sábado, 12 de setembro de 2026

Emendas Parlamentares Condicional, Dois.

 

Emendas Parlamentares Condicional, Dois.

Segue o mesmo título da anterior >>> https://fozvox.blogspot.com/2026/09/emendas-parlamentares-condicional.html >>> por ser uma continuação.

 

       A Emenda Parlamentar, ou EP, vem sendo usada como argumento político, no sentido de trazer recursos ao município ou, aos municípios e, vou dizer sobre o Estado do Paraná NÃO do Estado de Goiás no Centro-Oeste com sete milhões de habitantes. E mais particularmente ainda, de uma cidade de duas fronteiras; com duas cidades, do Paraguai e Argentina.

... Esta cidade do Brasil já foi considerada Área de Segurança Nacional por conta de suas fronteiras. E teve um crescimento populacional grande devido à Construção de uma Usina Hidrelétrica, um “Mercado da China e de Indústrias Ocidentais” que foram para a China, no Paraguai para o Brasil e um Atrativo Turístico das Cataratas.

... Quanto ao atrativo de COMPRAS (no Paraguai), ele teve início com a ida de grandes Multinacionais para a China – devido a uma mudança do EIXO ECONÔMICO mundial que era previsível, assim como foi previsível a Industrialização do Brasil por 20 anos, acertada com Juscelino K; também acertado o Militarismo e o Bipartidarismo.

 ...Agora, o que é pouco observado nesse “COMPRISMO” desde então é que, ele ocorre em um contexto de ilegalidade a propósito e ao mesmo tempo de necessidade, em parte, de se arrecadar o fabuloso dinheiro de INDENIZAÇÃO (com as demissões das Multinacionais) e também como uma EXPERIÊNCIA POLÍTICA/ECONÕMICA, que irá criar uma Integração Latino Americana ARTIFICIAL e fundada em um princípio de grandes MUDANÇAS ECONÔMICAS, quando determinado ao BRASIL a EMINÊNCIA AGRÍCOLA. E “por tabela”, a DESINDUSTRIALIZAÇÃO. O que será feito por este novo MODELO político criado para isso desde o Fórum Econômico Mundial e que vai “sombrear” a realidade, com a Crise Climática (Meio Ambiente), meio ambiente, relativamente arranhado pela industrialização e as Concentrações Populacionais (uma crise AMBIENTAL HUMANA criada pela industrialização que não existe mais [...]) criadas pela MIGRAÇÃO, a par do DESGOVERNO, ou BELIGERÂNCIA (aparece como bipolarização) em âmbito Nacional. Considerando, neste caso, que a EP, ou a realidade da Emenda Parlamentar e as CONDIÇÕES impostas por indivíduos do parlamento é uma consequência disso.

... Além de que, a partir disso tudo, a pobre cidade passa a ter uma estranha SOCIEDADE meio secreta, com o Governo Federal através de ONGS que prometem DIVIDIR todos os Recursos advindos do TURISMO (do “comprismo” e das Cataratas), com outras “Cidades Temáticas” ou coisas da mesma Espécie. E, igualmente com a Integração L. Americana – nesta região de fronteira – abre um precedente de MIGRAÇÕES de toda espécie de problemas de cidades brasileiras e países em crise e que ARRASTAM e são arrastados a si próprios e aos outros países DESPREPARADOS para a mesma vala comum. Concluindo que a vitória da derrocada [...] como bem disse a Ex-presidente Dilma: “ninguém perde e ninguém ganha, todos ganham”.  

       Logo, a impossibilidade de um ser POLÍTICO, como a grande maioria dos candidatos a Deputados e Governos, de discutirem temas de importância NACIONAL é hipotético.

... Considere o seguinte: Desde 2004 a cidade de Foz do Iguaçu vive um determinado PROJETO DE GOVERNO, um novo conceito de governo – uma experiência particular à cidade de fronteira – a que chamam de democratização, como se antes, ela não existisse, mas existia na FORMA do NIVEL de conhecimento das classes PREMIADAS com TÍTULOS.

... Neste ponto, faça uma ANALOGIA com a primeira matéria e o comentário do deputado ao prefeito de Foz (na época). Isso jamais deveria ser ASSUMIDO por um parlamentar porque esse não é o foco de uma POLÍTICA NACIONAL e tão pouco, tem a ver com DEMOCRACIA e, no entanto, é explicitamente público e sabido nacionalmente. Chego a pensar, se o político sabe o que é política, algo que é assemelhado à Arte [...] mas, que gênero de Arte, que gera tantas espécies deformadas? Bem, o que explica isso é a ganância combinada com o oportunismo em um país com regras puníveis somente ao povo, desde as concentrações e massificações.

 

 

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