quarta-feira, 30 de setembro de 2026

A Política Nacional ela Está no Círculo (Dante) do DEBOCHE*

 

A Política Nacional ela Está no Círculo (Dante) do DEBOCHE*

Porque Jânio Quadros saiu da presidência da república dizendo “que não seria partícipe de um derramamento de sangue?”.  Porque Getúlio V. suicidou-se ou, “foi suicidado?”. Porque, do quase nada surge um presidente de descendência cigana que afirma que: “avançaria o Brasil, 50 anos em cinco”, construindo Brasília e negociando uma industrialização por 20 anos, na condição de um regime Militar e um Bipartidarismo, além de uma Pujante Emigração do Nordeste para o Sudeste e a criação de um Partido Populista de controle de massas que levaria uma parte significativa da população até os dias de hoje. Como Ulisses e Tancredo deixaram de existir? E mais, dois generais: Castelo e Costa e Silva, morrem quando presidentes? As coincidências são em demasia.

Porque João Goulart, nos seus últimos pronunciamentos disse que, “usaria 10 quilômetros das laterais das Estradas Federais para a Reforma Agrária?”. Estradas Federais, da Federação, dos 27 Estados. Se ele dissesse que usaria 10 quilômetros das laterais das FERROVIAS ou, laterais dos Grandes Rios que passam por cidades, a coisa teria outro sentido. Mas ele poderia pensar sobre isso, mas não dizer. Mas algo ele quis dizer com os “10 km”. Talvez tenha querido dizer que todas as terras do Brasil, as Regiões do Brasil, já tinham DONOS. O poeta Chico B. de Holanda em sua música e sobre os TERRENOS – até aonde a vista alcança... perguntaria quem teria sido o PRIMEIRO COMPRADOR e o PRIMEIRO VENDEDOR! E ISSO, seria a SINTESE de uma suposta propriedade privada que se arrastaria pela eternidade humana sob o pressuposto de liberdade e governo do povo? Governo do povo criado para SUSTENTAR a liberdade que seria o direito originário do primeiro comprador e do primeiro vendedor! Como diz a igreja Romana: “Nada Muda na Igreja”. E a Igreja >> É UMA >> grande proprietária de terras.  Por muitos anos se dizia que Altos Oficiais do Brasil tinham terras em outros países [...] Seria um Sintoma do primeiro vendedor e do primeiro comprador?

Parte dois

No Mundo, existem “muitas frentes”, mas duas estão em evidência e as duas são uma! Uma frente é a dos Anglo-Americanos e dos Estados da China. Trump foi eleito por uma empresa IMOBILIÁRIA, a Blackrock/Blackstone que, além de ter mais de 300 mil imóveis de aluguel compra PORTOS em outros países. A China também compra PORTOS e afirma que, “CASA é para morar, NÃO para ALUGAR”.  Entretanto, permite construções de torres verticais concentrando 10 mil pessoas, exatamente como um “formigueiro”, mas sem Rainha!

As outras “frentes” em geral são BELIGERANTES se aproveitam de situações intrincadas, geralmente se usando das massas, para criarem cisões em um País e disso tirar proveito, o que mais fácil de acontecer em países cujos políticos são ENCOMENDADOS para servir a esse propósito sem o saber. E o fato de não saber ou, desconfiar é a evidência de que há uma “manipulação” sobre o que ele, o político e as elites cultas devem pensar ou se ocupar sem chegar ao fundo do problema. Exemplos recentes sobre uma SANTA de Pio XII em 1930 e sobre a Fala de Lula sobre o TOQUE de indivíduo para indivíduo e o câncer de Próstata (que a medicina desconhece a origem da doença e se conhece não pode dizer...), fogem a qualquer tema que seria legítimo nessas circunstâncias eleitorais que vive o país nesses dias, assim sendo TEM UM PROPÓSITO.  O ÚLTIMO DEBOCHE foi com as próprias instituições que “não se batem” e são usadas de modo beligerante, obviamente a propósito. Agora francamente, do que FOGEM? E para onde vão quando FOGEM? Ao menos, o DESTINO é sabido?

Mais um pensamento, como se diria, solidário...

*Deboche - A palavra "deboche" refere-se a uma forma de zombaria ou escárnio, caracterizada por um tom sarcástico e desdenhoso. A origem da palavra é incerta, mas se relaciona com o francês "débauche", que significa devassidão ou libertinagem. Com o tempo, seu significado evoluiu para incluir a ideia de zombaria e escárnio, sendo amplamente utilizada na linguagem coloquial brasileira.

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