O Tema parte, de Empresas que estão saindo do
Brasil para o Paraguai.
Vejamos
um caso de uma cidade e o caso de uma categoria. Foz do Iguaçu, segundo site
ECONODATA tem 77 empresas metalúrgicas. Digamos que empregue 400 pessoas.
Porque motivo o governo municipal, a câmara municipal, não cria oportunidades
aos metalúrgicos? Todos eles, com o mesmo número médio de empregados e capital
pequeno. O que não significa intervir
como era costume de se fazer e continua sendo, com fiscais de todo tipo: do
trabalho, do Estado, do Município, da Federação e outros agregados ao sistema
que vendem serviços estranhos. Ora, si, se dão a esse trabalho com diversas “instituições”,
porque não se dão ao mesmo trabalho para criar situações POSITIVAS à categoria?
Afinal é tudo o que a mídia “alegre” diz, quando “evoca” os empreendedores!
Porque
a Estatal do Lago, não inventa uma “marina”. Ela poderia pelo menos sugerir
estudos a respeito considerando os bons profissionais que existem na cidade e
que estão se perdendo. Porque não, pensar em uma Indústria pesqueira, um médio
estaleiro para barcos médios, ou mesmo, estufa usando água do lago, mas para
isso devia ter um plano de trabalho de estudo e preparação junto com os
interessados. OU seja, se criar um CONSELHO DE PRODUÇÃO E GERAÇÃO DE RIQUEZAS,
controlado por quem sabe o que está fazendo! Isso não acontece, mas acontece de
uma empresa do Piauí sugerir a ocupação do lago por painéis solares e isso foi
divulgado como normal.
Aconteceu
algo interessante no Conselho de Itaipu. O Senhor MERCADANTE era do conselho e
também era uma espécie de Ministro da Ciência e Tecnologia, bem como seu filho.
E creio que ele tenha buscado sua indicação no Conselho de Itaipu para
interagir com algo tão buscado que é tecnologia, a ciência. Devemos lembrar o
custo estrondoso, indizível e inaceitável da ciência para coletar a
ANTIMATÉRIA! E fazer o quê? com isso! Com 20 milhões de Americanos do Norte
vivendo na mrd! Fonte de quem mora nos EUA e sabe o que diz. E talvez
MERCADANTE buscasse algo do tipo. Mas, se ele desejava algo mais que um carro
elétrico que já era uma tentativa ousada, para o momento político brasileiro, a
coisa desandou e ele foi substituído pelo seu contrário, o ex-governador da Bahia
o senhor Jaques Wagner. Que, segundo uma fonte, ganhava um bom dinheiro por
reunião.
Como
se sabe nada que gere recursos às pequenas empresas – trabalhando unidas – por um
projeto de trabalho – quando passam a ser médias empresas, tende a prosperar,
também pela simples e óbvia concorrência de empresas grandes que dominam o
mercado e tem alianças com o governo. Alianças de influências e indicação.
Mas,
não se trata disso, ora, se tem um serviço como NATAL e enfeites e vai se gastar
alguns milhões, nada mais justo que as empresas da cidade o façam. Se a
licitação – como uma armadilha – impede o governo é a propósito, o papel do
direito expor a real situação da necessidade das pequenas empresas sob o risco
de extinção. Diria “extinção” no sentido mesmo em que ocorre uma espécie
histórica de Mercado Negro na fronteira. Quando a “coisa” desanda e se perde o
próprio sentido de comércio na relação com impostos.
Mesmo
porque o ser político, não entende de trabalho manual, ele entende de
legislação e entende o suficiente, para a rotina de serviço. Até por isso se
forma em direito e pasme para tentar usar a lei segundo a variante de
interpretação do contexto ideológico preponderante, no caso, da ONU e outros.
...
Quando, de alguma forma, o político eleito e pago, tenta sair da rotina de
propaganda e marketing político, considerando que as eleições acontecem de dois
em dois anos, mal dando tempo... para substituir o presidente da câmara mais
oportuno aos grupos mais fortes, quem quer que tente isso , saindo fora da “tênue
linha”, será execrado. Entretanto, se ocupam inutilmente, com as ações de “câmara
itinerantes”, para ouvir o povo. Povo disciplinado desde vantagens do Estado,
nem que seja para presidente de associação de amigos de bairro, sempre com um
político a “tiracolo”.
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