sexta-feira, 16 de outubro de 2026

De Volta para o Futuro do Passado

 

De Volta para o Futuro do Passado

       O título se refere “futuro” pensado e escrito no Passado, o que seria a NOVA – VELHA – Ordem Mundial (meados de 1850).

... Quando então, se pensou sobre o fim da Europa a partir do Entre guerras e Revoluções, creio 1927 e foi pensado por Kalergi e Morgenthau e efetivou-se.

... Também com relação ao “futuro pensado no passado”, também se pensou sobre a AMÉRICA CENTRAL e DO SUL. A que deram o número SEIS de uma estranha classificação.

       Agora, vamos dar um salto, quando da criação de um Partido, após o regime militar, para se criar uma opção POPULESCA ao NACIONALISMO, tão odiado pela NOM, não porque adorasse a democracia – que segundo o Lula cada um tem o seu conceito de democracia – mas porque o Nacionalismo RESTRINGIRIA as ações de domínio estrangeiro nas NAÇÕES equilibradas, o quê, no Brasil com 90 milhões de brasileiro, equivocadamente, se identificava na frase: “90 milhões em ação para frente Brasil” copiando a frase oca de Juscelino de um “desenvolvimento (do Estado brasileiro) de 50 anos em cinco”, com a construção de Brasília e a preparação para a industrialização por 20 anos com a condição básica de um Regime Militar e um bipartidarismo que com uma forte EMIGRAÇÃO desordenando as FAMÍLIAS dos Estados afetados pela Emigração, criariam um Partido Político adequado aos objetos políticos e econômicos da NOM (a que escreveu o futuro no passado), sob as “sombras de um comunismo” criado anos antes: um após a primeira grande guerra e outro após a segunda grande guerra.

... Um pouco mais adiante, após dois mandatos de Lula com fenômenos que só seriam explicados tendo em vista determinações e sacrifícios impostos pelo arquétipo da NOM para a América do Sul e Central, que foram os fortes investimentos, desde Cuba, Venezuela, Bolívia, Colômbia e países de África, sem a menor CONSIDERAÇÃO ao Nordeste em termos de grandes investimentos feitos em outros países, Lula sofre um desgaste inevitável, mas substitui-se (partidariamente) por Dilma que governa quatro anos em Estado de Alerta para o grande RESET internacional e no segundo mandato, seu desgaste políticos junto ao povo do Estado gerou um Impeachment (impedimento), Temer do MDB a substituiria.

... Curiosamente o MDB e os Partidos Comunistas eles haviam sido rejeitados na REDEMOCRATIVAÇÃO. Rejeitados, não pelos crimes contra a humanidade da URSS de Stálin, que na 2ª. Guerra e que a URSS, havia sido apoiada com recursos e armamentos pelos EUA e o Império Britânico, mas por um suposto comunismo internacionalista (NOM – Globalização) e até por isso existia e fôra criado (lembre-se que falamos do futuro escrito no passado), quando o “internacionalismo geraria a globalização etc.”, MAS, no caso brasileiro, isso se revestia de outra forma mais focada em um Nacionalismo, digamos Tupiniquim, que arriscou dizer: “O Petróleo é Nosso”. E isso abria precedentes. E a história do Petróleo é tenebrosa, desde a criação dos Estados Árabes e o fim do Império Otomano, até a situação da Venezuela que é ou foi uma grande produtora de Petróleo.

... Em determinado momento, Hugo Chaves da um recado ao povo americano pobre que precisava de petróleo para o aquecimento e Hugo disse claramente que “daria o petróleo para o povo gratuitamente” e curiosamente morreu.  

       O fato é que, Temer simulou uma situação inédita à Dilma ainda Presidente do País. Pedindo-lhe a criação de 200 novos municípios. E que Dilma negou, não havia recursos para isso. Quando Temer pede isso ele busca LIMPAR-SE da “mancha petista”, desde os dois mandatos de Lula e a eventual prisão e o mandato de Dilma, com o que havia sobrado o que significava quase NADA de recursos, devido aos investimentos de Lula [...] em construções no Exterior. E ainda a LIMPEZA dos cofres de muitas Estatais e pagamentos a Deputados para aprovação de projetos.

... Evidente que, o que viria a seguir após Temer haver governado por três anos (e talvez, até aberto 300 municípios), não poderia ser “O PARTIDO da agremiação Lula”, Tão pouco as organizações políticas aliadas de Temer, assumiriam, digamos, “O Abacaxi”. É quando surge figura de Bolsonaro que vai ter um mandato arrastado – desde o início, pela COVID mundial. Ora, se isso não um plano bem pensado é coincidência demais. E muita, mas muita venda de vacina cada uma a cinco dólares.

... Bolsonaro serviria (ao sistema, ao Estado) para reequilibrar as contas, no contexto de um RESET mundial. Os investimentos de Lula & Cia, no Estrangeiro tinha uma razão de ser e imposta pela NOM e os Bancos ou Banco. Sem o que, nada faria sentido.

... Imagino que talvez, todo esse dinheiro gasto no estrangeiro com construções, tenha sido JUROS da dívida principal que os Bancos sacrificaram a si mesmos, para dar algum destino econômico/político, um UP, em países da América do Sul (Área seis) e países de África. Mesmo porque com Bolsonaro ou Lula, os juros da dívida gira em torno de mais de UM TRILHÃO DE REAIS AO ANO. Sem considerar a divida principal. E isso ameaça os privilégios do Estado em 27 Estados. Brasília também tem governador! E essa é a verdadeira luta. E se usa de recursos apelativos e NÃO PRODUTIVOS, como é o caso Bolsa Família e Auxílios diversos, inclusive para aqueles que têm emprego “Vitalício” e bons salários. O que é uma contradição absurda, alguns chegam a ter benefícios de algo próximo da Bolsa Família, mas essa é a luta e Lula permanece no poder por ser “fiel” à NOM, que pensou nosso futuro no passado.  

       Evidente que o Brasil de verdade, o Brasil do povo brasileiro, sem as imigrações que se dividem entre: aquelas que são humanitárias (pretexto da NOM) e aquelas que são BELIGERANTES ou usadas politicamente... o Brasil teria uma saída pela tangente, sem criar animosidades com o Grande, o Big Poder internacional, a quem devemos muito dinheiro.  A saída não está na TECNOLOGIA e no TECNATO (das Américas), a saída é para o povo, não para os Agentes do Estado que trabalham diretamente ou indiretamente para a NOM, o RESET, a ONU, esses já vivem uma boa vida à custa do isolamento do povo em concentrações populacionais e Bolsas de todo tipo.

... A saída para o povo depende do povo e da cultura. Quando o Nordeste e Norte MIGRARAM para o Sudeste – o que foi um jogo político e intencional. Eles foram usados pelo poder político, as Oligarquias dos Estados, que nunca se preocuparam com o DESTINO das famílias desses milhões de Nordestinos e Nortistas. Ora, a Itália quando mandou parte de seu povo para o Brasil, havia um plano e eles próprios e sua cultura se defenderam muito bem. O mesmo aconteceu com os Alemães e Japoneses. Mas, no caso dos Nordestinos e Nortistas, eles foram usados para política e por se considerarem brasileiros que são... não tiveram e não foram instruídos culturalmente para se ajudarem como fizeram os italianos, alemães e japoneses, por exemplo.  

... Ora, você pode dizer: “eles são brasileiros e estão dentro do Brasil”, mas o Brasil é um continente do Tamanho do Continente Europeu e cada Estado já foi e pode ser considerado um País e cuja única identidade do continente brasileiro é a língua será que isso importa?

... Voltando ao ponto principal, as famílias foram – em grande parte – DESARTICULADAS e continuam sendo. A grande Emigração foi o precedente, inclusive para criação do Partido Populista de interesse das Oligarquias. Assim sendo, independente da ilusão tecnológica (para os poderosos) é preciso recriar um Brasil do povo brasileiro para o povo brasileiro, criando uma nova modalidade de família pelo trabalho com “fazendas produtivas de produtos essenciais para a vida e raros e difíceis de serem cuidados”, inclusive no tratamento da RECICLAGEM e cuidados com água etc. Há muito trabalho a ser feito. A criação de “fazendas com galpões e estufas” podem gerar riqueza (social) com baixo custo e ainda fornecer a laboratórios e produzir alimentos de qualidade, quando o que se apresenta em termos de alimentos e matérias primas para cuidados com a saúde, são de péssima qualidade (ao povo) e contraditoriamente, de altíssima tecnologia!  

 

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