segunda-feira, 20 de abril de 2026

Temas variados. Nada demais. Nem de menos.

 

Temas variados. Nada demais. Nem de menos.

Uma pessoa do bairro Três Lagoas em Foz do Iguaçu e, o entorno, segundo ele, tem em torno de 60 mil eleitores e ele sugeria que o bairro e o entorno, elegesse um deputado desta região, considerando que a região tenha mais de duas centenas de empresas. É uma lógica.

Chico Brasileiro enquanto prefeito indicou o candidato Hussein Bakri do PSD, creio de Curitiba.  E Hussein ganhou a eleição e até hoje está no governo.

O próprio Reni e Esposa foram ou são fenômenos criados pelo próprio sistema. Veja o caso do senhor Luna, um bom homem que esteve na Petrobrás na Itaipu e depois Prefeito de Foz e nada disso têm a ver com a lógica do nosso amigo de Três Lagoas.

O que significa que a indicação de qualquer pessoa a cargos públicos através do processo eleitoral é essencialmente um trabalho partidário e coligações afinal é mais de 30 partidos que concorrem entre si para ocupar postos importantes ou, bem pagos.

O importante para se notar é que nenhum dos 30 ou mais partidos com exceção de algumas pessoas, eles tem os mesmos propósitos de manutenção do mesmo sistema que sempre os favorece. Nunca se vê um político de carreira desempregado! Ora, o salário ACIMA DO TETO, não foi uma coincidência referente a um grupo especial de pessoas... não. Isso tinha um propósito de uma casta tecnocrática acima do sistema e invisível ao público. Esse é um caso.

Nenhum partido com uma única exceção dos Monarquistas comenta sobre a deterioração do sistema e a forma como isso altera a vida das pessoas nas cidades, desde negociatas facilitadas com os terrenos, com a saúde, transporte, educação etc. Ahh sim! Refiro-me aos Monarquistas porque são os únicos que entendem e falam publicamente, que as instituições estão caídas no sentido bíblico do termo caído. A única coisa que tem salvado as aparências do governo do Estado do PR são as obras: viadutos, estradas que o povo sem veículo não usa e que talvez seja a maioria da população.  Logo essa é a síntese da República dos escolhidos e depois avalizados pelo voto obrigatório.


Na atual conjuntura onde ENFIAR as verbas... 

Nem exército nem social, o dinheiro (do orçamento) deve ser revertido ao exército na condição de abrir cidades em locais maravilhosos, com “Chapada dos Guimarães” para atrair pessoas e espalhar a população. Seriam oito milhões de pessoas para cada Estado... pensando em termos de matemática. Ou será que, não enxergam a ARMADILHA internacional do "meio ambiente e aquecimento global" não deixando, sequer, abrir uma estrada - como a Estrada do Colono no Paraná que liga cidades? De fato, a DIVISÃO do dinheiro desde antes de Lula segue um rito de concentração populacional a começar por São Paulo cidade e Rio de Janeiro. O que foi um desastre e também um MODELO de GUERRA que as forças armadas nunca se incomodaram... A concentração populacional é igual à criação de Galinha, quando as empresas repassam as galinhas aos criadores, no caso da concentração populacional, a burguesia repassa massas de pessoas às cidades para lucrar com a miséria alheia e impedir que ela se desenvolva, tanto isso é verdade que, como diz Luiz F.100% do orçamento vai para o social. Mas ele se esquece de dizer que esse dinheiro que vai para o social é tomado todo final de mês, através de um CASSINO de engenharia econômica do poder dominante.  

 

Fila da ponte da Amizade pode ser um sinal. 

Porque um sujeito enfrentaria uma fila de horas de ida e vinda, aquecendo o motor do carro, gastando gasolina, perdendo horas do dia, senão pelo desespero? Uma camarilha de tecnocratas e burocratas, desde o regime militar, quando afirmaram que, “do couro se tira a correia”, o Brasil entrou em uma espécie de colapso de transportes, que inevitavelmente culminaria com o objetivo internacional  da Nova Ordem Mundial com as migrações. As migrações visam a concentração populacional, o confronto de culturas, o isolamento de classes de pessoas, como é o caso dos beneficiados, quando isolados e o impedimento que façam algo produtivo para não concorrer com as mega empresas como Monsanto, Cargill etc. Veja a “vitrine do MST”, que teve décadas com terras e não conseguiu criar um só exemplo, do que gostariam que acontecesse de bom ao povo brasileiro.  Obviamente que havia gente capaz de fazer isso, assim como o Oscar fez Brasília... Mas nunca houve interesse político para isso. O que significa que o destino do MST fora travado. Talvez o destino de Foz tenha sido travado.

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