quarta-feira, 18 de março de 2026

Referente a um post sobre o prefeito de Foz.

 

Referente a um post sobre o prefeito de Foz.

Creio que “algumas lideranças políticas de Foz do Iguaçu”, que encomendaram uma pesquisa de aprovação ou não do prefeito, sejam aquelas que governaram Foz desde 2004 e se esgotaram no processo, assim como criaram divergências entre si na disputa da “cadeira do dragão”, ao longo de décadas, quando Luna aparece do “quase nada, COM RELAÇÃO, à política de Foz e a luta entre as lideranças políticas desde a Capital do Paraná e internamente”. Entretanto, quando inauguram uma estátua de Carlos Massa, a resposta é favorável ao Governador do Estado do Paraná, seu filho, que vai deixar o mandato e “guarda na manga”, alguma surpresa para a próxima eleição. Ora, porque gastariam quase 3 milhões ou 30 carros de 100 mil reais para uma estátua em um museu de cera? Senão, para “carimbar uma figura”, em tese, alheia à esquerda e direita. E com um “leque” de candidatos eleitos E PARA ELEGER na próxima eleição, com apoio de uma rede de televisão que igualmente à Luna, surge para criar um novo conceito de política.  

O saudosismo de um período de quatro anos da saúde, quando era razoável NA LINHA DO DESESPERO, também foi criado desde a crise da Santa Casa, cujo destino foi favorável aos dirigentes políticos e econômicos, quando a área em questão está “aberta a investimentos” e o custo político, da melhora da saúde foi o isolamento do prefeito vitima da Crise da Santa Casa. O QUE NÃO PODE impedir a filas de operação que era o propósito inicial, para agravar a crise na saúde.

... Conceito político, que não é o mesmo das últimas décadas e que têm suas falhas quando investe na única coisa que pode investir que é no crescimento dos negócios – desde os loteamentos na cidade, saúde e educação e toda espécie de “caça niqueis” como resultado e CONSEQUÊNCIA do volume descontrolado de veículos e um transito de “vai e vem”, sem fim...  e, o aumento substancial desde o governo do Estado, do poder militar. Além de todo o aparato militar Nacional, de fronteira.  

Curiosamente, o único pedido do povo da mídia é que “tampem os buracos de rua e melhorem a saúde”.  E isso vem sendo feito, desde empresas privadas com a “fachada de social”, elas vêm desde outros Estados e desde Foz do Iguaçu, logo, há um acordo político plausível do ponto de vista dos dirigentes políticos e econômicos que não se misturam com a política, mas, tem um “horário britânico do chá garantido para acertos e negócios”.

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Daqui para frente, se nunca se pensou em Pátria, Nação, cidade, população, densidade demográfica, migração..., agora é que não vão pensar mesmo! O ano de 2026 é um ano perdido, um ano de gastos com eleição. Porque os políticos não comentam sobre o preço de se eleger um deputado? E se isso, não é uma contradição à

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Imagine a seguinte cena: “o vírus do Monk se torna pandemia e exige quarentena (neste ano de eleição)”. O que aconteceria? Lembre-se que um mundo vive um clima de GUERRA. Mesmo que seja uma guerra programada para ser permanente, causa prejuízos, mas há uma intenção por detrás disso. Uma delas é a falta de petróleo na forma de combustível para motores à combustão. A solução é o carro elétrico. Então, a guerra é útil e tem um propósito. Mas, quando o GOVERNO (municipal, estadual e federal) incentiva a compra de veículos, diminuindo o “transporte de massas”, e construindo mais estradas para o transporte individual e de cargas, ele, o governo, corrobora com o mesmo propósito da guerra, ou ele, o governo, sabia que a estratégia do “fim dos motores a combustão” só aconteceria com medidas drásticas, no caso uma guerra. Talvez por isso tenham impedido Venezuela de comercializar o seu petróleo, com vistas à guerra de outros produtores de petróleo controlados desde os EUA.

Agora, pergunto-me isso é governo ou, uma agência de inteligência de uma guerra contra a humanidade? Porque não prevenir? Porque não criar estradas de ferro para que o povo busque novas perspectivas e novas cidades sejam criadas a partir de estações de trens? Porque não trabalhar o extrativismo seja do que for, de forma equilibrada e com reposição, desde um procedimento com autoridade, tecnológico e científico? Com faz a China, criando “florestas” no deserto! Porque os governos do Brasil não agem pelo povo e para o povo?

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