Paraguai
aproveita a decadência do Brasil e Ratinho fala sobre cidade com seis mil
habitantes...
Os bancos de 1970 eles usavam o cheque. Acontece
que, o cheque foi utilizado para golpes. A lista de "cheque sem
fundos" constituiu um livro de nomes de fraudadores, que usavam o cheque
para dar golpes. Coisa similar vem acontecendo com a IA. Existem pessoas “falando
com Deus”, o que quer dizer que a IA atingiu aos mais pobres.
O Congresso nacional era para reunir pessoas de todos
os estados. Pessoas indicadas pelo povo de cada Estado. Teoricamente o plano
era lógico. No entanto, mais uma vez acontece o mesmo que aconteceu com os
cheques, o congresso foi utilizado para luta entre grupos de poder dos estados.
Veja a atual situação, o Paraguai está convidando
investidores do Brasil e estão sendo bem sucedidos nisso. Na Alemanha com o
Crack da bolsa de New York (a velha New York é em Inglaterra) os investidores
correram para a Alemanha e a Alemanha cresceu tanto que foi preciso uma guerra
- segundo inclusive Winston Churchill - que inclusive Churchill e outros,
queriam uma guerra permanente que é precisamente o que temos hoje.
Logo, sua análise é ótima, mas os imprevistos não
são as "questões sociais" que deveriam ser aprimoradas etc. os
imprevistos são realmente imprevistos e contam com os poderes. Por exemplo, a
Blackstone, ou Blackrock, que elegeu Trump (um imprevisto, não a eleição, mas o
uso de tal poder econômico), tem centenas de milhares de alugueis em New York e
está pelo mundo comprando portos. A china também faz isso. E não são e são
"privados e Estado juntos". Veja a invenção de Elon Musk, Bill Gates,
JBS, e tantos outros que aparecem de uma forma ESCROQUE na representação de um
país... Porque o país político e a sua diplomacia, não podem fazer o que eles fazem
logo, o país político e a sua diplomacia, assim como os Exércitos, são
obrigados a aceitar isso como se isso fosse o próprio país. E, no entanto há um
golpe de estelionato, rapinagem ou espólio em andamento, veja o caso Amazonas
que já se considera que não seja mais do Brasil. É um "embrolho" do tamanho
do mundo e com o mundo envolvido nisso.
Carlos Massa, pai do governador do Paraná, fala
sobre uma cidade com seis mil habitantes. A cidade é mantida por auxílios do
governo federal. Também tem os escritórios políticos, como prefeitura etc. Que
não tem o menor sentido de existir. Trabalhos formais nessa cidade – que não é
cidade de forma alguma – é de 30 pessoas registradas formalmente mais os “funcionários
públicos”. A lógica diz que essa cidade é um asilo social. E que, segundo
ratinho, deve deixar de existir nessa forma. Eu digo que, as instituições, digo
Sistema S, SEBRAE, o próprio Estado deveria ter uma ação positiva com relação à
cidade. Não com auxílios, mas com uma PLANTA DE PRODUÇÃO. Ora, a Volks quando
veio ao Brasil criou uma planta para 25 mil trabalhadores. Uma empresa chinesa
no Estado da Bahia está criando uma planta para quatro mil trabalhadores. Não é
possível que nesta região com seis mil pessoas, não tenha algum OBJETO
ECONÔMICO, na pesca, na criação ou plantação, talvez até minério... O governo
deveria fazer um estudo, se é que já não existe, geológico voltado à produção,
do que é possível na região. Não se trata de DINHEIRO, mas de vontade política.
Para que essas pessoas não venham a inchar mais ainda as Capitais. O fato é que
as pessoas gostariam de trabalhar e precisam trabalhar, mas não suportam a
ideia de serem manipuladas por sistemas econômicos ultrapassados e gananciosos.
Quanto às plantas de produção poderia falar sobre
isso por mais de 1000 paginas. Creio que seja dispensável, quando não há o
menor interesse político e ensinar o povo como salvar-se da miséria. Veja o
caso do NORTE, que está impedido de PLANTAR! Por conta da FICÇÃO ambiental.
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