Excesso de COBRANÇAS (impostos e outros)
significa MUDANÇA DE MÃOS!
O
Paraguai equivale a um Estado do Paraná em dimensões e população, com
diferenças para mais ou para menos que não fazem muita diferença. E quando a
pessoa que colocou seu filho como governador do Paraná, muda sua residência
para o Paraguai, no momento em que seu filho termina seu segundo mandato de
governo no Paraná, isso significa para o senhor Carlos Massa – que basicamente
copia o sistema Blackstone ou Blackrock nos EUA – que ele busca algo no
Paraguai, como um país, que conseguiu no Brasil e no Estado do Paraná, mas que,
não é ou não foi o suficiente para as suas ambições ou VISÃO de poder econômico
e político.
Vendo
de outra forma, a tendência do Estado do Paraná é o retorno dos “velhos
políticos e seus filhos”, que APRENDERAM uma LIÇÃO importante – para eles – em
se tratando de Brasil, “que a melhor EMPRESA no Brasil é o ESTADO que se mantém
a custa de IMPOSTOS arrancados à carteira das pessoas e a política se resume no
EQUILÍBRIO DE TIRAR dinheiro e dar ILUSÕES”. Um exemplo...
...
O Governo do Estado do Paraná e o Prefeito de Foz do Iguaçu, vendo que AS FILAS
DE OPERAÇÃO só crescem na cidade de Foz, decidiram CRIAR 300 LEITOS, além dos
que já existem. Note que, a crise da saúde antecede o atual Prefeito de Foz, ou
seja, ele “pegou o trem andando, trem, mas, trem do Estado”, o que não é o caso
do Governador que já tinha “um vagão reservado, do tipo James West no velho
Oeste (filme)”. E digo governador,
porque foi o Governador do PR que em 2006 “fechou seus olhos – ou Pilateou, à crise da Santa Casa de Foz,
que virou cinzas...” ou, uma linda praça de chão batido e árvores cortadas...
...
Indiretamente, sub-repticiamente, do ponto de vista de quem tem recursos para
pagar qualquer operação porque é agente do Estado e joga com o Estado com “as
cartas apropriadas” e nisso Carlos Massa tem toda razão... em criar outro caixa
em outro país... INDIRETAMENTE, eles acreditam que com os 300 leitos, as
operações vão acontecer como mágica. De outra forma, se sentem aliviados por
terem tomado uma atitude prática e visível à sociedade.
Agora,
em se tratando de GOVERNO, ninguém – nem a própria categoria da saúde – menciona
a questão dos PROFISSIONAIS DA SAÚDE – que são uma ELITE no contexto da sociedade
brasileira –, com relação à CRISE DA SAÚDE ou o próprio sistema de saúde e, UM
PONTO DE EQUILÍBRIO e realidade do que é possível, frente à incapacidade, talvez
moral, talvez econômica ou de APTIDÃO, em atender uma situação comparável a um “estado
de guerra”, como foi nas grandes guerras com relação aos atendimentos urgentes
dos feridos na guerra.
E
isso nos remete a outra circunstância que são os preços, os valores, praticados
nos laboratórios de exames e MEDICAMENTOS, aonde a ANVISA – Agência Nacional de
Vigilância Sanitária – que aprovou uma vacina duvidosa da Pfizer – não “METE A
COLHER”. A ANVISA é responsável por
proteger a saúde da população, através de regulamentação, controle e
fiscalização de produtos e serviços relacionados à saúde.
Diria
assim... O que significa uma fila de 20 mil pessoas, em uma cidade,
necessitando de operação, para a ANVISA? Já que, se propõe NACIONAL? Não é o próprio
SUS?
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