma
DEMOCRÁTICA, para garantir a si mesmos, que não seja necessário uma intervenção
dolorosa, aos olhos de um mundo tão sensível e alterado na genética.
...
Desta forma, assim como fazem os meios de comunicação, vão separando grupos de
pessoas que podem e as que não podem e usam termos baratos como: pobres,
ladrões, drogados etc. E faz isso, sem se dar conta de que isso é um plano desde
a Inglaterra de 1850 o Malthusianismo “nasceu” em 1798, o darwinismo viria em
1859. Logo é evidente, que são agentes
sem saberem que o são!
Ou
seja, NUNCA, pedem uma discussão efetiva do poder político, porque o poder
político é tão frágil quando eles mesmos – QUE ALIAS, ele lançam candidatos e
se revezam na política, nos municípios e estado... Frágil, sim! Mas, não é
frágil para sacrificar pessoas, indivíduos, que não têm como se defender.
Convenhamos que, integração, migração, favorece a esse desfecho! Posso classificar
isso como COVARDIA...
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