sexta-feira, 10 de abril de 2026

Comentários: Apreensões de mercadorias, Saúde com Ranieri, Juros de Um Trilhão, com A. Dias e Inadimplentes com A. Garcia.

 

Comentários: Apreensões de mercadorias, Saúde com Ranieri, Juros de Um Trilhão, com A. Dias e Inadimplentes com A. Garcia.

 

Comentário ao Post da H2FOZ

O tema em questão de grandes negociatas, empresas de fachada, notas fiscais – frias – é uma realidade, fruto de uma extrema arrecadação de impostos que teria como consequência a sonegação, entretanto, a sonegação é o que da o propósito às ações dos agentes do governo ou dos governos.

A legalidade dos negócios é uma impossibilidade a começar pelo próprio sistema repressor à ilegalidade, mas também na legalidade.

... Suponha que se apreenda uma carga de celulares em um fundo falso de caminhão – de alguma transportadora ou não –, o crime foi cometido e como seria a forma mais séria de resolução desse modelo de ilegalidade? A simples apreensão de TUDO e The End?  Acaso isso não abre um precedente perigoso ao próprio Estado? Afinal a Inglaterra negociou o ópio com a China por anos e geraram duas guerras, guerras do ópio.

... Acaso, a mercadoria apreendida, bem como o veículo apreendido, não deveria ter um retorno econômico tirado [...] o valor de impostos do próprio produto e do veículo apreendido? Até para dar referência de integridade e justiça do Estado? Seria uma conta do tipo: mil celulares, de impostos sobre os mil celulares são quinhentos celulares e se o imposto foi pago, não há mais delito.

... O caso da reincidência do mesmo delito é improvável devido à quantidade de pessoas disponíveis para isso. Lembre-se da SABOTAGEM do combustível em postos de gasolina. Foi um caso notório. Ou a SABOTAGEM das máquinas de respiração com empresas de fachada no período CVD. E tudo no contexto do Estado.  Agora, a disponibilidade de pessoas para o ilícito, não que seja grande, porque é grande, mas há um propósito de se ganhar dinheiro por parte dos criminosos, mas também há um propósito – tão sigiloso quanto são os empréstimos de dinheiro a países, por parte do Brasil –, de movimentação de capital e uma espécie de ESPÓLIOS que geram consequências danosas e culturais. Mas isso é outra estória.  

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Comentário ao post do vereador Ranieri.

Falando em verdade, um trilhão de reais de juros se refere a uma dívida de no mínimo 10 trilhões de reais, dinheiro este, da dívida de 10 trilhões que o governo brasileiro não consegue pagar. Assim sendo é refém dos bancos. Os responsáveis por essa dívida são os governadores, as Assembleias dos Estados, o Congresso Nacional, o Senado, a Receita Federal e o Tribunal Federal de Justiça, conhecido como Supremo Tribunal Federal (sem o termo justiça). O curioso é aonde o governo enfiou os 10 trilhões de reais que tomou emprestado? Construindo Estradas?  Construindo viadutos? Comprando petróleo. Comprando porta aviões da Inglaterra? Ou gasto em vacinas com a aquisição de insumos básicos.

Com relação à saúde em Foz a Prefeitura tem feito o “trabalho de casa”. Paga o que pode como diz Ranieri, varia de 70 reais a 150 reais... a consulta, quando o governo federal repassa 10 reais por consulta (para todo o sistema SUS do país, o que pode significar 200 e tantos bilhões por ano.

Evidente que esses valores, em especial o repasse do governo, abririam um precedente para um ‘SUS PARALELO, que cobra de 50 a 120 reais por mês de cada associado ao sistema, porém a “coisa” não para por aí. De fato esses clubes de medicina vendem não só a mensalidade, como serviços de laboratório e exames especializados, bem como cobram a consulta a preços acessíveis a uma parcela da população que tem algum tipo de trabalho.

No sistema Paralelo de Saúde em questão, tudo se mantém perfeitamente no sistema BÁSICO, tudo parece perfeito, mesmo porque os diagnósticos são de doenças conhecidas. A “vaca torce o rabo”, quando é necessário OPERAÇÕES. Neste momento entra em cena uma MEDICINA selvagem.

Não sei às quantas andam a Oncologia do Costa Cavalcante que fez um trabalho de mérito na cidade de Foz do Iguaçu e não sei se ainda faz esse trabalho. Diria que, se a Itaipu serviu para alguma coisa – para Foz do Iguaçu – foi pelo setor de oncologia e serviu muito bem. Seria interessante saber como está a situação porque, o que foi feito na Oncologia pela Itaipu em Foz do Iguaçu, vai de encontro às filas de operação que se criaram ao longo de anos.

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Comentário ao post de Álvaro Dias.

A gente deveria se perguntar como um governo que paga UM TRILHÃO de juros de uma dívida de no mínimo 10 TRILHÕES pode fazer empréstimos a outros países SE NÃO com o AVAL SIGILOSO evidentemente dos BANCOS a quem deve? e que de alguma forma OS BANCOS e não é qualquer banco, mas bancos internacionais, querem - por tabela e usando o Brasil como refém, endividar tais países, como diz o senhor Álvaro, país de ditaduras os quais não têm acesso público de governo para governo. É o papel que interpretam, de ditadura. E qual o papel do governo brasileiro nisso tudo? Além de ser refém de um sistema financeiro que ameaça o mundo com guerras e não é só ameaça, todas as intervenções de Trump no Brasil se referem a dinheiro, o que abriu um precedente à China para investir na América Central e do Sul e porque não, do Norte. Não há uma estratégia Maquiavélica atrás disso? Afinal, como? Não mais que de-repente, a Inglaterra deixou de ser imperialista? Mas continua extraindo minérios do CONGO e África do Sul, com a “mão do gato”.

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Comentário ao post de Alexandre Garcia.

Por mais economistas que o Brasil tem e, no entanto, o Brasil é refém dos Bancos. De juros o Brasil paga um trilhão de reais, provavelmente a dívida principal deve ser de 10 trilhões. Pergunto-me aonde o Brasil enfiou no Brasil os 10 trilhões? Teria dado um passo maior que a perna? Ou teria se iludido com a “Estátua da Liberdade dos EUA” – que hoje volta a atacar o Irã -, onde a Blackstone ou Blackrock têm mais de 300 mil imóveis alugados em New York e elegeu o presidente do país, fazendo da existência [...] um JOGO BANCÁRIO, aonde nunca perdem. Talvez a educação e a cultura do povo brasileiro tenham sido PLANTADAS, por um modelo econômico "sem eira e nem beira" para um país que não deveria ousar ser grande.

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