quarta-feira, 21 de outubro de 2026

Ou Contam com o Povo, ou nada mais fará sentido.

 

Ou Contam com o Povo Organizado em Cidades com Objetivos Claros de Desenvolvimento Racional, ou a Tecnologia o Fará a seu Modo!

O Brasil precisa produzir comida para o mundo?  E vão produzir com máquinas, drones e robôs? E sequer tem a capacidade de produzir sementes? Que são controladas pela Cargill e Monsanto? Enquanto isso, o “Mundo” vem surrupiar matérias primas do país? Inclusive madeira! Ora, o Zema vendeu terras raras para Elon Musk. Pelo menos, perdeu a eleição, mas ficou mais rico. As reuniões de gente “importante do Brasil” elas acontecem em Inglaterra, EUA etc. A Amazônia é controlada por Ongs subsidiadas inclusive pela Noruega! O Estado profundo no Brasil é essencialmente corrupto. Cria multas absurdas, se aproveitando da insanidade imposta por leis de produção para não produção ou produção segundo os interesses “do mundo”. Cada fazenda, que “produz alimentos para o mundo”, devia sustentar cidades com esse modo de produção. “A terra da uva deveria ser a terra do vinho e outras derivações químicas”. E nunca estar sob o controle de capitais desconhecidos e que, ainda usam dos recursos públicos. Um exemplo, para que servem os químicos no Brasil? Dr. Lee e Dráuzio Varela afirmam que podem resolver o problema da visão combatendo uma bactéria, mas que o Extrato de Betacaroteno é uma raridade e vem dos EUA. E é o extrato quem determina a produção, no caso, limitada, o que faz com que o preço chegue a valores absurdos. Além da MAFIAS dos laboratórios internacionais. E o que fazem os químicos, digamos dos Exércitos? Brincam de fazer armas biológicas? Porque isso pode? Sou uma pessoa comum, os senhores são o governo e vosso discurso é inútil. Vocês não atacam o problema de frente porque sabem que mesmo contando com o povo, tendo o apoio, o suporte produtivo com o povo, haverá a traição e a covardia  daqueles que se acreditam e tudo fazem que isso se torne uma realidade de “donos do mundo”. O que transforma nossa história em uma ficção e o parlamento  nacional em um teatro Mambembe.

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