Chikungunya
ataca Aldeias Indígenas em Dourados...
Vejo o Sargento Prates falando sobre 1000 indígenas
notificados com vírus chikungunya ou chicungunha (originário de Venezuela), 500
casos confirmados e quatro mortes em Dourados Mato Grosso (Jaguapiru e Bororó)
e cobrando ao Presidente – que participou de uma COP15 na região de Dourados – cobrando
ações para acabar com isso...
... e me lembro da “seca no Nordeste” que atinge ou
atingia 08 milhões de nordestinos e levou dois séculos para improvisarem um
canal de água desde o Rio São Francisco, mesmo com um aquífero entre Minas e
Bahia, que se sabia da existência desde 1960, descoberto pela fundação Conrado
Wessel, o homem da “chapa fotográfica da Kodak”. Entretanto, o aquífero parece
estar sob o controle “diria, ironicamente, aduaneiro” da Nestle.
O Sargento fala desde a Câmara Municipal de Dourados.
Ele próprio é de uma instituição do Governo Estadual (ou Federal) e certamente
existem na região, instituições do Governo Federal. Possivelmente existam coronéis
e até Generais dos Exércitos na região em questão. Assim sendo o governo está
lá e são eles mesmos, desde um delegado da receita, da polícia, desde o
Ministério da Saúde, do Trabalho etc. E porque um presidente seria o
responsável por alguns milhares de quilômetros quadrados de oito milhões e meio
de quilômetros quadrados? Acaso o Estado não tem um governador, uma assembleia
legislativa? E se Lula for um genocida, tal acusação, antes passa pelo governo
local, depois, o presidente. Ou não?
De outra forma há quantos séculos existem essas
aldeias na mesma toada de sempre, ou seja, “vivem como viviam os antepassados?”.
E acaso, esta paralisia social estaria imune às crises de subsistência humana?
Há um caso hollywoodiano de um filme interpretado
por Nicolas K. onde um agente do poder, incluindo a CIA (logo, EI6) quando é dito no filme que, “nossos irmãos na
América do Sul, Central, eles pegam dinheiro emprestado e não conseguem pagar -
exceto pelos negócios ilícitos (implícito)”. Ou seja, o crime organizado. O filme
mostra a dimensão do crime. A droga, na origem, ela custa em torno de dois mil
dólares, quando chega ao destino final, ultrapassa uma centena de milhar de
dólares. A mesma referência pode ser feita às armas. Na atual guerra do Irã a “apresentação”
de “aviões de destruição”, tem sido “a distração da mídia” para enaltecer seus
heróis!
... Agora, como um povo, como os indígenas, nordestinos
etc., podem influir conviver ou ser vítima ou agressor, com relação a tal
modelo de poder? Bem, não pode. Qualquer governo regional deveria ter isso em mente
e desta forma, agir como governo e fortalecer com projetos, plantas de produção
as comunidades com mais de mil habitantes, para que elas se tornem autossuficientes
na alimentação, vestimenta, moradia e educação para a vida e evidentemente usando
a terra de forma a cuidar da terra o que é “um patamar acima”, do jogo político
ambiental e climático.
Evidentemente que, se a reclamação do Sargento fosse
reconhecida pelo comando da quarta força ou exército, não seria um sargento a
fazer a declaração, mas, um oficial superior. Entretanto, sabemos que um
oficial superior não falaria a uma Câmara Municipal, mas, a uma Assembleia e os
efeitos midiáticos seriam outros e tal oficial cairia em uma rede sem fim de
intrigas e desajustes. O que não seria bom para o sistema. Logo, cabe ao povo,
sem revoltas, ou coisas parecidas, pedirem soluções plausíveis fazendo-as
ACONTECER, de acordo com a sua realidade e espaço geográfico e investir em si
mesmo enquanto comunidade, para PRODUZIR a vida e a SEGURANÇA.
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