segunda-feira, 13 de abril de 2026

Chikungunya ataca Aldeias Indígenas em Dourados...

 

Chikungunya ataca Aldeias Indígenas em Dourados...

Vejo o Sargento Prates falando sobre 1000 indígenas notificados com vírus chikungunya ou chicungunha (originário de Venezuela), 500 casos confirmados e quatro mortes em Dourados Mato Grosso (Jaguapiru e Bororó) e cobrando ao Presidente – que participou de uma COP15 na região de Dourados – cobrando ações para acabar com isso...

... e me lembro da “seca no Nordeste” que atinge ou atingia 08 milhões de nordestinos e levou dois séculos para improvisarem um canal de água desde o Rio São Francisco, mesmo com um aquífero entre Minas e Bahia, que se sabia da existência desde 1960, descoberto pela fundação Conrado Wessel, o homem da “chapa fotográfica da Kodak”. Entretanto, o aquífero parece estar sob o controle “diria, ironicamente, aduaneiro” da Nestle.

O Sargento fala desde a Câmara Municipal de Dourados. Ele próprio é de uma instituição do Governo Estadual (ou Federal) e certamente existem na região, instituições do Governo Federal. Possivelmente existam coronéis e até Generais dos Exércitos na região em questão. Assim sendo o governo está lá e são eles mesmos, desde um delegado da receita, da polícia, desde o Ministério da Saúde, do Trabalho etc. E porque um presidente seria o responsável por alguns milhares de quilômetros quadrados de oito milhões e meio de quilômetros quadrados? Acaso o Estado não tem um governador, uma assembleia legislativa? E se Lula for um genocida, tal acusação, antes passa pelo governo local, depois, o presidente. Ou não?

De outra forma há quantos séculos existem essas aldeias na mesma toada de sempre, ou seja, “vivem como viviam os antepassados?”. E acaso, esta paralisia social estaria imune às crises de subsistência humana?

Há um caso hollywoodiano de um filme interpretado por Nicolas K. onde um agente do poder, incluindo a CIA (logo, EI6)  quando é dito no filme que, “nossos irmãos na América do Sul, Central, eles pegam dinheiro emprestado e não conseguem pagar - exceto pelos negócios ilícitos (implícito)”. Ou seja, o crime organizado. O filme mostra a dimensão do crime. A droga, na origem, ela custa em torno de dois mil dólares, quando chega ao destino final, ultrapassa uma centena de milhar de dólares. A mesma referência pode ser feita às armas. Na atual guerra do Irã a “apresentação” de “aviões de destruição”, tem sido “a distração da mídia” para enaltecer seus heróis!

... Agora, como um povo, como os indígenas, nordestinos etc., podem influir conviver ou ser vítima ou agressor, com relação a tal modelo de poder? Bem, não pode. Qualquer governo regional deveria ter isso em mente e desta forma, agir como governo e fortalecer com projetos, plantas de produção as comunidades com mais de mil habitantes, para que elas se tornem autossuficientes na alimentação, vestimenta, moradia e educação para a vida e evidentemente usando a terra de forma a cuidar da terra o que é “um patamar acima”, do jogo político ambiental e climático.

Evidentemente que, se a reclamação do Sargento fosse reconhecida pelo comando da quarta força ou exército, não seria um sargento a fazer a declaração, mas, um oficial superior. Entretanto, sabemos que um oficial superior não falaria a uma Câmara Municipal, mas, a uma Assembleia e os efeitos midiáticos seriam outros e tal oficial cairia em uma rede sem fim de intrigas e desajustes. O que não seria bom para o sistema. Logo, cabe ao povo, sem revoltas, ou coisas parecidas, pedirem soluções plausíveis fazendo-as ACONTECER, de acordo com a sua realidade e espaço geográfico e investir em si mesmo enquanto comunidade, para PRODUZIR a vida e a SEGURANÇA.

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