Luna faz o que tem que fazer e pode fazer!
E
certamente não irá criar e não ousarão criar com ele, eventos contratuais que
endividem a cidade.
Certa
vez comprei um fiat1200 à Gasolina, um ótimo carro. Quando conversava com o
vendedor ele me fez uma revelação interessante, quê, aquele Fiat que estava
comprando em relação com o “Fiat Uno”, havia sofrido mais de 500 alterações,
logo, imaginei que o Fiat mais antigo tinha 500 problemas que a engenharia
italiana havia desconsiderado. Mas, os engenheiros italianos haviam criado a Ferrari,
logo, havia uma desconexão em coisas muito triviais.
Vendo
o senhor Luna falando, sobre gestão e austeridade (no gasto do dinheiro
público) eu acredito nele. Assim como acredito nos funcionários públicos nas
secretarias e na Câmara Municipal. Acredito nas suas intenções. Não
necessariamente alguém entraria no serviço público, ser reconhecido em toda
cidade para fazer chacota. É óbvio quê, aqueles que têm interesses próprios,
não pode ser público e sujeito à opinião pública. Mas podem criar veículos de
comunicação e poderes que podem intervir discretamente em qualquer gestão
pública.
Acontece,
porém, que estes ajustes acontecem em todos os governos e geralmente antes de
um aumento do valor de algum imposto, ou avalizar algum imposto da época. De
outra forma, a câmara continua acreditando que a “Audiência Pública” reflita
alguma espécie particular de democracia, com a presença, digamos, de 50 pessoas
no plenário. Quando na verdade a AP, o MOTIVO da AP é criado por grupos
organizados de dentro do poder político e econômico. É como a LICITAÇÃO – a que são obrigados
enquanto gestor público – entretanto, as licitações são acordadas entre grupos
de fornecedores ou serviços.
...
Um atenuante à realidade. O sujeito passa uma existência indo ao oculista para
ter uma receita do tipo de lente. Entretanto, ingenuamente, quando vai ao oculista,
ele acredita que o oculista fará uma consulta da sua vista e dirá a ele, que a
vista direita esta boa, que a esquerda não estão tão boa por esse e aquele
motivo e que precisa de tratamento e vitamina para vista. Claro quê, no período
em questão – do que acabo de dizer - o exame de Fundo de Olho já existia, mas
era muito complexo além de caro. Hoje em dia, apesar da facilidade da
tecnologia continua caro. O exame não leva mais do que cinco minutos e você tem
o mapa do fundo de olho e vai saber se o seu problema de vista tem cura ou é
irreversível. De qualquer forma, o que salvou “a saúde da vista” foi o acesso
do Brasil às máquinas, as novas máquinas a que tiveram acesso.
Dizem
que estamos atrasados décadas com relação aos países ricos e parece ser verdade
e se estamos tão atrasados é porque os meios universitários estão impedidos e
se estão impedidos, obviamente é por conta do caráter mercenário na contramão
de privilégios materiais oferecidos.
Pois
bem, essa analogia – acima do oculista antes e o oculista de agora - serve
perfeitamente ao modelo de governo obsoleto que impera na América Central e do
Sul, onde as “elites políticas” criam mais problemas aos governos do que
soluções dos problemas existentes. Por exemplo, a Concentração Populacional, considerando
quê, em Cada Estado, dos 200 milhões de brasileiros, caberiam 07 milhões em
cada Estado. Mas, só a Grande São Paulo tem 21 milhões habitantes em função de
uma industrialização que durariam 20 anos conforme acerto com Juscelino! Há algo
de DISRUPTIVO neste acordo que endividou o país e foi parcialmente resolvido no
governo de FHC e o Fundo Monetário Internacional e hoje temos uma dívida absurda
de trilhões de reais, cujos JUROS ele chegam a quase um trilhão por ano. E o que foi feito com o dinheiro de
empréstimo, considerando que a construção da Usina – a maior da época –
alcançava em torno de 40 a 70 bilhões de reais, menos de um décimo de um
trilhão de reais. Quer dizer que, com o dinheiro de JUROS que o Brasil paga
anualmente... se poderia construir mais de DEZ USINAS DE ITAIPU? Só nos resta
perguntar, AONDE FOI “ENFIADO” tantos trilhões da dívida?
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