Serviço de
Utilidade Pública cidade: Foz do Iguaçu
Senhores jornalistas, contadores, advogados, agentes da
Receita Estadual e Federal, senhores da Câmara Municipal, senhor Prefeito e
Governador do Estado.
Aconteceu algo inusitado neste mês de Janeiro. Todo dia 06 é
comum se pagar as contas do CARTÃO DE CRÉDITO, das compras acumuladas do mês.
Assim foi feito, as contas foram pagas – o valor do Cartão de Crédito foi pago
no dia 6 como sempre é feito. Passados 10 dias, portanto, dia 16/17 e normal,
as pessoas irem ao mercado para iniciar as compras necessárias. O que aconteceu
é que neste dia 16, quando esta pessoa apresentou o cartão (de crédito), o
cartão foi recusado. Naturalmente a pessoa se espantou, afinal havia pagado e
tinha o recibo e já faziam 11 dias.
Pois bem, era um sábado e decidiu ir ao Banco na segunda
feira. E foi o que fez. O segundo fato inusitado acontece no Banco conhecido
como Caixa Econômica, creio que, federal. A pessoa apresenta o problema e a
resposta do caixa, foi que, a pessoa havia atingido o limite de 2800. A pessoa
contestou e disse que seu limite era de 4.600, o que foi confirmado pelo caixa,
vendo o LIMITE do mês anterior acusava 4.600. Mas que em Janeiro, havia ABAIXADO
PELA METADE. E a pessoa havia feito uma compra de um sofá, que havia custado 2600 para
pagar em 10 vezes. Ora, se o limite é no valor total da compra poderia significar
que, se a pessoa pagasse 1300 em 05 meses, era teria crédito de 1300? Ao lado da
pessoa, um senhor reclamava que haviam cortado seu limite na metade, de 09 mil
para 4.500! Quer dizer que não era um caso isolado. E ele também estava com o
cartão inativo.
O fato é que a Caixa Econômica nunca se referia ao pagamento
feito no dia 6 e nem quis ver o COMPROVANTE DE PAGAMENTO. Isso levantou
suspeitas.
A pessoa resolveu ligar para a Caixa Econômica de São Paulo e
foi bem atendida. Mas, também não soube explicar o porquê do rebaixamento do
limite. Mas, se surpreendeu pelo fato de NÃO CONSTAR O PAGAMENTO de 2550, feito
no DIA 6. Desta forma, a pessoa da Caixa de São Paulo, decidiu abrir um
processo de averiguação.
Creio que isso, somado à questão do INSS é um sinal de alerta
que realmente afetaria uma grande quantidade de pessoas.
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