quinta-feira, 5 de março de 2026

Excesso de COBRANÇAS (impostos e outros) significa MUDANÇA DE MÃOS!

 

Excesso de COBRANÇAS (impostos e outros) significa MUDANÇA DE MÃOS!

O Paraguai equivale a um Estado do Paraná em dimensões e população, com diferenças para mais ou para menos que não fazem muita diferença. E quando a pessoa que colocou seu filho como governador do Paraná, muda sua residência para o Paraguai, no momento em que seu filho termina seu segundo mandato de governo no Paraná, isso significa para o senhor Carlos Massa – que basicamente copia o sistema Blackstone ou Blackrock nos EUA – que ele busca algo no Paraguai, como um país, que conseguiu no Brasil e no Estado do Paraná, mas que, não é ou não foi o suficiente para as suas ambições ou VISÃO de poder econômico e político.

Vendo de outra forma, a tendência do Estado do Paraná é o retorno dos “velhos políticos e seus filhos”, que APRENDERAM uma LIÇÃO importante – para eles – em se tratando de Brasil, “que a melhor EMPRESA no Brasil é o ESTADO que se mantém a custa de IMPOSTOS arrancados à carteira das pessoas e a política se resume no EQUILÍBRIO DE TIRAR dinheiro e dar ILUSÕES”. Um exemplo...

... O Governo do Estado do Paraná e o Prefeito de Foz do Iguaçu, vendo que AS FILAS DE OPERAÇÃO só crescem na cidade de Foz, decidiram CRIAR 300 LEITOS, além dos que já existem. Note que, a crise da saúde antecede o atual Prefeito de Foz, ou seja, ele “pegou o trem andando, trem, mas, trem do Estado”, o que não é o caso do Governador que já tinha “um vagão reservado, do tipo James West no velho Oeste (filme)”.  E digo governador, porque foi o Governador do PR que em 2006 “fechou seus olhos – ou Pilateou, à crise da Santa Casa de Foz, que virou cinzas...” ou, uma linda praça de chão batido e árvores cortadas...

... Indiretamente, sub-repticiamente, do ponto de vista de quem tem recursos para pagar qualquer operação porque é agente do Estado e joga com o Estado com “as cartas apropriadas” e nisso Carlos Massa tem toda razão... em criar outro caixa em outro país... INDIRETAMENTE, eles acreditam que com os 300 leitos, as operações vão acontecer como mágica. De outra forma, se sentem aliviados por terem tomado uma atitude prática e visível à sociedade.

Agora, em se tratando de GOVERNO, ninguém – nem a própria categoria da saúde – menciona a questão dos PROFISSIONAIS DA SAÚDE – que são uma ELITE no contexto da sociedade brasileira –, com relação à CRISE DA SAÚDE ou o próprio sistema de saúde e, UM PONTO DE EQUILÍBRIO e realidade do que é possível, frente à incapacidade, talvez moral, talvez econômica ou de APTIDÃO, em atender uma situação comparável a um “estado de guerra”, como foi nas grandes guerras com relação aos atendimentos urgentes dos feridos na guerra.

E isso nos remete a outra circunstância que são os preços, os valores, praticados nos laboratórios de exames e MEDICAMENTOS, aonde a ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária – que aprovou uma vacina duvidosa da Pfizer – não “METE A COLHER”.  A ANVISA é responsável por proteger a saúde da população, através de regulamentação, controle e fiscalização de produtos e serviços relacionados à saúde.

Diria assim... O que significa uma fila de 20 mil pessoas, em uma cidade, necessitando de operação, para a ANVISA? Já que, se propõe NACIONAL? Não é o próprio SUS?

 

 

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