Parece-me
que o poder da tecnologia, IA é de DESTRUIÇÃO de tudo o que existe que não seja
ELA MESMA como ferramenta!
Caro senhor Álvaro, quero crer que o L.C.G. tenha
razão no que diz: “que você poderia ser o presidente do país”! Pois seu olhar é
desprovido de obscuridade.
Veja, dizem que o povo não gosta de trabalhar. Isso
é falso. Pessoas trabalham na muamba. Trabalham no crime organizado. Trabalham
no MST. Trabalham em serviços avulsos. Trabalham como serviçais. Trabalham nas
polícias, do lado bom e do lado ruim. Trabalham na coleta de lixo como
coletores e sem nenhuma segurança. Trabalham com motocicletas embaixo de sol e
um trânsito perigoso. Trabalham fazendo circo nos faróis e trabalham nos períodos
eleitorais em troca de 100 reais por dia, quando tem serviço e trabalham com
serviços absolutamente estranhos no campo das migrações. EM TODOS ESSES CASOS
ou quase todos os casos, ESTÃO POR SUA CONTA E RISCO.
São como "protetores de vampiros" fazem o serviço
sujo, perigoso para criarem um ambiente propício à ação dos vampiros. Não seria
isso uma espécie de PLANTA DE PRODUÇÃO DO INDESCRITÍVEL? para fins de uma
suposta GUERRA PERMANENTE? Ora, ORMUS era livre, com a guerra, ORMUS deixou de
ser livre, agora, lutam pela liberdade de ORMUS.
Toda guerra, revolução, RAIVISMO são ferramentas
usadas pelo poder econômico/político - que NÃO TEM nenhuma espécie de MORAL em
termos de sociedade e humanidade. Afirmam que é preciso destruir para construir
de novo e de forma subliminar deixam entrever ou avisam que haverá redução
populacional e muitos empregos ditos normais, deixarão de existir.
Com outras palavras, se houvesse INTELIGÊNCIA por
trás do MST, o MST poderia ser uma nova, outra referência de produção de riquezas
e preservação "do meio ambiente". Afinal, porque queriam terras? E
tiveram terras e nada fizeram de substancial? Porque não era para ser feito.
Embrenharam pelo pântano da propriedade privada para individualizar os
possíveis serviços que poderiam acontecer e se acaso acontecesse por um
acidente cooperativo, poderia ser isolado e “precarizado”.
Todo mundo sabe que a história de propriedade
privada é uma história de posseiros e tanto quanto o MST, mais uma vez serve
aos vampiros.
Tenho apregoado a criação de uma, DE MILHARES, assim
como são as ONGS, de FUNDAÇÕES com o objetivo patrimonial de MÁQUINAS, MOTORES,
MANUTENÇÃO e PRODUÇÃO DE RIQUEZAS através de trabalho DIGNO da pessoa humana,
que é a primeira e a última criação "dos deuses" e que a robótica busca
copiar, para libertar-se dos humanos e seus problemas existenciais. Caso isso
acontecesse na sua integralidade, dos robôs e a IA, tomarem os serviços das
pessoas, que sentido teria a humanidade? Alguns milhões de – supostamente –
privilegiados que só apertariam botões, para o café, para limpeza automática da
casa, apagar as luzes, quando se apagariam sozinhas... Andar de aviões para
cima e para baixo, assim como andam de carros até por necessidade psicológica e
desencontro nos modos de trabalho? Vou contar um caso.
O senhor João vive sozinho, não tem parentes, sua
moradia é ALUGADA e ainda paga o IMPOSTO do proprietário e isso foi uma
situação criada desde um princípio de desordenação social no âmbito de
"guerra permanente contra a humanidade". Pois bem, o senhor João tem
muitas maquinas e sabe como usá-las, diria que ele tem um patrimônio útil à
humanidade e que se desvanece, com o fim de sua existência, quando as
“máquinas” - com o seu falecimento - tomarão rumos estranhos, oportunista e até
criminosos, mas não tomarão o rumo que deveria tomar que seria o rumo de uma
FUNDAÇÃO, para transferir o seu legado de produtor e uso correto das máquinas e
mais projetos de produção e geração de riquezas, como EMPREITA da FUNDAÇÃO com
o uso de máquinas do falecido senhor João e outros tantos. O que não poderia
ser considerado ESPÓLIIO do falecido, mas PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE LOCAL E
ORGANIZADA. É um longo tema. Obrigado e Abs.
Lembro que, a família imperial da Inglaterra, mantem
“móveis” de mais de 400 anos... E que, a torre de Dubai, a mais alta do mundo
pode ter sofrido um ataque [...] de misseis!
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