Reflexos
do caso INSS que Continua Fechado para reforma... Está acontecendo!
O texto é ótimo C., pena que já saiu do “face book”,
sem mais nem menos.. E tenho algo a acrescentar e é fora da saúde, desta feita
é no setor financeiro da cidade de Foz do Iguaçu e não só (o 0800 de São Paulo
também não sabe de nada) e é referente aos aposentados. Com relação à prisão no
sentido genérico, de pessoas presas pelo modelo de Estado criado, o modelo de
concentração populacional é uma espécie de campo de concentração.
... Esse caso – dos aposentados - ele acontece como
reflexo do ocorrido e não devidamente esclarecido, com provas documentais “do
modelo do golpe”, que não parece ser golpe, mas, uma acordão entre a agência
que tem controle sobre o INSS e o paciente, digo, o aposentado (em especial do
setor privado que é o que menos ganha neste “banze” de concentração de trilhões
de reais), na arena nacional que paga quase um trilhão de reais por ano de
JUROS (segundo o Boulos).
O tema INSS pouco atingiu a integridade
jornalística, pois, se nem os “famosos escritórios”, os políticos, os
banqueiros explicaram racionalmente o ocorrido no INSS e o “suposto” desfalque de
milhões, bilhões? transferindo tudo para o afamado BANCO MASTER (que foi
fundado em 1984 e encerrou suas atividades em 18 de novembro de 2025, por uma
crise de liquidez – o que se contradiz com a suposta circulação de milhões ou
bilhões do INSS) então, o máximo que o jornalismo poderia fazer é ser o
porta-voz de uma situação caótica por não poder adentrar à realidade, coisa que
se pretende fazer com uma Comissão Parlamentar de Inquérito onde ninguém é
OBRIGADO a responder.
Efeito rebote; Alguém paga a conta.
O fato em questão, que aconteceu em Foz é que o
aposentado pagou sua conta no dia 07 de Janeiro de 2025. Pagou em casa lotérica
reconhecida e ao lado da Caixa Econômica. E por meios tecnológicos, virtual,
como funciona o PIX, o cartão de crédito: “pagou, o dinheiro cai na hora”
certo? Não é assim que funciona? Bem, não foi assim que funcionou, o dinheiro,
segundo a Caixa Econômica, NÃO CAIU! E quando a pessoa apresenta o comprovante
de pagamento, aquele que se dissolve com o tempo, a Caixa Econômica ignora
isso, como se tivesse a certeza de que foi pago, mas o dinheiro não CAIU...
Em meio a este “embrolho” de pagamento ou não pagamento,
que parece secundário, ou querem fazer crer que seja secundário, acontece ao
mesmo tempo, outra situação inusitada. Os caixas físicos da Caixa Econômica
receberam uma ORDEM de CORTAR PELA METADE o tal do LIMITE. Se o sujeito tinha
um limite (do cartão de crédito) de quatro mil, caiu para dois mil, um limite
de nove mil, caiu para quatro mil e quinhentos.
Trocando em miúdos se o sujeito compra um sofá e
paga no cartão de crédito em 10 vezes o valor de 268 reais por mês, “o cartão,
considera o valor total da compra para definir o limite” o quê, invalida o
crediário. Suponho que, neste raciocínio, se a pessoa pagou metade da prestação
do sofá ela tenha “o direito” de ter “recuperado” METADE do limite para 2.800
reais?
Na verdade, quando o banco não quer reconhecer o
pagamento da conta, dizendo que o dinheiro não entrou, mesmo com a apresentação
de comprovante de pagamento – SEM DIZER...
... e ainda com o ENCOSTO do limite do cartão de
crédito e o total DESCONHECIMENTO do caso pelos agentes bancários, isso se
torna um caso de POLÍCIA FEDERAL. Ou não?
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