terça-feira, 22 de setembro de 2026

A Integração Latina Americana

 

A Integração Latina Americana (latim) não deveria se dar em negócios de Estado?

       Sobre a Integração Latino Americana criada pelos movimentos políticos populistas, o que há detrás é a própria figura insidiosa da ESPECULAÇÃO estudada e, de serviços, que se aproveitam da “confusão formada”. Ou seja, através de redes [...], atraem e negociam politica [mente] pessoas de outros países e de outros estados do Brasil, cujo custo de Estadia, por um ano, dessas pessoas, tanto na moradia como na educação, daria muito bem para contratar a nível federal, contratar excelentes professores para escolas em seus Estados e nos países que se usam e seu povo é usado, do expediente de “integração”.  Mesmo porque, isso foi feito no país vizinho. Então, houve um acordo.

       Um dos efeitos da “integração” (sem falar das imigrações), que já não é só entre países mais Estados de um mesmo País é que, as pessoas chegam à cidade com um “Plano Acabado” feito e criado desde os burocratas da cidade com alianças políticas e vice-versa. Inclusive com o AVAL daquelas pessoas que buscam viver de RENDAS e compram casas e terrenos visando especulação. Da mesma forma, os burocratas se aproveitam da situação caótica para controlar e taxar sua “assessoria”. Considere que, uma concentração de pessoas em um condomínio, cujas pessoas ou, grupos de pessoas vieram para morar alguns anos até terminar o Estudo [...] é diferente de pessoas da cidade que nasceram na cidade e compram casa ou apartamento para morar, que também é diferente, de pessoas que compram apartamentos para alugarem! Como disse o presidente Chinês: “Casa é feita para morar, não alugar!”.

       A conclusão é simples, isso tem sido a política no Brasil, uma política de mera especulação e exploração consentida e colaboracionista por ausência de quaisquer perspectivas sérias que quando ousadas são aniquiladas, onde as supostas figuras proeminentes não só na política, em certa medida, também são especuladores “do Mercado”. E a concorrência entre eles, entre os grupos políticos é forte. É forte, ao ponto de envolver governos de Estado, Redes de Educação, Redes de Informação e Comunicação, como forma de impor seus candidatos, assim como fazem as etnias e grupos políticos de outros Estados e de Estados com Estados. Formam-se BLOCOS de Estado para intervir na Federação! É uma luta interna para se VENDER serviços, como: lixo, saúde, transporte e um dos APELIDOS dado a esse “modus operandi” das classes dirigentes é Progressismo. Progressismo de si próprios enquanto classe social e que passa despercebido, propositalmente ou não, às pessoas que são usadas na política sob qualquer título ou tendência, inclusive religiosa.   

       Isso, ao menos explica o fato de pouquíssimos candidatos (um para 300), discutirem política como deveria ser discutido. E para evitar que isso aconteça e que o povo, como maioria da população, tenha evidência no sentido econômico e prosperidade, se usam INTERNAMENTE, de expedientes quaisquer como vêm sendo a Estória dos tenebrosos enredos econômicos e ativismo políticos da maior corte do País. Mas... que curiosamente não usa o substantivo feminino JUSTIÇA.

... Internacionalmente, usam outras figuras como Extraterrestres, Aquecimento Global etc., mas com o mesmo FOCO de se conturbar qualquer modelo de sociedade. Ou, dar respaldo à insanidade social. Não lhes bastou destruir Europa, mas lhes apetecem experiências na América Central e do Sul. Bukele de El Salvador é uma experiência que muito agrada à circunstância caótica criada no Brasil, quando a concentração populacional, bem como a Concentração de Poder e Riquezas, chega ao seu limite, o que torna qualquer solução – humana – absolutamente desinteressante às classes dominantes, pois que, elas criaram este cenário de horrores.

Ou seja, a política brasileira, não só de Lula, mas desde Lula & Cia... outros partidos com outros nomes... ela vem sendo absolutamente antinacional, até como fuga da realidade, o que favorece e cria expedientes ilícitos, à sociedade e a civilização, desde o crime organizado da segunda linha, usado como saco de pancadas de mai-tai.

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