sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

O Tema parte, de Empresas que estão saindo do Brasil para o Paraguai.

 

O Tema parte, de Empresas que estão saindo do Brasil para o Paraguai.

Vejamos um caso de uma cidade e o caso de uma categoria. Foz do Iguaçu, segundo site ECONODATA tem 77 empresas metalúrgicas. Digamos que empregue 400 pessoas. Porque motivo o governo municipal, a câmara municipal, não cria oportunidades aos metalúrgicos? Todos eles, com o mesmo número médio de empregados e capital pequeno.  O que não significa intervir como era costume de se fazer e continua sendo, com fiscais de todo tipo: do trabalho, do Estado, do Município, da Federação e outros agregados ao sistema que vendem serviços estranhos. Ora, si, se dão a esse trabalho com diversas “instituições”, porque não se dão ao mesmo trabalho para criar situações POSITIVAS à categoria? Afinal é tudo o que a mídia “alegre” diz, quando “evoca” os empreendedores!

Porque a Estatal do Lago, não inventa uma “marina”. Ela poderia pelo menos sugerir estudos a respeito considerando os bons profissionais que existem na cidade e que estão se perdendo. Porque não, pensar em uma Indústria pesqueira, um médio estaleiro para barcos médios, ou mesmo, estufa usando água do lago, mas para isso devia ter um plano de trabalho de estudo e preparação junto com os interessados. OU seja, se criar um CONSELHO DE PRODUÇÃO E GERAÇÃO DE RIQUEZAS, controlado por quem sabe o que está fazendo! Isso não acontece, mas acontece de uma empresa do Piauí sugerir a ocupação do lago por painéis solares e isso foi divulgado como normal.

Aconteceu algo interessante no Conselho de Itaipu. O Senhor MERCADANTE era do conselho e também era uma espécie de Ministro da Ciência e Tecnologia, bem como seu filho. E creio que ele tenha buscado sua indicação no Conselho de Itaipu para interagir com algo tão buscado que é tecnologia, a ciência. Devemos lembrar o custo estrondoso, indizível e inaceitável da ciência para coletar a ANTIMATÉRIA! E fazer o quê? com isso! Com 20 milhões de Americanos do Norte vivendo na mrd! Fonte de quem mora nos EUA e sabe o que diz. E talvez MERCADANTE buscasse algo do tipo. Mas, se ele desejava algo mais que um carro elétrico que já era uma tentativa ousada, para o momento político brasileiro, a coisa desandou e ele foi substituído pelo seu contrário, o ex-governador da Bahia o senhor Jaques Wagner. Que, segundo uma fonte, ganhava um bom dinheiro por reunião.

Como se sabe nada que gere recursos às pequenas empresas – trabalhando unidas – por um projeto de trabalho – quando passam a ser médias empresas, tende a prosperar, também pela simples e óbvia concorrência de empresas grandes que dominam o mercado e tem alianças com o governo. Alianças de influências e indicação.

Mas, não se trata disso, ora, se tem um serviço como NATAL e enfeites e vai se gastar alguns milhões, nada mais justo que as empresas da cidade o façam. Se a licitação – como uma armadilha – impede o governo é a propósito, o papel do direito expor a real situação da necessidade das pequenas empresas sob o risco de extinção. Diria “extinção” no sentido mesmo em que ocorre uma espécie histórica de Mercado Negro na fronteira. Quando a “coisa” desanda e se perde o próprio sentido de comércio na relação com impostos.

Mesmo porque o ser político, não entende de trabalho manual, ele entende de legislação e entende o suficiente, para a rotina de serviço. Até por isso se forma em direito e pasme para tentar usar a lei segundo a variante de interpretação do contexto ideológico preponderante, no caso, da ONU e outros.

... Quando, de alguma forma, o político eleito e pago, tenta sair da rotina de propaganda e marketing político, considerando que as eleições acontecem de dois em dois anos, mal dando tempo... para substituir o presidente da câmara mais oportuno aos grupos mais fortes, quem quer que tente isso , saindo fora da “tênue linha”, será execrado. Entretanto, se ocupam inutilmente, com as ações de “câmara itinerantes”, para ouvir o povo. Povo disciplinado desde vantagens do Estado, nem que seja para presidente de associação de amigos de bairro, sempre com um político a “tiracolo”.

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