Quem nos
defenderá: O Hospital Regional!
Não há nada de “inovador, criativo”, ao contrário,
destacam o mesmo MODELITO de desenvolvimento e ainda tratam do hospital
regional e segurança pública, como ESCUDO, das consequências do mesmo modelo de
desenvolvimento voltado aos interesses dos GRUPOS DE PODER ECONÔMICO: Turismo,
Agro e Transportes. Lembrando que, com a COVID, houve uma demissão imediata de
quatro mil pessoas no Turismo. Quando foi necessária a intervenção do governo
federal para distribuir recursos que deveriam existir na cidade, me refiro ao
CAPITAL DE CIRCULAÇÃO das cidades, que existiam e sumiram.
Eles não falam sobre PRECAUÇÃO e MODELOS DE ECONOMIA
voltados ao povo, como Estradas de Ferro ou
Bondes! Reciclagem Industrial, Uso econômico do volume imenso de águas da região
incluindo os rios destinados ao descaso do mesmo princípio PARTIDÁRIO de
desenvolvimento.
O desenvolvimento EXISTE SIM, mas é proibitivo se
falar a respeito e não vou ser eu quem vai dizer.
Quanto à representatividade, um Conselho de
representantes é como professores de história que repetem a estória que lhes
foi contado e foi contado à maneira do vencedor que tem um caráter partidário
obrigatório e cumplice.
Afinal, as NOTÍCIAS sempre devem aparecer de forma
feliz, natalina! E isso é partidário. É partidário, quando não se pensa nos seus
limites de governança, de conselho, na cidade em que atua como tal e como tal
fazem apostas a que chamam de integração e unificação de grupos de poder
absolutamente partidário. Quando na verdade o que buscam é o que deveriam
buscar, mas o sentido em que buscam a integração e unificação é de controle
pelo viés do Estado e as obras estruturantes, o que também é justo se for bom à
sociedade toda e não só aos grupos de poder, afinal a batida é “uma no malho
outra no ferro” e não é hospital e segurança que resolve isso, ao contrário,
cria mais problemas para uma cidade das 18 cidades incluindo Paraguai e Argentina
(?), países.
Caro Paulinho, criar o sistema de ENTREGAS e
TRANSPORTE COM MOTOS, foi conveniente à sociedade que domina a economia, mesmo
porque o máximo do seu esforço nesse sentido foi a venda parcelada das motos e
nem isso funcionou como talvez pretendessem, pois que as motos do Paraguai eram
bem mais baratas.
E as MOTOS acontecem justamente pela falta de
empregos atrativos. Ora, atrativos, na área de SERVIÇOS! Isso nunca vai
acontecer. Ninguém tolera um emprego que lhe rouba a vida, o termo usado é
quando dizem: “de casa para o trabalho e do trabalho para casa”. Com “direito”
a uma folga por semana e uma FÉRIA de 30 dias por ano. Feriados são trabalhados. Final de semana não
é exatamente remunerado é incluído.
... Ora, de uma situação dessas - da área de
serviços - para uma moto e liberdade de ir e vir – trabalhando – vai uma grande
distância. O sujeito é iludido pela situação e acaba trabalhando mais do que se
estivesse em uma empresa de serviços. A única vantagem do motoqueiro é que ele
não depende do Transporte Público. Quando prefeito, mas pensando com racionalidade
matemática, o senhor Paulo chegou a comentar que: “maioria da população tinha
transporte próprio...”. Os ônibus
lotados nos bairros dizem o contrário.
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